Arquivo da categoria: Cachaça Cultural!

Sinônimos

Um texto sobre sinônimos na língua portuguesa:

Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:

“Compatriotas”, “companheiros”, “amigos”! Encontramo-nos aqui, “convocados “, “reunidos” ou “juntos” para “debater”, “tratar” ou “discutir” um “tópico”, “tema” ou “assunto”, o qual me parece “transcendente”, “importante” ou de “vida ou morte”.O “tópico”, “tema” ou “assunto” que hoje nos “convoca”, “reúne” ou “junta” é a minha “postulação”, “aspiração” ou “candidatura” a Presidente da Câmara deste Município.

 De repente, uma pessoa do público pergunta:

– Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa? O candidato respondeu:

– Pois veja, caro senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que  estão aqui; a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na esquina.

 De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e ‘atira’:

– Senhor “postulante”, “aspirante” ou “candidato”:(hic) o “fato”, “circunstância” ou “razão” pela qual me encontro num estado “etílico”, “alcoolizado” ou “mamado” (hic), não “implica”,”significa”, ou “quer dizer” que o meu nível (hic) cultural seja ”ínfimo”, “baixo” ou mesmo “rasca” (hic). E com todo a “reverência”, “estima” ou “respeito” que o senhor me merece (hic) pode ir “agrupando”, “reunindo” ou “juntando” (hic) os seus “haveres”, “coisas” ou “bagulhos” (hic) e “encaminhar-se”, “dirigir-se” ou “ir direitinho” (hic) à “leviana da sua progenitora”, à “mundana da sua mãe biológica” ou à “puta que o pariu”!

sinonimos da palavra cachaca

Sinônimos de Cachaça!

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Quando John Travolta finge gostar de Ypioca

YPIOCA – A cachaça do Travolta

A marca Ypioca nunca foi conhecida por ser uma grande cachaça, porém sempre foi das mais comerciais e das mais exportadas.

Este ano festejam 167 anos, e lançam uma grande campanha publicitaria, para aumentar seu peso no mercado da cachaça.  John Travolta, é o garoto propaganda da marca e está em anúncios filmados no Rio.

Quanto será que a Ypioca gastou para contar com Travolta? A questão permanece: se eles tivessem utilizado esse dinheiro para melhorar o produto em vez de utilizá-lo para fazer propagandas com “gringos” não teria sido melhor? O importante é a rentabilidade ou ter um produto qualitativo? O simples fato de ter um produto de qualidade superior, ajuda a vender? Ou é melhor ter um produto ruim e muito marketing em torno do produto para vendê-lo mesmo que todos saibam que existem produtos muito melhores no mercado?

Um brinde ao Travolta que poderia ter escolhido uma marca de cachaça  um pouco melhor para fazer sua primeira propaganda brasileira…

Os verdadeiros apreciadores de cachaça sabem de que marcas estamos falando e não precisam que citemos exemplos…

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Notícias do alambique

Ano passado captamos fundos para o projeto “Ceci n est pas de L’ eau”. Desde então, a equipe envolvida no projeto já foi ao Brasil, filmou em distintos alambiques e voltou a França para editar o filme!

A equipe

A equipe

Saiba mais na entrevista abaixo!

1. Por favor, apresentem a equipe de “Ceci n’est pas de l’eau”.

A equipe do Ceci n’est pas de l’eau consiste principalmente de duas pessoas – uma brasileira, Ana Clara, e um franco-americano, Yann-Yves. Nos formamos em cinema e comunicação pela Universidade Americana de Paris e trabalhamos nessa área desde então. No entanto, tivemos a ajuda de muitas pessoas durante as filmagens e o processo de pós-produção, no qual nos encontramos no momento. Somos muito gratos!

2. Como surgiu a ideia de fazer um documentário sobre cachaça?

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Houve uma época em que o Yann-Yves trabalhava em um bar mexicano, onde havia tequilas e mezcais maravilhosos, e curiosamente um dos drinques mais populares era a caipirinha (de cachaça, claro). Eu (Ana Clara) sabia que a qualidade da cachaça usada não era das melhores, já que era uma cachaça industrialíssima, mas eu não sabia explicar o porquê. Foi aí que decidimos que seria interessante investigar mais sobre o destilado e, porquê não, fazer um documentario sobre o assunto.
3. Após captação bem sucedida no site Zarpante, partiram para as gravações no Brasil. Como foi essa etapa? 
Nós tivemos a sorte e a oportunidade de sermos apoiados por múltiplas plataformas. Não só atingimos a nossa meta através da Zarpante, mas também fomos, de certa forma, patrocinados pela cachaça Leblon – uma marca que, como nós, é internacional e tem tudo a ver com o nosso projeto. Com isso conseguimos um orçamento confortável pra uma produção independente. Tudo, tudo mesmo, deu certo durante as filmagens, e em momento algum ultrapassamos esse orçamento.

4. Foi a primeira vez de Yann-Yves no Brasil, quais são suas primeiras impressões? E agora como definiria o Brasil em uma frase?

