Arquivo da tag: música portuguesa

O som de Portugal

Alguns artistas portugueses, para quem andava com saudades de nossas descobertas e nossas sugestões musicais da terrinha !

BANDEIRA PORTUGAL

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Zarpante além do crowdfunding

Descubra músicos e artistas que já perceberam que Zarpante vai muito além do Crowdfunding!

 Fado, Samba, Hip-Hop, Dj’s, Soul, Jazz, Rock, , MBP…

Veja abaixo uma colectânea de vídeos e canções de alguns dos músicos que representamos, e conheça também a peça de teatro com a qual trabalhamos actualmente!

Estes artistas todos contam com Zarpante para encontrar datas de eventos em que possam se apresentar!

Deseja contratar um destes artistas para seu evento empresarial, seu Festival, show, etc? Contacte Zarpante no zarpante@gmail.com ou fale com Henrique Andrade no: 00 351 934 247 504. Aonde que que esteja no mundo, quem sabe possa contar com a presença de um destes artistas em sua cidade!

Quanto aos músicos e profissionais do teatro interessados por nossos serviços, basta contactar-nos pelo email  zarpante@gmail.com ou falar com Henrique Andrade no: 00 351 934 247 504, para que possamos trabalhar por vocês!

– Teatro:

  • Morreste-me

Texto de José Luís Peixoto que Sandra Barata Belo e Cátia Ribeiro adaptam ao teatro em Morreste-me. Música de António Zambujo

Morreste-me é uma declaração de amor para um pai, para uma família. Para todos os que são vítimas desta doença. O cancro.

É uma declaração de amor para os que nos deixam e para os que ainda estão connosco. Para aqueles que sabemos, que quando nos faltarem, o nosso coração ficará só a metade.

– Música:

– Fado

Ana Lains:

 É apelidada por muitos como uma das maiores intérpretes da música portuguesa nos últimos anos. Com o recente disco “Quatro caminhos” concluímos que veio pra ficar…

Clique aqui para saber mais sobre Ana Lains.

Ana Lains

– Música da Terra:

  • Sertanília:

Sertanília, Foto por Léo Monteiro

Sertanília é um grupo de Salvador (BA) que resgata a tradição sertaneja na produção de uma música universal, inspirada nas diversas manifestações culturais do sertão. Surgido em 2010 é composto por Aiace (vocais), Anderson Cunha (violão e viola) e Diogo Flórez (percussão), que hoje são acompanhados pelos músicos Mariana Marin e Raul Pitanga na percussão, João Almy no violão e Massumi no violoncelo.

Clique aqui para saber mais sobre Sertanília.

 

– Jazz

Project 4 Cats:

Projeto formado nos corredores da Escola de Música e Artes do espectáculo (ESMAE) em 2011. Trompete, piano, baixo e bateria são os instrumentos utilizados para desenvolver uma música, o Jazz, a partir de uma perspectiva pessoal.

Clique aqui para saber mais sobre Project 4 Cats.

Project 4 Cats

– Rock

  •  A BETA MOVEMENT:

 

A BETA MOVEMENT, nasce em 2008, no Porto, com Pedro Cordeiro e Secundino Oliveira os dois músicos do núcleo criativo, abertos à experimentação, expõem as composições indie de um às manipulações digitais de outro.

Clique aqui para saber mais sobre A BETA MOVEMENT.

  •  Blake Rimbaud:

 

Um poeta-cantor e três músicos, amigos que se encontram na vida e no palco sob o signo do visceral para saudar o existir, questionar os valores vigentes, bradar por justiça, liberdade, consciência e atitude.

A “Blake Rimbaud”, essa banda de poesia elétrica selvagem, é seguidora da tradição dos grandes poetas visionários, e toca pelo puro prazer de derramar sobre a sensibilidade das pessoas tonéis de poesia, usando para isso a voz e a engenharia sonora dos irmãos músicos.

Clique aqui para saber mais sobre Blake Rimbaud!

  • Edgar Scandurra:

A história de Edgard Scandurra se confunde com a história da música brasileira dos últimos 30 anos, através do rock , da música eletrônica e do underground .

