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Ele não é bom, ele é bom demais!

Esse cara já deveria estar em todas as paradas musicais: poucos são os que representam tão bem nosso Hip-Hop!  Vejam abaixo mais um artista que trabalha com Zarpante: Sorry Drummer mandando ver na bateria com o parceiro dele Erick Jay nas carrapetas. Está imperdível o mix!

Digam lá: eles mandaram muito bem né? Para quem se interessou e deseja contratar o Sorry Drummer e seus parceiros para agitar sua balada ou seu bar ou sua casa de shows, basta acessar o link abaixo.

Agenciamento Sorry Drummer – Zarpante.

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Podcast Zarpante nº 26 (Franceses e Brasileiros)

France-Bresil

Para escutar o Podcast Zarpante de número 26 basta clicar na imagem acima!

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Gastronomia francesa com tempero brasileiro

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Preparamos uma lista de canções no Youtube para que descubram algumas curiosidades musicais feitas na França com bastante tempero brasileiro! Mais uma prova da importância cultural que tem a música brasileira a nível mundial.

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Contra ou a favor da Copa do Mundo?

Durante a Copa do Mundo passada, na África do Sul, não presenciamos tantos brasileiros manifestando-se contra o evento, o que vimos foram muitos brasileiros que viajaram para ver a Copa do Mundo ao vivo no continente africano, telões nas praias do Rio para que milhares de pessoas acompanhassem os jogos… De forma geral, os brasileiros acompanham as Copas do Mundo com assiduidade. Conhecemos pessoalmente muitos que detestam futebol, mas que ainda assim assistem e torcem durante a Copa do Mundo.

Mas agora que a Copa será no Brasil, os brasileiros parecem ter finalmente lembrado que produzir um evento desses custa dinheiro.

A pergunta que fica é a seguinte: essas pessoas que hoje se manifestam contra a copa não seriam as mesmas que 4 anos atrás se entusiasmaram com as vuvuzelas e companhia na terra de Mandela?

Acontece que, hoje em dia, até mesmo os antigos jogadores de futebol resolveram se juntar a esse movimento anti-Copa do Mundo. O Rai (antigo jogador dos São Paulo e do Paris Saint Germain), por exemplo, é um desses que deve ter  esquecido que, antes de ir para as ruas se “solidarizar” com os manifestos  contra a Copa do Mundo, ele mesmo representou o Brasil em edições anteriores da Copa do Mundo. Na época em que milhões eram gastos para garantir a transferência do jogador de tal clube para tal outro clube, o Raí não parecia estar tão preocupado com o fato de essas somas não estarem sendo aplicadas em hospitais, educação, etc. Agora perguntem se ele tivesse sido um dos jogadores escolhidos para representar a cara da Copa do Mundo, ele estaria incitando as pessoas a se manifestarem contra a Copa em junho? Será que ficou com ciúmes do Cafu e do Ronaldo, que têm sido os representantes oficiais da Copa do Mundo de 2014?

O fato é que, por melhor jogador que tenha sido, o Rai não é nem um pouco representativo do verdadeiro sentimento da grande maioria do povo brasileiro em relação à Copa do Mundo de 2014. Por vermos muitas manifestações acontecendo em diversas cidades do Brasil, acabamos por acreditar que o povo é contra o evento. No entanto, pesquisas indicam exatamente o contrário! Alguns números abaixo:

Pesquisa Datafolha realizada nos dias 19 e 20 deste mês:

– brasileiros contrários às passeatas pelo país somam 42%; percentual era de 15% em junho do ano passado;

52% apoiam os atos, índice mais baixo desde o início das manifestações, quando 81% eram favoráveis;

52% dos entrevistados são favoráveis às manifestações, contra 81% no final de junho (mês em que os protestos reuniram cerca de 1 milhão de pessoas em 25 capitais do país);

os que se declararam contra os protestos aumentaram de 15% para 42% no mesmo período;

o apoio é ainda menor quando a pergunta aborda especificamente a realização de manifestações durante a Copa do Mundo: apenas 32% em prol, enquanto 63% rechaçam a iniciativa.

Fontes:

Bye bye coxinhas! O povo apoia a Copa do Mundo!

Folha de São Paulo, 

Le petit Journal.

