Arquivo da tag: Cabo verde

Manuel Figueira, um pintor cabo-verdiano

Manuel Figueira é de Cabo Verde, e viveu em Portugal entre 1960 e 1974.

Frequentou o Curso Complementar de Pintura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Regressou a Cabo Verde em 1975 e colaborou com a revitalização da cultura popular.  Está representado em diversas coleções como por exemplo no Banco de Fomento em Lisboa, no Banco Totta em Açores, e Lisboa; na ONU em Nova Iorque; Palácio da Cultura da Cidade da Praia, além de coleções particulares.  Conheçam abaixo algumas de suas obras:

Vejam também:

– A poesia do Marinheiro

= Paz no futebol

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Cabo Verde perde uma artista

Cabo Verde está de luto por ter perdido uma de suas maiores escritoras! Eis a nossa singela homenagem a Orlanda Amarílis.

– Alguns textos interessantes:

1- Identidade e gênero na diáspora

2- 2- Cais do Sodré té Salamansa: o cabo-verdiano em exílio

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Cabo Verde, Portugal, Brasil

Um passeio musical entre 3 países:

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Uma homenagem aos músicos infelizmente falecidos

O Podcast Zarpante 22 é dedicado aos finados músicos lusófonos! Apesar do tema, o episódio foi preparado com alegria e esperamos que vocês curtam! Serão necessários outros episódios para poder homenagear todos os artistas falecidos que admiramos.

mandiaNeste primeiro episódio, para homenagear aos artistas falecidos, passaremos por Moçambique, Angola, Brasil, Cabo Verde, em companhia de artistas como Bana, Marku Ribas, Emilio Santiago, Beto de Almeida, que nos deixaram recentemente, mas também lembraremos de artistas como os sambistas Adoniran Barbosa e Ataulfo Alves, além de outros e outras que já se foram a mais tempo.

Visitaremos diversos ritmos como o Samba, Bossa Nova, rap, etc. Descubram também algumas curiosidades e raridades como a última gravação (feita no dia anterior ao de sua morte) do Rapper paulista Sabotage, ou um zouk de Moçambique que fechará a nossa viagem de hoje.

Escutem o Podcast logo abaixo:

Podcast Zarpante 022 (homenagem aos falecidos)

Boa escuta para vocês e até o Podcast Zarpante 23, cujo tema será escolhido por vocês entre 3 opções que vamos sugerir em breve.

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FESTLIP 2013: teatro das terras de língua portuguesa

Prestigie o teatro de língua portuguesa!

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Programação do FESTLIP 2013:

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“O FESTLIP chega a sua 5ª. Edição em 2013 consolidando o movimento pioneiro e de âmbito internacional criado em 2008, pela atriz e produtora Tânia Pires, de intercâmbio do teatro entre os 08 países da CPLP – Comunidade dos Países da Língua Portuguesa: Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Timor Leste e São Tomé e Príncipe , que envolve os 04 continentes.

Realizado pela TALU PRODUÇÕES é um iniciativa da sociedade civil, com grande importância no papel social, educacional e cultural do Brasil, país que hoje possui 80% dos falantes da nossa língua. O FESTLIP mobiliza todo o universo artístico da língua portuguesa, o que projeta e fortalece o nosso idioma, se valendo das características comuns e diversas de cada país, agregando valores às suas histórias culturais e sociais. O festival conquistou o reconhecimento mundial como um evento de grande fomento às artes cênicas, e também de formação dos atores dos países participantes, além da interação e enriquecimento do processo criativo no teatro.

O FESTLIP reúne uma programação de espetáculos internacionais distribuídos por diversos teatros da cidade do Rio de Janeiro, vitrines culturais do nosso país. Paralelamente, o evento se enriquece com exposição, palestras, debates, show musical, mostra gourmet, lançamentos literários e oficinas,oferecendo um leque completo de atividades culturais relacionadas ao tema. No final da temporada um espetáculo revelação é eleito por voto popular. Toda programação conta com ingressos populares, por compreender que o acesso ao conhecimento da cultura histórica da língua portuguesa é um patrimônio público.

