Timor!

Uma página para descobrirmos e divulgarmos cultura de Timor-Leste!

1-”Wikypediando” Timor-Leste:

Timor-Leste (oficialmente chamado de República Democrática de Timor-Leste) é um dos países mais jovens do mundo, e ocupa a parte oriental da ilha de Timor no Sudeste Asiático, além do exclave de Oecusse, na costa norte da parte ocidental de Timor, da ilha de Ataúro, a norte, e do ilhéu de Jaco ao largo da ponta leste da ilha. As únicas fronteiras terrestres que o país tem ligam-no à Indonésia, a oeste da porção principal do território, e a leste, sul e oeste de Oecusse, mas tem também fronteira marítima com a Austrália, no Mar de Timor, a sul. Sua capital é Díli, situada na costa norte.

Conhecido no passado como Timor Português, foi uma colónia portuguesa até 1975, altura em que se tornou independente, tendo sido invadido pela Indonésia três dias depois. Permaneceu considerado oficialmente pelas Nações Unidas como território português por descolonizar até 1999. Foi, porém, considerado pela Indonésia como a sua 27.ª província com o nome de “Timor Timur“. Em 30 de Agosto de 1999, cerca de 80% do povo timorense optou pela independência em referendo organizado pela Organização das Nações Unidas.

A língua mais falada em Timor-Leste era o indonésio no tempo da ocupação indonésia, sendo hoje o tétum (mais falado na capital). O tétum e o português formam as duas línguas oficias do país, enquanto o indonésio e a língua inglesa são consideradas línguas de trabalho pela atual constituição de Timor-Leste. Devido à recente ocupação indonésia, grande parte da população compreende a língua indonésia, mas só uma minoria o português.

Geograficamente, o país enquadra-se no chamado sudeste asiático, enquanto do ponto de vista biológico aproxima-se mais das ilhas vizinhas da Melanésia, o que o colocaria na Oceania e, por conseguinte, faria dele uma nação transcontinental.

Para ler mais clique aqui!

2- Hino do Timor-Leste!

3- Arte e cultura de Timor!

“Arte e Cultura de Timor-Leste: Futuro Museu e Centro Cultural de Timor-Leste.

A par da criação da Biblioteca Nacional e Arquivo de Timor-Leste, a Secretaria de Estado da Cultura está a desenvolver, em parceria com a UNESCO, o projecto de construção do Museu e Centro Cultural de Timor-Leste. “Pensámos que deveríamos aproveitar esta fase de construção e planear já este projecto” explica Virgílio Simith.A existência de locais adequados para o desenvolvimento de actividades culturais é fundamental para dinamizar a cultura e consequentemente contribuir para a afirmação da identidade nacional. A Secretaria de Estado da Cultura pretende, assim, dinamizar e promover a realização de novos eventos num espaço condigno e com as condições necessárias para “colocar a Cultura ao serviço da afirmação da Nação e do Estado timorense”, que é, de resto, uma das prioridades definida pelo IV Governo Constitucional no seu programa para o período legislativo entre 2007 e 2012.Existem já alguns conteúdos para expor permanentemente no Museu Nacional, como a colecção geológica exposta no Palácio Presidencial, a colecção arqueológica que está espalhada por vários países e a colecção etnográfica, com cerca de 800 peças, que está guardada no Ministério da Educação. “Há colecções patrimoniais de alto valor que saíram de Timor-Leste, mas quando tivermos uma estrutura como o Museu e Centro Cultural podem regressar ao país”, afirma o Secretário de Estado, acrescentando outras potencialidades da futura instituição: “é uma forma de atracção turística, é um espaço de diversão e de investigação. Um espaço de pesquisa, não só para timorenses como também para estrangeiros, que passam, assim, a ter um local próprio, em Timor-Leste, para fazer os seus estudos. O Museu será um espaço de inspiração”.O projecto prevê, ainda, que o Museu e Centro Cultural albergue as futuras Escolas de Artes e Música, cujos estudos de viabilidade foram previstos no programa do IV Governo Constitucional. Tal como a Biblioteca Nacional e Arquivo, o Museu e Centro Cultural de Timor-Leste deverá ficar localizado em Aitarak Laran, em Díli.”*Foto retirada do site da Secretaria de Estado da Cultura

*Post copiado do site do Governo de Timor-Leste.

