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O Brasil, mais uma vez no Théâtre de Ménilmontant em Paris!

Nesta sexta-feira 10 de janeiro Zarpante promove mais um belo evento em Paris, no Théâtre de Ménilmontant!

Vai ser uma noite cheia de sambas raiz e viajaremos juntos ao Rio de Janeiro dos anos 40…

Coloque um belo traje de malandro ou suas sandalias de prata e venha sambar com o grupo Bécots da Lappa!

Quem chegar cedo terá direito a uma surpresa vinda diretamente de Barcelona…

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Tarifas:

Completa: 10 EUROS
Com redução: (para estudantes, desempregados…): 8 EUROS
Sócios:(50% da entrada completa): 5 EUROS
Reservas:
En vente sur le site du Théâtre de Ménilmontant Clique aqui para comprar sua entrada antecipadamente.
Le Théâtre de Ménilmontant
15 Rue du Retrait, 75020 Paris
01 46 36 98 60
Métro 3, 3bis Gambetta
Bus 26 – 96
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Em homenagem ao dia do samba

O Samba de roda, assim como o Fado, foi declarado Patrimônio Imaterial da Humanidade! O Samba é nacionalmente celebrado no Brasil no dia 2 de dezembro!

Roda de Samba

Eis a nossa homenagem ao Dia do Samba: coloquem suas sandálias de prata e lembrem-se bem que “quem não gosta de Samba, bom sujeito não é: é ruim da cabeça ou doente do pé.”

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Uma homenagem aos músicos infelizmente falecidos

O Podcast Zarpante 22 é dedicado aos finados músicos lusófonos! Apesar do tema, o episódio foi preparado com alegria e esperamos que vocês curtam! Serão necessários outros episódios para poder homenagear todos os artistas falecidos que admiramos.

mandiaNeste primeiro episódio, para homenagear aos artistas falecidos, passaremos por Moçambique, Angola, Brasil, Cabo Verde, em companhia de artistas como Bana, Marku Ribas, Emilio Santiago, Beto de Almeida, que nos deixaram recentemente, mas também lembraremos de artistas como os sambistas Adoniran Barbosa e Ataulfo Alves, além de outros e outras que já se foram a mais tempo.

Visitaremos diversos ritmos como o Samba, Bossa Nova, rap, etc. Descubram também algumas curiosidades e raridades como a última gravação (feita no dia anterior ao de sua morte) do Rapper paulista Sabotage, ou um zouk de Moçambique que fechará a nossa viagem de hoje.

Escutem o Podcast logo abaixo:

Podcast Zarpante 022 (homenagem aos falecidos)

Boa escuta para vocês e até o Podcast Zarpante 23, cujo tema será escolhido por vocês entre 3 opções que vamos sugerir em breve.

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Garantissez vos tickets pour Les Nuits de Rio

Attention Paris! Le moment est arrivé de garantir vos entrées pour Les Nuits de Rio!

Le 27 et le 28 septembre 2013, le Théâtre de Ménilmontant et Zarpante vous invitent à un voyage en musique par les nuits cariocas…

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Deux artistes venus tout droit du Brésil pour vous présenter la nouvelle scène musicale du pays! Une soirée a ne pas rater!

Pour acheter vos billets veuillez cliquer ici.

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Quem não gosta de samba, bom sujeito não é…

Para quem não é ruim da cabeça ou doente do pé!

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Podcast Zarpante 018

 Foto: Toilettsound  De Teresa Carvalho 2002

Foto: Toilettsound
De Teresa Carvalho
2002

 

Este episódio é dedicado aos artistas agenciados por Zarpante:

conheçam os artistas musicais representados por Zarpante e lembrem-se que para contratá-los basta entrar em diálogo connosco pelo zarpante@gmail.com
Uma seleção tão eclética quanto Zarpante: Fado, Samba, Hip-Hop, Poesia, Rock, Funk Carioca e muito mais!
Além disso, a foto utilizada para ilustrar o Podcast Zarpante 018, é de Teresa Carvalho, uma fotógrafa portuguesa que também representamos!
Venham Zarpar com os artistas da “Nau” Zarpante!

