Arquivo da categoria: Brasil!

Ele não é bom, ele é bom demais!

Esse cara já deveria estar em todas as paradas musicais: poucos são os que representam tão bem nosso Hip-Hop!  Vejam abaixo mais um artista que trabalha com Zarpante: Sorry Drummer mandando ver na bateria com o parceiro dele Erick Jay nas carrapetas. Está imperdível o mix!

Digam lá: eles mandaram muito bem né? Para quem se interessou e deseja contratar o Sorry Drummer e seus parceiros para agitar sua balada ou seu bar ou sua casa de shows, basta acessar o link abaixo.

Agenciamento Sorry Drummer – Zarpante.

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O dia em que os portugueses carimbaram sua vinda ao Brasil

Mais de 500 anos depois de terem descoberto o Brasil, os portugueses estão prontos para voltar! E tudo graças ao Cristiano Ronaldo! Vejam abaixo como reagiu o radialista Nuno Matos!

Vejam também:

– O avião da seleção

– Paz no futebol

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O avião da seleção

Deram asas à imaginação dos Gêmeos!

Como representantes de uma das novas caras da cultura brasileira, os irmãos  Otávio e Gustavo Pandolfo, mais conhecidos sob o nome artístico ” Os Gêmeos”, são figuras cativas no Blog Zarpante. Eles já pintaram murais pelo mundo todo além de expor em diversas galerias ajudando a trazer a arte urbana para dentro do “circuito”.

Desta vez, os irmãos travaram parceria com a companhia aérea Gol e foram incumbidos de pintar o avião que servirá de transporte para a  seleção brasileira de Futebol durante a Copa do Mundo de 2014!

Foi a primeira vez que Os Gêmeos utilizaram um avião como suporte para um grafite, foram necessárias cerca de 1,2 mil latas de spray, e o resultado vocês conferem logo abaixo:

 

 

Vejam também:

– O dia em que os portugueses carimbaram sua vinda ao Brasil

– #Vaitercopa! Ainda é possível fazer um evento que seja positivo em seus diversos aspectos (inclusive no aspecto social e  econômico)

 

 

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Bossa Nova ou Hip-hop?

Qual dos dois estilos faz mais sucesso entre os nossos leitores?

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Black Josie nas caixas

Cliquem na foto abaixo e descubram o que Black Josie

faz!

Black Josie

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Paz no futebol

Em junho-julho de 2014 assistiremos a mais uma copa do mundo! O país anfitrião da vigésima edição do evento  será o Brasil. Com uma onda de violência cada vez mais presente no futebol brasileiro e em suas torcidas organizadas, devemos, todos juntos, fazer dos estádios, lugares de lazer que sejam  seguros!

Na Europa, racistas ignorantes jogaram uma banana sobre o jogador brasileiro Daniel Alves, que, ao comer ironicamente a banana, mostrou ao mundo que os “macacos brasileiros” são muito evoluídos e civilizados!

Já em Recife, o Santa Cruz Futebol Clube será responsabilizado pela morte do torcedor atingido por um vaso sanitário jogado das arquibancadas do estádio Arruda! Esses torcedores, que jogaram vasos sanitários, são energúmenos e não podem sequer ser comparados a macacos, pois seria um insulto não só a Daniel Alves, mas a todos nós homo sapiens.

PAzfutebol

Sem falar do caso “Fred x torcidas organizadas”, que serviu para mostrar mais uma vez que, por falta de uma verdadeira organização e de vozes ativas e unidas contra a violência, muitos torcedores perdem a noção dos limites e perseguem os jogadores,  ameaçam, etc.

O racismo e a violência têm invadido cada vez mais os campos pelo mundo afora.

