Arquivo da categoria: Z-música

Ele não é bom, ele é bom demais!

Esse cara já deveria estar em todas as paradas musicais: poucos são os que representam tão bem nosso Hip-Hop!  Vejam abaixo mais um artista que trabalha com Zarpante: Sorry Drummer mandando ver na bateria com o parceiro dele Erick Jay nas carrapetas. Está imperdível o mix!

Digam lá: eles mandaram muito bem né? Para quem se interessou e deseja contratar o Sorry Drummer e seus parceiros para agitar sua balada ou seu bar ou sua casa de shows, basta acessar o link abaixo.

Agenciamento Sorry Drummer – Zarpante.

Anúncios
Etiquetado , , , , , ,

Black Josie nas caixas

Cliquem na foto abaixo e descubram o que Black Josie

faz!

Black Josie

Etiquetado , , , , , , ,

Podcast Zarpante nº 26 (Franceses e Brasileiros)

France-Bresil

Para escutar o Podcast Zarpante de número 26 basta clicar na imagem acima!

Etiquetado , , , , , , , , ,

Samplear faz bem

Estudo baseado em álbum do Girl Talk mostra que utilizar trechos de outras músicas ajuda na venda dos trabalhos originais!

Covers e samples já fazem parte do cenário de produção  musical há anos, mas continuamos discutindo sobre os limites de sua legalidade, e todos os possíveis efeitos negativos que tem para o setor musical. Há quem veja o recurso como roubo ou oportunismo, como se samplear fosse aproveitar-se indevidamente de obras alheias, e que isso fosse negativo para quem é sampleado.

Um estudo recentemente publicado nos Estados Unidos prova exatamente o contrário: o uso de samples beneficia os artistas sampleados. Para chegar a essa conclusão, W. Michael Schuster, assistente de juiz do Texas, analisou as obras sampleadas no álbum de 2010 do artista Girl Talk, “All Day”.

O álbum do Girl Talk foi escolhido por sua “popularidade instantânea”, o que permitiria comparar as vendas das músicas antes e depois de seu lançamento. Como era de se esperar, as músicas sampleadas que foram hits ou cujos trechos utilizados são maiores tiveram mais vendas.

Trechos de 350 músicas são usados no álbum, incluindo faixas que vão desde Black Sabbath,  a Jay-Z ou Britney Spears. Ele descobriu que as músicas tiveram um aumento de vendas no ano seguinte ao lançamento do álbum do Girl Talk, que é oferecido gratuitamente no site do artista.

O autor do trabalho diz que “a lei de copyright instrui os tribunais a analisarem o efeito que um suposto uso justo teria no potencial mercado do trabalho original”. Com isso, ele conclui que samplear é um “fair use”(“uso justo”), conceito da lei norte-americana que permite a utilização de conteúdo protegido por direitos autoriais em determinadas circunstâncias.

girltalk

“Bons artistas pegam emprestado. Grandes artistas roubam”

“Greg Gillis,mais conhecido como  Girl Talk, levou o mashup a um novo nível. O artista que estará em novembro em São Paulo, fala de copyright e música digital

Berros do rapper Notorious B.I.G, samples furtados do Public Enemy, milésimos de segundo do órgão setentista dos Black Crowes, tudo pontuado pelos gemidos alternados das vocalistas do Salt’n’Pepa e por batidas, baixos, guitarras, trechos e até interjeições de outros dezessete artistas. O resultado, que não é um caos sonoro e nem de perto lembra nenhuma das músicas originais, é “Friday Night”, uma das canções que o norte-americano Greg Gillis, o Girl Talk, criou com retalhos de outras.

Como sempre, ele não pagou para usar nenhuma delas e nem planeja fazê-lo – afinal, é apenas o seu jeito de compor. Se mesmo assim teimassem em lhe empurrar a conta, por essa faixa ele deveria cerca de US$ 210 mil que seriam divididos entre centenas de donos de direitos autorais e gravadoras. Ele não tinha esse dinheiro, mas não só por isso escolheu ficar na ilegalidade: a principal razão é que ele não crê que deva algo a alguém. Se a legislação diz que sim, ela que mude.

Com mashups de 218 canções de outros artistas, o álbum que o tornou conhecido, Night Ripper (2006), custaria mais ou menos US$ 4 milhões só de copyright, sem descontos. Ignorar esse fato e entender que toda arte tem dívida com o passado fez com que Gillis se descobrisse como músico: seu instrumento é um laptop equipado com o programa de edição de áudio Adobe Audition e qualquer fonograma, protegido ou não, ao seu alcance. Já para a lei, isso faz dele um ladrão.