4- Vídeo educativo:

5- Timor Lorosae – O massacre que o mundo não viu!

http://player.mais.uol.com.br/embed_v2.swf?mediaId=59065&ver=0

6- Links sobre Timor-Leste:

Coleção das músicas Timorenses

Língua Portuguesa em Timor-Leste

Brasil-Timor Leste

7- Para a definição da variedade do português de Timor-Leste:

No seguimento da investigação que tem vindo a ser desenvolvida pelo nosso colega Davi Borges de Albuquerque, no sentido de evidenciar as marcas daquela que poderá ser a variedade timorense da língua portuguesa, aqui ficam mais dois artigos de sua autoria. Esta temática é particularmente relevante para quem ensina português em Timor-Leste, sobretudo para os professores portugueses ou brasileiros, visto que muitas das produções dos aprendentes frequentemente assumidas como desviantes serão eventuais regularidades de uma variedade emergente do português.

Peculiaridades Prosódicas do Português Falado em Timor-Leste

[Publicado na revista ReVEL, v. 8, nº 15, 2010]

 O resumo:

“O presente artigo tem o objetivo de apresentar evidências prosódicas para comprovar a existência de uma variedade da língua portuguesa falada em Timor-Leste. Para tanto, o artigo apresentará também informações sócio-históricas do contato linguístico sofrido pelo português na Ásia no decorrer do período da colonização. As chamadas “peculiaridades” são vistas aqui como traços particulares da gramática desta variedade do português.”

O texto completo: aqui!

 Esboço Morfossintático do Português Falado em Timor-Leste

[Publicado na revista Moderna Språk, v. 106, nº 1, 2012]

O resumo:

“O presente artigo procura apresentar evidências no nível morfossintático de que o português falado pelo povo leste-timorense se trata de uma variedade dessa língua, chamada de Português de Timor-Leste (doravante PTL), assim como o Português Europeu (PE) e demais variedades já estudadas e que gozam de maior prestígio social, como o Português Brasileiro (PB), juntamente com outras variedades, como o Português de Moçambique (PM), Português de Angola (PA), e os crioulos de base lexical portuguesa. Para tanto, este trabalho, após a introdução, apresentará uma revisão crítica da bibliografia existente sobre os estudos linguísticos da língua portuguesa em Timor-Leste para depois analisar a morfossintaxe do PTL.”

8- A Língua Portuguesa em Timor: de que forma deve o ensino de português adaptar-se às diferentes realidades nacionais?

Hanna J. Batoréo
“Da parte de Portugal, ensinar a língua portuguesa, no contexto acima traçado, exige a adoção de uma atitude prática e simultaneamente técnica:
– A disponibilização de professores adequadamente preparados e treinados a nível de português língua não materna, cientes dos desafios e das diferenças que o ensino-aprendizagem da L1 e L2 trazem tanto aos alunos como aos professores;
– Bom conhecimento da complexidade da situação cultural timorense pelos professores disponibilizados;
– Bom conhecimento da complexidade da situação linguística e sociolinguística timorense com foco específico para a necessidade de conhecimento, pelo menos passivo, de tétum e/ou outra(s) língua(s) local(is);
– Bom conhecimento da identidade linguística e da identidade nacional timorense;
– A elaboração de materiais específicos propositadamente preparados para o efeito e para diferentes níveis do ensino, enquadrados na realidade cultural e linguística timorense;
– A organização e formação dos quadros locais com base nos recursos específicos existentes, devidamente preparados do ponto de vista linguístico e didático.
Tal como acontece já noutros países da CPLP, nos projetos levados a cabo por exemplo em Cabo Verde (onde existem propostas de alfabetização em crioulo cabo-verdiano) precisa-se de uma política específica e coordenada, cientificamente bem documentada e elaborada, que pode passar, por exemplo, por um período de alfabetização prévia numa das línguas locais ou na língua veicular.”