Através de 3 décadas, deixou um legado de solos de guitarras, grooves, sucessos e um respeito praticamente unânime entre público, critica e artistas das mais diversas cenas musicais do Brasil.

Saiba mais sobre Scandurra!

Edgar Scandurra por Marcelo Rossi

  • Los Bife:

Letras profundas e contundentes e uma sonoridade capaz de derreter até o mais gelado dos corações: são essas características que jamais poderiam definir o Los Bife. A banda, que começou a tocar ainda em tempos de escola, tem como marca principal a auto-depreciação, misturando hardcore com música country, salsa e o que mais der na telha. Estamos falando de uma das chamadas “bandas para tocar ao vivo”: quando for a um show do Los Bife, não estranhe estar numa rodinha punk e, de repente, se encontrar dançando quadrilha.

Saiba mais sobre Los Bife.

– Samba, Soul, Swing:

  • Aleh Ferreira:

A diversidade é constante em sua carreira.

Depois de estrear em 1996 com a Banda de reggae Bantus, abrindo a tournée nacional da banda The Wailers, reeditou a Banda Black Rio, ao lado de seu parceiro Wiliam Magalhães.

Em 2002 a música “Sou do bem” foi lançada em mais de 50 países, pela compilação Brazilian Grooves do selo Putumayo.

Saiba mais sobre Aleh Ferreira!

Aleh Ferreira em Paris – Foto: Gabriel Pedramarrom

  • Marcio Local:

Iniciando seus primeiros passos fora do Brasil, carioca ganha elogios do The New York Times, tem CD lançado pelo selo de David Byrne, Luaka Bop, e execução em mais de 600 emissoras de rádio da América do Norte. E encerra o ano tendo seu ”Adventures In Samba Soul” eleito pelo jornal The Washington Times como um dos 10 melhores discos lançados nos EUA em 2009

Saiba mais sobre Marcio Local!

– Hip – Hop

  • BiruLexIcon:

Eu posso não ter nada, mas aqui há tudo que preciso”,

É o slogan da sua campanha como governador da sua vida. Frase alusiva ao planeta Terra, considerando-o, o seu jardim Ídilio.

Em 2003 decidiu ser Rapper.

Passados quase 8 anos, hoje, constata-se que ele é mais do que isso.

Rapper, MC, poeta, edutainer (educador e entertainer) e beatmaker, entre outras coisas, BiruLexIcon, também conhecido por Biru, é o que eu chamo de artista renascentista do século XXI.

BiruLexIcon = Alexandre Francisco Diaphra

– DJ’s:

  • DJ Edgar:

DJ Edgar, hoje eleito e considerado maior representante do gênero “Funk Carioca” no Planeta. Mais de 30 países.

Criador de um estilo próprio, o “Baile Funk With High Quality”. Como o próprio nome diz, o Funk Carioca (para o Mundo) com alta qualidade sonora.

Saiba mais sobre o DJ Edgar.

  • DJ MAM:

DJ MAM – Foto: Guga Millet

Após tocar para 2 milhões de pessoas no Réveillon de Copacabana, DJ MAM investe na carreira internacional do CD.

O multifacetado produtor, compositor e empresário DJ MAM não pára. Um dos maiores nomes da cena carioca, que dividiu com o Marcelinho da Lua o Prêmio Noite Rio 2012 de Melhor DJde MPB / Regional, ele ainda realizou no final do ano passado o Festival Sotaque Carregado, no qual reuniu alternadamente em cinco dias de shows, 36 artistas de 14 estados brasileiros e de cinco diferentes nacionalidades. Logo em seguida, tocou e cantou para cerca de dois milhões e trezentas mil pessoas no Palco Principal do Réveillon de Copacabana no Rio de Janeiro – o público recorde da festa.

Saiba mais sobre o DJ MAM.

– Salsa

  • Herencia de Timbiqui:

Herencia de Timbiqui

Directamente da Colômbia para o mundo!

Saiba mais sobre Herencia de Timbiqui.

 

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Conhece Ana Lains?

Quem teve a chance de escutar a bela voz de Ana Lains já conhece o talento da moça!

Quem ainda não conhece essa voz, que subtilmente invade a alma de quem ouve, precisa o quanto antes cair no canto harmónico de Ana Lains!

