Zarpante convida todos os amantes da música erudita, assim como os apreciadores de música popular, a comparecer a este evento que apoiamos!
Convocamos desde já todos os cariocas, portugueses e gregos que morem no Rio de Janeiro, curiosos, estudantes de música, músicos, poetas, fãs de Fernando Pessoa…
Vinda de Portugal, estará presente especialmente para a ocasião, a cantora, instrumentista, compositora e escritora de letras para canções portuguesas ,Amélia Muge (nascida em Moçambique em 1952).
“A sua música junta tradição e inovação. Partindo da música tradicional portuguesa e africana para alcançar uma grande modernidade. Recorrendo tanto a instrumentos tradicionais como a “novas tecnologias” nessa busca de inovação. A música da Amélia Muge destaca-se também pela beleza das letras das suas canções. Ela tem musicado tanto poemas da sua própria autoria como poemas de vários poetas da língua portuguesa, onde se destacam Fernando Pessoa e Grabato Dias, sem esquecer os poemas de origem tradicional.” Fonte:Wiki
Amélia-Muge-Michales-Loukovikas
Mas como se não bastasse, o Festival conta ainda com a presença do grego Michales Loukovikas!
Vocês seriam completamente “Loukos”de não prestigiar esse senhor músico e essa carismática cantora que atravessaram mares e oceanos para estar no Rio de Janeiro cantando e tocando para os brasileiros!
O Dicas Zarpante 02 está no ar com dicas exclusivas de eventos, concursos, editais, e muito mais!
Encontre abaixo algumas das dicas que separamos. Para ter acesso a totalidade de nossas dicas, por favor, envie seu email para zarpante@gmail.com sob o assunto: concursos criativos 02 pdf. Ou deixe seu email clicando aqui.
A – StreetShots – São Paulo
Clique a Cultura de Rua de SP! Inspire-se nas exposições do 17CIF e fotografe a arte de rua na maior cidade da América Latina. Vale qualquer manifestação de cultura de rua: moda, esporte, arte e mais…
No concurso StreetShots do 17º Cultura Inglesa Festival, você pode ganhar um Kit do Nick Walker, artista britânico convidado do 17CIF, e uma máquina fotográfica!
E como participar? Simples: envie fotos que mostrem a cultura de rua em São Paulo. Pode ser de moda de rua, esportes de rua, feiras, grafites…
Você pode postar a foto via Facebook, Twitter e Instagram, mas sempre com a hashtag #streetshots17CIF e #SaoPaulo. A melhor foto será escolhida por um júri do Festival e irá levar os prêmios descritos aí em cima.
A Cultura de Rua é tema de exposições em quatro estações de metrô, bate-papo, oficinas e outras ações durante o 17CIF. Não perca!
Período de participação: de 29/04 a 26/05 Como participar: Poste a foto no Facebook, Twitter ou Instagram utilizando as hashtags #streetshots17CIF e #SaoPaulo Premiação: Um Kit de Nick Walker e uma máquina fotográfica Resultado: 12/06
Sexta – 10 maio – 21H30
Orquestra Hot Clube de Portugal
Sábado – 11 maio – 21H30
Tierney Sutton Quarteto
Domingo – 12 maio – 19H00
Harold Mabern
Eric Alexander / Vincent Herring Quinteto
Sexta – 17 maio – 21H30
Gary Burton Novo Quarteto
Sábado – 18 maio – 21H30
Warren Vaché UK All Stars Sexteto
Domingo – 19 maio – 19H00
Wycliffe Gordon Quarteto
C – Bolsas para brasileiros em Harvard e MIT
Mesmo exigindo que os estudantes tenham apenas diploma de graduação nas áreas prioritárias do CsF – Engenharia, Tecnologias e Saúde -, além de bom nível de inglês, pouco mais de cem candidatos foram pré-selecionados até o momento. É prevista neste primeiro ano de acordo a seleção de outros 400 estudantes. As inscrições para início dos estudos em 2014 vão até setembro e podem ser feitas pelo site da Laspau.
“Em Caxinas, freguesia de pescadores em Vila do Conde, cidade do Norte de Portugal, a relação entre a mulher e o pescador funda-se numa confiança vital, numa dependência recíproca e total para a sobrevivência da família.
Porque a mulher confia e depende do pescador para ganhar a vida, e o pescador confia e depende da mulher para governar a vida.
Neste filme acompanhamos um grupo de mulheres das Caxinas no seu dia-a-dia, no trabalho quotidiano e com a família.
Com a ajuda de uma actriz que se torna mais uma entre as mulheres das Caxinas.”
- Rânia, um filme de Roberta Marques (Brasil)
Rânia (Graziela Felix) é uma adolescente que mora em Fortaleza, no morro Santa Terezinha. Ela ajuda sua mãe com os afazeres domésticos, estuda numa escola municipal, trabalha numa barraca de praia e sonha em ser bailarina
- O Frágil Som do Meu Motor, um filme de Leonardo António (Portugal)
- Tropicália, o filme
- Ângelo Torres – Mionga ki Ôbo (São Tomé)
São Tomé e Príncipe | Ângelo Torres | 2005 | Documentário
Língua: Português
52 min | 429 Mb
Mionga ki Ôbo – Mar e selva
Os “angolares” são os mais antigos habitantes da Ilha de São Tomé, onde, segundo a lenda, chegaram depois de um naufrágio. Outrora senhores da ilha, foram despojados pela força no fim do século XIX estão agora reduzidos a uma pequena comunidade piscatória. Entre os mitos e os mistérios desta ilha de beleza luxuriante, este filme revela-nos a história e os costumes destas gentes para quem a pesca e o mar são um símbolo de afirmação.