Em um mês, visitamos mais de 10 cidades em 4 estados diferentes, o que pode parecer muito, mas na verdade foi muito pouco. Eu (Yann-Yves) adorei Minas Gerais em particular, porque vimos a área rural, uma parte do Brasil que não é muito exportada. Eu acho isso uma pena, já que é uma região maravilhosa, pela comida, pelas pessoas e pela vista. Em uma frase, eu diria que o Brasil não só correspondeu às minhas expectativas, como também me surpreendeu em vários aspectos.
5. Quando pensam apresentar ao publico o resultado final de ” Ceci n’est pas de l’eau”? Alguma estratégia especifica de distribuição?
Como qualquer outra produção audiovisual, documentários levam um tempo para serem montados – principalmente se a equipe permanente consiste somente de duas pessoas. Temos como meta o meio do ano para finalizar a edição, mas não estamos com pressa. Priorizamos a qualidade. Quanto à distribuição, continuamos estudando a melhor alternativa.
6. Quantos litros de cachaça beberam durante as visitas que foram levados a fazer.
Nós trouxemos de volta para França mais do que bebemos durante as filmagens, naturalmente. Ao todo conseguimos trazer discretamente umas 13 garrafas nas nossas malas…
Como levar isso tudo em uma mala para a França?

Como levar isso tudo em uma mala para a França?

7. Como distinguir uma boa cachaça de uma cachaça qualquer?

O processo de fabricação e o preço do produto final são boas indicações da qualidade do produto. Um litro de cachaça que custe menos do que um litro de leite (o que acontece, e é um grande problema) não pode ser coisa boa.
8. Como foi a feira da cachaça em Paraty, poderia descrever o evento para quem nunca foi?
Paraty por si só já vale a visita, mas um evento como esse dá um ar todo especial à cidade. Há até um roteiro gastronômico de cachaça, e a gente adorou provar todos os pratos típicos com um toque especial do destilado. O Festival da Pinga é o que pode-se esperar do nome – muita cachaça, muita festa, muita musica e muita, muita gente, de todos os horizontes. Recomendamos a visita durante uma hora ou dia mais calmo, em que se possa conversar com os produtores. Eles tem muitas histórias pra contar! Menção especial para Corisco e Engenho d’Ouro.

9. “Ceci n’est pas de l’eau” é vosso primeiro projeto de filme documentário. Quais são vossos projetos para o futuro?

Temos algumas ideias, aqui e ali. À voir!

10. Uma brasileira e um americano em Paris, poderiam por favor citar-nos seu diretores preferidos (um americano, um brasileiro, um francês).

 
Pergunta difícil. Ana Clara – Fernando Meirelles, John Waters, Jean-Pierre Jeunet.Yann-Yves – Walter Salles, irmãos Cohen, Mathieu Kassovitz.

A Sunday of Transcriptions from Ceci n’est pas de l’eau on Vimeo.

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Que realizadores vão ganhar o FESTin 2013?

Dia 10 de Abril acontece em Lisboa o enceramento do FESTin 2013! O Cinema São Jorge acolhe o público a partir de 21h30 para a cerimonia de enceramento do festival.

Ciclo de Cinema Espanhol no São Jorge
Fotografia © Notícias TV – Isabel de Oliveira

O filme brasileiro Bróder (premiado no Festival de Gramado em 2012) será o ultimo longa apresentado no FESTin 2013!

Vejam abaixo o trailer do filme:

Bróder
Brasil, 2010, 93 minutos, Ficção
Realização: Jeferson De
Com: Caio Blat, Jonathan Haagensen, Silvio Guindane, Cássia Kiss, Zezé Mota

Horário: 10 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira (Encerramento)

Sinopse: Macu, Jaiminho e Pibe são três amigos de infância que nasceram e cresceram na comunidade do Capão Redondo, na periferia de São Paulo. Muitos anos depois, Macu ainda mora no Capão e está envolvido com o crime. Craque de futebol que joga na Europa, Jaiminho visita os amigos e aguarda a convocação para a Copa. Pibe, que se mudou para outro bairro, é um pai de família sem muitas perspetivas na vida. No aniversário de Macu, reencontram-se por apenas um dia, para reafirmar a sua amizade e brigar pelas suas diferenças. Apesar do amor e da amizade que os une, a vida fará cada um seguir seu destino.

Lembramos que o projeto de captação de fundos no site Zarpante foi bem sucedido e que por consequência, após a exibição do filme Bróder, poderemos conhecer que realizador vai ganhar o prémio de 2500 Euros pelo melhor longa metragem e qual deles receberá 500 Euros pelo melhor curta metragem!

Estamos ansiosos para conhecer os vencedores!

Conheçam abaixo alguns dos longas em competição:

Nesta 4ª edição do FESTin foram selecionados onze longas-metragens para a competição (em ordem alfabética):


A Coleção Invisível
Brasil, 2012, 89 minutos, Ficção
Realização: Bernard David Attal
Com: Vladimir Brichta, Walmor Chagas, Ludmila Rosa, Clarisse Abujamra e Conceição Senna.

