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Snoop na tuga

O famoso rapper americano Snoop Dog, esteve em Lisboa para filmar um clipe em que canta com o português David Carreira!

A música vocês conferem abaixo:

 

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Sugestões Sonoras

A partir de hoje Zarpante irá compartilhar algumas sugestões sonoras por meio do nosso Mixcloud. Fiquem ligados e saibam o que a equipe Zarpante tem escutado!

Começamos com um americano que tem dado o que falar em 2014 com um disco em que revisita o Funk carioca! Cliquem na imagem abaixo e façam essa viagem sonora com Zarpante!

Da Rocinha 2

Sugestões sonoras 01 (Sango) by Zarpante Lda on Mixcloud

Para escutar o disco completo acessem o Soundcloud do Sango: https://soundcloud.com/sangobeats

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A música não tem fronteiras

Uma americana participa ao “Arabs Got Talent”, um dos mais populares  concursos musicais do mundo árabe!

Foi pela internet que a americana Jennifer Grout aprendeu os maiores clássicos da música árabe. Ela não fala uma palavra de árabe mas canta perfeitamente diversas músicas do repertório dos países árabes. 

Ela interpretou uma canção da diva egípcia Oum Kalthoum, “Baeed Annak” (longe de ti), e impressionou por sua pronúncia perfeita e uma grande desenvoltura com o quarto de tom tão característico na música árabe.

Ela chegou a final mas acabou perdendo para um dos outros concorrentes. No entanto seu exemplo nos mostra uma vez mais que a música não tem fronteiras.


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A Internet serve para muito mais do que apenas dar “likes” e “retweets”

Hoje voltamos a falar sobre a “doença da era digital”, ou, como “curtir” artigos sem sequer parar para lê-los?

Para ilustrar o poder de propagação que pode ter a internet se a utilizarmos em prol de nossas causas, iremos voltar a um tempo em que não existia internet. Voltamos também ao polêmico assunto do ditador Salazar e vamos utilizar um texto encontrado no Jornal De Notícias.

No que diz respeito ao Salazar, alguns “iluminados” nos  perguntaram porque não falamos da ditadura Marxista e a resposta é simples: no Brasil e em Portugal, os regimes ditatoriais que tivemos não foram Marxistas. Bem, agora que demos uma pequena atenção aos Salazaristas conservadores que vem nos atacando diariamente, passemos ao texto de Alfredo Maia! Um texto que nos mostra claramente como poderíamos todos juntos, dar um imenso impacto ao projeto Morte Súbita graças à internet. O problema é que muita gente prefere divulgar fotos de gatinhos, de “gostosas”, e outras mil futilidades.

A internet pode e deve ser utilizada como uma ferramenta  alternativa para divulgar campanhas e propagar cultura. Para isso, bastaria que passássemos a utilizá-la de forma consciente. Afinal, seria muito preocupante se com as novas tecnologias não conseguíssemos fazer melhor do que fizeram há 50 anos atrás.

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“Do ‘Santa Maria’ para o mundo o “maior comício” anti-Salazar”

“Há 50 anos, não havia redes sociais, mas a tomada de um paquete com 600 passageiros e 350 tripulantes por um punhado de 23 revolucionários mal armados teve o efeito de um comício à escala planetária: a comunidade internacional virou as costas a Salazar.”

“Se não foi outra coisa”, o assalto ao paquete português “Santa Maria”, na madrugada de 22 de Janeiro de 1961, no mar das Caraíbas “foi o maior comício do mundo contra Salazar, foi um comício à escala planetária, foi um sufrágio mundial à credibilidade do regime fascista”. Camilo Mortágua, então com 27 anos, foi um dos 12 exilados políticos portugueses em Caracas, Venezuela, a embarcar na aventura do Directório Revolucionário Ibérico de Libertação (DRIL). Com 11 espanhóis, idealizaram apossar-se do navio, rumar à ilha de Fernando Pó, apoderar-se de uma canhoneira e de armas da guarnição militar espanhola, apontar a Luanda, assumir o poder na colónia portuguesa, instalar um governo provisório e irradiar a sublevação armada contra as ditaduras peninsulares.”

“Liderados pelo capitão Henrique Galvão, importante quadro dissidente do regime e delegado plenipotenciário do general Humberto Delgado (outro dissidente, depois de ter ocupado destacados cargos), derrotado na farsa das eleições presidenciais de 1958,  os revolucionários acabariam por ver frustrados os seus objectivos. Mas não completamente os políticos imediatos. “Pretendia-se uma operação com impacto”, conta Mortágua [ler entrevista]. E teve: a “Operação Dulcineia” – em alusão à quimérica dama do D. Quixote (“D. Quixote de la Mancha”) de Cervantes – convocou a imediata atenção dos média de todo o Mundo, que se precipitaram a enviar repórteres.”