Cliquem aqui ou na foto para escutar!

– Escutem também nossos outros podcasts.

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Entrevista com Aleh Ferreira

O músico brasileiro Aleh Ferreira foi entrevistado por Zarpante! Além de ser um autentico mestre do swing, amigo e parceiro do site Zarpante e de seus integrantes, ele é um ser humano formidável!

A música que faz é tão cheia de energia, e tão atual, que as vezes até esquecemos que o artista já leva uma certa bagagem nas costas e teve por exemplo a felicidade de integrar a mítica Banda Black Rio!

Aleh Ferreira / Foto: Gabriel Pedramarrom

 

A entrevista foi feita por email para agilizar o processo, mas as fotos que acompanham foram feitas em Paris, pelo fotógrafo brasileiro, Gabriel Pedramarrom!

Só resta degustar esta entrevista acompanhada pelas fotos especialmente feitas para a ocasião!

– Quem é Aleh Ferreira?

– “Não consigo vê-lo completo; só vejo as mãos (rsrs), só tenho palpites, mas é alguém que acorda todo dia sabendo que precisa melhorar, melhorar o quê? Ser uma pessoa melhor, fazer boas escolhas.

Ser uma pessoa melhor no que faz, aprender o “não” que liberta, se livrar do “sim” que vicia, perceber melhor o sentido da vida, quando ela fala alto ou sussurra, exercitar a paciência constantemente”

É uma infinidade de coisas que ele busca: saber terminar e sempre recomeçar.

– Quando e porque começou a fazer música?

-“A música me capturou. Embora não tenha nenhum músico na minha família, se ouvia muita música brasileira, e de tudo mais, nos anos 70, quando ainda era um menino.

Das velhas canções românticas, da era do rádio ao Tropicalismo, e ao soul dos anos 70, de James Brown, Stevie Wonder,Tim Maia e Michael Jackson. Do baião de Luiz Gonzaga à bossa nova de João Gilberto e Tom Jobim. Dos sambas inspirados de Cartola e Paulinho da Viola à diversidade melódica e genialidade metafórica das letras de Chico Buarque, Luiz Melodia, Jards Macalé, Gilberto Gil e Caetano Veloso, Gonzaguinha e muitos outros.

Ganhei meu violão aos 13 anos, porque deram o meu cão de estimação, pois íamos morar num apartamento. Fui aprendendo com os discos, autodidata mesmo. Mas, ao frequentar o ensino médio, eu não vislumbrava a música como carreira. Pensava em ser psicólogo, arquiteto, sociólogo. Pensei finalmente em cursar comunicação, na área de cinema. Foi quando eu percebi que já tava trabalhando como músico, pra pagar as minhas despesas básicas.Tocava na madruga e trabalhava no mesmo curso em que eu estudava, como “bolsista”. Dormia pouco, nestas idas e vindas, e não conseguia me preparar bem pra enfrentar uma federal, que era privilégio de poucos, na época.

Ao mesmo tempo que comecei a entrar no meio da música, comecei a me decepcionar com o academismo. Pensei até em cursar música, mas ouvia histórias sinistras, de alunos que eram suspensos da escola de música da UFRJ por tocarem Tom Jobim. Na época, não existia o curso de música popular, e quem fizesse música teria que cursar o erudito. Nada contra, mas já estava envolvido pelos primeiros ares da boêmia criativa carioca. Indo pra música popular, além de redescobrir e reinventar o Brasil em que eu acreditava, eu estava aprendendo sobre psicologia, sociologia, arquitetura, comunicação e cinema, através das obras e, num breve momento, com os boêmios inteligentes e bons de papo.”

– Quais são suas inspirações?

-“Estas que eu falei que ouvia, quando menino, e que ainda ouço até hoje, mas estou sempre atento a algo novo, a algo desconhecido. Isso me dá estímulos. Ver filmes e ler livros, também.”

– Samba preferido? Fado preferido? O que você escuta quando não está tocando?