Iremos agora tomar a liberdade de compartilhar alguns trechos de artigos para quem desejar realmente refletir sobre esse assunto com boas ferramentas em mãos:

Começamos com um texto de Laurindo Lalo Leal Filho sobre a “posição esquizofrênica” da mídia em relação à Copa do mundo de 2014!

– Artigo publicado originalmente na Revista do Brasil, edição de fevereiro de 2014

“Encerrei o artigo publicado na edição de janeiro da Revista do Brasil com a expressão “2014 promete”. Escrito em dezembro, chamava a atenção para o desespero da oposição, representada pela mídia, na busca de um candidato para as eleições presidenciais deste ano, alertando sobre o previsível “vale-tudo”.

Previsão que, infelizmente, começou a se confirmar antes mesmo do fim do ano com o jornalista Élio Gaspari pedindo na Folha de S.Paulo a volta das manifestações de rua, seguido na mesma linha por vários outros comunicadores, até pelo Faustão, na Globo.

Passadas as festas, a carga prosseguiu com a Globonews mostrando um gráfico sobre inflação que irá para os anais da manipulação jornalística brasileira. Através dele ficamos sabendo que a inflação de 2013, de 5,91%, é maior que as de 2010 (5,92%) e 2011 (6,50%).

Disseram depois que foi “erro”, para mim só comparável ao célebre “boimate” da Veja de tempos atrás, quando a revista da Abril publicou uma nota científica sobre a descoberta da criação de um híbrido formado por boi e tomate.

A diferença entre os dois “erros” está em seus objetivos. O da Veja antiga era mero sensacionalismo. Já o da Globonews faz parte de ação política orquestrada, tendo como referência ideológica o Instituto Millenium, articulador da mídia brasileira em torno do pensamento único de raiz reacionária.

Curiosa, no entanto, é a esquizofrenia dessa mídia diante da Copa do Mundo. Ao mesmo tempo que a defende de acordo com os seus interesses mercadológicos procura incentivar manifestações populares em torno dela, contra o governo, por interesses políticos. Mas pede que sejam feitos de forma pacífica, repetindo os chavões de junho passado.

Creio até que gestores e mentores dessa mídia torçam contra a seleção na esperança de que uma derrota crie o clima capaz de dar à oposição um último alento. Ainda que custem um período de relativas baixas nas receitas publicitárias advindas do ufanismo futebolístico.

Se for assim será mesmo o derradeiro ato de desespero. Foi-se o tempo em que política e futebol contaminavam-se reciprocamente. Não estamos mais em 1950 quando candidatos aos mais diferentes cargos circulavam entre os jogadores da seleção, considerada invencível antes da hora, tentando tirar uma casquinha do prestígio por eles conquistado nos gramados até minutos antes da tragédia do Maracanã diante do Uruguai.

Ou da ditadura, em seu momento mais sinistro durante a Copa de 1970, tentando sufocar os gritos das masmorras com marchinhas do tipo “prá-frente Brasil, salve a seleção”. Chegando ao cúmulo de determinar a saída do técnico do time, João Saldanha, às vésperas da competição devido a sua militância política.

De lá para cá o país mudou muito. Foi campeão do mundo mais duas vezes, passou dos “90 milhões em ação” para mais 200 milhões de habitantes e, na última década, tornou-se uma das mais importantes economias do mundo.

Não há futebol que possa contaminar as conquistas populares como o aumento das redes de proteção social, a universalização do acesso ao ensino fundamental, a expansão do ensino superior e, principalmente, a ampla redução do desemprego.” Para ler o artigo completo clique aqui.

– Em seguida, um texto imperdível de Antonio Lassance, em que descobriremos as verdades em torno dos argumentos de quem tem manifestado contra a Copa:

“Como a desinformação alimenta o festival de besteiras ditas contra a Copa do Mundo de Futebol no Brasil.”

Profetas do pânico: os gupos que patrocinam a campanha anticopa

Existe uma campanha orquestrada contra a Copa do Mundo no Brasil. A torcida para que as coisas deem errado é pequena, mas é barulhenta e até agora tem sido muito bem sucedida em queimar o filme do evento.

Tiveram, para isso, uma mãozinha de alguns governos, como o do estado do Paraná e da prefeitura de Curitiba, que deram o pior de todos exemplos ao abandonarem seus compromissos com as obras da Arena da Baixada, praticamente comprometida como sede.