“Com os jornais do país submetidos a férrea censura e manipulados pelas notas oficiosas do Governo, apenas os estrangeiros podiam narrar o acontecimento (a primeira captura de um navio por razões políticas, como viria a sê-lo o desvio de um avião da TAP 11 meses depois) e  colocar na agenda internacional a ditadura. Foi através da cadeia de televisão norte-americana NBC que Galvão, que partilhava a liderança da operação com o comandante “Jorge Soutomaior” (nome de guerra do galego José Hernánez Vasquez, ex-combatente comunista na Guerra Civil de Espanha), invocou a condição de combatente político e neutralizou a arma diplomática de Salazar. Acusando os revolucionários de pirataria, o ditador pretendia que os aliados na NATO, com a frota norte-americana no Atlântico à frente, recapturassem o paquete. França e Holanda não reagiram; a Inglaterra desistiu face à pressão trabalhista. Só os Estados Unidos se fizeram ao mar, com cinco vasos de guerra e uma esquadrilha de aviões.”

“A esquadra aeronaval dos EUA localizou o “Santa Maria” cinco dias após a aventura começar.  O barco zarpara no dia 20 do porto venezuelano de La Guaira, com destino a Miami. Dissimulada entre os 600 passageiros seguia uma parte do comando revolucionário; a outra embarcou clandestinamente e acoitou-se com armas. Três outros homens, Galvão entre eles, entrariam no dia seguinte em Curaçao.”

“A acção foi desencadeada cerca da 1.10 horas do dia 22. Foi rápida – coisa de dez ou 15 minutos. Na tomada da ponte de comando, um oficial de bordo é morto e outro gravemente ferido. O desembarque humanitário de feridos, no dia 23, na ilha de Santa Lucia – decisão controversa na liderança –  foi fatal: denunciou a presença do navio, atrasando a navegação para África.”

“Só no dia 25 foi avistado, mas não abordado. Galvão insistiu com os EUA que se tratava de um acto político e não de pirataria vulgar. John Kennedy, recentemente eleito, cede. Entre 27 e 31 de Janeiro, decorrem conversações entre os líderes do comando e o contra-almirante Allen Smith, em representação dos EUA, atentas à alteração política no Brasil: hostil aos revolucionários, o presidente cessante, Kubitchek de Oliveira, seria substituído no dia 1 de Fevereiro por Jânio Quadros, democrata amigo de Delgado. No dia 2, o navio chega a Recife e os revolucionários recebem asilo político.
Mas já nada será como dantes. “O governo fascista de Salazar está menos seguro no poder do que julga”, sentencia o clandestino “Avante!”, classificando a operação do “Santa Maria” como “uma séria derrota” e anunciando “um novo período de ascenso revolucionário”. E 1961 foi muito agitado.”

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Hoje em dia não é necessário sequestrar um navio para transmitir uma mensagem e reter a atenção! Basta utilizar a Internet para que mensagens conscientes se espalhem pela rede e além da rede.

Nós já fizemos nossa parte e contamos com vocês! Quem ainda não participou do projeto Morte Súbita tem alguns últimos dias para fazê-lo! Cliquem aqui e ajudem o teatro independente de língua portuguesa a combater os resquícios de nossas ditaduras.

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Ceci n’est pas de l’eau! Mais um projeto atinge a meta financeira no site Zarpante!

Dois meses atrás, entrava em nosso site um projeto audiovisual sobre cachaça, Ceci n’est pas de l’eau (Isso não é água), chegou de mansinho e durante o  prazo que teve para atingir sua meta, refrescou a tripulação da nau Zarpante!

Foram semanas, escrevendo para entidades que trabalhassem com cachaça: Empresas que fabricam a bebida, lojas que distribuem  o produto, etc…

Foram muitas horas de leitura e de pesquisa sobre a danada da bebida e sobre todo o universo em volta da bebida alcoólica genuinamente brasileira!

Dias e dias escrevendo emails e postando em nossas redes sociais novidades e curiosidades sobre o projeto e seu andamento!

Sem falar na degustação de cachaça, na casa dos responsáveis pelo projeto, em Paris! A equipe Zarpante e os amigos que por lá estiveram, voltaram para casa de pernas tortas!

Projeto Ceci n'est pas de l'eau! Agradecimentos!

Projeto Ceci n’est pas de l’eau! Agradecimentos!

Hoje, temos antes de mais nada que agradecer, a todos os que contribuíram! Foram 34 mecenas incluindo pessoas físicas e jurídicas, que juntos, tornaram esse projeto possível!

Um projeto que apesar de ser sobre uma bebida brasileira, tem uma cara internacional até porque um de seus realizadores, é franco/americano! Um projeto que nos mostra como é positivo juntar pessoas de diferentes culturas em torno de uma mesma ideia! Uma brasileira e um franco/americano juntos para contar, em português, um pouco mais sobre a cachaça! Foram várias pessoas físicas ou jurídicas, oriundas dos USA e da França, sem falar no Brasil, que com suas contribuições, ajudaram esse projeto a se tornar realidade!

Agradecemos aos nossos amigos, aos seus amigos,  as nossas famílias, e a todos os que participaram financeiramente ou com permutas! Ficamos contentes pela crescente participação em nosso site e convidamos  a todos para que descubram os novos projetos em breve no site Zarpante!

Um brinde a todos vocês que acreditaram e nossos parabéns a Ana Clara Soares e Yann- Yves, os responsáveis pelo projeto!

 

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