-“Os sambas de Cartola, de Paulinho da Viola, de Zé Keti. Os fados que a Carminho canta, aquele do marinheiro é incrível (“Meu amor marinheiro”). Gosto muito do cd do Criolo. Sou fã mesmo. Ele teve uma boa sacada e é um exemplo único e contemporâneo de quem chegou ao “mainstream” brasileiro pelo talento. Tô voltando a ouvir soul-funk. Tenho apego a tudo que mescle a tradição e a modernidade.

Normalmente escuto o que pede o meu estado de espírito. Assim, tem dias em que a minha cabeça não quer ouvir nada, quer ouvir a matéria prima da música, sabe? O mistério do silêncio, que não é silêncio nenhum, é denso e fluente. Fico relaxado e, acompanhando esses sons da natureza original, normalmente vem uma música.

Onde eu moro é bom fazer isto, pois ouvem-se crianças, um carro distante, o vento, pássaros, uma música trazida pelo vento e distorcida, que você ouve em outro tempo.”

Aleh Ferreira / Foto de Gabriel Pedramarrom

– Como define seu estilo musical?

-“MPBSOULSAMBAGROOVE: esse foi o nome do meu primeiro cd solo, o que tem ‘Dona da banca”, e eu escolhi este nome, porque as pessoas viviam me fazendo esta pergunta e eu tinha, e tenho ainda hoje, uma certa dificuldade de responder. A mesma dificuldade de me rotular e de o mercado e a indústria cultural entenderem o que eu quero, ou qual é o meu sabor.

Esses obstáculos me impulsionam na busca de música “boa”, ou seja, uma música que transcenda, que cause um estranhamento e, ao mesmo tempo, se sinta como familiar, peculiar. Uma música que seja com clichês ou com metáforas, ou que abuse em simbolismos, mas que mexa com o inconsciente coletivo.

Não sei se essa música precisa ser de um determinado estilo, mas busco essa música dentro e fora de mim.

Claro, tem algo constante, que é o “Swing”. Isso eu sei que vem no meu DNA. Herdei da minha mãe.

Minha música vem do berço da cultura afro-brasileira, com a influência das harmonias europeias, do samba-choro, dos empréstimos modais do Marvin Gaye e do Stevie Wonder, e muito tambor, enquanto dormia e o terreiro ressoava, trazendo as vibrações musicais milenares dos orixás.”

– Como é seu processo de criação? Como são as etapas?

-“Ouço aquele silêncio, vem uma melodia na cabeça, vou pro gravador, canto, pego o violão, toco, esqueço do mundo, enxergo as palavras do som, escrevo, e aí começa aquela dor, aquele limite a ser transposto, quando vejo, passou, que dor que nada, a música tá boa, ou tsk tsk ainda não, ou, caramba! Fui eu que fiz isto?

Foi assim com “O Sonhador”:

percebi que a música era boa, logo nos primeiros compassos, mas não estava pronta, era a canção que eu sonhava, quase que buarquiana. Então, senti uma responsa e ela ia saindo, e aquela dor, e aí, 30 minutos depois, lá estava ela pronta. É estranho falar assim, mas desta, modéstia à parte, eu gostei, mas não são todas as de que eu gosto assim.

Esse é o processo que eu prefiro. Tem outros processos: melodia pra letra pronta, escrever uma prosa, ir cantando e transformando em verso, e as músicas de encomenda, como Cyber cabaret pro longa-metragem “Elvis e Madonna.”

– Fale um pouco de sua relação com a Europa (suas ultimas vindas, suas próximas vindas, seu público e seus planos)?

-“Embora tenha um tempo na estrada, comecei as viagens para o exterior nos últimos dois anos. A primeira foi para a África do Sul, na Copa de 2010, com a Banda Black Rio. No mesmo ano, fui para a Inglaterra, a convite da Universidade de Oxford, para um show de encerramento de uma semana literária brasileira. Aproveitei e fiquei uns dias em Londres, fiz algumas Gigs, alguns amigos, e fui conhecer Paris e fazer um show informal na Cité Universitaire. Estas aparições me renderam um retorno seis meses depois, quando cantei num evento alternativo em Londres, o Makumba Fest, e fiz um show em Paris, no Studio de L’Ermitage. Ambos os eventos pra umas 300 pessoas. Passei também pelo Favela Chic, convidei a Thais Gullin pra dar uma canja. Conheci até o Chico Buarque.

