Arquivo da categoria: Portugal!

O dia em que os portugueses carimbaram sua vinda ao Brasil

Mais de 500 anos depois de terem descoberto o Brasil, os portugueses estão prontos para voltar! E tudo graças ao Cristiano Ronaldo! Vejam abaixo como reagiu o radialista Nuno Matos!

Vejam também:

– O avião da seleção

– Paz no futebol

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Manuel Figueira, um pintor cabo-verdiano

Manuel Figueira é de Cabo Verde, e viveu em Portugal entre 1960 e 1974.

Frequentou o Curso Complementar de Pintura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Regressou a Cabo Verde em 1975 e colaborou com a revitalização da cultura popular.  Está representado em diversas coleções como por exemplo no Banco de Fomento em Lisboa, no Banco Totta em Açores, e Lisboa; na ONU em Nova Iorque; Palácio da Cultura da Cidade da Praia, além de coleções particulares.  Conheçam abaixo algumas de suas obras:

Vejam também:

– A poesia do Marinheiro

= Paz no futebol

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Lusofonia em Budapeste

O artista Charlie Mancini esteve em Budapeste para mostrar ao povo de lá um pouco mais da cultura cinemática e musical portuguesa!

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A poesia do Marinheiro

Filipe Marinheiro é um poeta português nascido em Coimbra, 30 de Julho de 1982. Tem publicadas 2 obras poéticas pela Chiado Editora e conta com a ajuda de todos os interessados para lançar seu terceiro livro: “Noutros Rostos”.

Conheçam um pouco mais a obra do poeta logo abaixo:

Leiam agora 4 poemas que estarão no livro “Noutros Rostos”:

 

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Agora contamos com vocês para editar o livro completo! Acessem o link seguinte e participem: Noutros Rostos

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Em homenagem à dança

Dia 29 de Abril foi o Dia Mundial da Dança! Eis a nossa singela homenagem: alguns vídeos de danças lusófonas e dois vídeos de um dançarino que parece o Robocop!

 

 

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Angola e portugal

Um artigo interessante que encontramos em um jornal francês…

Angola socorre Portugal

Os estrategistas angolanos veem em Portugal a plataforma perfeita para sua internacionalização. Chegam às vezes a se comportar como conquistadores, numa atitude não desprovida de sentimento de vingança

por Augusta Conchiglia

Terceira maior economia da África subsaariana, logo atrás da África do Sul e Nigéria, Angola já se vê como um país emergente.1 Dotada de importantes reservas de hidrocarbonetos, às quais se acrescentam promissoras prospecções – prolongamento geológico das riquíssimas bacias brasileiras já em exploração –, o país é um dos maiores produtores africanos do ouro negro: uma média de 1,8 milhão de barris por dia desde 2008. Graças ao sucesso da reconciliação nacional, após décadas de guerra civil,2 Angola exibe uma estabilidade política que não desagrada aos investidores estrangeiros. O mais inesperado, contudo, é que agora o país passou a ser cortejado por seu antigo colonizador, Portugal, que atravessa uma drástica série de medidas de austeridade: “O capital angolano é bem-vindo aqui!”, lançou o primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho, quando visitava Luanda em novembro de 2011.
Se o entusiasmo da nova burguesia angolana pelo setor imobiliário da antiga metrópole já é lendário – teria até contribuído para o aumento dos preços no setor –, foi a aquisição de ações nos maiores grupos bancários e energéticos que atraiu a maior parte do capital: cerca de US$ 2 bilhões, ou 4% do total do valor em Bolsa. Na verdade, a imbricação dos bancos de ambos os países torna esse cálculo impreciso. No centro desse movimento está a companhia petrolífera angolana Sonangol, a segunda maior empresa africana em 2010, considerados todos os setores.
O movimento de capital em direção a Lisboa aumentou a partir de 2008. A Sonangol tornou-se então o acionista de referência do principal banco privado português, o Millennium BCP. A companhia financeira Santoro, de propriedade de Isabel dos Santos, primogênita do presidente angolano José Eduardo dos Santos, também está envolvida nessas operações. Desse modo, o consórcio Esperanza, formado por Santoro e Sonangol, detém 45% do grupo português Américo Amorim Energia, que por sua vez controla 33,3% da companhia petrolífera nacional portuguesa, a Galp. Ainda mais incomum, bancos privados de Luanda, com destaque para o Banco da Indústria e Comércio (BIC) e o Banco Privado Atlântico, abriram filiais em Portugal.