A arrogância e o elitismo dos cartolas da Fifa também ajudaram. Aliás, a velha palavra “cartola” permanece a mais perfeita designação da arrogância e do elitismo de muitos dirigentes de futebol do mundo inteiro.

Mas a campanha anticopa não seria nada sem o bombardeio de informação podre patrocinado pelos profetas do pânico.

O objetivo desses falsos profetas não é prever nada, mas incendiar a opinião pública contra tudo e contra todos, inclusive contra o bom senso.

Afinal, nada melhor do que o pânico para se assassinar o bom senso.

Como conseguiram azedar o clima da Copa do Mundo no Brasil

O grande problema é quando os profetas do pânico levam consigo muita gente que não é nem virulenta, nem violenta, mas que acaba entrando no clima de replicar desinformações, disseminar raiva e ódio e incutir, em si mesmas, a descrença sobre a capacidade do Brasil dar conta do recado.

Isso azedou o clima. Pela primeira vez em todas as copas, a principal preocupação do brasileiro não é se a nossa seleção irá ganhar ou perder a competição.

A campanha anticopa foi tão forte e, reconheçamos, tão eficiente que provocou algo estranho. Um clima esquisito se alastrou e, justo quando a Copa é no Brasil, até agora não apareceu aquela sensação que, por aqui, sempre foi equivalente à do Carnaval.

Se depender desses Panicopas (os profetas do pânico na Copa), essa será a mais triste de todas as copas.

“Hello!”: já fizemos uma copa antes

Até hoje, os países que recebem uma Copa tornam-se, por um ano, os maiores entusiastas do evento. Foi assim, inclusive, no Brasil, em 1950. Sediamos o mundial com muito menos condições do que temos agora.

Aquela Copa nos deixou três grandes legados. O primeiro foi o Maracanã, o maior estádio do mundo – que só ficou pronto faltando poucos dias para o início dos jogos.

O segundo, graças à derrota para o Uruguai (“El Maracanazo”), foi o eterno medo que muitos brasileiros têm de que as coisas saiam errado no final e de o Brasil dar vexame diante do mundo – o que Nélson Rodrigues apelidou de “complexo de vira-latas”,  a ideia de que o brasileiro nasceu para perder, para errar, para sofrer.

O terceiro legado, inestimável, foi a associação cada vez mais profunda entre o futebol e a imagem do país. O futebol continua sendo o principal cartão de visitas do Brasil – imbatível nesse aspecto.

O cartunista Henfil, quando foi à China, em 1977, foi recebido com sorrisos no rosto e com a única palavra que os chineses sabiam do Português: “Pelé” (está no livro “Henfil na China”, de 1978).

O valor dessa imagem para o Brasil, se for calculada em campanhas publicitárias para se gerar o mesmo efeito, vale uma centena de Maracanãs.

Desinformação #1: o dinheiro da Copa vai ser gasto em estádios e em jogos de futebol, e isso não é importante

O pior sobre a Copa é a desinformação. É da desinformação que se alimenta o festival de besteiras que são ditas contra a Copa.

Não conheço uma única pessoa que fale dos gastos da Copa e saiba dizer quanto isso custará para o Brasil. Ou, pelo menos, quanto custarão só os estádios. Ou que tenha visto uma planilha de gastos da copa.

A “Copa” vai consumir quase 26 bilhões de reais.

A construção de estádios (8 bi) é cerca de 30% desse valor.

Cerca de 70% dos gastos da Copa não são em estádios, mas em infraestrutura, serviços e formação de mão de obra.

Os gastos com mobilidade urbana praticamente empatam com o dos estádios.

O gastos em aeroportos (6,7 bi), somados ao que será investido pela iniciativa privada (2,8 bi até 2014) é maior que o gasto com estádios.

O ministério que teve o maior crescimento do volume de recursos, de 2012 para 2013, não foi o dos Esportes (que cuida da Copa), mas sim a Secretaria da Aviação Civil (que cuida de aeroportos).

Quase 2 bi serão gastos em segurança pública, formação de mão de obra e outros serviços.

Ou seja, o maior gasto da Copa não é em estádios. Quem acha o contrário está desinformado e, provavelmente, desinformando outras pessoas.