Então, toda essa experiência já estava saindo do campo do superficial, e pensei: vou continuar este investimento no exterior, meu cd está sendo distribuído aqui na Europa, e tem este imenso circuito de festivais.

Então retornei em 2012, fiz várias Gigs em Londres. Planejo, inclusive, gravar um disco de afro-brazilian beat, com um músico produtor que conheci lá. Fiz o Summerset House Festival, no evento na Casa Brasil, no período dos Jogos Olímpicos. Retornei a Paris, pra mais um show no Favela Chic, fui à Dinamarca me apresentar lá no Brasil Tropicália, e finalizei cantando na primeira tournée européia, com a Banda Black Rio, na qual passamos por Paris (New Morning), Amsterdam (Paradiso) , Bélgica (Antuérpia) e Londres (Ronnie Scoot’s).

Minhas metas agora são chegar a Portugal e também fazer um disco pra Europa, gravado na Europa, com participações de artistas europeus.”

Aleh Ferreira / Foto: Gabriel Pedramarrom

– E no Brasil ?

-“Fazer o DVD Aleh+Samba e meu novo cd pra 2013.”

– Você nos apresentou o filme RIP, bem como o curta Remixofagia. Gostaríamos de conhecer seu ponto de vista sobre as novas formas de difusão musical e sobre os direitos autorais. Como isso influencia seu trabalho?

-“Quando gravei meu primeiro disco solo, a realidade da indústria era diferente da do meu primeiro cd, com o BANTUS. No momento em que eu consegui um sucesso, através da mídia alternativa, a indústria estava em crise, com o advento da digitalização: gravadoras fechando, muita gente sendo mandada embora. Esse era o cenário, e eu com um cd cheio de samples: Zé Keti, Cartola, Martinho da Vila. Eu e muitos músicos da época não tínhamos total noção do que acontecia. Muita gente sampleava a torto e a direito.

Estava na gravadora independente (Nikita), fui atrás das autorizações e consegui. Dona da Banca foi um sucesso, o cd não vendeu muito. Foi um paradoxo: mídia espontânea bombando, outros valores brotando.

Logo depois, o D2, pela Sony, fez o “À procura da batida perfeita”, cheio de samples, e um dos maiores sucessos de público e crítica na época.

Com o Remixofagia, eu percebi que, até aquele momento, o Brasil era muito democrático, no que diz respeito à propriedade intelectual. Isto porque está no cerne da nossa cultura a “antropofagia”. Comemos literalmente a carne dos europeus, durante uns 250 anos, no mínimo, até eles completarem o processo caótico de colonização, e isto deixa um rastro na nossa cultura, que se reflete, anos depois, na nossa criação. Devolvemos com originalidade o que vem de fora, como num movimento inverso, que
começou no Tropicalismo. Chamo esse movimento inverso de “Regorgitofagia”.

Os DJs dos anos noventa salvaram a crise criativa musical, resgatando levadas, produzindo, “loopeando” e “sampleando” direto, e aí veio o acid jazz. Redescobriram a Banda Black Rio em Londres e, no Brasil, o preço do vinil TIM MAIA RACIONAL, que era uma joia rara, subiu muito. Ouvi dizer que teve gente que pagou 1000 pratas nesse vinil.

Os anos noventa foram importantes, no sentido da valorização do retro. Foi o que segurou essa crise criativa musical, até as torres gêmeas caírem. Então vieram a digitalização e a explosão tecnológica, que deram informação pra quem não poderia comprar nunca. Mais informação, mais recursos, menos grana, pois a globalização não globaliza o capital e, quanto menos grana, mais criatividade e mais experiências e mais regurgitofagia, até chegarmos ao “mashup”. Muito interessante tudo isto.