Em alguns anos, o panorama do setor bancário angolano foi profundamente transformado. O grupo português Espírito Santo teve nisso um papel pioneiro, estabelecendo-se em Lisboa logo após a abertura econômica de 1993 e tecendo relações estreitas com o poder. Aliás, foi por meio de uma parceria com as telecons portuguesas que a empresa de telefonia móvel Unitel, cuja propriedade majoritária é detida por Isabel dos Santos, teve uma expansão fulgurante: 6 milhões de assinantes em 2010.
Em março de 2009, durante a visita do presidente José Eduardo dos Santos a Portugal, mil empresários reunidos no Hotel Ritz de Lisboa discutiram formas de fortalecer ainda mais as relações econômicas e financeiras entre os dois países: “Nossa aposta em Portugal é real e sustentável”, garantiu Manuel Domingo Vicente, então presidente da Sonangol e apresentado como “um dos empresários mais influentes do continente”.3 Recentemente ele surgiu como provável sucessor de José Eduardo dos Santos. Na sequência da visita, um banco de investimentos – sediado em Angola – foi criado pela associação da Caixa Geral de Depósitos de Portugal com a Sonangol, a fim de facilitar o desenvolvimento de infraestrutura e indústria pesada.
Mas a crise financeira internacional freou o ímpeto dos bancos portugueses, que registraram grandes perdas, assim como seus acionistas estrangeiros. Isso não desanimou a Sonangol, que ajudou o Millennium BCP a se recapitalizar, envolvendo na operação o Banco do Brasil e um banco chinês. Muito “exposto à dívida grega”, o Millennium BCP exibe uma perda de 786 milhões de euros em 2011.

Em compensação, os resultados de suas filiais em Moçambique e Angola registram um salto de 50%. A Sonangol, cuja opacidade de sua gestão é frequentemente apontada pelo FMI, age como um Estado dentro do Estado. Em particular, constituiu um fundo soberano gerido diretamente por seu conglomerado empresarial: 22 filiais que cobrem todos os setores da economia, substituindo abertamente o governo. Sua associação com uma empresa privada chinesa, a China International Fund de Hong Kong, que em 2004 deu origem à China Sonangol, certamente acentuou a diversificação das atividades da companhia petrolífera africana. Sozinha ou com sua parceira asiática, ela está presente em muitos países africanos, na América Latina (Cuba, Equador, Venezuela) e no Oriente Médio (Iraque, Irã).
Os estrategistas angolanos veem em Portugal a plataforma perfeita para sua internacionalização. Chegam às vezes a se comportar como conquistadores, numa atitude não desprovida de sentimento de vingança. Mas os empresários portugueses tiram dessa relação diversas vantagens. Enquanto seu país enfrenta uma grave recessão, a participação no imenso canteiro de reconstrução e desenvolvimento de Angola, geralmente financiado por Luanda, é uma bênção para muitos deles.

Das 532 empresas estrangeiras presentes em Angola – que controlam 40% do PIB –, 38% são portuguesas (e 18,8% chinesas). Com 13% de desemprego em Portugal, o Eldorado angolano atrai dezenas de milhares de trabalhadores, nem sempre qualificados. Esse fenômeno não deixa de inquietar Luanda, que tem denunciado a falta de oportunidades para a juventude do país. Se em 2003 os residentes portugueses em Angola somavam 21 mil, em 2011 eles passavam de 100 mil. De acordo com os serviços consulares angolanos, o número real poderia chegar ao dobro disso. Ao mesmo tempo, cai o número de angolanos vivendo em Portugal. A esperança agora está no Sul…

Augusta Conchiglia é jornalista.

