Arquivo da categoria: Cabo-Verde

Manuel Figueira, um pintor cabo-verdiano

Manuel Figueira é de Cabo Verde, e viveu em Portugal entre 1960 e 1974.

Frequentou o Curso Complementar de Pintura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Regressou a Cabo Verde em 1975 e colaborou com a revitalização da cultura popular.  Está representado em diversas coleções como por exemplo no Banco de Fomento em Lisboa, no Banco Totta em Açores, e Lisboa; na ONU em Nova Iorque; Palácio da Cultura da Cidade da Praia, além de coleções particulares.  Conheçam abaixo algumas de suas obras:

Vejam também:

– A poesia do Marinheiro

= Paz no futebol

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Em homenagem à dança

Dia 29 de Abril foi o Dia Mundial da Dança! Eis a nossa singela homenagem: alguns vídeos de danças lusófonas e dois vídeos de um dançarino que parece o Robocop!

 

 

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Podcast Zarpante 025 (Carnaval Tropical)

Porque amor de Carnaval dura pouco, aproveitem e curtam essa seleção preparada especialmente para animar o carnaval! Cansado de escutar sempre os mesmos ritmos de carnaval? Vontade de um Carnaval mais variado? Embarque nesta viagem musical com a Nau Zarpante!

Uma playlist com canções de Guiné-Bissau, de Angola, Cabo Verde, Brasil e muito mais… Para escutar basta clicar na imagem abaixo!

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Cabo Verde perde uma artista

Cabo Verde está de luto por ter perdido uma de suas maiores escritoras! Eis a nossa singela homenagem a Orlanda Amarílis.

– Alguns textos interessantes:

1- Identidade e gênero na diáspora

2- 2- Cais do Sodré té Salamansa: o cabo-verdiano em exílio

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Cabo Verde, Portugal, Brasil

Um passeio musical entre 3 países:

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Mais um jornal interessado por crowdfunding

Mais um jornal português demonstra interesse pelo crowdfunding! Como não poderia deixar de ser, falou-se de Zarpante!

Vejam abaixo o parágrafo que nos diz respeito na interessante matéria do jornal Negócios:

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Ditados populares

Queremos descobrir os ditados populares de cada um dos países lusófonos! Contamos com cada um de nossos leitores para enviar-nos ditos populares, nacionais, regionais ou locais de seus países.

Por hora, ponham suas barbas de molho e descubram alguns ditos populares!

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Começaremos com alguns ditos brasileiros: afinal a Copa do Mundo está chegando e nenhum dos turistas que vai visitar o Brasil quer pagar o pato!

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Aproveitamos para perguntar se esses ditos são utilizados em outros países lusófonos.

o1. Se o gato não come o bife, ou o gato não é gato, ou o bife não é bife.

02. Touro em pasto alheio é vaca.

03. Se os “ses” fossem feijões, ninguém morria de fome.

04. Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei.

05. Sempre existe um chinelo velho para um pé torto.

06. Se Deus o marcou, defeito lhe achou.

07. Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota.
08. Se Maomé não vai até a montanha,a montanha vai até Maomé.
09. Se não tens o que gostas, gosta do que tens.
10. Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes.
11. Só trabalha quem não sabe fazer mais nada.
12. Semeia e cria, (viverás com|terás)alegria.
13. Tempo é dinheiro.
14. Todo o homem tem o seu preço.
15. Todo o burro come palha, a questão é saber dar.
16. Trabalhando só pelos bens materiais construímos nós mesmos nossa prisão.
17.  Trabalhar para aquecer, é melhor que morrer de frio.
18. Trabalho de menino é pouco, quem não o aproveita é louco.
19. Vamos em frente que atrás vem gente.
20. Sempre se espera pela pior figura.
21. Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
22. Sentir-se como peixe fora d’água.
23. Uma andorinha só não faz verão
24. Ser mãe é padecer no paraíso.
25. Tal pai, tal filho.
26. Sou homem e tudo o que é humano me diz respeito
27. Só a morte não tem remédio
28. Sol e chuva, casamento de viúva.
29. Um burro carregado de livros não é doutor
30. Um olho no burro e outro no cigano
31. Um homem prevenido vale por dois.
32. Tanto é ladrão o que vai à vinha como o que fica à porta.
33. Traste que não parece com o dono é furtado.
34. Só vemos os argueiros nos olhos dos outros.
35. Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade.
36. Todos os caminhos vão dar a Roma.
37. Um dia da caça, o outro do caçador.
38. Camarão que dorme a onda leva.
39. Trigo e gratidão só crescem em boa terra e em boa alma.
40. Tristezas não pagam dívidas.
41. Tudo que não mata engorda.
42. Tudo se perdeu.
43. Um gambá cheira o outro.
44. Um é pouco, dois é bom, três é demais.
45. Uma desgraça nunca vem só.
46. Vozes de burro não chegam aos céus.
47. Zebra sem lista é cavalo.
48. Você levou gato por lebre.
49. Uma mão lava a outra e ambas lavam a cara.
50. Viver é como desenhar sem borracha.
51. Vassoura nova é que varre bem.
52. Uma mão lava a outra.
53. Velhos são os trapos.
54. Vaso ruim não quebra.
55. Vai muito do dizer ao fazer.
56. Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
57. Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.
58. Voz do povo é voz de Deus.
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O português é o idioma mais musical

Mose hayward é um escritor norte-americano que viveu em Barcelona, no Brasil, em Nova York, Berlim, Tirana, Edinburgh, Belgrado, São Petersburgo e Istambul, e vive atualmente em Paris. Apesar de falar diversas línguas, prefere a utilização do português na música.

