Arquivo da tag: Tate Modern

O grafite brasileiro está literalmente invadindo o mundo!

Diversos grafiteiros brasileiros vem espalhando seus trabalhos pelo mundo. Hoje apresentaremos dois deles (ou três) aos nossos leitores:

– Francisco Rodrigues da Silva, conhecido como “Nunca”, usa a rua como tela há quase 20 anos, e  pintou recentemente, paredes da famosa Tate Modern em Londres. Vejam abaixo algumas de suas obras.

– Quanto aos gêmeos Otávio e Gustavo Pandolfo, formados em desenho de comunicação pela Escola Técnica Estadual Carlos da Campos, começaram a pintar grafites em 1987 e gradualmente tornaram-se uma das influências mais importantes na cena local, ajudando a definir um estilo brasileiro de grafite.

Os trabalhos da dupla estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Portugal, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, entre outros países. Também executaram a pintura da fachada da Tate Modern, de Londres, para a exposição Street Art, juntamente com o grafiteiro brasileiro Nunca, e outros grafiteiros. Algumas obras abaixo.

– Para terminar um projeto em que Os Gêmeos e Nunca participaram juntos:

Fontes: O Globo, Youtube, Kelp,  The Mongrel, Grafite pra ontem, Metro,  http://www.urbanartcore.eu/tag/nunca/, http://theonepointeight.wordpress.com, http://antropologizzzando.blogspot.fr

Vejam também:

– Grafiteiros lusófonos 01

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Quando os rappers desejam obras de arte

Na maioria das músicas de rap americano comercial, uma temática recorrente é a de ganhar dinheiro para comprar carros e outros bens materiais.

Agora, Jay Z, que acaba de lançar seu novo disco, nos mostra na música Picasso Baby que também se sente atraído por bens materiais, mas pelo menos do tipo que alimenta a alma: Obras de arte.

The Mona Lisa.

Mona Lisa. (Photo credit: Wikipedia)

Tudo bem, no caso do Jay -Z, o que ele procura são quadros caros de artistas famosos, para sentir o próprio ego aumentar e poder afirmar que tem quadros caríssimos. Mas na Galeria Zarpante você encontra obras exclusivas por preços acessíveis. Não importa se vão valer milhões ou não, o que importa é que gostemos do que “consumimos”. Afinal quando compramos um livro, não pensamos no valor que ele terá no futuro, apenas compramos porque gostamos de quem escreve ou porque temos curiosidade, e assim deveria ser também no caso das artes plásticas.

[Verse 1]
“I just want a Picasso, in my casa
No, my castle
I’m a hassa, no I’m an asshole
I’m never satisfied, can’t knock my hustle
I wanna Rothko, no I wanna brothel
No, I want a wife that fuck me like a prostitute
Let’s make love on a million, in a dirty hotel
With the fan on the ceiling, all for the love of drug dealing
Marble Floors, gold Ceilings
Oh what a feeling – fuck it I want a billion
Jeff Koons balloons, I just wanna blow up
Condos in my condos, I wanna row of
Christie’s with my missy, live at the MoMA
Bacons and turkey bacons, smell the aroma

It ain’t hard to tell
I’m the new Jean Michel
Surrounded by Warhols
My whole team ball
Twin Bugattis outside the Art Basel
I just wanna live life colossal
Leonardo Da Vinci flows
Riccardo Tisci Givenchy clothes
See me thrown at the Met
Vogue’ing on these niggas
Champagne on my breath, Yes
House like the Louvre or the Tate Modern
Because I be going ape at the auction
Oh what a feeling
Aw fuck it I want a trillion
Sleeping every night next to Mona Lisa
The modern day version
With better features
Yellow Basquiat in my kitchen corner
Go ahead lean on that shit Blue
You own it…”

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