Cabo Verde está de luto por ter perdido uma de suas maiores escritoras! Eis a nossa singela homenagem a Orlanda Amarílis.
– Alguns textos interessantes:
1- Identidade e gênero na diáspora
2- 2- Cais do Sodré té Salamansa: o cabo-verdiano em exílio
“O FESTLIP chega a sua 5ª. Edição em 2013 consolidando o movimento pioneiro e de âmbito internacional criado em 2008, pela atriz e produtora Tânia Pires, de intercâmbio do teatro entre os 08 países da CPLP – Comunidade dos Países da Língua Portuguesa: Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Timor Leste e São Tomé e Príncipe , que envolve os 04 continentes.
Realizado pela TALU PRODUÇÕES é um iniciativa da sociedade civil, com grande importância no papel social, educacional e cultural do Brasil, país que hoje possui 80% dos falantes da nossa língua. O FESTLIP mobiliza todo o universo artístico da língua portuguesa, o que projeta e fortalece o nosso idioma, se valendo das características comuns e diversas de cada país, agregando valores às suas histórias culturais e sociais. O festival conquistou o reconhecimento mundial como um evento de grande fomento às artes cênicas, e também de formação dos atores dos países participantes, além da interação e enriquecimento do processo criativo no teatro.
O FESTLIP reúne uma programação de espetáculos internacionais distribuídos por diversos teatros da cidade do Rio de Janeiro, vitrines culturais do nosso país. Paralelamente, o evento se enriquece com exposição, palestras, debates, show musical, mostra gourmet, lançamentos literários e oficinas,oferecendo um leque completo de atividades culturais relacionadas ao tema. No final da temporada um espetáculo revelação é eleito por voto popular. Toda programação conta com ingressos populares, por compreender que o acesso ao conhecimento da cultura histórica da língua portuguesa é um patrimônio público.
O evento homenageia ainda todo ano uma personalidade que influencia o teatro da língua portuguesa. Em 2011, o FESTLIP – homenageou a Cia. de Teatro/Dança de Cabo Verde, Raiz di Polon, por sua contribuição em 20 anos de carreira. Em 2010, o festival rendeu-se ao talento de um dos maiores ícones do teatro português, a atriz Maria do Céu Guerra. Em 2009 o foi a vez do escritor e dramaturgo moçambicano, Mia Couto e em 2008, a atriz brasileira, Maria Fernanda. Nesta 5ª. Edição homenageia o renomado dramaturgo e diretor angolano, José Mena Abrantes.” Fonte: site oficial do FESTLIP
2 – Avassati va Lomu – Grupo Bayette (Moçambique)
3 – Sabine – José “Djosinha” Duarte (Cabo Verde)
4 – Pala ka nu abesa ô Muxima – Carlos Lamartine (Angola)
5 – Bô Legá Caçô Modê Bô – África Negra (São Tomé e Príncipe)
6 – Kwela – Tomas Tembe (Moçambique)
7 – Muxima – Ruy Mingas (Angola)
8 – Atalia Mungani Wamina – Banda Six (Moçambique)
9 – Tema para Dois – Os Tubarões (Cabo Verde)
10 – Tlhelela N’tsaku – Grupo Bantu (Moçambique)
11 – Tchan de Pedra – Bana (Cabo Verde)
12 – Ngahonani Gutsaka – Magide Mussa (Moçambique)
13 – Filomena – Cabinda Ritmo (Angola)
14 – A ma hanhela – Pedro Ben (Moçambique)
15 – Farra na Madrugada – Jovens do Prenda (Angola)
– música dos PALOPS na época das independências!
Sobre o mesmo assunto:
– Manifesto por uma Arte Revolucionária Independente


Antes de mais nada, gostaríamos de agradecer pelos mais de 300 votos contabilizados entre os seguidores no Facebook e os leitores deste blog!
Para nossa surpresa, o tema mais votado foi a solidão, que deixou para trás o tesão (que até a metade da votação, estava em vantagem) e a paixão!
O Podcast Zarpante 15 (do mês de fevereiro de 2013) está quase pronto! Porém, seria bom termos mais músicas de países lusófonos que não sejam o Brasil, e nesse intuito, pedimos aos nossos leitores que enviem sugestões de músicas de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal, Guiné Bissau, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe que tratem do tema da solidão!
Por outro lado, músicos e compositores (de todos os países lusófonos) que tiverem alguma música sobre o tema, podem nos enviar suas músicas em formato mp3 para o email zarpante@gmail.com!
Agradecemos antecipadamente pela participação!
“O concurso para as companhias de teatro cabo-verdianas e internacionais interessadas em participar no Festival Internacional de Teatro do Mindelo – Mindelact 2013, em Cabo Verde, que decorre entre 5 e 14 de Setembro, está aberto. O regulamento para a entrega de projectos está disponível no “site” http://www.mindelact.com.
A data limite para a apresentação de propostas internacionais é o mês de Março, com a selecção marcada para Abril. O prazo para o envio das propostas cabo-verdianas expira em Maio e a selecção ocorre em Junho. Em Julho, o Mindelact apresenta a programação do festival, que acontece em Setembro.
A organização informa que os grupos seleccionados tornam-se parceiros e co-produtores do festival. Isso ocorre porque, diz a organização, sem parcerias locais, quer para companhias cabo-verdianas quer internacionais, muito dificilmente pode cobrir e fazer face a todos aos custos de deslocação e aos “cachets” dos artistas.
Também por isso a organização do Mindelact faz questão de convidar as companhias para estarem no Mindelo durante sete dias, cobrindo todas as despesas de alojamento, alimentação, custos de produção do espectáculo, promoção e montagem técnica.
As entidades e/ou empresas que apoiam as companhias participantes são consideradas patrocinadoras do evento e como tal aparecem nos materiais de promoção.
Em relação à escolha das companhias cabo-verdianas, o regulamento realça que a sua participação é feita por convite directo da organização e que são considerados critérios de selecção a qualidade artística, a localização (ilha a que pertence), o historial recente do grupo, a dinamização no seu local de origem e a capacidade mobilizadora de recursos. “O grupo pode apresentar um projecto, mas esta [condição] não é obrigatória, podendo o convite ser feito por iniciativa da direcção artística do festival”, refere a organização. A participação das companhias internacionais também é feita por convite directo, analisados os projectos apresentados pelos grupos de teatro interessados ou contactados. Também neste caso dá-se prioridade à qualidade artística, ao estilo do espectáculo proposto. A diversificação é fundamental na programação, assim como a inclusão de acções de formação para agentes teatrais cabo-verdianos, a localização (país a que pertence), entre outros requisitos.
No ano passado, a organização do Festival Internacional de Teatro do Mindelo homenageou o grupo angolano Elinga Teatro.” Fonte: Jornaldeangola.com