 Horário: 7 de abril | 20h | Sala 3

 Sinopse: Para resolver a crise financeira da loja de antiguidades de sua família, Beto se aventura ao interior da Bahia em busca de uma coleção de gravuras raras. Ali ele encontra Samir, o colecionador, e a sua família arruinada pela decadência das plantações de cacau. O encontro o fará mergulhar na sua própria história familiar e mudar sua visão de mundo


A Crença
Angola, 2011, 95 minutos, Ficção
Realização: Dorivaldo Fernandes
Com
: Bruna Lopes, José Diogo, Isabel Carvalho e Constância Lopes

Horário: 4 de abril | 18h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: O filme narra a história de Talita, uma menina que nasceu albina e muda, cuja mãe seropositiva acabou por falecer. Odiada por muitos, ela vai passar por muitas dificuldades na vida. A diferença gera a descriminação. A ignorância gera o preconceito. Haverá um dom divino que despertará a ambição de todos.

Premiações: 5ª edição do FIC Luanda 2012 – Melhor Longa-metragem Nacional


Bonitinha, mas ordinária
Brasil, 2012, 91 minutos, Ficção
Realização:
Moacyr Góes         
Com
: João Miguel, Leandra Leal e Letícia Colin

Horário: 5 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: “Bonitinha, mas Ordinária”, peça de Nelson Rodrigues, propõe uma reflexão sobre a ideia de tentação que persegue o homem desde o paraíso até aos dias de hoje. Uma espécie de marca da humanidade. O filme conta a história de Edgar, um homem simples, dividido pela proposta de casar-se por dinheiro com Maria Cecília, filha do seu chefe e vítima de estupro, ou permanecer na pobreza ao lado de Ritinha, o seu grande amor. Bonitinha, mas Ordinária revela ao espectador a vida de Edgar, Maria Cecília e Ritinha, que se desdobra em faces antagónicas onde as regras sobre ética, amor e civilidade compõem a tríade obscura que coabita os seus personagens.

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Cartas para Angola
Brasil, 2012, 75 minutos, Documentário
Realização: Coraci Ruiz e Júlio Matos

Horário: 8 de abril | 18h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: Brasil e Angola são duas margens do Atlântico que possuem a mesma língua, um passado colonial em comum e muitas histórias compartilhadas. Neste filme, pessoas separadas por um oceano trocam correspondências – alguns são amigos de longa data, outros nunca se viram. As suas histórias entrecruzam-se e contam sobre fluxos de migração, saudade, pertencimento, guerra, preconceitos, exílio, distâncias. A busca da identidade e o fio da memória são conduzidos pela linha da afetividade que une as sete duplas de interlocutores que o documentário nos apresenta: pessoas que traçaram as suas histórias de vida entre Brasil, Angola e Portugal.

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Premiações:

4.º Festival do Filme Etnográfico do Recife – Melhor Documentário

5.º Festival Internacional de Cinema de Luanda – Melhor Documentário Internacional


Cine Holliúdy
Brasil, 2012, 91 minutos, Ficção
Realização: Halder Gomes
Com: Edmilson Filho, Miriam Freeland, Roberto Bomtempo, Joel Gomes, Fiorella Mattheis, Angeles Woo, Falcão, João Netto, Karla Karenina, Marcio Greyck, Jesuíta Barbosa, Rainer Cadete, Fernanda Callou, Haroldo Guimarães, Ary Sherlock, João Pedro Delgado

Horário: 7 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: O filme retrata de forma hilária, romântica, lúdica e nostálgica as exibições mambembes de cinema no interior do Ceará, na década de 70, no período em que a popularização da TV iniciava a sentença final aos cinemas nas pequenas cidades.

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Premiação:

– 3º Festival Nacional de Cinema de Petrópolis – Melhor Filme e Melhor Fotografia (Carina Sanginitto)
– 3º FestCine Maracanaú Melhor longa, melhor Diretor, Melhor Trilha, Prémio do Júri Popular


Colegas
(este filme também faz parte da Homenagem ao Festival de Gramado)
Brasil, 2012, 100 minutos, Ficção
Realização: Marcelo Galvão
Com
: Ariel Goldenberg, Rita Pokk, Breno Viola, Lima Duarte, Leonardo Miggiorin, Juliana Didone, Marco Luque, Germano Pereira.

Horário: 6 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: Colegas é uma divertida comédia que aborda de forma inocente e poética coisas simples da vida através do olhar de três jovens com síndrome de Down, apaixonados por cinema. Um dia, inspirados pelo filme Thelma & Louise, resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro (Lima Duarte) em busca de seus sonhos: Stalone quer ver o mar, Márcio quer voar e Aninha busca um marido para se casar. Partem do interior de São Paulo rumo a Buenos Aires. Nessa viagem, enquanto experimentam o sabor da liberdade, envolvem-se em inúmeras aventuras e confusões como se a vida não passasse de uma eterna brincadeira.

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Premiação:

– 40º Festival de Gramado 2012 – Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Prémio Especial do Júri
– International Disability Film Festival “Breaking Down Barriers”, Moscovo – Prémio Caneskov
– 27o Festival del Cinema Latino-americano di Trieste – Prémio do Público
– 36ª Mostra internacional de Cinema de São Paulo – Melhor Filme Júri Popular


Essa maldita vontade de ser pássaro
Brasil, 2012, 85 minutos, Ficção
Realização: Paula Fabiana
Com: Cynthia Falabella, Martha Nowill, Rodrigo Nogueira, Lorenzo Martín, Elias Andreatto, Adrian Steinway, Leopoldo Pacheco.