Ana Lains

Ana Lains

“Ana Laíns canta pela primeira vez em público aos 6 anos, desde cedo a artista nascida em Tomar descobre o seu talento inato para a música e aos 15 anos canta o seu primeiro fado. Após ter vencido a Grande Noite do Fado de Lisboa em 1999 decide levar a sério a sua carreira musical e apresenta-se nos Estados Unidos, Alemanha, França, Bélgica e Luxemburgo.

No ano 2000 surgem os seus primeiros registos em estúdio participando em algumas compilações. Apesar de ter assinado o seu primeiro contrato discográfico em 2003 com a editora Difference a convite de Samuel Lopes, só sentiu maturidade para gravar o seu disco de estreia no final de 2005, contando com a ajuda de Diogo Clemente na direcção musical e produção. Em Abril de 2006 chega por fim ao mercado o seu primeiro álbum “Sentidos” onde Ana Laíns interpreta alguns dos seus poemas de eleição de Florbela Espanca, Lídia Oliveira, António Ramos Rosa entre outros e conta com um naipe de músicos de excepção.

É apelidada por muitos como uma das maiores intérpretes da música portuguesa nos últimos anos. Com o recente disco “Quatro caminhos” concluímos que veio pra ficar. Após o lançamento em Março de 2010, e a tour de apresentação 2010/11/12 que já passou por países como Portugal, Espanha, Luxemburgo, Bélgica, Republica Checa, Itália, Suíça, Sérvia, Holanda, Alemanha ou Estados Unidos, Ana Laíns prepara-se para o ano de 2013 e para continuar a apresentar este concerto que apelida de “Viagem” pela cultura musical portuguesa.

O seu último disco foi considerado um dos 10 melhores álbuns do mundo pela imprensa holandesa, abrindo portas para a tour de 1012. A crítica adorou-a em palco, e fala da sua virtuosa forma de cantar, forte performance, interpretação e capacidade natural para chegar ao público. Em Portugal foi considerada uma grande revelação por dar uma nova cor ao fado e à música portuguesa.

A sua música tem marcado pontos no mercado discográfico, e escolha de algumas das compilações mais importantes dos últimos anos, com destaque para “Fado sempre” de 2008, “Divas do fado” de 2009, “Fado Portugal” de 2011, e mais recentemente “ Mensageiros” antologia poética e musical que conta com nomes como Dulce Pontes, Ruy de Carvalho ou Joaquim de Almeida. Em 2012 “Pode ser saudade” com selo Farol, reúne os maiores nomes do fado, contando também com o nome de Ana laíns.

A cantora tem, também, visto o seu talento reconhecido por colegas como Beto Betuk, Rogério Charraz ou Miguel Brito Rebelo, colaborando nos seus discos como convidada, a por  Rui Veloso, Ivan Lins, Dulce Pontes e Maria Ana Jopek.

Saiba mais sobre Ana Lains e descubra como contratá-la para seu evento, seu show, festival, etc!

 

 

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Aumente o som porque é do bom

Cais Sodré Funk connection

Cais Sodré Funk connection

“Sendo já uma referência da cena musical lisboeta, os Cais Sodré Funk Connection nasceram no coração do bairro boémio que lhes dá o nome e foram a primeira banda residente do clube MusicBox. Apaixonados pelo funk e pela soul, a banda dedica-se a recriar o som e o ambiente dos clássicos da Motown, Stax, Chess Records e outras editoras míticas das décadas de 60 e 70, com a dedicação e energia de uma verdadeira celebração. No seu conjunto, o grupo reúne elementos dos Cool Hipnoise, Spaceboys, Movimento, Orelha Negra, Cacique 97, banda Sérgio Godinho, entre outros, garantindo a sabedoria necessária à produção de um contagiante groove. Nos seus espetáculos, a banda realiza uma viagem pela história da música negra, recriando ao vivo alguns dos mais enérgicos momentos gravados em vinil por James Brown, Otis Redding, Etta James ou Ray Charles. Por outro lado, a banda revisita também clássicos da história do hip-hop, com atuações de B-boys e B-girls, assim como improvisos de rappers e os irresistíveis clássicos do funk. Neste momento, os Cais Sodré Funk Connection estão a finalizar o seu álbum de estreia, com novos originais mas também com os clássicos que tornaram as suas noites do MusicBox das mais quentes de Lisboa.”