9- Timor-Leste: Reforço do contingente de professores portugueses


“Um total de 46 professores encontra-se desde o final de junho em Timor-Leste no âmbito do Projeto de Formação Inicial e Contínua de Professores daquele país asiático de língua oficial portuguesa.

Numa cerimónia em Lisboa, a 15 de junho, de assinatura dos contratos de 31 daqueles professores, envolvendo o Instituto Camões e o Ministério da Educação de Timor-Leste, o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Luís Brites Pereira, disse à agência Lusa que o projeto de cooperação, no montante total de 23,7 milhões de euros para três anos, prevê o envio de 173 professores por ano.

Em relação a 2011, destacou o governante, não só disparou o número de professores portugueses que irão formar colegas timorenses (mais 93, passando de 80 para 173), mas a cooperação é também feita em moldes diferentes, com Timor-Leste a financiar 59% dos custos e a liderar o projeto.

Para Luís Brites Pereira, foi «este salto qualitativo no projeto que obrigou a negociações mais amplas e morosas, feitas dentro das disponibilidades de Timor-Leste».

Para Brites Pereira, Portugal «está a corresponder» ao que Timor-Leste pretende em termos de cooperação na área da educação, «um setor chave para o desenvolvimento do país».

Deste segundo grupo de professores, a maior fatia foi recrutada pela Universidade de Aveiro e os restantes pela Universidade do Minho, indica a Lusa.

Embora sejam maioritariamente jovens, todos têm experiência no ensino e, em alguns casos, até há professores que já estiveram em Timor-Leste ou fizeram cooperação em outros países de língua oficial portuguesa, acrescenta a agência.” Fonte

10- Delfim, uma história comum.

11- Livrinhos trilingues em Timor-Leste

“Considerando que a presença das línguas maternas dos alunos, sobretudo nos anos iniciais de escolaridade, representa uma ponte para uma aprendizagem mais sólida, que abre caminho ao conhecimento e reforça o desenvolvimento de competências de aprendizagem, indispensáveis para a adequada formação dos futuros cidadãos timorenses, agentes da mudança do paradigma social do seu país, torna-se indispensável a criação de recursos que, para além de funcionarem como auxiliares ao trabalho diário dos professores, lhes apontem caminhos para o estabelecimento de uma educação multilingue baseada na língua materna. E que não haja dúvidas de que também a aprendizagem da LP ficará a ganhar com este tipo de abordagem.

Foi neste contexto que a Research Unit for Multilingualism & Cross-Cultural Communication (RUMACCC), da Universidade de Melbourne, concebeu e publicou uma série de pequenos livrinhos “desenhados para ajudar as crianças a aprender a ler e a escrever a sua língua materna, para que melhor possam aprender a ler e a escrever em português e tétum” [nossa tradução].
Sem querer fazer uma apreciação dos materiais abaixo divulgados enquanto recursos didáticos, o que pediria uma abordagem mais técnica e alargada, o que aqui se pretende é saudar calorosamente a sua publicação, fundamentalmente pelo que representam em termos de simbolismo e de exemplo no âmbito de uma política linguística para a educação em Timor-Leste, em que a LP possa entrar na escola de mão dada com as outras línguas.

São aqui no blogue partilhados apenas os materiais trilingues, que podem ser facilmente consultados e descarregados. No entanto há ainda outros recursos no sítio oficial da RUMACCC, a que podem aceder clicando aqui.”

Fonte: http://profesdeptemtl.blogspot.com.br/2012/10/livrinhos-trilingues-em-timor-leste.html

Instituto Camões: Timor Leste

12-Aconteceu em Timor:

– Semana das Artes e da Cultura

13- Língua Portuguesa em Timor

– Língua Portuguesa recupera a sua força em Timor

Conheça também outras páginas do nosso blog:

Lusofonia

– Africanidade

– Angola

– Brasil

 

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