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O dia em que os portugueses carimbaram sua vinda ao Brasil

Mais de 500 anos depois de terem descoberto o Brasil, os portugueses estão prontos para voltar! E tudo graças ao Cristiano Ronaldo! Vejam abaixo como reagiu o radialista Nuno Matos!

Vejam também:

– O avião da seleção

– Paz no futebol

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A poesia do Marinheiro

Filipe Marinheiro é um poeta português nascido em Coimbra, 30 de Julho de 1982. Tem publicadas 2 obras poéticas pela Chiado Editora e conta com a ajuda de todos os interessados para lançar seu terceiro livro: “Noutros Rostos”.

Conheçam um pouco mais a obra do poeta logo abaixo:

Leiam agora 4 poemas que estarão no livro “Noutros Rostos”:

 

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Agora contamos com vocês para editar o livro completo! Acessem o link seguinte e participem: Noutros Rostos

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Angola e portugal

Um artigo interessante que encontramos em um jornal francês…

Angola socorre Portugal

Os estrategistas angolanos veem em Portugal a plataforma perfeita para sua internacionalização. Chegam às vezes a se comportar como conquistadores, numa atitude não desprovida de sentimento de vingança

por Augusta Conchiglia

Terceira maior economia da África subsaariana, logo atrás da África do Sul e Nigéria, Angola já se vê como um país emergente.1 Dotada de importantes reservas de hidrocarbonetos, às quais se acrescentam promissoras prospecções – prolongamento geológico das riquíssimas bacias brasileiras já em exploração –, o país é um dos maiores produtores africanos do ouro negro: uma média de 1,8 milhão de barris por dia desde 2008. Graças ao sucesso da reconciliação nacional, após décadas de guerra civil,2 Angola exibe uma estabilidade política que não desagrada aos investidores estrangeiros. O mais inesperado, contudo, é que agora o país passou a ser cortejado por seu antigo colonizador, Portugal, que atravessa uma drástica série de medidas de austeridade: “O capital angolano é bem-vindo aqui!”, lançou o primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho, quando visitava Luanda em novembro de 2011.
Se o entusiasmo da nova burguesia angolana pelo setor imobiliário da antiga metrópole já é lendário – teria até contribuído para o aumento dos preços no setor –, foi a aquisição de ações nos maiores grupos bancários e energéticos que atraiu a maior parte do capital: cerca de US$ 2 bilhões, ou 4% do total do valor em Bolsa. Na verdade, a imbricação dos bancos de ambos os países torna esse cálculo impreciso. No centro desse movimento está a companhia petrolífera angolana Sonangol, a segunda maior empresa africana em 2010, considerados todos os setores.
O movimento de capital em direção a Lisboa aumentou a partir de 2008. A Sonangol tornou-se então o acionista de referência do principal banco privado português, o Millennium BCP. A companhia financeira Santoro, de propriedade de Isabel dos Santos, primogênita do presidente angolano José Eduardo dos Santos, também está envolvida nessas operações. Desse modo, o consórcio Esperanza, formado por Santoro e Sonangol, detém 45% do grupo português Américo Amorim Energia, que por sua vez controla 33,3% da companhia petrolífera nacional portuguesa, a Galp. Ainda mais incomum, bancos privados de Luanda, com destaque para o Banco da Indústria e Comércio (BIC) e o Banco Privado Atlântico, abriram filiais em Portugal.

Em alguns anos, o panorama do setor bancário angolano foi profundamente transformado. O grupo português Espírito Santo teve nisso um papel pioneiro, estabelecendo-se em Lisboa logo após a abertura econômica de 1993 e tecendo relações estreitas com o poder. Aliás, foi por meio de uma parceria com as telecons portuguesas que a empresa de telefonia móvel Unitel, cuja propriedade majoritária é detida por Isabel dos Santos, teve uma expansão fulgurante: 6 milhões de assinantes em 2010.
Em março de 2009, durante a visita do presidente José Eduardo dos Santos a Portugal, mil empresários reunidos no Hotel Ritz de Lisboa discutiram formas de fortalecer ainda mais as relações econômicas e financeiras entre os dois países: “Nossa aposta em Portugal é real e sustentável”, garantiu Manuel Domingo Vicente, então presidente da Sonangol e apresentado como “um dos empresários mais influentes do continente”.3 Recentemente ele surgiu como provável sucessor de José Eduardo dos Santos. Na sequência da visita, um banco de investimentos – sediado em Angola – foi criado pela associação da Caixa Geral de Depósitos de Portugal com a Sonangol, a fim de facilitar o desenvolvimento de infraestrutura e indústria pesada.
Mas a crise financeira internacional freou o ímpeto dos bancos portugueses, que registraram grandes perdas, assim como seus acionistas estrangeiros. Isso não desanimou a Sonangol, que ajudou o Millennium BCP a se recapitalizar, envolvendo na operação o Banco do Brasil e um banco chinês. Muito “exposto à dívida grega”, o Millennium BCP exibe uma perda de 786 milhões de euros em 2011.