Horário: 4 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: Uma bailarina em busca dos seus sonhos perdidos, um músico em busca do seu passado, personagens enclausurados nos seus mundos, numa metáfora sobre a liberdade, num filme em busca da liberdade, projeto de filme guerrilha filmado em super 8.

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O Grande Kilapy
Angola/ Portugal/Brasil, 2012, 100 minutos, Ficção
Realização: Zézé Gamboa
Com: Lázaro Ramos, Pedro Hossi, João Lagarto, Patrícia Bull, Adriana Rabelo, Sílvia Rizzo, Hermila Guedes, São José Correia

Horário: 3 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: Joãozinho é um vigarista com uma profunda ética de amizade, bon vivant a todo o custo, é uma pessoa simples e que vive indiferente às contingências de vida numa colónia portuguesa. Por forças das circunstâncias Joãozinho acaba por se tornar uma personagem incómoda e subversiva para o regime colonial português.

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Onde está a felicidade?
Brasil, 2011, 110 minutos, Ficção
Realização: Carlos Alberto Riccelli
Com: Bruna Lombardi, Bruno Garcia, Marcello Airoldi, Marta Larralde e María Pujalte

Horário: 8 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: Teodora (Bruna Lombadi) descobre que seu marido (Bruno Garcia) estava mantendo uma relação virtual e entra em crise, o que resulta na perda de seu trabalho como apresentadora de um programa culinário. Desiludida, resolve cair na estrada e parte para uma viagem de autoconhecimento, percorrendo o Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. Junto com seu antigo diretor e uma nova amiga, Teodora vive uma divertida aventura, enquanto Nando bola um plano para reconquistar seu grande amor. Será que eles conseguem ficar juntos novamente?

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Premiação: Melhor Filme Júri Popular do Festival de Cinema de Paulínia 2011


Outro Olhar
Brasil, 2012, 90 minutos, Ficção
Realização: Cristiano Requião
Com: Nathália Klein, Leonardo Genesis, Diego de Abreu

Horário: 6 de abril | 18h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: Suellen, uma adolescente que mora numa comunidade pobre, envolve-se num sequestro por influência do seu irmão de criação. Durante o cativeiro apaixona-se pela vítima: um jovem médico que tem a vida que ela sempre sonhou.

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Vidas Vazias e as Horas Mortas
Brasil, 2012, 87 minutos, Ficção
Realização: Pedro Lacerda
Com: Pedro Domingues, Dina Brandão, Andrade Jr., Abaetê Queiroz, Mauricio Witczak, Adriana Nunes

Horário: 7 de abril | 18h30 | Sala Manoel de Oliveira

Sinopse: No leito de morte, um pai pede ao filho mais novo que vá atrás dos irmãos que partiram do Ceará há muitos anos para trabalhar na construção de Brasília, e reúna a família de novo. Mas ele nem imagina que para atender ao pedido do pai, vai ter que sobreviver num mundo muito diferente do seu, habitado por policiais corruptos, traficantes de armas e assassinos de vários estilos e matizes.

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– Conheçam também alguns dos longas em competição:

Nesta 4ª edição do FESTin foram selecionadas 20 curtas-metragens para a competição (em ordem alfabética)


A cidade e o sol
Portugal, 2012, 16 minutos, Ficção
Realização: Leonor Noivo
Com: Sara Gonçalves e António Fonseca

Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Uma mulher e dois cães numa casa de uma cidade. Ela reencontra nos gestos de um quotidiano a lembrança de quem partiu. O sol ofusca, torna-se agressivo e, como a morte, ela não consegue olhá-lo de frente, apenas o seu efeito nas sombras à sua volta.

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Premiações: – Festival de Curtas-metragens de Vila do Conde – Menção Honrosa


A Dama do Estácio
Brasil, 2012, 22 minutos, Ficção
Realização: Eduardo Ades
Com: Fernanda Montenegro, Joel Barcellos, Nelson Xavier, Rafael Souza-Ribeiro.

Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Zulmira é uma velha prostituta. Um dia ela acorda obcecada com a ideia de que vai morrer. Ela precisa de um caixão.

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Premiações:
– Primeiro Plano | Festival de Cinema de Juiz Fora de Fora – Melhor Filme
– 9º Amazonas Film Festival – Melhor Ator (Rafael Souza-Ribeiro)
– Brafftv – Brazilian Film & Tv Festival of Toronto – Melhor Atriz (Fernanda Montenegro) e Melhor Direção.


A Linha
Portugal, 2012, 13 minutos, Ficção
Realização: Adriana Martins da Silva, Pedro Martins, Sofia Nunes
Com: Graça Noites, Sofia Fragoso Pires, Maria do Rosário Gomes

Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Uma casa, três gerações, um sonho de criança. No silêncio da sala, Alice pergunta-se se será possível desfazer o que foi feito.

