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7 dias para que Vinicius de Moraes ressuscite no Morro da Babilônia

Você que mora no Rio de Janeiro: já foi ao Morro da Babilônia? Ainda não? Esta é sua chance de conhecer uma das mais belas vistas da cidade!

São prémios como este que esperam pelas almas (sensíveis à poesia nossa de cada dia), que contribuírem para este projeto! Uma poesia com a  cara do Vinicius de Moraes, que gostava tanto de encontrar poesia nas pequenas coisas do dia a dia.

Com alguns minutos de seu tempo e mais alguns cliques, você pode ajudar a levar os nome de Vinicius de Moraes, do Morro da Babilônia, e do realizador Rafael Gomez! São poucos cliques, mas mudam a vida de muitas pessoas. O projeto leva cultura ao morro e paralelamente, leva a cultura brasileira ao mundo! Mas para que tudo isso possa acontecer, precisamos de sua ajuda já!

Faltam somente 7 dias e o projeto pode atingir em poucas horas o valor necessário, mas para isso precisamos que todos os amantes de Vinicius, todas as almas poéticas, todos os apreciadores de cultura, companhias ou empresas (interessadas por marketing cultural a um preço acessível), todos os amigos, familiares, etc, participem de forma ativa dessa reta final! Clique aqui e faça sua parte! Contamos com cada um de vocês e agradecemos antecipadamente aos que já participaram e aos que irão se mobilizar!

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Ganhe dinheiro com sua música

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Aumente sua renda como músico:

Na situação atual de crise do mercado de discos, o crowdfunding surge como uma nova maneira para que músicos ganhem dinheiro com suas músicas em 2014! No entanto, para que suas campanhas de crowdfunding funcionem, os músicos precisam ter uma “multidão de fãs” que estejam preparados para ajudar a financiar os projetos de seus ídolos. Criar um público forte que acompanhe seu trabalho nas redes sociais, na mídia, etc, e claro, que compareça aos seus shows e divulgue seu som para outras pessoas que poderão se interessar pelo seu trabalho.

– Construa e mantenha uma verdadeira relação com seus fãs e amigos nas redes sociais.

95 % dos artistas fazem uma utilização errônea de suas listas de e-mail e de suas redes sociais: evite contactar seus fãs apenas quando tem algo para vender para eles (shows, releases, CD novo, etc.) É preciso convencer às pessoas a comprar algo, no entanto, às pessoas tem uma tendência natural de consumir e sempre preferem comprar de alguém em quem confiam e de quem gostam. Envie conteúdos como fotos, vídeos, etc para divulgar seu trabalho mas faça o espontaneamente e sem pedir sempre algo em troca.

Novos estudos indicam que às pessoas só investem dinheiro quando sentem que o artista “fez por merecer” por meio de um verdadeiro trabalho nas mídias sociais. Isso é particularmente válido para o universo da música.

Como artista, você representa uma marca: sua própria marca! Para ganhar dinheiro com sua marca você precisa ter uma linha de produtos claramente definida. Um projeto de financiamento coletivo (crowdfunding) é uma oportunidade única para lançar uma “linha de produtos” porque obriga o artista a criar diversos níveis nos quais as pessoas poderão participar e contribuir. Pois é: como Zarpante já vem dizendo faz um tempo, o crowdfunding vai muito além do que uma mera captação de fundos! Utilize-o por exemplo para lhe ajudar a criar uma linha de produtos que se adapte ao seu público!

1. O seu primeiro passo deve ser no sentido de identificar sua base de fãs  e seguidores:

Você tem uma base de fãs para a qual pode vender sua ideia?

Isso significa:

A) Uma mailing list

B) Um Blog e claro, leitores. Lembre-se de sincronizar seu blog com seu Tumblr, seu Twitter, Facebook, Stumbleupon, etc). Caso não tiver blog, e prefira delegar essa atividade a uma outra pessoa, saiba que existem diversos blogs que podem fazer isso por você contanto que você envie material de vez em quando. Este blog por exemplo tem sempre artigos sobre os artistas que Zarpante representa e também sobre artistas que atraem nossa atenção.