Desinformação #2: se deu mais atenção à Copa do que a questões mais importantes

Os atrasos nas obras pelo menos serviram para mostrar que a organização do evento não está isenta de problemas que afetam também outras áreas. De todo modo, não dá para se dizer que a organização da Copa teve mais colher de chá que outras áreas.

Certamente, os recursos a serem gastos em estádios seriam úteis a outras áreas. Mas se os problemas do Brasil pudessem ser resolvidos com 8 bi, já teriam sido.

Em 2013, os recursos destinados à educação e à saúde cresceram. Em 2014, vão crescer de novo.

Portanto, o Brasil não irá gastar menos com saúde e educação por causa da Copa. Ao contrário, vai gastar mais. Não por causa da Copa, mas independentemente dela.

No que se refere à segurança pública, também haverá mais recursos para a área. Aqui, uma das razões é, sim, a Copa.

Dados como esses estão disponíveis na proposta orçamentária enviada pelo Executivo e aprovada pelo Congresso (nas referências ao final está indicado onde encontrar mais detalhes).

Se alguém quiser ajudar de verdade a melhorar a saúde e a educação do país, ao invés de protestar contra a Copa, o alvo certo é lutar pela aprovação do Plano Nacional de Educação, pelo cumprimento do piso salarial nacional dos professores, pela fixação de percentuais mais elevados e progressivos de financiamento público para a saúde e pela regulação mais firme sobre os planos de saúde.

Se quiserem lutar contra a corrupção, sugiro protestos em frente às instâncias do Poder Judiciário, que andam deixando prescrever crimes sem o devido julgamento, e rolezinhos diante das sedes do Ministério Público em alguns estados, que andam com as gavetas cheias de processos, sem dar a eles qualquer andamento.

Marchar em frente aos estádios, quebrar orelhões públicos e pichar veículos em concessionárias não tem nada a ver com lutar pela saúde e pela educação.

Os estádios, que foram malhados como Judas e tratados como ícones do desperdício, geraram, até a Copa das Confederações, 24,5 mil empregos diretos. Alto lá quando alguém falar que isso não é importante.

Será que o raciocínio contra os estádios vale também para a Praça da Apoteose e para todos os monumentos de Niemeyer? Vale para a estátua do Cristo Redentor? Vale para as igrejas de Ouro Preto e Mariana?

Havia coisas mais importantes a serem feitas no Brasil, antes desses monumentos extraordinários. Mas o que não foi feito de importante deixou de ser feito porque construíram o bondinho do Pão-de-Açúcar?

Até mesmo para o futebol, o jogo e o estádio são, para dizer a verdade, um detalhe menos importante. No fundo, estádios e jogos são apenas formas para se juntar as pessoas. Isso sim é muito importante. Mais do que alguns imaginam.

Desinformação #3: O Brasil não está preparado para sediar o mundial e vai passar vexame

Se o Brasil deu conta da Copa do Mundo em 1950, por que não daria conta agora?

Se realizou a Copa das Confederações no ano passado, por que não daria conta da Copa do Mundo?

Se recebeu muito mais gente na Jornada Mundial da Juventude, em uma só cidade, porque teria dificuldades para receber um evento com menos turistas, e espalhados em mais de uma cidade?

O Brasil não vai dar vexame, quando o assunto for segurança, nem diante da Alemanha, que se viu rendida quando dos atentados terroristas em Munique, nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972; nem diante dos Estados Unidos, que sofreram atentados na Maratona Internacional de Boston, no ano passado.

O Brasil não vai dar vexame diante da Itália, quando o assunto for a maneira como tratamos estrangeiros, sejam eles europeus, americanos ou africanos.

O Brasil não vai dar vexame diante da Inglaterra e da França, quando o assunto for racismo no futebol. Ninguém vai jogar bananas para nenhum jogador, a não ser que haja um Panicopa no meio da torcida.

O Brasil não vai dar vexame diante da Rússia, quando o assunto for respeito à diversidade e combate à homofobia.

O Brasil não vai dar vexame diante de ninguém quando o assunto for manifestações populares, desde que os governadores de cada estado convençam seus comandantes da PM a usarem a inteligência antes do spray de pimenta e a evitar a farra das balas de borracha.

Podem ocorrer problemas? Podem. Certamente ocorrerão. Eles ocorrem todos os dias. Por que na Copa seria diferente? A grande questão não é se haverá problemas. É de que forma nós, brasileiros, iremos lidar com tais problemas.