O evento homenageia ainda todo ano uma personalidade que influencia o teatro da língua portuguesa. Em 2011, o FESTLIP – homenageou a Cia. de Teatro/Dança de Cabo Verde, Raiz di Polon, por sua contribuição em 20 anos de carreira. Em 2010, o festival rendeu-se ao talento de um dos maiores ícones do teatro português, a atriz Maria do Céu Guerra. Em 2009 o foi a vez do escritor e dramaturgo moçambicano, Mia Couto e em 2008, a atriz brasileira, Maria Fernanda. Nesta 5ª. Edição homenageia o renomado dramaturgo e diretor angolano, José Mena Abrantes.” Fonte: site oficial do FESTLIP

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Podcast Zarpante 020 (mais um sobre os PALOPS)

Um podcast dedicado à música dos anos 60-70 nos países africanos de língua oficial portuguesa.

Para escutar clique na imagem!

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1 – Boas Festas – Luis Morais e Voz de Cabo Verde (Cabo Verde)

2 – Avassati va Lomu – Grupo Bayette (Moçambique)

3 – Sabine – José “Djosinha” Duarte (Cabo Verde)

4 – Pala ka nu abesa ô Muxima – Carlos Lamartine (Angola)

5 – Bô Legá Caçô Modê Bô – África Negra (São Tomé e Príncipe)

6 – Kwela – Tomas Tembe (Moçambique)

7 – Muxima – Ruy Mingas (Angola)

8 – Atalia Mungani Wamina – Banda Six (Moçambique)

9 – Tema para Dois – Os Tubarões (Cabo Verde)

10 – Tlhelela N’tsaku – Grupo Bantu (Moçambique)

11 – Tchan de Pedra – Bana (Cabo Verde)

12 – Ngahonani Gutsaka – Magide Mussa (Moçambique)

13 – Filomena – Cabinda Ritmo (Angola)

14 – A ma hanhela – Pedro Ben (Moçambique)

15 – Farra na Madrugada – Jovens do Prenda (Angola)

Escute também:

– música dos PALOPS na época das independências!

 

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A revolução começa por nós mesmos

Seleccionamos algumas músicas relacionadas (directa ou indirectamente) com a temática das manifestações:

– Começamos com um som de Portugal que em poucas palavras descreve perfeitamente o verdadeiro espírito revolucionário! Talvez uma das músicas mais curtas de todas as seleccionadas mas com certeza a música com a qual estamos mais de acordo!

– Continuamos em Portugal com um belo vídeo sobre crise e revolução:

– Ainda sobre a crise:

– Em Angola aprendemos a olhar por detrás do pano:

– No Brasil a luta é contra pedras pesadas:

– De Cabo Verde a Portugal o Rap é manifesto:

– Afinal a luta há de ser contra a fome:

– Por isso em Moçambique busca-se uma intervenção rápida:

– Algo que nos tire dessa geração de hipocrisia:

– Antes que o povo queime tudo:

– E distribua tapas em vez de crisântemos:

– Aqui o manifesto é em prol de nossa língua:

– Mas ainda restam dúvidas se alguém nos ouviu:

– Por isso acordai:

– E vamos juntos dançar na corda bamba!

– Agora, se sua revolta é sentimental faça como Sara Tavares:

– Mostre seu amor popular:

– Ainda que no fundo pense que nada mudará:

– Mande tudo para o inferno:

– Quem sabe assim te deixem em paz:

– Nunca deixe de manter os braços abertos para a vida:

– Ou perderá sua criatividade:

– Afinal, está chegando a Hora:

– Alguém chamou os homens fardados?

Agora, para quem quer  levar o raciocínio além:

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Sobre o mesmo assunto:

– Manifesto por uma Arte Revolucionária Independente

– Uma panela prestes a explodir!