Em compensação, os resultados de suas filiais em Moçambique e Angola registram um salto de 50%. A Sonangol, cuja opacidade de sua gestão é frequentemente apontada pelo FMI, age como um Estado dentro do Estado. Em particular, constituiu um fundo soberano gerido diretamente por seu conglomerado empresarial: 22 filiais que cobrem todos os setores da economia, substituindo abertamente o governo. Sua associação com uma empresa privada chinesa, a China International Fund de Hong Kong, que em 2004 deu origem à China Sonangol, certamente acentuou a diversificação das atividades da companhia petrolífera africana. Sozinha ou com sua parceira asiática, ela está presente em muitos países africanos, na América Latina (Cuba, Equador, Venezuela) e no Oriente Médio (Iraque, Irã).
Os estrategistas angolanos veem em Portugal a plataforma perfeita para sua internacionalização. Chegam às vezes a se comportar como conquistadores, numa atitude não desprovida de sentimento de vingança. Mas os empresários portugueses tiram dessa relação diversas vantagens. Enquanto seu país enfrenta uma grave recessão, a participação no imenso canteiro de reconstrução e desenvolvimento de Angola, geralmente financiado por Luanda, é uma bênção para muitos deles.

Das 532 empresas estrangeiras presentes em Angola – que controlam 40% do PIB –, 38% são portuguesas (e 18,8% chinesas). Com 13% de desemprego em Portugal, o Eldorado angolano atrai dezenas de milhares de trabalhadores, nem sempre qualificados. Esse fenômeno não deixa de inquietar Luanda, que tem denunciado a falta de oportunidades para a juventude do país. Se em 2003 os residentes portugueses em Angola somavam 21 mil, em 2011 eles passavam de 100 mil. De acordo com os serviços consulares angolanos, o número real poderia chegar ao dobro disso. Ao mesmo tempo, cai o número de angolanos vivendo em Portugal. A esperança agora está no Sul…

Augusta Conchiglia é jornalista.

Ilustração: Alves

1 Ler “Après-guerre et or noir en Angola” [Pós-guerra e ouro negro em Angola], Le Monde Diplomatique, maio 2008.
2 A guerra começou imediatamente após a independência, em novembro de 1975. Dois ex-movimentos de libertação, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e a União Nacional para a Independência Total de Angola (Unita), lutaram pelo poder, tendo como pano de fundo a Guerra Fria.
3 Expresso, Lisboa, mar. 2009.

Fonte: Le Monde Brésil.

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Snoop na tuga

O famoso rapper americano Snoop Dog, esteve em Lisboa para filmar um clipe em que canta com o português David Carreira!

A música vocês conferem abaixo:

 

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O amor e suas diversas caras

Se você está em casa com seu companheiro ou sua namorada, (quem sabe ainda mais se estiver só), não deixe de ver estes curtos filmes cujos roteiros tem todos algo relacionado ao amor.

– “Alambamento”, de Mário Bastos

“Alambamento” Teaser Trailer [English] from ALAMBAMENTO on Vimeo.

– I’m Here (Estou Aqui) – de Spike Jonze

– Handmade, de Denis Kamioka

Short film …HANDMADE… from oliviahelena on Vimeo.

Ana, de Rui Costa e Paulo Varela

– Amor em 4 Partes – de Fernando Figueiredo

A Costura de Clemente, de João Bordeira

A Costura de Clemente from Tiago Gil Batista on Vimeo.

– AMOR NO CALHAU, um filme de Celso Prudente

– O Céu no Andar de Baixo – Leonardo Cata

– Eu Também Prometo, de Vitor Moreira

– Surf Surf – de Wellington Sari

Surf Surf (Wellington Sari, 2012) from O Quadro on Vimeo.

Coisa Hindu, de Luís Campos

Coisa Hindu (Hindu Thing) from Luis Campos on Vimeo.

– Charizard, de leonardo Moura Mateus

Charizard from leonardo mouramateus on Vimeo.

– Eu Não Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro.

Vejam também:

– Amor de Perdição (Completo), de Camilo Castelo Branco

Música para o dia dos namorados

– Filmes variados com temáticas das mais diversas.

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Alguns filmes para o seu fim de semana

Sugestões de filmes para quem estiver descansando em casa neste sábado ou no domingo. Filmes variados com temáticas das mais diversas.

Alguns melancólicos, outros alegres, alguns críticos, outros cheios de esperança…

– Começamos com uma pitada de melancolia do filme Borboleta realizado em 2010 pelo português João Marco.

– Continuamos com “Sadness”, um filme sobre um pai dedicado realizado em 2010 pelo brasileiro Andre Schuck.

– Vejam em seguida um filme português inspirado pelo poema Autopsicografia de Fernando Pessoa.