Desinformação #4: os turistas estrangeiros estão com medo de vir ao Brasil

De tanto medo do Brasil, o turismo para o Brasil cresceu 5,6% em 2013, acima da média mundial. Foi um recorde histórico (a última maior marca havia sido em 2005).

Recebemos mais de 6 milhões de estrangeiros. Em 2014, só a Copa deve trazer meio milhão de pessoas.

De quebra, o Brasil ainda foi colocado em primeiro lugar entre os melhores países para se visitar em 2014, conforme o prestigiado guia turístico Lonely Planet (“Best in Travel 2014”, citado nas referências ao final).

Adivinhe qual uma das principais razões para a sugestão? Pois é, a Copa.

Desinformação #5: a Copa é uma forma de enganar o povo e desviá-lo de seus reais problemas

O Brasil tem de problemas que não foram causados e nem serão resolvidos pela Copa.

O Brasil tem futebol sem precisar, para isso, fazer uma copa do mundo. E a maioria assiste aos jogos da seleção sem ir a estádios.

Quem quiser torcer contra o Brasil que torça. Há quem não goste de futebol, é um direito a ser respeitado. Mas daí querer dar ares de “visão crítica” é piada.

Desinformação #6: muitas coisas não ficarão prontas antes da Copa, o que é um grave problema

É verdade, muitas coisas não ficarão prontas antes da Copa, mas isso não é um grave problema. Tem até um nome: chama-se “legado”.

Mas, além do legado em infraestrutura para o país, a Copa provocou um outro, imaterial, mas que pode fazer uma boa diferença.

Trata-se da medida provisória enviada por Dilma e aprovada pelo Congresso (entrará em vigor em abril deste ano), que limita o tempo de mandato de dirigentes esportivos.

A lei ainda obrigará as entidades (não apenas de futebol) a fazer o que nunca fizeram: prestar contas, em meios eletrônicos, sobre dados econômicos e financeiros, contratos, patrocínios, direitos de imagem e outros aspectos de gestão. Os atletas também terão direito a voto e participação na direção. Seria bom se o aclamado Barcelona, de Neymar, fizesse o mesmo.

Estresse de 2013 virou o jogo contra a Copa

Foi o estresse de 2013 que virou o jogo contra a Copa. Principalmente quando aos protestos se misturaram os críticos mascarados e os descarados.

Os mascarados acompanharam os protestos de perto e neles pegaram carona, quebrando e botando fogo. Os descarados ficaram bem de longe, noticiando o que não viam e nem ouviam; dando cartaz ao que não tinha cartaz; fingindo dublar a “voz das ruas”, enquanto as ruas hostilizavam as emissoras, os jornalões, as revistinhas e até as coitadas das bancas.

O fato é que um sentimento estranho tomou conta dos brasileiros. Diferentemente de outras copas, o que mais as pessoas querem hoje saber não é a data dos jogos, nem os grupos, nem a escalação dos times de cada seleção.

A maioria quer saber se o país irá funcionar bem e se terá paz durante a competição. Estranho.

É quase um termômetro, ou um teste do grau de envenenamento a que uma pessoa está acometida. Pergunte a alguém sobre a Copa e ouça se ela fala dos jogos ou de algo que tenha a ver com medo. Assim se descobre se ela está empolgada ou se sentou em uma flecha envenenada deixada por um profeta do apocalipse.

Todo mundo em pânico: esse filme de comédia a gente já viu

Funciona assim: os profetas do pânico rogam uma praga e marcam a data para a tragédia acontecer. E esperam para ver o que acontece. Se algo “previsto” não acontece, não tem problema. A intenção era só disseminar o pânico e o baixo astral mesmo.

O que diziam os profetas do pânico sobre o Brasil em 2013?  Entre outras coisas:

Que estávamos à beira de um sério apagão elétrico.

Que o Brasil não conseguiria cumprir sua meta de inflação e nem de superávit primário.

Que o preço dos alimentos estava fora de controle.

Que não se conseguiria aprontar todos os estádios para a Copa das Confederações.

O apagão não veio e as termelétricas foram desligadas antes do previsto. A inflação ficou dentro da meta. A inflação de alimentos retrocedeu. Todos os estádios previstos para a Copa das Confederações foram entregues.