Por um outro lado, o autor fica obrigado a se interpretar, pois a possibilidade de seus direitos fonomecânicos minguarem é crescente, e ele tem de ir pra estrada, pois vive de música e não pertence à elite da “alta cultura musical das capitais do capital”.

Me parece que, hoje em dia, no Brasil, já temos os primeiros sinais de vida deste mercadão. Mas isto ainda é pra poucos. Como disse o Rômulo Fróes. Nos últimos dez anos, o artista que pertencia à era do vinil corria em busca do sucesso, e o de hoje, o da era do download, foge do fracasso. Não vejo isto como pessimismo e sim como uma visão realista, pois a era do download não é romântica.”

– Qual é sua concepção da lusofonia? Curte sons de outros países de língua portuguesa? Poderia nos citar alguns exemplos?

-“Cesária Évora, Carminho. Paulo Flôres,Tcheka. Preciso conhecer mais. Me tornei um sócio colaborador de Zarpante, também com este intuito: difusão da cultura lusófona.”

– Você não acha que os artistas desses diferentes países deveriam co-produzir mais projetos juntos, mesmo estando geograficamente distantes?

-“O melhor a se fazer, neste momento “transcaótico” que passamos, são estas interações: esta é a melhor herança dos tempos globais. Nunca o homem reuniu, criou tantos recursos e ferramentas, pra que realmente haja uma evolução completa.

O momento é este, e os artistas, de todas as áreas, estão percebendo isto. Já circulam na rede esses ventos. Estar conectado não é ser mimetizado por esta tela, fazendo contatos virtuais apenas. Pra que a conexão se complete e seja verdadeira, é preciso ir até o contato, esteja onde estiver e, de preferência, de culturas diferentes. A lusofonia tem muito a dar neste aspecto.”

Aleh Ferreira / Foto: Gabriel Pedramarrom

 

 

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Angola e Brasil na avenida do samba!

Em 2012, a Vila Isabel fez um tributo a um dos pioneiros da lusofonia (Martinho da Vila), cantando as origens angolanas do samba! Eis o título de um enredo que mostrou a todos que Brasil e Angola tem muito mais em comum que a língua portuguesa: “Você semba la… que eu sambo cá. O canto Livre de Angola!”.

Português: Casal de mestre-sala e porta-bandei...

Português: Casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos de Vila Isabel, escola de samba do carnaval do Rio de Janeiro. (Photo credit: Wikipedia)

A escola encontrou, nos costumes trazidos pelos negros angolanos, as origens do samba!

Vale a pena conferir o desfile completo logo abaixo!
Quando Angola e Brasil se encontram em plena Sapucai, eis o resultado:

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I Love Samba!

Para quem não foi à festa da associação brasileira Allez-Samba , domingo, 17 de junho de 2012, fica aqui um pouco do que foi o show do grupo I Love Samba! Aqui eles cantam para Alessandra Cabral, que organizou o evento e que está no palco acompanhada por algumas de suas lindas alunas!

Pour ceux qui n étaient pas présents le 17 juin au Petit Bain ( Paris), Voyez un peu comment fut cette soirée organisée par Allez-Samba! Le groupe I Love Samba joue pour Alessandra Cabral, qui danse sur scène avec quelques-unes de ses belles élèves!

Vejam abaixo o texto que encontramos na página Facebook do grupo I Love Samba:

Un peu plus sur le groupe I love Samba sur leur page Facebook!