Agnaldo Pereira Leão se formou em filosofia, jogou futsal e pensou muito sobre o assunto da violência no esporte que ele tanto ama. Por isso, resolveu criar um site, cujo  objetivo é focalizar em debates que vitalizem o esporte e reduzam a violência em torno do futebol. Dessa forma, o futebol torna-se mais vibrante e, graças ao site, será possível interagir com as comunidades e estruturar ações destinadas aos torcedores e às pessoas menos favorecidas que amam o esporte. O site deseja interagir com toda a comunidade em torno do futebol. Assim, os torcedores poderão, por exemplo, enviar mensagens de incentivo aos seus ídolos, comprar artigos esportivos e comercializá-los. Por outro lado, as empresas poderão comercializar suas marcas, e as ONGs (contra o racismo, contra a homofobia…) poderão interagir com as torcidas.

Saiba mais sobre este projeto e contribua para a paz no futebol no link seguinte: Projeto Zarpante Paz no Futebol!

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Em homenagem à dança

Dia 29 de Abril foi o Dia Mundial da Dança! Eis a nossa singela homenagem: alguns vídeos de danças lusófonas e dois vídeos de um dançarino que parece o Robocop!

 

 

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Um grande medico na prisão!

Drauzio inicia seu livro com uma foto da Casa de Detenção, mostrando suas dependências. Ele nos conta que quando menino assistia eletrizado filmes de cadeia em branco e preto e quando em 1989, vinte anos depois de formado médico cancerologista, foi gravar um vídeo sobre Aids na enfermaria da penitenciária do Estado. Quando entrou e a porta fechou-se atrás de si, sentiu a mesma emoção de quando assistia às matinês no cine Rialto no Brás. Algumas semanas depois, ofereceu seu trabalho ao Dr. Manoel Schechtman, responsável pelo departamento médico prisional, para fazer um trabalho voluntário de prevenção à Aids, iniciando-o em 1989.

Em seu livro nos fala o horror daquele espaço “minúsculo” para tanta gente, como vivem, como aliciam os que querem ser seus parceiros (homossexuais), o problema das drogas, a destilaria de pinga de milho, etc. “A perda da liberdade e a restrição do espaço físico não conduzem à barbárie, ao contrário dos que muitos pensam”, homens quando presos criam sua próprias regras de comportamento com o objetivo de preservar o seu grupo seja ele dominante ou dominado.

No meio onde tudo transcorre a palavra de um homem seja ele cozinheiro,enfermeiro, varredor ou….. a lei, é “lei” é respeitada, quando não respeitada é punido com o desprezo social, castigo físico ou pena de morte.

Drauzio descreve os lugares, estados emocionais, a vida que eles levam no dia a dia. Também nos mostra cada personagem, Mario Cachorro, seu Jeremias, Alfinete, Deusdete, seu Luis, Claudiomiro, sua convivência com os colegas, com familiares e visitantes.

A casa de Detenção é um Casarão dividido em pavilhões, onde a entrada é como uma gaiola, que se fecha e abre conforme as pessoas passam. A Divineia é a entrada, que fica em frente para o pavilhão Seis central. Da entrada para o fundo à esquerda, vêm os pavilhões Dois, Cinco e Oito. À direita, em posição simétrica, o Quatro e depois o Sete e o Nove.

Para mim, o livro todo, ao contar a história vivida por aqueles homens, tem momentos que causaram náuseas e desejo de largá-lo e não ler mais, mas a leitura é tão envolvente que não desisti e cheguei ao final. É uma realidade dura, mas “real”, vivida e sofrida por muitos. Gostei de ler, de conhecer aquele mundo, há também fotos que comprovam a realidade lá existente.

O que mais chamou minha atenção foi exatamente a condição humana vivida por aqueles homens, condição sub humana e sua resistência a todas as incertezas da vida.

Quanto ao autor, além de médico cancerologista formado em 1967, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, escreve sobre ciência na Gazeta Mercantil e é o articulista da Folha de São Paulo. Publicou Macacos(Publifolha 2000), Rua do Brás (2000). Em 1999, foi lançada a obra Estação Carandiru,  que recebeu o prêmio Jabuti do livro do ano e não ficção.