Essas foram as profecias de 2013. Todas furadas.

Cada ano tem suas previsões malditas mais badaladas. Em 2007 e 2008, a mesma turma do pânico dizia que o Brasil estava tendo uma grande epidemia de febre amarela. Acabou morrendo mais gente de overdose de vacina do que de febre amarela, graças aos profetas do pânico.

Em 2009 e 2010, os agourentos diziam que o Brasil não estava preparado para enfrentar a gripe aviária e nem a gripe “suína”, o H1N1. Segundo esses especialistas em catástrofes, os brasileiros não tinham competência nem estrutura para lidar com um problema daquele tamanho. Soa parecido com o discurso anticopa, não?

O cataclismo do H1N1 seria gravíssimo. Os videntes falavam aos quatro cantos que não se poderia pegar ônibus, metrô ou trem, tal o contágio. Não se poderia ir à escola, ao trabalho, ao supermercado. Resultado? Não houve epidemia de coisa alguma.

Mas os profetas do pânico não se dão por vencidos. Eles são insistentes (e chatos também). Quando uma de suas profecias furadas não acontece, eles simplesmente adiam a data do juízo final, ou trocam de praga.

Agora, atenção todos, o próximo fim do mundo é a Copa. “Imagina na Copa” é o slogan. E há muita gente boa que não só reproduz tal slogan como perde seu tempo e sua paciência acreditando nisso, pela enésima vez.

Para enfrentar o pessoal que é ruim da cabeça ou doente do pé

O pânico é a bomba criada pelos covardes e pulhas para abater os incautos, os ingênuos e os desinformados.

Só existe um antídoto para se enfrentar os profetas do pânico. É combater a desinformação com dados, argumentos e, sobretudo, bom senso, a principal vítima da campanha contra a Copa.

Informação é para ser usada. É para se fazer o enfrentamento do debate. Na escola, no trabalho, na família, na mesa de bar.

É preciso que cada um seja mais veemente, mais incisivo e mais altivo que os profetas do pânico. Eles gostam de falar grosso? Vamos ver como se comportam se forem jogados contra a parede, desmascarados por uma informação que desmonta sua desinformação.

As pessoas precisam tomar consciência de que deixar uma informação errada e uma opinião maldosa se disseminar é como jogar lixo na rua.

Deixar envenenar o ambiente não é um bom caminho para melhorar o país.

A essa altura do campeonato, faltando poucos meses para a abertura do evento, já não se trata mais de Fifa. É do Brasil que estamos falando.

É claro que as informações deste texto só fazem sentido para quem as palavras “Brasil” e “brasileiros” significam alguma coisa.

Há quem por aqui nasceu, mas não nutre qualquer sentimento nacional, qualquer brasilidade; sequer acreditam que isso existe. Paciência. São os que pensam diferente que têm que mostrar que isso existe sim.

Ter orgulho do país e torcer para que as coisas deem certo não deve ser confundido com compactuar com as mazelas que persistem e precisam ser superadas. É simplesmente tentar colocar cada coisa em seu lugar.

Uma das maneiras de se colocar as coisas no lugar é desmascarar oportunistas que querem usar da pregação anticopa para atingir objetivos que nunca foram o de melhorar o país.

O pior dessa campanha fúnebre não é a tentativa de se desmoralizar governos, mas a tentativa de desmoralizar o Brasil.

É preciso enfrentar, confrontar e vencer esse debate. É preciso mostrar que esse pessoal que é profeta do pânico é ruim da cabeça ou doente do pé.”

Fonte: Carta Maior

Outros artigos sobre o assunto:

– Imagina na Copa!

– O Caos Fabricado e o Brasil Real

– Paz no futebol

O avião da seleção

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E por falar em manifestações…

4-0 Documentário sobre as manifestações ocorridas em Junho de 2013, em São Paulo, que culminaram com a revogação do aumento de vinte centavos da tarifa de ônibus.

Documentary about the protest movements that took place in June of 2013, in São Paulo, which ultimately culminated in the cancelation of the twenty cents raise in public transportation fare prices.

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Desculpem pelas baterias…

É um rapper? Um baterista? Um compositor? um  produtor?

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Não, é o Sorry Drummer! Um artista único que reúne tudo isso e muito mais, e que se juntou oficialmente ao portfólio Zarpante!