“Biografia

Grupo I Love Samba nasceu em 2009 com uma ideia em comum dos integrantes em formar um grupo de pagode. Todos os músicos do grupo se dedicaram a 100 % nesse projeto musical e essa dedicação é a linda viagem no pagode e samba que o I Love Samba oferece ao público, transmitindo muita alegria e bom clima.O I Love Samba canta um repertório bem variado entre sambas da antiga e da nova geração, incluindo obviamente as próprias composições do grupo como « Amor ao Samba » ou « Felicidade » e muito mais! Em 2011 o Grupo foi submetido a uma mudança de seus componentes e relançou o seu trabalho com um novo repertório e novo conceito.Le groupe I Love Samba est né en 2009 avec une idée en commun des participants de monter un groupe de Pagode. Tous les musiciens du groupe se sont dédiés à 100 % dans ce projet musical, et cet investissement est un magnifique voyage dans le Pagode et la Samba que I Love Samba offre au public en transmettant beaucoup de bonheur et une ambiance extra! Le groupe chante un répertoire bien varié avec les traditionnelles sambas ou encore la Samba de la nouvelle génération sans oublier d’inclure les compositions du groupe comme « Amor ao Samba » (Amour à la Samba) ou « Felicidade » (Bonheur) et bien d’autres encore! En 2011 le Projet subit un changement de ses membres et relance le groupe avec un tout nouveau répertoire et concept.

Descrição

O Grupo I Love Samba chega com uma nova formação e um novo trabalho em 2011, a identidade, musicalidade e estilo vêm de uma mesclagem de gostos e técnicas desenvolvidas por cada integrante e trazidas para o Projeto, que traz também um novo conceito musical.

Le Groupe I Love Samba arrive avec une nouvelle formation e un nouveau travail en 2011,l’identité,la musicalité ainsi que le style vient d’un mélange de goûts et techniques développées par les membres de ce projet qui apporte un nouveau concept musical.

Group I Love Samba comes with a new work in 2011, the identity, musicality and style is a mixture of tastes and faculties developed by the members of this project which brings a new musical concept.”

Em breve mais posts sobre esse evento!

Bientôt d autres posts sur la soirée!

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O encontro dos humoristas!

Chico Anysio nos deixou aos 80 anos neste mês de março de 2012!

E o salário ó!

Gostamos de imaginar que ele foi simplesmente reencontrar o Mussum e tantos outros que já se foram! Hoje partiu um mestre da academia brasileira de humoristas, e por isso vamos pensar na festa que vai ser quando ele se encontrar com Mussum! Nossos abraços para aqueles que tanto nos fizeram rir! Escutem abaixo uma gravação de ambos ainda vivos!


Samba do disco Água Benta de 1978 por Mussum. Ele canta com um dos autores da música, o saudoso Chico Anysio. Linda letra que nos deixa com nostalgia de tempos que nunca vivemos e da presença dessas duas grandes pessoas entre nós!

Rio antigo(Notato Buzar e Chico Anysio)
Quero um bate-papo na esquina
Eu quero o Rio antigo com crianças na calçada
Brincando sem perigo sem metrô e sem frescão
O ontem no amanhã
Pego o bonde 12 de Ipanema pra ver o Oscarito e o Grande Otelo no cinema
Domingo no Rian, me deixa eu querer mais, mais paz
Quero um pregão de garrafeiro
Zizinho no gramado eu quero um samba sincopado
Baioba, bagageiro e o desafinado que Jobim sacou
Quero um programa de calouros com Ary Barroso
O Lamartine me ensinando um lá, lá, lá, lá, lá gostoso
Quero o Café Nice de onde o samba vem
Quero a Cinelândia estreando “E o Vento Levou”
Um velho samba do Ataulfo que ninguém jamais gravou
PRK 30 que valia 100, como nos velhos tempos
Quero o carnaval com serpentinas, eu quero a Copa Roca de Brasil e Argentina
Os Anjos do Inferno, 4 Ases e Um Coringa eu quero porque é bom
Aí eu pego no meu rádio uma novela
Depois chego na Lapa, faço um lanche no Capela
Mais tarde eu e ela, pros lados do Hotel Leblon
Quero um som de fossa da Dolores, uma valsa do Orestes, zum-zum-zum dos Cafajestes
Um bife lá no Lamas, Cidade sem Aterro, como Deus criou (nesta versão cantam outro verso)
Quero o chá dançante lá no clube com Waldir Calmon
Trio de Ouro com a Dalva Estrela Dalva do Brasil
Quero o Sérgio Porto e o seu bom humor
Eu quero ver o show do Walter Pinto com mulheres mil
O Rio aceso em lampiões e violões que quem não viu
Não pode entender o que é paz e amor
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