O livro Estação Carandiru, publicado em 1999, é resultado da experiência do próprio autor, Dr. Draúzio Varella, no maior presídio do país. A convivência com os presidiários e funcionários do presídio teve início quando foi desenvolvido o seu trabalho voluntário de prevenção à AIDS. Esta convivência proporcionou o conteúdo do livro, onde o autor descreve desde a divisão física da Casa de Detenção, os pavilhões, até a sociedade carcerária e relatos de detentos e funcionários.

Dráuzio Varella, num movimento simples e “clínico”, escreve um livro onde a simplicidade de suas habilidades literárias funcionam para realçar um aspecto central em sua escrita: o assumir-se testemunha estranha, o aceitar-se como contador de histórias alheias, aberto às suas narrativas, mas não íntimo. E embora a obra tenha sido escrita por um médico, e não por um detento, os personagens ali retratados falam com sua própria voz, ou, pelo menos, estão a ponto de apropriar-se da narração.

O nome do livro, Estação Carandiru, é uma referência à estação em que Dráuzio desembarcava para ir ao presídio, ressaltando a visão particular do autor. Apesar de ser definido como obra de ficção pelo autor, o livro permanece na lista dos mais vendidos, desde seu lançamento, na categoria “não-ficção”.

Dráuzio Varella reuniu cerca de sessenta pequenas histórias sobre a vida daqueles que cumpriam pena no Carandiru. Talvez sem ter noção exata da importância do que estava fazendo, Drauzio escreveu um livro fundamental, leitura obrigatória para quem quer conhecer o exato significado da marginalização social.

Varella usa recursos literários para descrever o ambiente da cadeia. A ênfase não é na violência, mas sim no cotidiano – como os presos arrumam suas celas, como se alimentam e se divertem, as relações amorosas que se formam dentro da cadeia, os dias de visita, o comportamento dos funcionários e dos policiais… Frases dos detentos, são espalhadas ao longo do livro, uma linguagem rica em gírias e malandragem que funciona como contraponto à prosa culta do médico.

O encarte de fotos, muitas feitas pelo próprio Varella, mostra um paralelo surpreendente com o autor João do Rio que utilizava técnicas narrativas da ficção em reportagens. O jornalista e o médico se concentram em temas como as tatuagens dos presos, que não mudaram tanto assim nos quase cem anos que separam as duas reportagens.

Enredo

O complexo penitenciário do Carandiru foi o maior da América Latina. Nos tempos de maior lotação, chegou a ter mais de sete mil pessoas encarceradas dentro de seus muros.

Mas o Carandiru não podia ser considerado apenas um presídio, era uma sociedade à parte, um microcosmo auto-sustentável sem precedentes no sistema carcerário do Brasil.

Foi com a intenção de desvendar esse mundo que o médico Dráuzio Varella escreveu o livro Estação Carandiru. Usando como base histórias dos próprios presos, Varella reconstrói a história e a vida deste local tão marcante da cidade de São Paulo.

O doutor Dráuzio Varella foi o médico responsável do presídio por mais de 10 anos, ou seja, quase ninguém lá dentro tinha experiência o suficiente para contar o que ele sabia. Sua idéia era realmente explicitar o funcionamento do local, mas acabou contando a história de vida de muitos presos, permeada com sua própria vida na cadeia.

Dizer que o presídio era auto-sustentável, significa que ninguém precisava intervir para o seu bom funcionamento. Cada um tinha sua função, o respeito hierárquico era grande, existia uma política de compra de local para dormir, ninguém mexia com a mulher dos outros em dia de visita. Tudo isso e muito mais foi organizado sem a ajuda do governo. Foi feito pelos próprios presos durante muitas décadas.

Escrito em forma de memórias, mas em ordem não cronológica e com muitas digressões, a vida de Varella se mistura com a vida dos presidiários. Em sua função com médico, ele se torna amigo dos presos. Ele começa fazer parte da vida deles, muitas vezes como ouvinte de suas confidências, tanto de dentro e como de fora da cadeia.