Ilustração: Alves

1 Ler “Après-guerre et or noir en Angola” [Pós-guerra e ouro negro em Angola], Le Monde Diplomatique, maio 2008.
2 A guerra começou imediatamente após a independência, em novembro de 1975. Dois ex-movimentos de libertação, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e a União Nacional para a Independência Total de Angola (Unita), lutaram pelo poder, tendo como pano de fundo a Guerra Fria.
3 Expresso, Lisboa, mar. 2009.

Fonte: Le Monde Brésil.

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Snoop na tuga

O famoso rapper americano Snoop Dog, esteve em Lisboa para filmar um clipe em que canta com o português David Carreira!

A música vocês conferem abaixo:

 

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Amigos e crimes

Duas histórias sobre amizade e solidão:

– Procura-se Amigo, de Vitor Moreira

Sangue Frio, de António Corte-Real

 

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Um peixe brasileiro nas águas musicais portuguesas

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Nilson Dourado é um músico brasileiro que reside em Portugal e que trabalha com Zarpante. Conheçam um pouco sobre o artista na entrevista logo abaixo:

•    Quem é Nilson Dourado?

Eu sou paulistano, filho de pai baiano e mãe mineira, mistura que desde sempre conviveu muito harmoniosamente na minha formação cultural e humana. Sou músico por paixão e profissional da música por redenção, ofício que me sustenta, desafia e encanta diariamente. Amante da natureza, da beleza, do humor e do amor e suas decorrências. Um brasileiro ‘mundano’, metropolitano caipira sertanejo e por aí vou…

 •    Como conheceu Zarpante?

Conheci a Zarpante por intermédio do meu amigo Biru em Portugal.

 •    Como definiria seu som?

Hora, aí está uma coisa que sempre tive a maior dificuldade e continuo a ter cada vez mais, pelo menos dentro dos critérios de classificação do ‘mercado’ musical. Talvez definisse como música universal, música do mundo, algo assim… O meu disco ‘Sabiá’ acabei por classificar como world music. Penso que a música contemporânea, pós internet e globalização, será sempre de alguma maneira música do mundo.

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A música que faço em primeira instância é brasileira e já aí é universal dada a nossa miscigenação cultural. A minha música inevitavelmente acaba por refletir o que eu vivo e um pouco de tudo o que é essencial para mim e também que me alimenta de forma geral, como homem e como artista. Sempre tive influências musicais diversas e penso que o fato de tocar instrumentos bastante distintos também colabore para esta pluralidade estética na minha música. Tenho tentado estar sempre muito ligado em música boa, criativa e também na música tradicional que se faz ao redor do mundo todo, sem preconceitos e de ouvidos e coração bem abertos. Mas também me influencio artisticamente por muitas outras coisas como literatura, filosofia, comida, pessoas interessantes, bichos, cheiros… tudo isso para mim também é ou vira música de alguma forma.
Mas em resumo esta não é uma dificuldade que me incomode uma vez que continuo mais ocupado em fazer a música que faço do que em classificá-la. Será que respondi a sua questão? (risos)

  •    Qual foi o seu primeiro contato com a música? Quando percebeu que era isso que queria fazer de sua vida?

O meu primeiro contato com música… não sei dizer ao certo… provavelmente ainda habitando a barriga da minha mãe, ouvindo os violões do meu pai e do meu irmão mais velho, a minha mãe cantando, cancioneiro do brasil… e por aí foi. Tenho memórias de infância disso tudo também. Penso que tudo isso já seja válido sabe… Vejo esta relação hoje com as minhas filhas.

Mas aí só mais tarde, já com uns 15, 16 anos comecei a tocar mesmo, violão, com intenções de estudos mais sérios e tal. Recentemente ativei esta memória numa conversa com o músico Benjamim Taubkin, sobre o tal momento do ‘estalo’… “É isso que vou fazer na minha vida!” Já estudava música, violão; queria tocar de verdade, ser concertista e tal… aí estava assistindo o programa Ensaio da TV Cultura com o Raphael Rabelo, aquele monstro de músico, o Benjamim fazia parte da banda também, me lembro bem do momento… eles tocavam um arranjo maravilhoso do Samba do Avião do Jobim quando eu me emocionei mesmo com aquilo tudo ali, aquela música feita com paixão, com o coração, e senti o tal ‘estalo’.