Fonte: Cabritube

Quem trabalhar com arte e cultura, e tiver um projeto criativo ou social tão qualitativo quanto este, pode inscrever-se gratuitamente em nosso site para captar fundos! Registre-se!

– Conheça também este jovem cheio de talento!

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Russos e portugueses

Jarun lake in Zagreb, Croatia

Jarun lake in Zagreb, Croatia (Photo credit: Wikipedia)

“Com um conceito nascido em Zagreb (Croácia), em 2008, e uma banda formada em Lisboa alguns anos depois, em 2011, os Elektra Zagreb são um quarteto luso-russo formado por Luís Vieira (guitarra e teclas), João Cardoso (baterista), Andrei Davidoff (voz) e Ricardo Andrade (baixo e guitarra). Já editado e em audição, está “Giving Birth.The Young Whales”, o EP de estreia dos Elektra Zagreb. Gravado nos Golden Pony Studio, “Giving Birth.The Young Whales” é composto por sete faixas de um indie-rock de características fortemente lo-fi; o grupo também lhe chama “noisy pop“. É ouvir.
O disco foi editado em Janeiro e está em audição no Bandcamp do quarteto.”

Ouvir “Giving Birth.The Young Whales”

Giving Birth.The Young Whales

Fonte: A Trompa

Leia também  a entrevista com um dos fundadores do grupo!

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Não é bacalhau mas está saboroso!

Venha saborear  a  cena musical portuguesa! Novidades  de Portugal para o mundo!

 

– Começamos com Orelha Negra:

 

 

 

 

– Continuamos com Mind Da Gap e o grito de um país!

 

 

 

 

– Jorge Fernando e Sam The Kid propõem um  “fado-rap” interessante:

 

 

 

 

B-Leza envia um “Beijo em silêncio”:

 

 

 

 

– Nada dura para sempre com Dealema:

 

 

 

 

– Terminando o Hip-hop (por hoje), vamos de Haka feat. DJ Yoke:

 

 

 

 

– Em Seguida sugerimos um duo português de música eletrônica:

 

– Com  Throes + The Shine, é hora de festa:

 

 

– Um pouco de rock com La Chanson Noire:

 

 

a traditional bacalhau (stockfish) dish from P...

a traditional bacalhau (stockfish) dish from Portugal/Brasil (Photo credit: Wikipedia)

 

– E terminamos com algo que Sabe Bem:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MAR!

Quem gosta de zarpar gosta de MAR!

Zarpante tem orgulho em lembrar, que o MAR (Movimento Alternativo Rock), é nosso Parceiro!

Leiam abaixo uma pequena descrição do coletivo escrita por eles mesmos:

“O MAR | Movimento Alternativo Rock é um colectivo de músicos, é uma editora, uma associação, uma promotora, um espaço de criativos e de poetas.

Somos marujos no mar ora revolto ora ameno da música portuguesa e da produção nacional. Tomamos as rédeas do nosso destino e cooperamos na edição dos nossos discos. É casa onde se fala, toca e se edita em português.

Temos a caixa de email sempre cheia de música, dormimos pouco e estamos contentes porque gostamos de trabalhar. Somos mar mas acreditamos na terra, no vaso, na semente, no regador e no fruto. Mas também acreditamos na rede social, no computador, na impressora, no telemóvel, na rádio, na webzine, nos bloggers e no palco.

São nossos compadres os técnicos de som, os que filmam, os que fotografam, os que escrevem, os que desenham, os que ouvem e sobretudo os que se fazem ouvir. Acreditamos acima de tudo no público. Seja ele qual for; o tímido, o que faz moche, o que compra, o que saca, o aventureiro que partilha o que descobre e o zeloso que guarda para si.

Acreditamos que a música é feita por todos nós, todos os dias, seja na cidade ou na aldeia. E fazemos o que fazemos precisamente porque acreditamos… e o resto é conversa.”

Assistam abaixo alguns vídeos feitos pelo MAR, onde grupos do próprio coletivo tocam!

MulherHomem – “Novecentos”

Alma Fábrica – Pescador

Matilha – Andar perdido

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