A história começa quando Dráuzio resolve fazer um trabalho de prevenção a Aids na Casa de Detenção de São Paulo. Ele iniciou sua vida lá dentro com muito medo, por estar no meio dos maiores bandidos do Brasil. Foi enganado algumas vezes, mas com o tempo ele foi ganhando a confiança dos detentos.

O livro termina com a passagem mais marcante da história do Carandiru: o massacre de 1992. Ele deixa claro em seu relato que não procurou nenhuma fonte oficial, como a Policia Militar de São Paulo. O que ele escreveu é inteiramente baseado em relatos de presidiários que sobreviveram ao massacre, podendo deixar um certo ar de parcialidade, de defesa dos presos.

Com uma história humana e humanitária, Estação Carandiru surpreende por mostrar um lado antes não conhecido de um lugar tão escondido de nossa sociedade. É um balde de água fria em todos aqueles que acham que só tem bandido na cadeia, ou que todo bandido não presta.

Por: Mara Lucia de Abreu

outros links:

http://www.leituracritica.com.br/apoioprof/aprecia/002varela_carandiru.asp

http://paulodays-paulodias.blogspot.fr/2007/10/carandiru.html

http://stravaganzastravaganza.blogspot.fr/2011/10/estacao-carandiru-o-livro-estacao.html


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Angola e portugal

Um artigo interessante que encontramos em um jornal francês…

Angola socorre Portugal

Os estrategistas angolanos veem em Portugal a plataforma perfeita para sua internacionalização. Chegam às vezes a se comportar como conquistadores, numa atitude não desprovida de sentimento de vingança

por Augusta Conchiglia

Terceira maior economia da África subsaariana, logo atrás da África do Sul e Nigéria, Angola já se vê como um país emergente.1 Dotada de importantes reservas de hidrocarbonetos, às quais se acrescentam promissoras prospecções – prolongamento geológico das riquíssimas bacias brasileiras já em exploração –, o país é um dos maiores produtores africanos do ouro negro: uma média de 1,8 milhão de barris por dia desde 2008. Graças ao sucesso da reconciliação nacional, após décadas de guerra civil,2 Angola exibe uma estabilidade política que não desagrada aos investidores estrangeiros. O mais inesperado, contudo, é que agora o país passou a ser cortejado por seu antigo colonizador, Portugal, que atravessa uma drástica série de medidas de austeridade: “O capital angolano é bem-vindo aqui!”, lançou o primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho, quando visitava Luanda em novembro de 2011.
Se o entusiasmo da nova burguesia angolana pelo setor imobiliário da antiga metrópole já é lendário – teria até contribuído para o aumento dos preços no setor –, foi a aquisição de ações nos maiores grupos bancários e energéticos que atraiu a maior parte do capital: cerca de US$ 2 bilhões, ou 4% do total do valor em Bolsa. Na verdade, a imbricação dos bancos de ambos os países torna esse cálculo impreciso. No centro desse movimento está a companhia petrolífera angolana Sonangol, a segunda maior empresa africana em 2010, considerados todos os setores.
O movimento de capital em direção a Lisboa aumentou a partir de 2008. A Sonangol tornou-se então o acionista de referência do principal banco privado português, o Millennium BCP. A companhia financeira Santoro, de propriedade de Isabel dos Santos, primogênita do presidente angolano José Eduardo dos Santos, também está envolvida nessas operações. Desse modo, o consórcio Esperanza, formado por Santoro e Sonangol, detém 45% do grupo português Américo Amorim Energia, que por sua vez controla 33,3% da companhia petrolífera nacional portuguesa, a Galp. Ainda mais incomum, bancos privados de Luanda, com destaque para o Banco da Indústria e Comércio (BIC) e o Banco Privado Atlântico, abriram filiais em Portugal.