•    Como é a vida de um músico brasileiro em Portugal?

Penso que a atividade de música seja mais ou menos semelhante em qualquer lugar, exceto as questões mais relacionadas ao mercado e a cena local que sempre difere um pouco. Venho de São Paulo que tem uma dinâmica de produção musical super intensa e é claro que sinto sim muita diferença na forma como as coisas funcionam lá e cá; mas em termos culturais Portugal também é um país com muita mistura, Lisboa por exemplo é cosmopolita assim como Sampa e tem uma cena musical muito diversa e interessante.

Aqui estou muito mais em contato com culturas musicais como as da áfrica, do oriente, mediterrânica e obviamente a própria música portuguesa e europeia que funde tudo isso e certamente já influenciaram consideravelmente a minha música. Mas por outro lado tem um pormenor muito interessante que já ouvi muitos brasileiros que viveram fora comentarem e só agora consigo entender, que é uma espécie de potencialização da brasilidade que ocorre quando se esta fora do Brasil, principalmente por longo tempo; talvez seja decorrência do inevitável saudosismo que nos arrebata vez por outra e no meu caso como músico muitas vezes da em samba, baião de dois (risos) e por que não em choro vez por outra…

Bom, tudo isso para contextualizar um pouco a questão… mas basicamente a minha rotina profissional é baseada em períodos de estudos onde tento manter minimamente a relação com os instrumentos que toco ‘em dia’, composição, arranjo, produção musical e executiva com todas as dores e delícias da carreira independente e finalmente os concertos.

•    O que o levou a escolher o Portugal para viver?

A Marjorie, minha companheira, já havia estado por duas vezes em Portugal a trabalho e ficou apaixonada… Estávamos saindo de uma fase super desgastante na nossa rotina paulistana entre 2008 e 2009 quando ela sugeriu experimentarmos viver em Portugal por um tempo e ver no que dava… Aceitei o desafio da aventura e no nosso caso deu em paixão das boas e neste momento tentamos conciliar a vida cotidiana, profissional e da família em Portugal com a vida profissional e familiar pelo Brasil.

Cabo da Roca, Portugal

 •    Mantém firmes os laços com o Brasil?

Sim, super firmes! Tenho lá toda a minha família, muitos grandes amigos, fora os fortes laços das relações musicais e afins. Gravei em São Paulo o meu primeiro disco, o Sabiá e vou gravar por lá também o segundo que esta em fase de pré-produção mas vem bem logo se tudo correr bem.
Tenho por lá parceiros e parcerias super importantes para fazer o som que faço hoje, sinto que aqui em Portugal ainda estou construindo esta base. Mas vai caminhando bem! Já tenho pelo menos três outros projetos que penso em produzir totalmente ‘Made in Portugal’, (risos)…

 •    Planos para 2014-2015? Lançamentos?

Sim! Muitos! Ainda em 2014, Oxalá gravo pelo menos dois ou três discos novos, dos quais pelo menos dois lanço ainda este ano, incluindo este que comentei na questão anterior. Nestes últimos anos acumulei muito material, composições, canções, música instrumental, tenho material para uns 4 ou 5 discos bem distintos entre eles… agora é ir colocando a produção em dia, com calma…
Ainda não consigo mirar com clareza o que vem para 2015… Preciso respirar 2014 e sentir para onde os ventos irão soprar.

 •    Hoje em dia escutamos muita música por ai que tem balanço mas não tem conteúdo. Qual a importância da letra para você? Como as trabalha?