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Sintam o som do cara e de seus amigos! Já foi comparado ao grande produtor J-Dilla e é com certeza um dos melhores representantes brasileiros do hip hop e do r&b atuais.

Sorry Drummer também é parceiro do rapper do BBB 2014, Slim Rimografia:

Saibam mais sobre o artista neste link: Agenciamento Sorry Drummer, Zarpante

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Novos músicos agenciados por Zarpante

Anteriormente, já havíamos apresentado alguns dos artistas agenciados por Zarpante. Como o tempo não para e que estamos sempre navegando pelos mares da cultura de língua portuguesa, temos hoje o prazer de apresentar alguns novos artistas presentes no portfólio Zarpante.

– Comecemos com um português bem tribal e seu Espetáculo de World Music, Winga Kan:

Como podem ver o set de instrumentos contem diversos instrumentos percussivos!

Como podem ver o set de instrumentos contem diversos instrumentos percussivos!

Um espetáculo de percussão Tribal, criado pelo carismático Nuno Patrício, percussionista da reconhecida banda Blasted Mechanism.

Para saber mais sobre o espetáculo e para contratar os serviços de Winga Kan, clique aqui e acesse a página de agenciamento do artista no site Zarpante.

– Conheçam também o brasileiro Jim Porto:

O cantor, autor e músico brasileiro Jim Porto teve seu primeiro contacto com a música aos 10 anos de idade – fascinado pelas mãos de um amigo que deslizava sobre os teclados. Iniciou a estudar piano em sua cidade natal do Rio Grande do Sul, misturando a música clássica com o Samba e a Bossa-Nova, ganhando notoriedade quase que imediatamente.

Jim desenvolveu seus talentos com artistas internacionais de nome, como o músico de jazz Chet Baker, de cujo primeiro álbum participou em 1983, mas também de músicos brasileiros como Gilberto Gil, além de participar em programas televisivos e saborosas “Jam Sessions” com Djavan.

Para saber mais sobre Jim Porto e para contratar os serviços do artista, clique aqui e acesse a página de agenciamento de Jim Porto no site Zarpante.

– Em seguida façamos uma viagem musical com o grupo Symbiose:

Logo Symbiose Lettres

Symbiose nasceu de um feliz encontro entre 3 músicos do cenário “World Music”. Inspirado pela sonoridade moderna do inglês Fink e alimentado por universos musicais brasileiros como os de João Bosco, Gilberto Gil e Nana Vasconcelos, o grupo cria uma symbiose de estilos ecléticos.

As influências africanas e brasileiras se associam à poesia urbana para criar um som único que reúne dois mundos aparentemente  contraditórios: a tradição acústica da música brasileira e a energia do rock.

Para saber mais sobre Symbiose e para contratar os serviços do grupo, clique aqui e acesse a página de agenciamento do Symbiose no site Zarpante.

– Continuemos com o saboroso som do Quarteto Maracuja:

Maracuja cover art

Maracuja, é o fruto da paixão de 4 músicos pelo ritmos endiabrados da música brasileira. O quarteto surgiu em outubro de 2011 sob o impulso da flautista Amina Mezaache.

O quarteto nos mergulha em um universo repleto de fusões culturais e de influencias diversas, em que cada ritmo nos conta uma história que nos remete ao continente africano, ao Blues, ou ao Caribe.

O repertório do grupo é composto por diversas reprises de Sivuca, ou de Hermeto Pascoal, além de ser fortemente inspirado por músicas de baile e de carnaval (forro, frevo, baiao, maracatu).

Para saber mais sobre o Quarteto Maracuja e para contratar os serviços do grupo, clique aqui e acesse a página de agenciamento do Maracuja no site Zarpante.

– Por hoje, terminaremos com a voz sensual da bela Carolina Ferrer:

“Her tone is warm and welcoming and she has the ability to convey the emotions of every word, in her unique phrasing. Living in Paris, France,Caro Ferrer is the best kept secret in brazilian music.” The NewYork Jazztimes

Receita elaborada entre Rio e Paris, ela traz os aromas de um groove brejeiro (marca de fabricação de Caro), e da delicadeza da MPB, mas revela a veia pop da artista. Composições de grande sensibilidade, arranjos entrelaçados, com toques de reggae, de rap, de inglês e de alguns efeitos eletrônicos. Tudo na medida. Tablas, berimbau, citara, acordeom e uma guitarra havaiana à serviço da originalidade que se renova à cada faixa.