C) Tenha uma comunidade Facebook ativa e seguidores no Twitter

2. Canalize!

Sempre pense em maneiras para aumentar sua base de fãs e sua mailing list!

Considere que em média, somente 10% das pessoas em sua mailing list irão abrir os e-mails que você enviar: nesse sentido, tenha como objetivo um mínimo de 10 mil fãs (contabilizando todas suas redes sociais e mailing list).

Pense todo dia em pelo menos uma pessoa para adicionar em sua lista!

Qual é sua linha de produtos?

Você vende apenas shows, CDs e Mp3s?

Você tem produtos derivados?

Um fã clube / promoções mensais?

Tem algum talento especial a oferecer além de sua música?

Deixou claro às pessoas de sua mailing list que você está disponível para eventos privados , festas, casamentos, etc?

Alguma vez você já mencionou que gostaria de tocar um show na casa deles?

3. Já perguntou aos seus fãs  o que eles desejam comprar?

Faça enquetes e pergunte isso à sua base de fãs! Quem sabe eles desejem adesivos, ou camisetas relacionados ao seu projeto mas você nunca saberá disso se não perguntar.

Para Newsletters ou pesquisas online: Survey Monkey & Pop Survey

Para o Twitter: Twtpoll

No Facebook: Poll Daddy

 

4. Comunicação!

Você tem newsletters mensais atrativas, e consistentes?

Se não for o caso, passe a utilizar um serviço que lhe ajude a criar uma newsletter em que possa ter as estatísticas de quem abre suas newsletters e o que “clicam” ou não nela.

A chave é comunicar de maneira constante e regular, e estudar o que dá certo ou não.

5. Criatividade!

Seja criativo em relação ao conteúdo que compartilha em suas redes sociais!

Crie produtos, eventos, fã clubes, eventos exclusivos, e tudo que possa satisfazer seus fãs.

Você tem algum outro talento que seu público deveria descobrir?

Escreve?

Pinta?

Tira fotos?

6. Após desenvolver sua rede de maneira intensiva (mas sem comprar falsos seguidores ou “curtidas”), lance sua campanha de Crowdfunding!

Tenha um plano claramente definido antes de se lançar em uma campanha de crowdfunding: o que deseja fazer? Gravar um EP ou LP para lançar em CD ou vinil ou digital? Quer lançar um vídeo ou quer fazer um show? Precisa de fundos para comprar um novo baixo? Quer fundos para poder viajar e fazer aquela tournée lá fora? O crowdfunding pode ser aplicado a diversas partes de sua carreira mas para isso você precisa ter uma ideia bem estruturada em mente.

Estude o Crowdfunding  e entenda como alavancar sua campanha!

 

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Notícias do alambique

Ano passado captamos fundos para o projeto “Ceci n est pas de L’ eau”. Desde então, a equipe envolvida no projeto já foi ao Brasil, filmou em distintos alambiques e voltou a França para editar o filme!

A equipe

A equipe

Saiba mais na entrevista abaixo!

1. Por favor, apresentem a equipe de “Ceci n’est pas de l’eau”.

A equipe do Ceci n’est pas de l’eau consiste principalmente de duas pessoas – uma brasileira, Ana Clara, e um franco-americano, Yann-Yves. Nos formamos em cinema e comunicação pela Universidade Americana de Paris e trabalhamos nessa área desde então. No entanto, tivemos a ajuda de muitas pessoas durante as filmagens e o processo de pós-produção, no qual nos encontramos no momento. Somos muito gratos!