É interessante como coloca a questão, realmente se tem feito música muito pobre hoje, principalmente dentro do ‘mainstream’, o que é muito mal… mas em fim. O grande mercado musical é um tanto achatado mesmo, tende sempre a fazer tudo meio igual, é impressionante a quantidade de música parecida ou as vezes mesmo igual, com as mesmas cadências de harmonia, mesmo timbre de tudo, mesmo groove, mesma linha de guitarra, mesmo tudo, que se produz em grande escala, mas em fim. Não fico muito ligado nessa onda, não perco tempo nisso.
Estou mesmo ligado é no também crescente e grande número de artistas e compositores comprometidos com a música criativa e que apresenta novos rumos, reais inspirações. Aproveito aqui para citar alguns novos compositores que aí estão e que muito tem me inspirado… Por exemplo o mineiro Antônio Loureiro que é um gênio, o Kiko Dinucci, o Rodrigo Campos, o Rafa Barreto, o João Taubkin e o Fábio Barros de Sampa, o Chico Saraiva que adoro e o Siba que não são propriamente novatos mas em constante reinvenção, o meu parceiro Tiganá Santana de quem sou fã também, além de muitos outros. Aqui em Portugal tem um compositor muito interessante também que é o Norberto Lobo, também gosto da Sara Tavares e descobri recentemente o Pierre Aderne que é brasileiro mas vive em Lisboa.
Para mim a letra é importante na medida que se faz necessária para a canção, quero dizer com isso que uma melodia pede ou não uma letra e esta letra quando é necessária vem ou deve vir em plena sintonia com a melodia que a solicita. Eu antes de compor música já escrevia poemas, contos, pequenos ensaios sobre assuntos do meu interesse, depois a música passou a dominar o meu espaço criativo, fiz, faço e ouço muita música instrumental também, então só escrevo uma letra para uma melodia quando faz muito sentido que isso aconteça.
A forma como trabalho as letras é muito distinta, as vezes nem trabalho muito, surge tudo junto, praticamente pronto, melodia e letra, outras vezes tenho uma melodia e sinto que pede uma letra, aí normalmente canto a melodia até perceber que palavras e ideias surgem e assim vou compondo o enredo, as imagens… praticamente nunca compus letra e depois música, sempre o inverso.

 •    Quais os dois artistas ou grupos representados por Zarpante com quem mais gostaria de ter uma parceria musical?

Para citar dois… adoraria uma possível colaboração com a cantora portuguesa Ana Lains por quem me encantei pesquisando o casting da Zarpante recentemente e o brasileiro Aleh Ferreira que tem uma onda de groove da pesada, desenrola muito bem toda a linguagem da música afro-brasileira que também influencia muito a minha música, além de possuir um timbre vocal que curto muito também.

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O amor e suas diversas caras

Se você está em casa com seu companheiro ou sua namorada, (quem sabe ainda mais se estiver só), não deixe de ver estes curtos filmes cujos roteiros tem todos algo relacionado ao amor.

– “Alambamento”, de Mário Bastos

“Alambamento” Teaser Trailer [English] from ALAMBAMENTO on Vimeo.

– I’m Here (Estou Aqui) – de Spike Jonze

– Handmade, de Denis Kamioka

Short film …HANDMADE… from oliviahelena on Vimeo.

Ana, de Rui Costa e Paulo Varela

– Amor em 4 Partes – de Fernando Figueiredo

A Costura de Clemente, de João Bordeira

A Costura de Clemente from Tiago Gil Batista on Vimeo.

– AMOR NO CALHAU, um filme de Celso Prudente

– O Céu no Andar de Baixo – Leonardo Cata

– Eu Também Prometo, de Vitor Moreira

– Surf Surf – de Wellington Sari

Surf Surf (Wellington Sari, 2012) from O Quadro on Vimeo.

Coisa Hindu, de Luís Campos

Coisa Hindu (Hindu Thing) from Luis Campos on Vimeo.

– Charizard, de leonardo Moura Mateus

Charizard from leonardo mouramateus on Vimeo.

– Eu Não Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro.

Vejam também:

– Amor de Perdição (Completo), de Camilo Castelo Branco

Música para o dia dos namorados

– Filmes variados com temáticas das mais diversas.

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