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Então agora basta clicar no link abaixo ou na imagem para escutar o que preparamos para vocês:
http://www.mixcloud.com/zarpante-lda/podcast-zarpante-023-especial-reggae/
Agradecemos aos parceiros da Conexão Lusófona e aproveitamos para pedir a todos nossos leitores, amigos, seguidores, clientes, etc, que nos enviem os seus, para que possamos continuar essa série do “Eu Falo Zarpante”!
Basta enviar um curto vídeo para o nosso email zarpante@gmail.com, e explicar rapidamente de onde vem e porque acompanha nossas atividades.
Para quem ainda não teve essa chance, a hora é essa: até dia 2 de setembro de 2013 a artista, que tem obras na Galeria Zarpante, estará expondo parte de seu belo trabalho artístico na Galeria Chardonnay em Florianópolis.
É curioso que até o nome do bairro em que acontece a exposição tenha algo em comum com Zarpante e com a lusofonia: corram ao Bairro Santo Antônio de Lisboa pois são os últimos dias para ver essa exposição que vai até dia 2 de setembro!
A artista foi entrevistada na rádio comunitária Campeche, no programa semanal Arrastão e quem quiser pode conferir no link abaixo:

Hoje é dia de falarmos um pouco mais sobre crowdfunding. Afinal, o tema antes desconhecido pela grande maioria está cada vez mais popularizado.
No entanto, é muito importante que aproveitemos este espaço para esclarecer alguns pontos:
Por outro lado, existem pessoas que acreditam que tudo que vem de fora é sempre melhor! Mas vejam bem, para um português, um brasileiro ou um angolano, não faz sentido algum colocar um projeto de crowdfunding em uma plataforma americana.
Se já é difícil fazer com que pessoas da sua cidade ( que poderão estar presentes no evento para o qual está captando os fundos) participem financeiramente de seu projeto, imagine fazer participar pessoas de um país que não fala a sua língua?
Além do mais, se a própria cantora Bjork optou por uma plataforma americana (tida como lider mundial), e não atingiu a meta financeira que almejava, porque é que deveria funcionar para portugueses, brasileiros, e outros lusófonos desconhecidos nos Estados Unidos?
Zarpante surge com essa ideia de facilitar a compreensão e a comunhão entre nós que falamos português. Possibilitar que pessoas espalhadas pelo mundo não somente tenham acesso ao crowdfunding, mas principalmente, que possam fazer isso em português! Em um mundo globalizado, acreditamos que os mais de 270 milhões de falantes da nossa língua, possam realmente fazer a diferença, e que é muito importante evoluirmos sem esquecer do potencial que existe em nossas raízes linguísticas.
Outros artigos relativos ao crowdfunding:
– Como contribuir para projetos?
– Público – Toda uma moda nacional ( crowdfunding Portugal)
– Zarpante além do crowdfunding
– Humildade, determinação e ambição
– Conselhos para um projeto de financiamento coletivo bem sucedido!
Veja abaixo o artigo sobre Zarpante que foi publicado no Sapo:
Anne-Charlotte Louis e Henrique Moretzsohn de Andrade, ela franco-portuguesa e ele brasileiro, criaram a Zarpante, uma plataforma de financiamento a artistas de língua portuguesa com o intuito de estimular a “cena cultural lusófona”.

Este é um meio alternativo de encontrar soluções de financiamento para projectos criativos, dizem os fundadores. A Zarpante funciona online, desde 2011, e, colectivamente.
“Quisemos oferecer uma maneira para que os criativos encontrassem ofertas de trabalho relacionadas com as suas actividades. Esse trabalho seria remunerado por empresas à procura de um leque diferenciado de opções para satisfazer as necessidades criativas da entidade.”, afirmaram os criadores da plataforma, em entrevista ao SAPO.
Ambos entendem que, deste modo, ninguém fica a perder: “os criativos podem encontrar trabalhos remunerados, os contratantes encontram, por um preço competitivo, diferentes pontos de vista e diversas maneiras de abordar uma mesma encomenda.”, acrescentaram.
Anne-Charlotte Louis e Henrique pensaram em “Zarpar” para nomear a plataforma. A intenção era criar um nome que espelhasse o modo como os portugueses se fizeram ao mar e criaram uma união de povos que hoje se traduz em 260 milhões de pessoas em todo o mundo. Aleh Ferreira, um músico brasileiro, aconselhou o nome “Zarpante, pois teria a ideia de “zarpar” e seria muito mais intrigante.
Até ao momento foram financiados três projectos através desta plataforma. São aceites contribuições feitas financeiramente ou sob troca de compensações. O trabalho da Zarpante consiste na divulgação, com a ajuda dos seus parceiros, do projecto que leva a cabo para que este atinja um número de pessoas cada vez mais amplo.
Esta é, fundamentalmente, uma plataforma para a lusofonia cuja ideia surgiu através da “vontade de descobrir a cultura de terras longínquas que, apesar de estarem geograficamente distantes umas das outras, falam a mesma língua.”, referiram os entrevistados.
@Maria Mussolovela
Link: http://noticias.sapo.ao/vida/noticias/artigo/1285414.html