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Grafiteiros Lusófonos 03

Nessa terceira edição do Grafiteiros Lusófonos iremos apresentar os trabalhos de alguns grafiteiros brasileiros!

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O valor da imagem

O que leva um artista que tem a possibilidade de vender suas obras por mais de 100 mil dólares a vendê-las por apenas 60 dólares? Honestidade? Marketing?

Banksy é um artista de rua inglês, cujas obras estão conquistando o mundo.No entanto, recentemente, o artista vendeu no Centra Park em Nova York umas 20 telas autênticas por módicos 60 dólares.

Banksy montou o stand mas ficou invisível: um senhor desconhecido fez o papel de vendedor. A verdadeira questão é a seguinte: porque uma obra de Banksy vale mais de cem mil dólares em alguns leilões e passa a valer apenas 60 dólares quando vendida (autenticada) na rua? A obra ganha valor apenas por estar em um leilão e perde valor apenas por estar na rua? Não é um pouco absurdo?

Quanto mais acessível for uma obra, menor o seu valor?

Lembramos também que, por mais conhecidas que sejam as obras de Banksy, ele ainda não tem um nome tão célebre quanto o de Picasso ou Van Gogh, e por isso mesmo perguntamos: se fosse o caso, ele teria podido vender as obras por um valor superior no próprio Central Park? O verdadeiro valor de uma obra está na obra em si ou no nome do autor?

No total, foram 420 dólares de obras compradas por umas poucas pessoas, que têm agora a sorte de ter Banksys originais comprado por 20 dólares, e que poderão ser revendidos por uma soma pelo menos 100 vezes superior.

Ao fazer isso, Banksy nos mostra que muitas vezes existem oportunidades fantásticas na nossa frente e que não percebemos. Nos mostra também que o preço que damos à arte é totalmente relativo e que é necessário prestar atenção e valorizar a arte de todos, estejam estes expondo na rua ou em galerias.

 

 

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O grafite brasileiro está literalmente invadindo o mundo!

Diversos grafiteiros brasileiros vem espalhando seus trabalhos pelo mundo. Hoje apresentaremos dois deles (ou três) aos nossos leitores:

– Francisco Rodrigues da Silva, conhecido como “Nunca”, usa a rua como tela há quase 20 anos, e  pintou recentemente, paredes da famosa Tate Modern em Londres. Vejam abaixo algumas de suas obras.

– Quanto aos gêmeos Otávio e Gustavo Pandolfo, formados em desenho de comunicação pela Escola Técnica Estadual Carlos da Campos, começaram a pintar grafites em 1987 e gradualmente tornaram-se uma das influências mais importantes na cena local, ajudando a definir um estilo brasileiro de grafite.

Os trabalhos da dupla estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Portugal, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, entre outros países. Também executaram a pintura da fachada da Tate Modern, de Londres, para a exposição Street Art, juntamente com o grafiteiro brasileiro Nunca, e outros grafiteiros. Algumas obras abaixo.

– Para terminar um projeto em que Os Gêmeos e Nunca participaram juntos:

Fontes: O Globo, Youtube, Kelp,  The Mongrel, Grafite pra ontem, Metro,  http://www.urbanartcore.eu/tag/nunca/, http://theonepointeight.wordpress.com, http://antropologizzzando.blogspot.fr

Vejam também:

– Grafiteiros lusófonos 01

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Arte de rua! Você gosta?

Para quem gosta de fazer arte, as ruas cinzentas de nossas capitais são lugares perfeitos para deixar o ser artístico que há em todos nós se revelar! São muros, escadas, paredes e calçadas que servem de suporte para quem tem algo a dizer.  Atenção! Isto não é uma incitação ao vandalismo e sim um convite para que todos possam apreciar e participar ativamente deste longo processo que visa embelezar nossas cidades com arte e cultura…

 

Leia agora dois artigos que encontramos no site Catraca Livre e que estamos compartilhando pois vale a pena:

 

“Para incentivar a educação por meio da arte de rua, o portal Programa Ser disponibiliza vídeos explicativos e imagens de obras de artistas de rua no Brasil e no mundo. A iniciativa foi realizada pela Capgemini, empresa de Tecnologia da Informação.

Reprodução

A ideia é inspirar jovens utilizando murais e outros tipos de intervenções artística no espaço público.  Expondo os jovens a um tipo de arte mais próximo de sua realidade, o projeto mostra não apenas que ser artista de rua é uma opção viável de trabalho, mas também apresentar o projeto como ferramenta para professores abordarem assuntos que parecem monótonos para os alunos.

Um dos exemplos de graffiti que pode ser usado nas salas de aula é o projeto “Muros das Memória”, de Eduardo Kobra, que lembra a época das décadas de 1920 e 1930 na cidade de São Paulo.”

Quem tiver interesse em saber mais sobre arte de rua pode ler o artigo seguinte:

Páginas colaborativas contêm mapas de obras espalhadas por ruas de todo o mundo

reprodução

Instalações, esculturas, adesivos e principalmente o graffiti definem o termo “street art” ou arte urbana. Presentes, na maioria das vezes, em locais incomuns das grandes cidades, as obras do gênero demandam um pouco mais de dedicação e curiosidade do turista comum.

Para auxiliar aqueles que desejam apreciar obras fora de tours temáticos, alguns sites oferecem mapeamentos feitos em esquema de colaboração, que indicam a localização de artes em ruas de todo o mundo. Conheça oito deles logo abaixo:

Cidade de São Paulo – O site oficial de turismo da cidade possui um roteiro detalhado, com mapa e destaques para os principais artistas com trabalhos nas ruas de São Paulo.

Street Art Locator – Com a colaboração dos usuários, a página mapeia obras em diversos países. É possível fazer busca por local ou descrição da obra, dentro de sete categorias. O site possui também um aplicativo gratuito para iPhone.

Red Bull Street Art – Além de mapas, a página oferece um passeio virtual com visão em 360 graus, por meio da tecnologia Street View.

Big Art Mob – O site apresenta mapas e passeio virtual também por meio da ferramenta Street View. Além disso, indica as últimas obras acrescentadas pelos usuários e os principais destaques.

Urban Art Guide – Explorando o grande volume de arte de rua de Berlim e Hamburgo, o site traz mapas e aplicativos para as duas cidades, ambos compatíveis com iPhone e Nokia.

Street Art London – Referência em arte urbana, Londres é mapeada por esse site que possui posts detalhados, link para download de aplicativo, além de uma página para reservar tours.

LDN Graffiti – Indicado para quem deseja encontrar obras por conta própria, o site tem galeria de eventos de arte de rua, com endereços das obras e mapas de trabalhos existentes em Londres.

Street Art Belgium – Ideal para quem está de malas prontas ruma à Bélgica, o site identifica obras espalhadas por várias cidades, com os devidos mapas de localização.

Artigos encontrados no site Catraca Livre

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Flutuando nas paredes periféricas!

O coletivo hispânico Boa Mistura organizou um projeto de arte urbana participativo  chamado “Luz nas Vielas” na Vila Brâsilandia que é uma favela da periferia de São Paulo.

Buscando educar e transmitir valores culturais por meio de pintura, a intervenção se focaliza nos becos e vielas! Essas ruas estreitas por onde se articula toda a vida interna dos bairros!

Palavras como amor, doçura, firmeza, espalhadas  letra por letra em distintas paredes até formar uma só palavra com muita astúcia! Atos culturais concretos para compartilhar com os moradores o processo de transformação de suas comunidades!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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