– Música para revolução

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Farofa com cachupa

– Retenha as lágrimas enquanto corta algumas cebolas escolhidas “Lá Em Baixo”

 

– Prepare uma taça de café e adicione um pouco de “Maio Maduro”

 

– Adicione uma pitada do tempero da mulher angolana

 

– Coloque os feijões musicais de Dino para ferver

 

– Adicione algum “Sabôr a fruta”

 

– Para terminar, misture tudo e adicione um leve toque de “Crisântemo” da quebrada

 

Bom apetite!

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Musicas lusófonas sobre solidão

O público votou, e definiu a solidão como tema para o Podcast Zarpante 15!

Antes de mais nada, gostaríamos de agradecer pelos  mais de 300 votos contabilizados entre os seguidores no Facebook e os leitores deste blog!

Para nossa surpresa, o tema mais votado foi a solidão, que deixou para trás o tesão (que até a metade da votação, estava em vantagem) e a paixão!

O Podcast Zarpante 15 (do mês de fevereiro de 2013) está quase pronto! Porém, seria bom termos mais músicas de países lusófonos que não sejam o Brasil, e nesse intuito, pedimos aos nossos leitores que enviem sugestões de músicas de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal, Guiné Bissau, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe  que tratem do tema da solidão!

Por outro lado, músicos e compositores (de todos os países lusófonos) que tiverem alguma música sobre o tema, podem nos enviar suas músicas em formato mp3 para o email zarpante@gmail.com!

Agradecemos antecipadamente pela participação!

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Mindelact 2013

“O concurso para as companhias de teatro cabo-verdianas e internacionais interessadas em participar no Festival Internacional de Teatro do Mindelo – Mindelact 2013, em Cabo Verde, que decorre entre 5 e 14 de Setembro, está aberto. O regulamento para a entrega de projectos está disponível no “site” http://www.mindelact.com.
A data limite para a apresentação de propostas internacionais é o mês de Março, com a selecção marcada para Abril. O prazo para o envio das propostas cabo-verdianas expira em Maio e a selecção ocorre em Junho. Em Julho, o Mindelact apresenta a programação do festival, que acontece em Setembro.
A organização informa que os grupos seleccionados tornam-se parceiros e co-produtores do festival. Isso ocorre porque, diz a organização, sem parcerias locais, quer para companhias cabo-verdianas quer internacionais, muito dificilmente pode cobrir e fazer face a todos aos custos de deslocação e aos “cachets” dos artistas.
Também por isso a organização do Mindelact faz questão de convidar as companhias para estarem no Mindelo durante sete dias, cobrindo todas as despesas de alojamento, alimentação, custos de produção do espectáculo, promoção e montagem técnica.
As entidades e/ou empresas que apoiam as companhias participantes são consideradas patrocinadoras do evento e como tal aparecem nos materiais de promoção.
Em relação à escolha das companhias cabo-verdianas, o regulamento realça que a sua participação é feita por convite directo da organização e que são considerados critérios de selecção a qualidade artística, a localização (ilha a que pertence), o historial recente do grupo, a dinamização no seu local de origem e a capacidade mobilizadora de recursos. “O grupo pode apresentar um projecto, mas esta [condição] não é obrigatória, podendo o convite ser feito por iniciativa da direcção artística do festival”, refere a organização. A participação das companhias internacionais também é feita por convite directo, analisados os projectos apresentados pelos grupos de teatro interessados ou contactados. Também neste caso dá-se prioridade à qualidade artística, ao estilo do espectáculo proposto. A diversificação é fundamental na programação, assim como a inclusão de acções de formação para agentes teatrais cabo-verdianos, a localização (país a que pertence), entre outros requisitos.
No ano passado, a organização do Festival Internacional de Teatro do Mindelo homenageou o grupo angolano Elinga Teatro.” Fonte: Jornaldeangola.com

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