Mais de 500 anos depois de terem descoberto o Brasil, os portugueses estão prontos para voltar! E tudo graças ao Cristiano Ronaldo! Vejam abaixo como reagiu o radialista Nuno Matos!
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| Angola socorre Portugal |
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Os estrategistas angolanos veem em Portugal a plataforma perfeita para sua internacionalização. Chegam às vezes a se comportar como conquistadores, numa atitude não desprovida de sentimento de vingança |
| por Augusta Conchiglia |
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Terceira maior economia da África subsaariana, logo atrás da África do Sul e Nigéria, Angola já se vê como um país emergente.1 Dotada de importantes reservas de hidrocarbonetos, às quais se acrescentam promissoras prospecções – prolongamento geológico das riquíssimas bacias brasileiras já em exploração –, o país é um dos maiores produtores africanos do ouro negro: uma média de 1,8 milhão de barris por dia desde 2008. Graças ao sucesso da reconciliação nacional, após décadas de guerra civil,2 Angola exibe uma estabilidade política que não desagrada aos investidores estrangeiros. O mais inesperado, contudo, é que agora o país passou a ser cortejado por seu antigo colonizador, Portugal, que atravessa uma drástica série de medidas de austeridade: “O capital angolano é bem-vindo aqui!”, lançou o primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho, quando visitava Luanda em novembro de 2011. Em alguns anos, o panorama do setor bancário angolano foi profundamente transformado. O grupo português Espírito Santo teve nisso um papel pioneiro, estabelecendo-se em Lisboa logo após a abertura econômica de 1993 e tecendo relações estreitas com o poder. Aliás, foi por meio de uma parceria com as telecons portuguesas que a empresa de telefonia móvel Unitel, cuja propriedade majoritária é detida por Isabel dos Santos, teve uma expansão fulgurante: 6 milhões de assinantes em 2010. Em compensação, os resultados de suas filiais em Moçambique e Angola registram um salto de 50%. A Sonangol, cuja opacidade de sua gestão é frequentemente apontada pelo FMI, age como um Estado dentro do Estado. Em particular, constituiu um fundo soberano gerido diretamente por seu conglomerado empresarial: 22 filiais que cobrem todos os setores da economia, substituindo abertamente o governo. Sua associação com uma empresa privada chinesa, a China International Fund de Hong Kong, que em 2004 deu origem à China Sonangol, certamente acentuou a diversificação das atividades da companhia petrolífera africana. Sozinha ou com sua parceira asiática, ela está presente em muitos países africanos, na América Latina (Cuba, Equador, Venezuela) e no Oriente Médio (Iraque, Irã). Das 532 empresas estrangeiras presentes em Angola – que controlam 40% do PIB –, 38% são portuguesas (e 18,8% chinesas). Com 13% de desemprego em Portugal, o Eldorado angolano atrai dezenas de milhares de trabalhadores, nem sempre qualificados. Esse fenômeno não deixa de inquietar Luanda, que tem denunciado a falta de oportunidades para a juventude do país. Se em 2003 os residentes portugueses em Angola somavam 21 mil, em 2011 eles passavam de 100 mil. De acordo com os serviços consulares angolanos, o número real poderia chegar ao dobro disso. Ao mesmo tempo, cai o número de angolanos vivendo em Portugal. A esperança agora está no Sul… Augusta Conchiglia é jornalista. Ilustração: Alves 1 Ler “Après-guerre et or noir en Angola” [Pós-guerra e ouro negro em Angola], Le Monde Diplomatique, maio 2008. Fonte: Le Monde Brésil. |
A música vocês conferem abaixo:
– “Alambamento”, de Mário Bastos
“Alambamento” Teaser Trailer [English] from ALAMBAMENTO on Vimeo.
– I’m Here (Estou Aqui) – de Spike Jonze
– Handmade, de Denis Kamioka
Short film …HANDMADE… from oliviahelena on Vimeo.
– Ana, de Rui Costa e Paulo Varela
– Amor em 4 Partes – de Fernando Figueiredo
– A Costura de Clemente, de João Bordeira
A Costura de Clemente from Tiago Gil Batista on Vimeo.
– AMOR NO CALHAU, um filme de Celso Prudente
– O Céu no Andar de Baixo – Leonardo Cata
– Eu Também Prometo, de Vitor Moreira
– Surf Surf – de Wellington Sari
Surf Surf (Wellington Sari, 2012) from O Quadro on Vimeo.