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A melhor idade
Brasil, 2011, 15 minutos, Ficção
Realização: Angelo Defanti
Com: José Wilker, Liliana Castro, Átila Calache e Miguel Arraes.

Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Meu nome é Antenor, tenho 70 anos e uma ferida na perna. Tive que escolher entre o remédio para diabetes e a mensalidade da TV de cabo. Escolhi a TV. Aos setenta anos, quem precisa de pernas?

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Premiações (entre outras)
39º Festival de Cinema de Gramado 2011 – Melhor Ator (José Wilker);
3º Curta Carajás/PA 2011 – Melhor Filme pelo Júri Oficial e Júri Popular
7º Curta Canoa/CE 2011 – Melhor Direção de Arte;
9º FestCineAmazônia/RO 2011Melhor Ator (José Wilker);


Abelardo
Brasil, 2012, 16 minutos, Documentário
Realização: Ane Siderman
Com: José Antônio da Silva Ballestero

Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Abelardo é um documentário sobre José Antônio da Silva Ballestero, projecionista há 53 anos nos cinemas da fronteira oeste do Rio Grande do Sul. José Antônio aprendeu o ofício com o pai, Abelardo, que o incentivou a trabalhar na cabine de projeção desde cedo. A história conta a trajetória de um homem simples, mostrando a sua visão pura e apaixonada pelo cinema. Os filmes, as lembranças e opiniões revelam-se numa linguagem espontânea e divertida.

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Premiações:
39ª Jornada Internacional de Cinema da Bahia – Melhor Documentário
Festival Mecal Chile 2012 – Mejor Cortometraje Documental


Água Boa, Vida Saudável
São Tomé e Príncipe, 2011, 14 minutos, Documentário
Realização: Kalú Mendes.

Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: São Tomé e Príncipe é um arquipélago com água em abundância, mas confronta-se com um problema de distribuição e de qualidade. Apenas 30% da população tem acesso a água canalizada e de boa qualidade. Por isso, o desafio tem sido a melhoria da qualidade da água para o consumo, de modo a garantir o bem-estar económico e social das populações.


As Mortes de Lucana
Brasil, 2012, 20 minutos, Ficção
Realização: Alceu Bett
Com: Paula Pinto, Robson Benta, Dany Adams

Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Histórias permeadas de poesia e literatura contam a relação entre amor, morte e filosofia presente na mente e alma de Lucana, vivida pela portuguesa Paula Pinto. Numa obra de curta duração, as angústias dos personagens entrelaçam-se entre a realidade e loucura. As Mortes de Lucana constrói um ambiente subjetivo, repleto de significâncias metafóricas compartilhadas por Graco, protagonizado pelo ator catarinense Robson Benta. O filme conta ainda com a participação especial do francês Dany Adams.

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O Bebé
Portugal, 2011, 11,22 minutos, Ficção
Realização: Reza Hajipour
Com: Francisco Brás, João Craveiro, Paulo Duarte Ribeiro, Joana Brandão, Gustavo Vargas, A.Z. Silva, Sandra Ferreira, Andreia Ferreira, João Araújo, Teresa Negrão e Luís Lobão.

Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Uma equipa de filmagem está a rodar um filme sobre um bebé. Precisam que o bebé chore numa determinada cena, mas não estão a conseguir! Toda a equipa, especialmente o produtor, está cansada de repetir a mesma cena…

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Cowboy
Brasil, 2011, 11 minutos, Ficção
Realização: Tarcísio Lara Puiati
Com: Everaldo Mamede Ribeiro

Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Vida de Cowboy.

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Do Not Stop
Portugal, 2011, 1,28 minutos, Ficção
Realização: Bruno Carnide
Com: Rodrigo Desidério e Cátia Gaspar

Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Um simples passeio solitário. Ou não…

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Encontro com o criador
Angola/Portugal, 2012, 12 minutos, Ficção
Realização: Ciomara Morais
Com: Daniel Martinho, Valter Carvalho, Giovanni Lourenço, Eugénia Lebre e Ciomara Morais

Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Estreada no Festival Internacional de Cinema de Luanda, é a primeira obra da atriz Ciomara Morais como realizadora. Conta a história de Pinguinhas, um homem violento, sem escrúpulos, bêbedo e drogado que um dia aparece morto. Sem se saber se morreu devido à sua má vida ou se foi assassinado, é enterrado com urgência. Durante o funeral todos falam bem dele, com receio de que o seu espírito venha assombrá-los. Todos exceto  a sua viúva que durante anos foi vítima de violência doméstica.


Filme para poeta cego
Brasil/Cuba, 2012, 25 minutos, Ficção
Realização: Gustavo Vinagre
Com: Glauco Mattoso, Carlos Akira Nichimura, José Trassi, Fábio Campos Norat, Hugo Rodrigo.

Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Glauco Mattoso, poeta cego sadomasoquista, aceita participar num documentário sobre a sua própria vida, mas as condições que impõe dificultam o trabalho do jovem diretor.

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Brasil, 2011, 21 minutos, Ficção
Realização: Thais Fujinaga
Com: Sofia Ferreira Cheng Ne, Henrique Schafer, Luis Mai King

Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Teté odeia os seus pés grandes. Quando conhece Héctor, um simpático descendente de chineses, decide mudar a sua aparência.

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Premiações
Berlin International Film Festival – Menção Honrosa – Júri internacional da Mostra Generation;
Festival de Mar del Plata (Argentina) – Melhor Curta-metragem;
Festival de Havana (Cuba) – Menção Honrosa;

Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: Melhor Filme, Direção e Prémio da Crítica;

Festival Internacional de Curtas de São Paulo: um dos 10 preferidos do público, recebeu o Prêmio Porta Curtas, Prêmio Avon, CTAV e ABD-SP.


Manifesto das Imagens em Movimento
Moçambique, 2012, 5 minutos, Documentário
Realização: Diana Manhiça
Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Originalmente editado como um manifesto do KUGOMA para a introdução da seção de Arquivos de Imagens em Movimento do festival, em 2012, as imagens filmadas por Diana Manhiça e Ilda Abdala durante a remoção de caixas e películas irrecuperáveis do acervo do INAC (Instituto Nacional de Audiovisual e Cinema), em Maputo, foram cruzadas com registos do Simpósio do Festival Dockanema de 2010, e excertos de entrevistas do Projecto “Fora de Campo” de Catarina Simão. O contexto é definido por elemento textuais, da Declaração sobre a Conservação e Preservação do património Audiovisual da UNESCO, de 1980.


Menino do Cinco
Brasil, 2012, 20 minutos, Ficção
Realização: Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira
Com: Thomas Oliveira; Emanuel de Sena; Fábio Costa; Jonas Laborda
Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Ricardo finalmente encontra um amigo, mas ele não pode ser seu.

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Premiações:
– Festival de Cinema de Gramado – Melhor Filme Júri Oficial; Melhor Filme da Crítica; Melhor Filme Júri Popular; Melhor Roteiro; Melhor Ator
– Premiação Aquisição Canal Brasil


Nylon da minha aldeia
Portugal, 2012, 29 minutos, Ficção
Realização: Possidónio Cachapa
Com: Anabela Teixeira, Cristóvão Campos, Tomás Alves, Carlos Gomes

Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Segundo filme de Possidónio Cachapa, escritor, que aqui adapta o seu próprio romance de 1997, uma história de amor no Alentejo dos anos setenta portugueses.

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O rapaz que ouvia pássaros
Portugal, 2012, 10 minutos, Ficção
Realização: Inês Rueff e João Seguro
Com: Daniel Viana, Henrique Bugalho, Diana Costa e Silva

Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Rui, 36 anos, ficou recentemente surdo. Não aceitando esta condição, refugia-se na escrita. Um dia, Daniel, um rapaz de 12 anos, com uma super capacidade auditiva aparece à sua porta e conta-lhe que existe uma fonte nas redondezas capaz de curar a sua surdez. Desconfiado, Rui só começa a acreditar quando Daniel encontra uma cria de pássaro cujo piar não consegue ser ouvido pelo ser humano.

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Premiações:
Festival CLAP – Melhor Filme, Melhor Argumento, Melhor Direção de Fotografia e Melhor Ator


Prescrição
Portugal, 2011, 14 minutos, Ficção

Realização: Marco Miranda

Com: José Carlos Garcia, João Perry, Nádia Santos e Nuno Viana

Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Na cidade vive um homem que questiona. Na cidade vive um homem… igual aos outros homens que conhecemos como homens, só que este, ao contrário dos outros, questiona a sua existência.


Sexo, Amor e SIDA
Guiné-Bissau, 2011, 13 minutos, Ficção
Realização: Alexandre Dias e Carlos Vaz
Com: Dina Adão e Carlos Vaz
Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Um casal faz cinco anos de casados. Para cúmulo do azar, no dia do seu aniversário, um dos cônjuges recebe o resultado clínico de que é seropositivo. Esta triste notícia transforma o aniversário num verdadeiro inferno. Em lugar de festejo como o habitual, instala-se a confusão com discussões, brigas e acusações mútuas. Que ninguém estranhe a agressividade exibida neste filme, pois ele reflete a própria agressividade do HIV – SIDA, que infelizmente, pode vitimar qualquer um de nós e que só pode ser vencida pela solidariedade humana.


Solitária
Portugal, 2012, 7 minutos, Ficção
Realização: José António Ferreira Borges Mendes
Com: Luís El Gris

Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3

Sinopse: Baseado no excerto do livro Fogo que arde sem se ver de Rui Noronha e Sousa. Francisco enclausurado. O primeiro impacto com a solitária é de asco e estranheza, à medida que o tempo passa, descobre que afinal não está só. Quem serão os seus novos companheiros?

Teaser Facebook

 

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Podcast Zarpante 014

O tema do 14º episódio do Podcast Zarpante foi escolhido por vocês e se intitula “Perfumes marítimos”!

Sejam bem-vindos ao nosso veleiro e preparem-se para uma bela viagem pelos sons dos mares e de seus habitantes!

Pescadores, sereias, marinheiros e filhos de Iemanjá estão convidados a embarcar nesta volta ao mundo lusófono em companhia de Cesaria Evora, Lulu Santos, Tim Maia, Os Tubarões, Lura, Martín Códax, Fernando Pessoa, Heróis do Mar, e muitos outros…

Embarque na Nau Zarpante

Embarque na Nau Zarpante! Clique na imagem para escutar!

 

– Podcast Zarpante 01

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Ceci n’est pas de l’eau! Mais um projeto atinge a meta financeira no site Zarpante!

Dois meses atrás, entrava em nosso site um projeto audiovisual sobre cachaça, Ceci n’est pas de l’eau (Isso não é água), chegou de mansinho e durante o  prazo que teve para atingir sua meta, refrescou a tripulação da nau Zarpante!

Foram semanas, escrevendo para entidades que trabalhassem com cachaça: Empresas que fabricam a bebida, lojas que distribuem  o produto, etc…

Foram muitas horas de leitura e de pesquisa sobre a danada da bebida e sobre todo o universo em volta da bebida alcoólica genuinamente brasileira!

Dias e dias escrevendo emails e postando em nossas redes sociais novidades e curiosidades sobre o projeto e seu andamento!

Sem falar na degustação de cachaça, na casa dos responsáveis pelo projeto, em Paris! A equipe Zarpante e os amigos que por lá estiveram, voltaram para casa de pernas tortas!

Projeto Ceci n'est pas de l'eau! Agradecimentos!

Projeto Ceci n’est pas de l’eau! Agradecimentos!

Hoje, temos antes de mais nada que agradecer, a todos os que contribuíram! Foram 34 mecenas incluindo pessoas físicas e jurídicas, que juntos, tornaram esse projeto possível!

Um projeto que apesar de ser sobre uma bebida brasileira, tem uma cara internacional até porque um de seus realizadores, é franco/americano! Um projeto que nos mostra como é positivo juntar pessoas de diferentes culturas em torno de uma mesma ideia! Uma brasileira e um franco/americano juntos para contar, em português, um pouco mais sobre a cachaça! Foram várias pessoas físicas ou jurídicas, oriundas dos USA e da França, sem falar no Brasil, que com suas contribuições, ajudaram esse projeto a se tornar realidade!

Agradecemos aos nossos amigos, aos seus amigos,  as nossas famílias, e a todos os que participaram financeiramente ou com permutas! Ficamos contentes pela crescente participação em nosso site e convidamos  a todos para que descubram os novos projetos em breve no site Zarpante!

Um brinde a todos vocês que acreditaram e nossos parabéns a Ana Clara Soares e Yann- Yves, os responsáveis pelo projeto!

 

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As águas vão rolar!

É com muita alegria que escrevemos este post! Um post de agradecimento a todos aqueles que vêm contribuindo para o projeto “Ceci n’est pas de l eau”!

English: Paraty from the bay (Brazil).

English: Paraty from the bay (Brazil). (Photo credit: Wikipedia)

O projeto, que já conta com a contribuição de 16 mecenas, atingiu recentemente a barra de 62%! Algumas das contribuições foram financeiras e outras foram permutas que permitiram a diminuição do custo total do projeto por meio de trocas de serviços! A empresa Cachaça Express, especializada na venda on-line de cachaça, participou com 100 euros, por exemplo! Já em Paraty, os responsáveis pelo projeto conseguiram uma permuta relativa à hospedagem, que vai diminuir bastante os gastos previstos para a hospedagem!

Faltam 32 dias para que possamos atingir os 100% necessários! Convocamos todos os amantes da água que passarinho não toma a contribuir como for possível para este projeto! Se puder ajudar financeiramente, estará fazendo parte do sonho desses jovens realizadores, e, se tiver alguma permuta relativa a hospedagem em Minas-Gerais, transporte, material, etc., também estará ajudando muito! Lembramos que, tanto as pessoas ou entidades que contribuírem  financeiramente, quanto as pessoas ou entidades que contribuírem sob forma de permuta, receberão recompensas em troca! Se você tem uma loja que vende cachaça, se produz cachaça, se é um apreciador desse produto brasileiro, se quer simplesmente ajudar a tornar real o sonho desses realizadores, venha ajudar a divulgar e, principalmente, venha contribuir para esse projeto, que vai ajudar no marketing e na divulgação da cachaça pelo mundo todo! Basta clicar aqui!

Somente a ajuda de cada um de vocês possibilitará a realização desse projeto, que vai levar o Brasil engarrafado às telinhas dos cinemas nacionais e internacionais!

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Beba com responsabilidade mas contribua sem moderação!

Largest barrel of cachaça and one of the large...

Largest barrel of cachaça and one of the largest wood barrel in use in the world. 8 m tall, 7.85 m wide, capacity of 374,000 l (98,800 US gal), made in 2002. Ypióca's Museum of Cachaça at Maranguape, Ceará, Brazil. (Photo credit: Wikipedia)

Aproveitando a onda da cachaça presente tanto em nosso site, quanto nas discussões político-económicas entre Brasil e USA! Não adianta negar a marvada está cada vez mais na moda e se prepara a conquistar o mercado internacional!

Este post tem um alto teor etílico e deveria interessar os apreciadores da genuína bebida brasileira!