– Para quem sente falta do ser amado:

– Para repensar nossa forma de agir:

Fiquem ligados pois em breve teremos mais sugestões de curtas e filmes para vocês!

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Cabo Verde, Portugal, Brasil

Um passeio musical entre 3 países:

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O som de Portugal

Alguns artistas portugueses, para quem andava com saudades de nossas descobertas e nossas sugestões musicais da terrinha !

BANDEIRA PORTUGAL

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TAP fica em 7º lugar entre 60 companhias pesquisadas

Estudo elaborado pela consultora alemã Jacdec, especializada em aviação, coloca a TAP no top 10 das companhias mais seguras do mundo!

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A pesquisa  que analisou as 60 maiores companhias aéreas aéreas do mundo  leva em consideração o número de acidentes em que se envolveram num período de 30 anos, o pior acidente ao longo desses anos, o número de mortos e há quanto tempo a companhia não registra nenhuma perda de aeronave.

As brasileiras TAM e GOL ocupam posições baixas embora o desempenho das mesmas tenha melhorado em comparação com os dados de 2012, (ano em que a TAM ficou na penúltima posição). Nesta avaliação, a TAM subiu para 56º, enquanto a GOL foi de 57º para 54º.

A pesquisa é liderada pela Air New Zealand, e a finlandesa Finnair encerra o pódio. A emirates está na quarta posição e a British Airways  antes da TAP, na sexta. A australiana Qantas encerra o top ten.

Pronto, agora vocês tem mais uma maneira de escolher a companhia com a qual desejam viajar.

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O Crowdfunding mais uma vez nas páginas do Público

Um artigo de um dos diretores de Zarpante publicado pelo Jornal Público!

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Crowdfunding
, um meio eficiente para diminuir o risco da produção artística e cultural

HENRIQUE MORETZSOHN DE ANDRADE

20/12/2013 – 00:30

crowdfunding (ou financiamento participativo) surge como uma ferramenta para limitar os riscos inerentes à produção.

Num mundo cada vez mais interligado e globalizado, é normal que a oferta artística e cultural seja cada vez maior e que, por consequência, a concorrência por alguns minutos de visibilidade também seja mais aguerrida.

Trata-se de ganhar a atenção do público dividido entre milhares de outros projectos. Para isso, não há segredo: talento é importante, porém o investimento é imprescindível.

Nesse sentido, a tarefa dos produtores artísticos e culturais requer um apoio financeiro crescente. Esse suporte financeiro é um risco que até hoje sempre foi da responsabilidade exclusiva do produtor e/ou do artista.

Cansados de correr esse risco e de perderem dinheiro a cada empreitada, os produtores encontraram uma “fórmula mágica” para não perderem mais as suas apostas: homogeneizar a oferta artística e cultural, utilizando massivamente os media para habituar e adaptar o público a consumir sempre as mesmas coisas.

Produzir um concerto, um livro, um filme, uma peça de teatro… requer não somente fundos como principalmente público. Ora o crowdfunding (ou financiamento participativo) surge como uma ferramenta para limitar os riscos inerentes à produção.

Ao utilizar o crowdfunding como um sistema de pré-venda, o produtor passa a ter um termómetro do interesse pelo seu projeto e, paralelamente, conquistar visibilidade, público, e apoios financeiros.

Suponhamos que um produtor queira lançar um álbum de um novo talento. Os cálculos do produtor indicam que para a gravação do disco ele vai precisar do valor X e que a partir de um certo número de discos vendidos ele começará a ter lucro.

Graças ao crowdfunding, esse produtor não precisa mais de fazer uma aposta de olhos vendados e pode utilizar a sua campanha de crowdfunding como o primeiro passo da produção que irá provar que realmente existe público para esse álbum e que por consequência valerá a pena investir neste trabalho.

Há que lembrar que o produtor estará compartilhando os riscos mas que os direitos autorais permanecerão intactos.

Produtores e artistas confirmados também encontrarão caminhos interessantes graças ao crowdfunding. Porque muito além de ser uma simples ferramenta de captação, o crowdfunding deve ser visto como uma oportunidade única para aumentar e fidelizar o seu público, estabelecendo com este uma relação mais interativa.

Seja na área do jornalismo ou da cultura, se o público hoje não deseja mais ser um consumidor passivo, utilize o crowdfunding e a Internet para que seus fãs tenham um verdadeiro papel na sua estratégia. A melhor ferramenta de marketing, de divulgação, de financiamento é o seu próprio público.

Levando em conta a forte expansão do crowdfunding, a nível mundial, plataformas de crowdfunding vêm estabelecendo parcerias estratégicas com produtores artísticos e culturais, bancos e outras entidades.

Director da Zarpante, Plataforma de Crowdfunding

Fonte: http://www.publico.pt/cultura/noticia/crowdfunding-um-meio-eficiente-para-diminuir-o-risco-da-producao-artistica-e-cultural-1616916

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