2. Como surgiu a ideia de fazer um documentário sobre cachaça?

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Houve uma época em que o Yann-Yves trabalhava em um bar mexicano, onde havia tequilas e mezcais maravilhosos, e curiosamente um dos drinques mais populares era a caipirinha (de cachaça, claro). Eu (Ana Clara) sabia que a qualidade da cachaça usada não era das melhores, já que era uma cachaça industrialíssima, mas eu não sabia explicar o porquê. Foi aí que decidimos que seria interessante investigar mais sobre o destilado e, porquê não, fazer um documentario sobre o assunto.
3. Após captação bem sucedida no site Zarpante, partiram para as gravações no Brasil. Como foi essa etapa? 
Nós tivemos a sorte e a oportunidade de sermos apoiados por múltiplas plataformas. Não só atingimos a nossa meta através da Zarpante, mas também fomos, de certa forma, patrocinados pela cachaça Leblon – uma marca que, como nós, é internacional e tem tudo a ver com o nosso projeto. Com isso conseguimos um orçamento confortável pra uma produção independente. Tudo, tudo mesmo, deu certo durante as filmagens, e em momento algum ultrapassamos esse orçamento.

4. Foi a primeira vez de Yann-Yves no Brasil, quais são suas primeiras impressões? E agora como definiria o Brasil em uma frase?

Em um mês, visitamos mais de 10 cidades em 4 estados diferentes, o que pode parecer muito, mas na verdade foi muito pouco. Eu (Yann-Yves) adorei Minas Gerais em particular, porque vimos a área rural, uma parte do Brasil que não é muito exportada. Eu acho isso uma pena, já que é uma região maravilhosa, pela comida, pelas pessoas e pela vista. Em uma frase, eu diria que o Brasil não só correspondeu às minhas expectativas, como também me surpreendeu em vários aspectos.
5. Quando pensam apresentar ao publico o resultado final de ” Ceci n’est pas de l’eau”? Alguma estratégia especifica de distribuição?
Como qualquer outra produção audiovisual, documentários levam um tempo para serem montados – principalmente se a equipe permanente consiste somente de duas pessoas. Temos como meta o meio do ano para finalizar a edição, mas não estamos com pressa. Priorizamos a qualidade. Quanto à distribuição, continuamos estudando a melhor alternativa.
6. Quantos litros de cachaça beberam durante as visitas que foram levados a fazer.
Nós trouxemos de volta para França mais do que bebemos durante as filmagens, naturalmente. Ao todo conseguimos trazer discretamente umas 13 garrafas nas nossas malas…
Como levar isso tudo em uma mala para a França?

Como levar isso tudo em uma mala para a França?

7. Como distinguir uma boa cachaça de uma cachaça qualquer?

O processo de fabricação e o preço do produto final são boas indicações da qualidade do produto. Um litro de cachaça que custe menos do que um litro de leite (o que acontece, e é um grande problema) não pode ser coisa boa.
8. Como foi a feira da cachaça em Paraty, poderia descrever o evento para quem nunca foi?
Paraty por si só já vale a visita, mas um evento como esse dá um ar todo especial à cidade. Há até um roteiro gastronômico de cachaça, e a gente adorou provar todos os pratos típicos com um toque especial do destilado. O Festival da Pinga é o que pode-se esperar do nome – muita cachaça, muita festa, muita musica e muita, muita gente, de todos os horizontes. Recomendamos a visita durante uma hora ou dia mais calmo, em que se possa conversar com os produtores. Eles tem muitas histórias pra contar! Menção especial para Corisco e Engenho d’Ouro.

9. “Ceci n’est pas de l’eau” é vosso primeiro projeto de filme documentário. Quais são vossos projetos para o futuro?

Temos algumas ideias, aqui e ali. À voir!

10. Uma brasileira e um americano em Paris, poderiam por favor citar-nos seu diretores preferidos (um americano, um brasileiro, um francês).

 
Pergunta difícil. Ana Clara – Fernando Meirelles, John Waters, Jean-Pierre Jeunet.Yann-Yves – Walter Salles, irmãos Cohen, Mathieu Kassovitz.

A Sunday of Transcriptions from Ceci n’est pas de l’eau on Vimeo.

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