Para saber mais sobre Carolina Ferrer e para contratar os serviços da artista, clique aqui e acesse a página de agenciamento de Carolina Ferrer no site Zarpante.

Quem estiver em Paris, poderá ver Carolina Ferrer ao vivo no primeiro dia de fevereiro de 2014!

Mais infos e bilhetes mais baratos aqui!

Veja também:

– Novo Podcast Zarpante!

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Mostra dos novos talentos da fotografia paulistana

Zarpante apoia e divulga a 2ª edição da mostra “Fotoarte – Os olhos de quem vê”.

A primeira edição da mostra dos novos talentos da fotografia “Fotoarte – Os Olhos de quem vê!”, realizada em julho/2013 foi um êxito de realizações para a produtora Infinity Events e os fotógrafos participantes.

Porém, há muito à ser mostrado na arte de clicar, ainda mais em uma cidade multicultural como São Paulo, onde há expressões artísticas distintas, espalhadas por todos os pontos da cidade.
flyer
Por isso, a Infinity Events reuniu mais um grupo de fotógrafos e seus olhares sobre arte paulistana, em uma exposição de artistas e amigos que apresentam a arte da cidade para o mundo.
O evento acontecerá no dia 27 de Outubro, no Hostel Alice, na Vila Madalena. Além da exposição, as fotos serão vendidas em um bazar por valores bastante acessíveis.
De bônus, ainda haverá apresentação da banda de pop-rock nacional, PrásKbças Music, apresentando um pouco de seu novo projeto e mostrando sua essência na música popular brasileira.
PrásKbça Music
Jovens ex-alunos da ETEC de Artes que se juntaram e para fazer música popular brasileira, com uma pitada de rock, soul, funk e os estilos regionais do país. Levando música, festa e alegria por onde quer que eles passam, contagiam à todos apenas pelo seu som.

Conheçam os Fotógrafos participantes e seus trabalhos:

Ana de Oliveira
Cursou Fotografia Luz Marginal na instituição de ensino MAM, e foi sócio-proprietária do DUO FotoClube – Escola de Fotografia. Atualmente leciona aulas particulares de fotografia.
Fabio Astaire
Fotógrafo das luzes e cores, que servem de incentivo para continuar o registro dos pequenos fragmentos da vida. Um adorador de música e cinema, qual transmite essa energia para sua arte fotográfica.
Fernando Siqueira
Aventureiro por natureza, antes de ser fotógrafo, viveu alguns anos viajando pelo Brasil e pelo mundo, trabalhando com consultoria no seguimento de automação de topografia e navegação por satélites, uma area cheia de equipamentos e técnicas. Sua bússola acabou apontando para um novo mundo, o da fotografia. Hoje apaixonado pela fotografia, vive imerso ao mundo das imagens.
Recebido uma premiação em 2012, quando expôs uma de suas obras na IX Bienal Internacional de Arte de Roma.
Da teoria à pratica, é dono de um estilo próprio de fotografias comerciais para revistas de moda, eventos e acontecimentos corporativos, ações sociais ou casamentos. Sua fotografia autoral se caracteriza pela proximidade com o objeto e é sempre carregada de sentimentos e energias.
Priscila Visconti
Jornalista, produtora e uma curadora nata em organiar eventos culturais. Trabalha como repórter e fotógrafa no boletim sobre cultura pop “O Barquinho Cultural” e faz alguns outros ‘frilas’ sobre música, cultura e entretenimento.
Raquel Luzia
Trabalhou como designer e ilustradora em um estúdio de um amigo, e foi o próprio quem disse para comprar uma máquina fotográfica, pois uma vez que você compreender bem seus trabalhos, tanto na ilustração quanto design ficarão melhores, era o que ele dizia. E foi assim que tudo começou, ela comprou a câmera e foi amor a primeira vista.
Relembrando:
 “FotoArte – Os olhos de quem vê”
Data: 27/Outubro/2013
Horário: 14h
Local: Hostel Alice
End.: Rua Harmonia, 1275 – SP/SP

Entrada Franca

Facebook do evento: facebook.com/expofotoarte

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