Ele nunca achou isso realmente um problema, até porque nunca foi processado (se qualquer uma das gravadoras lesadas não gostasse do resultado, elas poderiam). O nome do seu selo, especializado em samples e remixes, mostra bem a condição da sua música hoje: Illegal Art.

“Não penso muito em processos quando estou produzindo o material, mas com certeza é algo que tenho que analisar depois, em profundidade, quando vou lançar o álbum”, explica, em entrevista ao Link, feita por e-mail. “Olho para o meu trabalho e penso se ele é realmente uma transformação. Se eu tiver feito algo que vá competir com o material original, não lanço. Não quero causar impactos negativos nas vendas de ninguém com os samples que uso. Eu quero que meu trabalho se torne uma nova entidade. É um critério subjetivo, é claro, mas é ele que faz os meus limites em um remix.”

Para Gillis, todo bom artista é antes de tudo um ladrão, bem no espírito da frase de T. S. Elliot que dá título a essa matéria. “Todos roubamos um pouco. É a mesma coisa do mundo offline: toda arte tem algum nível de influência. Existem poucas – ou praticamente nenhuma – ideias originais. Algo que parece novo quase sempre é uma boa recontextualização de um conceito antigo. A diferença é que hoje essas reinterpretações foram facilitadas pela tecnologia. São diretas e acontecem o tempo todo. Mas a mistura é e sempre foi um elemento fundamental para qualquer artista”, argumenta.

Assumir isso, por alguma razão, fez que ativistas do mundo todo o adotassem como uma espécie de ícone da geração criada com a internet, acostumada com obras criadas em cima de outras e com o compartilhamento de arquivos. Legal ou não.

Ele é personagem principal de dois documentários sobre os desequilíbrios dos direitos autorais no mundo: Good Copy, Bad Copy (2007) e RIP: a Remix Manifesto (2008). O criador do Creative Commons e guru da cultura livre Lawrence Lessig disse que um mundo que o vê como criminoso (e não artista) está claramente com prioridades erradas.

Greg, porém, não vê as coisas de modo tão ideológico assim. É só a sua maneira de fazer música pop, dançante e inovadora: juntando apenas as melhores partes de um monte delas.

“A banda que teve o maior impacto em mim, que me fez querer tocar, foi o Nirvana. Eu era novo, com uns 10 anos, quando o Nevermind saiu. Eu nunca tinha ouvido algo parecido. Quando vi aqueles caras na TV, dando entrevistas e não parecendo dar a mínima, pirei. Mas nunca me fixei em um só estilo, meus gostos vivem mudando e misturá-los é uma maneira de lidar com isso. Em 2000, vivendo em Pittsburgh e prestes me mudar para Cleveland para ir para a escola, comecei a compor, sempre fazendo mashups”, lembra.

Antes de viver de música, o que faz há três anos, Gillis trabalhava como engenheiro biológico. A experiência, diz ele, de alguma forma influenciou a sua forma de pensar em sons: as grandes descobertas científicas também são frutos da união de diversos elementos aparentemente desconexos e do trabalho de diversas pessoas, em diferentes épocas e contextos.

Pague apenas se quiser

Em seu álbum mais recente, Feed the Animals (2008), Gillis resolveu adotar o mesmo modelo que bancou o In Rainbows (2007), do Radiohead: colocar todas as músicas para download e pedir que os fãs decidissem o quanto pagar por elas. Para ele, esse é um dos tantos modelos de negócio que, aos poucos, fazem que a música digital se beneficie da troca de arquivos. “Só faço tantos shows quanto hoje porque essa gente não cansa de espalhar meu material pela internet. Quando lanço algo, quero que aconteça justamente isso”, acredita.

Os modos de remuneração já mudaram e a cabeça da maioria das pessoas também, mas ainda falta uma parte perceber isso. “Uma geração foi criada vendo o YouTube o dia inteiro, zoando celebridades com o Photoshop e ouvindo centenas de músicas remixadas. Elas não precisam ser convencidas de que novo conteúdo pode ser gerado em cima de outro já existente, só a lei ainda precisa”.”

Fonte: Folha de São Paulo.

Etiquetado , , , , ,

Novidades

Caros leitores do Blog Zarpante, pedimos  suas desculpas por não estarmos atualizando o blog com a mesma frequência de sempre. No entanto, é por uma boa causa: em breve o Blog Zarpante estará de cara nova!

Fiquem atentos e  verão as novidades que estamos preparando especialmente para vocês!

Aliás, estamos também a procura de pessoas que estejam interessadas em ter seus artigos sobre arte e/ou cultura, publicados no nosso Blog!