Lembramos que o projeto “Ceci n est pas de l eau” esta em nosso site e precisa da ajuda de todos vocês para poder acontecer! Toda contribuição será bem vinda e esperamos brindar junto com todos, o nascimento desse documentário que vai ajudar ainda mais na internacionalização da cachaça e paralelamente na divulgação da cultura brasileira! Para conhecer o projeto cliquem aqui e se gostarem por favor contribuam com o valor que puderem! Vários prémios foram previstos para quem ajudar por permutas ou por contribuição financeira!

Assistam abaixo a um vídeo bem legal sobre a cachaça! A história da água ardente brasileira contada por Zeca Baleiro!

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Dilma, Obama e o papo cachaça!

“Obtida pela destilação do caldo de cana-de-açúcar fermentado, a cachaça é tradicionalmente usada na elaboração da caipirinha, que virou marca do Brasil no exterior. No País, são produzidos por ano cerca de 1,5 bilhão de l de cachaça – a maioria em destilarias e uma parte de fabricação artesanal, em pequenos alambiques. São mais de 30 mil produtores e 5 mil marcas.” Fonte: uol.com

A prosaica cachaça , que virou marca no Brasil e no exterior, entrou na agenda da visita que a presidenta Dilma Roussef faz a Barack Obama, nos Estados Unidos. Na oportunidade, o governo americano vai reconhecer a cachaça como produto tipicamente brasileiro, facilitando sua exportação aos EUA. Dilma aproveitou para oferecer uma garrafa de Velho Barreiro a Obama! Uma garrafa de edição limitada com um módico valor de 212 mil reais por ser cravejada de diamantes!

Claro que a cachaça sempre foi de produção brasileira e que não precisamos do Obama para saber disso mas o fato que seja reconhecida pelos Estados Unidos como produto genuinamente brasileiro, faz com que o mercado americano se abra ainda mais para este destilado tão genuinamente nacional. Passa então a ser comercializada nos USA sob o nome de cachaça produto brasileiro e não mais sob o nome de brazilian rhum (rhum brasileiro).
Esse papo todo tem muito a ver com um projeto em nosso site e o fato da presidenta Dilma ter conversado ainda essa semana sobre isto com Obama mostra o quão atual é a temática e o interesse internacional por uma bebida que tem a cara do Brasil! O projeto “Ceci n est pas de l eau” abordará a temática da cachaça justamente sob o ponto de vista económico/cultural, tentando estudar o marketing em torno desse produto e mostrando a reputação da pinga no exterior…
Se você trabalha diretamente ou indiretamente com cachaça, sem tem um bar, um alambique, se simplesmente aprecia boa cachaça e entende a importância que representa para o Brasil saber dominar e comercializar esse produto, venha conhecer o projeto em nosso site no link seguinte: Ceci n est pas de l eau!
Este projeto audiovisual busca também provar que é possível fazer um filme documentário de alta qualidade com fundos bem menores que os que são utilizados pela grande maioria de filmes lançados hoje em dia! Para isso precisam da ajuda de nós todos! Eu já contribuí! E você?
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Cachaça não é água não…

Para todos aqueles que gostam de uma cachaça, que acreditam no valor cultural desta bebida que representa tão bem o povo brasileiro, ou que simplesmente tem interesse por marketing, cinema, bebidas, drinks, intercâmbios culturais….

Cachaça

Cachaça (Photo credit: waynewhuang)

É com muito prazer que divulgamos hoje o mais recente projeto em nossa plataforma.

Ceci n est pas de l eau (isto não é água), é um projeto franco-brasileiro cujos responsáveis são Ana Clara Soares e Yann-Yves O’Hayon-Crosby! O projeto que acaba de entrar em nosso site já está cinco por cento financiado!

Assistam ao primeiro vídeo do projeto:

Leiam também um resumo do projeto escrito pelos próprios autores:

” “Ceci n’est pas de l’eau” (“Isso não é água”) é um documentário que abordará questões em torno da bebida brasileira por excelência. Será uma investigação de acordo com a visão de um estrangeiro sobre a cultura verde-e-amarela e seus fatores sociais, através da transparência da cachaça. Baseado na França e no Brasil, o projeto consiste essencialmente em investigar o que molda a conotação da cachaça com o tempo, e como, dependendo do contexto.

À medida que essa brasilidade engarrafada conquista também paladares estrangeiros e foge da sombra do rum, surgem inúmeras perguntas:

– O apreço pela cachaça varia de acordo com nacionalidade ou origens culturais?
– Para o cidadão comum, o que faz uma “boa” cachaça? A definição de “boa” (versus “ruim”) varia de acordo com fatores demográficos (status social, nacionalidade…)?
– Como a evolução do marketing em torno da bebida alterou sua conotação, no Brasil e no exterior?

No entanto, para conseguirmos concluir o documentário precisamos da colaboração de todos. Contribuição, divulgação e motivação é o que precisamos para fazer desse projeto uma realidade. E não deixem de “curtir” e manter-se informado com a nossa página no Facebook! Atualizaremos o conteúdo à medida que o projeto evoluir, graças à vocês.”

Descubram mais sobre o projeto e sobre como contribuir, no link seguinte: http://www.zarpante.com/investment/ceci-n-est-pas-de-l-eau-1051

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