Em alguns anos, o panorama do setor bancário angolano foi profundamente transformado. O grupo português Espírito Santo teve nisso um papel pioneiro, estabelecendo-se em Lisboa logo após a abertura econômica de 1993 e tecendo relações estreitas com o poder. Aliás, foi por meio de uma parceria com as telecons portuguesas que a empresa de telefonia móvel Unitel, cuja propriedade majoritária é detida por Isabel dos Santos, teve uma expansão fulgurante: 6 milhões de assinantes em 2010.
Em março de 2009, durante a visita do presidente José Eduardo dos Santos a Portugal, mil empresários reunidos no Hotel Ritz de Lisboa discutiram formas de fortalecer ainda mais as relações econômicas e financeiras entre os dois países: “Nossa aposta em Portugal é real e sustentável”, garantiu Manuel Domingo Vicente, então presidente da Sonangol e apresentado como “um dos empresários mais influentes do continente”.3 Recentemente ele surgiu como provável sucessor de José Eduardo dos Santos. Na sequência da visita, um banco de investimentos – sediado em Angola – foi criado pela associação da Caixa Geral de Depósitos de Portugal com a Sonangol, a fim de facilitar o desenvolvimento de infraestrutura e indústria pesada.
Mas a crise financeira internacional freou o ímpeto dos bancos portugueses, que registraram grandes perdas, assim como seus acionistas estrangeiros. Isso não desanimou a Sonangol, que ajudou o Millennium BCP a se recapitalizar, envolvendo na operação o Banco do Brasil e um banco chinês. Muito “exposto à dívida grega”, o Millennium BCP exibe uma perda de 786 milhões de euros em 2011.

Em compensação, os resultados de suas filiais em Moçambique e Angola registram um salto de 50%. A Sonangol, cuja opacidade de sua gestão é frequentemente apontada pelo FMI, age como um Estado dentro do Estado. Em particular, constituiu um fundo soberano gerido diretamente por seu conglomerado empresarial: 22 filiais que cobrem todos os setores da economia, substituindo abertamente o governo. Sua associação com uma empresa privada chinesa, a China International Fund de Hong Kong, que em 2004 deu origem à China Sonangol, certamente acentuou a diversificação das atividades da companhia petrolífera africana. Sozinha ou com sua parceira asiática, ela está presente em muitos países africanos, na América Latina (Cuba, Equador, Venezuela) e no Oriente Médio (Iraque, Irã).
Os estrategistas angolanos veem em Portugal a plataforma perfeita para sua internacionalização. Chegam às vezes a se comportar como conquistadores, numa atitude não desprovida de sentimento de vingança. Mas os empresários portugueses tiram dessa relação diversas vantagens. Enquanto seu país enfrenta uma grave recessão, a participação no imenso canteiro de reconstrução e desenvolvimento de Angola, geralmente financiado por Luanda, é uma bênção para muitos deles.

Das 532 empresas estrangeiras presentes em Angola – que controlam 40% do PIB –, 38% são portuguesas (e 18,8% chinesas). Com 13% de desemprego em Portugal, o Eldorado angolano atrai dezenas de milhares de trabalhadores, nem sempre qualificados. Esse fenômeno não deixa de inquietar Luanda, que tem denunciado a falta de oportunidades para a juventude do país. Se em 2003 os residentes portugueses em Angola somavam 21 mil, em 2011 eles passavam de 100 mil. De acordo com os serviços consulares angolanos, o número real poderia chegar ao dobro disso. Ao mesmo tempo, cai o número de angolanos vivendo em Portugal. A esperança agora está no Sul…

Augusta Conchiglia é jornalista.

Ilustração: Alves

1 Ler “Après-guerre et or noir en Angola” [Pós-guerra e ouro negro em Angola], Le Monde Diplomatique, maio 2008.
2 A guerra começou imediatamente após a independência, em novembro de 1975. Dois ex-movimentos de libertação, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e a União Nacional para a Independência Total de Angola (Unita), lutaram pelo poder, tendo como pano de fundo a Guerra Fria.
3 Expresso, Lisboa, mar. 2009.

Fonte: Le Monde Brésil.

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Podcast Zarpante nº 26 (Franceses e Brasileiros)

France-Bresil

Para escutar o Podcast Zarpante de número 26 basta clicar na imagem acima!

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