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Fomos gentilmente proibidos por ele de compartilhar uma linha que seja do texto dele. Então, como nosso interesse maior é informar nossos leitores, sempre a procura de artigos sobre arte e cultura dos países lusófonos, compartilharemos ainda assim o link de um artigo interessante que deveria ser mais livremente compartilhado pelo seu autor para que mais pessoas diretamente interessadas pelo assunto tivessem acesso ao artigo.
Fica a dica!
Artigo completo neste link: http://tipsypilgrim.com/portugues

Escutem nossas seleções de músicas dos países de língua portuguesa:

– PODCASTS ZARPANTE

– Leiam este artigo interessante sobre direitos autorais

– Escutem nossas seleções sonoras

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O Crowdfunding mais uma vez nas páginas do Público

Um artigo de um dos diretores de Zarpante publicado pelo Jornal Público!

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Crowdfunding
, um meio eficiente para diminuir o risco da produção artística e cultural

HENRIQUE MORETZSOHN DE ANDRADE

20/12/2013 – 00:30

crowdfunding (ou financiamento participativo) surge como uma ferramenta para limitar os riscos inerentes à produção.

Num mundo cada vez mais interligado e globalizado, é normal que a oferta artística e cultural seja cada vez maior e que, por consequência, a concorrência por alguns minutos de visibilidade também seja mais aguerrida.

Trata-se de ganhar a atenção do público dividido entre milhares de outros projectos. Para isso, não há segredo: talento é importante, porém o investimento é imprescindível.

Nesse sentido, a tarefa dos produtores artísticos e culturais requer um apoio financeiro crescente. Esse suporte financeiro é um risco que até hoje sempre foi da responsabilidade exclusiva do produtor e/ou do artista.

Cansados de correr esse risco e de perderem dinheiro a cada empreitada, os produtores encontraram uma “fórmula mágica” para não perderem mais as suas apostas: homogeneizar a oferta artística e cultural, utilizando massivamente os media para habituar e adaptar o público a consumir sempre as mesmas coisas.

Produzir um concerto, um livro, um filme, uma peça de teatro… requer não somente fundos como principalmente público. Ora o crowdfunding (ou financiamento participativo) surge como uma ferramenta para limitar os riscos inerentes à produção.

Ao utilizar o crowdfunding como um sistema de pré-venda, o produtor passa a ter um termómetro do interesse pelo seu projeto e, paralelamente, conquistar visibilidade, público, e apoios financeiros.

Suponhamos que um produtor queira lançar um álbum de um novo talento. Os cálculos do produtor indicam que para a gravação do disco ele vai precisar do valor X e que a partir de um certo número de discos vendidos ele começará a ter lucro.

Graças ao crowdfunding, esse produtor não precisa mais de fazer uma aposta de olhos vendados e pode utilizar a sua campanha de crowdfunding como o primeiro passo da produção que irá provar que realmente existe público para esse álbum e que por consequência valerá a pena investir neste trabalho.

Há que lembrar que o produtor estará compartilhando os riscos mas que os direitos autorais permanecerão intactos.

Produtores e artistas confirmados também encontrarão caminhos interessantes graças ao crowdfunding. Porque muito além de ser uma simples ferramenta de captação, o crowdfunding deve ser visto como uma oportunidade única para aumentar e fidelizar o seu público, estabelecendo com este uma relação mais interativa.

Seja na área do jornalismo ou da cultura, se o público hoje não deseja mais ser um consumidor passivo, utilize o crowdfunding e a Internet para que seus fãs tenham um verdadeiro papel na sua estratégia. A melhor ferramenta de marketing, de divulgação, de financiamento é o seu próprio público.

Levando em conta a forte expansão do crowdfunding, a nível mundial, plataformas de crowdfunding vêm estabelecendo parcerias estratégicas com produtores artísticos e culturais, bancos e outras entidades.

Director da Zarpante, Plataforma de Crowdfunding

Fonte: http://www.publico.pt/cultura/noticia/crowdfunding-um-meio-eficiente-para-diminuir-o-risco-da-producao-artistica-e-cultural-1616916

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Podcast Zarpante 023 (Especial Reggae)

Os ouvintes votaram e escolheram o reggae dos países de língua portuguesa como tema para esta edição do Podcast Zarpante.

Então agora basta clicar no link abaixo ou na imagem para escutar o que preparamos para vocês:

Hommer

http://www.mixcloud.com/zarpante-lda/podcast-zarpante-023-especial-reggae/

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