- A Última Vez Que Vi Macau, um filme de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata (Portugal)
- Os Verdes Anos, um filme de Paulo Rocha (Portugal)
- Upaon-Açu, Saint Louis, São Luís… – Um filme de Joaquim Haickel (Brasil)
Ano passado captamos fundos para o projeto “Ceci n est pas de L’ eau”. Desde então, a equipe envolvida no projeto já foi ao Brasil, filmou em distintos alambiques e voltou a França para editar o filme!
A equipe
Saiba mais na entrevista abaixo!
1. Por favor, apresentem a equipe de “Ceci n’est pas de l’eau”.
A equipe do Ceci n’est pas de l’eau consiste principalmente de duas pessoas – uma brasileira, Ana Clara, e um franco-americano, Yann-Yves. Nos formamos em cinema e comunicação pela Universidade Americana de Paris e trabalhamos nessa área desde então. No entanto, tivemos a ajuda de muitas pessoas durante as filmagens e o processo de pós-produção, no qual nos encontramos no momento. Somos muito gratos!
2. Como surgiu a ideia de fazer um documentário sobre cachaça?
Houve uma época em que o Yann-Yves trabalhava em um bar mexicano, onde havia tequilas e mezcais maravilhosos, e curiosamente um dos drinques mais populares era a caipirinha (de cachaça, claro). Eu (Ana Clara) sabia que a qualidade da cachaça usada não era das melhores, já que era uma cachaça industrialíssima, mas eu não sabia explicar o porquê. Foi aí que decidimos que seria interessante investigar mais sobre o destilado e, porquê não, fazer um documentario sobre o assunto.
3. Após captação bem sucedida no site Zarpante, partiram para as gravações no Brasil. Como foi essa etapa?
Nós tivemos a sorte e a oportunidade de sermos apoiados por múltiplas plataformas. Não só atingimos a nossa meta através da Zarpante, mas também fomos, de certa forma, patrocinados pela cachaça Leblon – uma marca que, como nós, é internacional e tem tudo a ver com o nosso projeto. Com isso conseguimos um orçamento confortável pra uma produção independente. Tudo, tudo mesmo, deu certo durante as filmagens, e em momento algum ultrapassamos esse orçamento.
4. Foi a primeira vez de Yann-Yves no Brasil, quais são suas primeiras impressões? E agora como definiria o Brasil em uma frase?
Em um mês, visitamos mais de 10 cidades em 4 estados diferentes, o que pode parecer muito, mas na verdade foi muito pouco. Eu (Yann-Yves) adorei Minas Gerais em particular, porque vimos a área rural, uma parte do Brasil que não é muito exportada. Eu acho isso uma pena, já que é uma região maravilhosa, pela comida, pelas pessoas e pela vista. Em uma frase, eu diria que o Brasil não só correspondeu às minhas expectativas, como também me surpreendeu em vários aspectos.
5. Quando pensam apresentar ao publico o resultado final de ” Ceci n’est pas de l’eau”? Alguma estratégia especifica de distribuição?
Como qualquer outra produção audiovisual, documentários levam um tempo para serem montados – principalmente se a equipe permanente consiste somente de duas pessoas. Temos como meta o meio do ano para finalizar a edição, mas não estamos com pressa. Priorizamos a qualidade. Quanto à distribuição, continuamos estudando a melhor alternativa.
6. Quantos litros de cachaça beberam durante as visitas que foram levados a fazer.
Nós trouxemos de volta para França mais do que bebemos durante as filmagens, naturalmente. Ao todo conseguimos trazer discretamente umas 13 garrafas nas nossas malas…
Como levar isso tudo em uma mala para a França?
7. Como distinguir uma boa cachaça de uma cachaça qualquer?
O processo de fabricação e o preço do produto final são boas indicações da qualidade do produto. Um litro de cachaça que custe menos do que um litro de leite (o que acontece, e é um grande problema) não pode ser coisa boa.
8. Como foi a feira da cachaça em Paraty, poderia descrever o evento para quem nunca foi?
Paraty por si só já vale a visita, mas um evento como esse dá um ar todo especial à cidade. Há até um roteiro gastronômico de cachaça, e a gente adorou provar todos os pratos típicos com um toque especial do destilado. O Festival da Pinga é o que pode-se esperar do nome – muita cachaça, muita festa, muita musica e muita, muita gente, de todos os horizontes. Recomendamos a visita durante uma hora ou dia mais calmo, em que se possa conversar com os produtores. Eles tem muitas histórias pra contar! Menção especial para Corisco e Engenho d’Ouro.
9. ”Ceci n’est pas de l’eau” é vosso primeiro projeto de filme documentário. Quais são vossos projetos para o futuro?
Temos algumas ideias, aqui e ali. À voir!
10. Uma brasileira e um americano em Paris, poderiam por favor citar-nos seu diretores preferidos (um americano, um brasileiro, um francês).
Pergunta difícil. Ana Clara – Fernando Meirelles, John Waters, Jean-Pierre Jeunet.Yann-Yves – Walter Salles, irmãos Cohen, Mathieu Kassovitz.
Lisboetas! Não deixem de aproveitar para rir pois rir é um óptimo remédio!
Se deseja rir da vida e esquecer seus problemas, essa é a peça que faltava assistir!
São 4 grande actores e risos garantidos!
Zarpante esteve lá e garante: a coisa é boa!
Uma comédia sobre relacionamento, politica, erros, acertos, e principalmente sobre seres humanos como nós!
Assim como diz Luís Aleluia no vídeo abaixo, ” O teatro só vive realmente quando tem público na sala”, por isso, nós da Zarpante convidamos todos os Lisboetas a irem chorar de tanto rir no Teatro Armando Cortez
Quintas e sextas na Casa do Artista ( Teatro Armando Cortez) até 15 de junho de 2013!