– Coisa Hindu, de Luís Campos
Coisa Hindu (Hindu Thing) from Luis Campos on Vimeo.
– Charizard, de leonardo Moura Mateus
Charizard from leonardo mouramateus on Vimeo.
– Eu Não Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro.
– Amor de Perdição (Completo), de Camilo Castelo Branco
A pesquisa que analisou as 60 maiores companhias aéreas aéreas do mundo leva em consideração o número de acidentes em que se envolveram num período de 30 anos, o pior acidente ao longo desses anos, o número de mortos e há quanto tempo a companhia não registra nenhuma perda de aeronave.
As brasileiras TAM e GOL ocupam posições baixas embora o desempenho das mesmas tenha melhorado em comparação com os dados de 2012, (ano em que a TAM ficou na penúltima posição). Nesta avaliação, a TAM subiu para 56º, enquanto a GOL foi de 57º para 54º.
A pesquisa é liderada pela Air New Zealand, e a finlandesa Finnair encerra o pódio. A emirates está na quarta posição e a British Airways antes da TAP, na sexta. A australiana Qantas encerra o top ten.
Pronto, agora vocês tem mais uma maneira de escolher a companhia com a qual desejam viajar.
HENRIQUE MORETZSOHN DE ANDRADE
20/12/2013 – 00:30
O crowdfunding (ou financiamento participativo) surge como uma ferramenta para limitar os riscos inerentes à produção.
Num mundo cada vez mais interligado e globalizado, é normal que a oferta artística e cultural seja cada vez maior e que, por consequência, a concorrência por alguns minutos de visibilidade também seja mais aguerrida.
Trata-se de ganhar a atenção do público dividido entre milhares de outros projectos. Para isso, não há segredo: talento é importante, porém o investimento é imprescindível.
Nesse sentido, a tarefa dos produtores artísticos e culturais requer um apoio financeiro crescente. Esse suporte financeiro é um risco que até hoje sempre foi da responsabilidade exclusiva do produtor e/ou do artista.
Cansados de correr esse risco e de perderem dinheiro a cada empreitada, os produtores encontraram uma “fórmula mágica” para não perderem mais as suas apostas: homogeneizar a oferta artística e cultural, utilizando massivamente os media para habituar e adaptar o público a consumir sempre as mesmas coisas.
Produzir um concerto, um livro, um filme, uma peça de teatro… requer não somente fundos como principalmente público. Ora o crowdfunding (ou financiamento participativo) surge como uma ferramenta para limitar os riscos inerentes à produção.
Ao utilizar o crowdfunding como um sistema de pré-venda, o produtor passa a ter um termómetro do interesse pelo seu projeto e, paralelamente, conquistar visibilidade, público, e apoios financeiros.
Suponhamos que um produtor queira lançar um álbum de um novo talento. Os cálculos do produtor indicam que para a gravação do disco ele vai precisar do valor X e que a partir de um certo número de discos vendidos ele começará a ter lucro.
Graças ao crowdfunding, esse produtor não precisa mais de fazer uma aposta de olhos vendados e pode utilizar a sua campanha de crowdfunding como o primeiro passo da produção que irá provar que realmente existe público para esse álbum e que por consequência valerá a pena investir neste trabalho.
Há que lembrar que o produtor estará compartilhando os riscos mas que os direitos autorais permanecerão intactos.
Produtores e artistas confirmados também encontrarão caminhos interessantes graças ao crowdfunding. Porque muito além de ser uma simples ferramenta de captação, o crowdfunding deve ser visto como uma oportunidade única para aumentar e fidelizar o seu público, estabelecendo com este uma relação mais interativa.
Seja na área do jornalismo ou da cultura, se o público hoje não deseja mais ser um consumidor passivo, utilize o crowdfunding e a Internet para que seus fãs tenham um verdadeiro papel na sua estratégia. A melhor ferramenta de marketing, de divulgação, de financiamento é o seu próprio público.
Levando em conta a forte expansão do crowdfunding, a nível mundial, plataformas de crowdfunding vêm estabelecendo parcerias estratégicas com produtores artísticos e culturais, bancos e outras entidades.
Director da Zarpante, Plataforma de Crowdfunding