Marcas lusófonas (ou internacionais) que desejem anunciar seus serviços e produtos em nosso blog  poderão nos contactar no email seguinte: contacto@zarpante.com

E já que estamos falando de novidades….

Etiquetado , , ,

Músicas para uma quarta-feira de cinzas

Como tudo tem seu fim, a folia carnavalesca está oficialmente terminada (apesar de continuar em diversas cidades brasileiras). Quem tiver ficado um pouco melancólico poderá escutar a lista que Zarpante preparou para curar as ressacas sentimentais do carnaval!

Para escutar basta clicar na imagem abaixo:

de cinzas

Etiquetado , , , ,

Podcast Zarpante 025 (Carnaval Tropical)

Porque amor de Carnaval dura pouco, aproveitem e curtam essa seleção preparada especialmente para animar o carnaval! Cansado de escutar sempre os mesmos ritmos de carnaval? Vontade de um Carnaval mais variado? Embarque nesta viagem musical com a Nau Zarpante!

Uma playlist com canções de Guiné-Bissau, de Angola, Cabo Verde, Brasil e muito mais… Para escutar basta clicar na imagem abaixo!

39f97d967f86_z

Etiquetado , , ,

Gastronomia francesa com tempero brasileiro

brfrc

Preparamos uma lista de canções no Youtube para que descubram algumas curiosidades musicais feitas na França com bastante tempero brasileiro! Mais uma prova da importância cultural que tem a música brasileira a nível mundial.

Etiquetado , , , , , , , , , , , ,

Entrevista do músico Tiago Sá

Tiago Sá é um músico, compositor e cantor brasiliense presente no Portfólio Zarpante. Ele lançou em 2012 seu disco de estreia ‘Reação da Alquimia’. Gravado no RJ com produção musical de Lucas Santtana e participações de Lucas Santtana, Marcelo Callado, Ricardo Dias Gomes, Léo Leobons e Lucas Vasconcellos, o disco apresenta 10 músicas de Tiago Sá. Conheçam um pouco mais sobre Tiago na entrevista abaixo.

1236144_649530345080309_967154205_n

1 – Quem é Tiago Sá?

Músico, compositor, brasileiro, sol em peixes, ascendente em touro e lua em touro, amigo da alegria, da verdade e do amor.

2 – Qual foi o seu primeiro contato com a música?

Rodas de violão em que meus pais iam quando eu era criança.

3 – Como é trabalhar com música autoral em Brasília?

É muito difícil, pois não há lugares para música autoral em Brasília. Mas há o FAC Fundo de Apoio à Cultura, o artista que consegue se organizar pode concorrer e ter o seu projeto contemplado, como aconteceu comigo no fim de 2013.

4 – O que acha da Copa do mundo? Contra ou a favor?

Acho um evento bacana, que pode unir os povos por um momento. Mas acho uma pena como tem sido feito aqui no Brasil com muita corrupção e Mp.

5 – Como definiria seu som?

Música Brasileira Moderna

6 – O que acha da questão dos direitos autorais e dos downloads gratuitos?

Acho importante o criador ganhar o que tem por seu direito. Download gratuito pode ser uma forma de divulgação. Eu disponibilizei o meu disco para download gratuito no facebook https://www.facebook.com/tiagosamusica

7 – Algum ídolo musical dos outros países lusófonos?

Cesária Évora.

8 – Como é seu processo criativo? Começa por uma letra e depois o som ou vice e versa?

Tem hora que vem a letra, tem hora que vem a melodia, tem hora que vem tudo junto. Só me ponho a criar quando estou realmente inspirado. Não me forço a criar.

9 – Porque a escolha de ser um artista solo acompanhado por músicos pagos em vez de ter uma banda formada nesse sentido?

Não foi bem uma escolha, aconteceu naturalmente, no meu percurso não encontrei músicos que compartilhassem o meu universo criativo e tivessem sintonia além da música a ponto de formarmos uma banda. De outro lado isso me permitiu ter a direção estética do meu trabalho, como compositor acho isso particularmente interessante.

10 – O que lhe chamou a atenção em Zarpante e como tem sido sua experiência com a equipe?

Muito interessante essa plataforma unindo países lusófonos, principalmente através da música, a ampliar nossos horizontes e nosso intercâmbio. Tem sido uma experiência enriquecedora estar em contato com  Zarpante e espero estar muito mais próximo a partir desse ano de 2014.

Etiquetado , , , , , , , , ,

Mais algumas “Sugestões Sonoras”

Comece a semana com essas sugestões sonoras refrescantes! Clique na imagem e curta o som!

tec

– Escute também nossos podcasts!

Etiquetado , , ,
%d blogueiros gostam disto: