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Podcast Zarpante nº 26 (Franceses e Brasileiros)

France-Bresil

Para escutar o Podcast Zarpante de número 26 basta clicar na imagem acima!

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Gastronomia francesa com tempero brasileiro

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Preparamos uma lista de canções no Youtube para que descubram algumas curiosidades musicais feitas na França com bastante tempero brasileiro! Mais uma prova da importância cultural que tem a música brasileira a nível mundial.

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Um Festival “très chic”!

MyFrenchFilmFestival.com é um conceito inédito que tem o objetivo de apresentar a criação cinematográfica francesa e permite aos usuários do mundo inteiro compartilhar seu amor pelo cinema francês. Para sua quarta edição, o festival retorna com novos filmes, novas linguagens estrangeiras, novas plataformas parceiras e lançamentos nos cinemas de vários territórios.

Desde dia 17 de janeiro até dia 17 de fevereiro de 2014 os cinéfilos do mundo inteiro terão acesso a todos os filmes que a quarta edição do festival de cinema francês conectado apresenta. No Brasil, o My French Film Festival é gratuito e os filmes podem ser vistos através do site. No México, na Polônia, na Russia e na Turquia o Festival também terá acesso totalmente gratuito.

No resto do mundo as tarifas serão as seguintes:

– Locação de um longa-metragem: 1.99 Euros
– Locação de um curta-metragem: 0.99 Euros
– Pacote de longas-metragens: 11.99 Euros (acesso aos longas-metragens)
– Pacote de curtas-metragens: 5.99 Euros (acesso aos curtas-metragens)
– Pacote Acesso Total: 15.99 Euros (acesso a toda a programação do festival)

Na França, só estão disponíveis os curtas.

Clique aqui para saber mais e para assistir ao Festival gratuitamente!

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Toca do Vinicius

Compartilhando um artigo sobre Bossa Nova para os franceses interessados pelo assunto!

Lepetitjournal.com s’est rendu dans la rue Vinicius de Moraes, situé dans le quartier d’Ipanema à deux pas de la plage, pour parler musique. Mais pas n’importe laquelle. La bossa nova. La musique de Rio de Janeiro. 54 ans d’ondes mélodieuses. Retour sur un style musical exceptionnel conté par un maître en la matière, le propriétaire du centre de référence : Carlos Alberto Alfonso

Le centre musical Toca do Vinicius a ouvert en 1993. A l’origine, le propriétaire l’avait appelé Toca da Bossa Nova. Mais trois mois avant, il décida de changer le nom pour la commémoration de la mort du célèbre musicien Vinicius de Moraes, dont on avait fêté les 20 ans cette même année.

Dans cette boutique, il y a des livres, des albums, des vinyles et des anciennes photos de ces célèbres artistes qui ont écrit l’histoire de la bossa nova. Carlos, carioca, ancien professeur de littérature, prend du plaisir à expliquer son amour de la bossa à un passant curieux. “La bossa nova est une rythmique de la samba, jouée de la manière traditionnelle” affirme-t-il. Il explique que la bossa nova n’est pas une chanson, mais une façon de la jouer. “Celui qui écoute la bossa nova a une relation contemplative avec elle, c’est l’instrumental qui est important” ajoute-t-il. Les paroles sont là pour accompagner la musique, elles facilitent essentiellement la vulgarisation et la popularisation de la chanson. Elles sont plus envisagées comme un “accessoire”. Il insiste : “La bossa nova n’a pas besoin de parole pour être bossa nova. Si vous écoutez attentivement, la voix n’est jamais plus forte que le son des instruments”. C’est une relation collective et égalitaire entre ces deux éléments.

Les grands noms
A la fin des années 50, un jeune musicien se fait le pionnier de la bossa nova : il s’agit de João Gilberto. Un dieu qui de ses mains a inventé cette manière de jouer un nouveau rythme. Ce travail de construction musicale n’a pas été sans peine, le musicien a montré beaucoup de détermination. Mais au-delà de ses recherches, il a véritablement créé des éléments esthétiques. Il y a deux architectes de cette musique, “pas un, pas trois, deux seulement” m’explique Carlos. João Gilberto et Tom Jobim. Ce dernier a quant à lui prouvé ses talents de compositeur. “La bossa nova est la musique des musiciens” précise-t-il.

Les femmes ont elles aussi contribué à façonner le genre musical. Nara Leão, Leny Andrade, Wanda Sa, Rosa Passos sont considérées comme les muses de la bossa. “Pour moi, Rosa Passos est João Gilberto en jupe” souligne le maître des lieux. Amour, mort, nature, les thèmes des paroles tournent souvent autour de la vie quotidienne. Le top des plus belles chansons de bossa nova selon Carlos ? “Desafinado (de Tom Jobim), O Barquinho (de Nara Leão) et Lobo bobo (de João Gilberto), mais ça ne tient qu’à moi !

Fonte: Camille JEANJEAN (www.lepetitjournal.com  – Brésil) Rediffusion

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A Internet serve para muito mais do que apenas dar “likes” e “retweets”

Hoje voltamos a falar sobre a “doença da era digital”, ou, como “curtir” artigos sem sequer parar para lê-los?

Para ilustrar o poder de propagação que pode ter a internet se a utilizarmos em prol de nossas causas, iremos voltar a um tempo em que não existia internet. Voltamos também ao polêmico assunto do ditador Salazar e vamos utilizar um texto encontrado no Jornal De Notícias.

No que diz respeito ao Salazar, alguns “iluminados” nos  perguntaram porque não falamos da ditadura Marxista e a resposta é simples: no Brasil e em Portugal, os regimes ditatoriais que tivemos não foram Marxistas. Bem, agora que demos uma pequena atenção aos Salazaristas conservadores que vem nos atacando diariamente, passemos ao texto de Alfredo Maia! Um texto que nos mostra claramente como poderíamos todos juntos, dar um imenso impacto ao projeto Morte Súbita graças à internet. O problema é que muita gente prefere divulgar fotos de gatinhos, de “gostosas”, e outras mil futilidades.

A internet pode e deve ser utilizada como uma ferramenta  alternativa para divulgar campanhas e propagar cultura. Para isso, bastaria que passássemos a utilizá-la de forma consciente. Afinal, seria muito preocupante se com as novas tecnologias não conseguíssemos fazer melhor do que fizeram há 50 anos atrás.

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“Do ‘Santa Maria’ para o mundo o “maior comício” anti-Salazar”

“Há 50 anos, não havia redes sociais, mas a tomada de um paquete com 600 passageiros e 350 tripulantes por um punhado de 23 revolucionários mal armados teve o efeito de um comício à escala planetária: a comunidade internacional virou as costas a Salazar.”

“Se não foi outra coisa”, o assalto ao paquete português “Santa Maria”, na madrugada de 22 de Janeiro de 1961, no mar das Caraíbas “foi o maior comício do mundo contra Salazar, foi um comício à escala planetária, foi um sufrágio mundial à credibilidade do regime fascista”. Camilo Mortágua, então com 27 anos, foi um dos 12 exilados políticos portugueses em Caracas, Venezuela, a embarcar na aventura do Directório Revolucionário Ibérico de Libertação (DRIL). Com 11 espanhóis, idealizaram apossar-se do navio, rumar à ilha de Fernando Pó, apoderar-se de uma canhoneira e de armas da guarnição militar espanhola, apontar a Luanda, assumir o poder na colónia portuguesa, instalar um governo provisório e irradiar a sublevação armada contra as ditaduras peninsulares.”

“Liderados pelo capitão Henrique Galvão, importante quadro dissidente do regime e delegado plenipotenciário do general Humberto Delgado (outro dissidente, depois de ter ocupado destacados cargos), derrotado na farsa das eleições presidenciais de 1958,  os revolucionários acabariam por ver frustrados os seus objectivos. Mas não completamente os políticos imediatos. “Pretendia-se uma operação com impacto”, conta Mortágua [ler entrevista]. E teve: a “Operação Dulcineia” – em alusão à quimérica dama do D. Quixote (“D. Quixote de la Mancha”) de Cervantes – convocou a imediata atenção dos média de todo o Mundo, que se precipitaram a enviar repórteres.”

“Com os jornais do país submetidos a férrea censura e manipulados pelas notas oficiosas do Governo, apenas os estrangeiros podiam narrar o acontecimento (a primeira captura de um navio por razões políticas, como viria a sê-lo o desvio de um avião da TAP 11 meses depois) e  colocar na agenda internacional a ditadura. Foi através da cadeia de televisão norte-americana NBC que Galvão, que partilhava a liderança da operação com o comandante “Jorge Soutomaior” (nome de guerra do galego José Hernánez Vasquez, ex-combatente comunista na Guerra Civil de Espanha), invocou a condição de combatente político e neutralizou a arma diplomática de Salazar. Acusando os revolucionários de pirataria, o ditador pretendia que os aliados na NATO, com a frota norte-americana no Atlântico à frente, recapturassem o paquete. França e Holanda não reagiram; a Inglaterra desistiu face à pressão trabalhista. Só os Estados Unidos se fizeram ao mar, com cinco vasos de guerra e uma esquadrilha de aviões.”

“A esquadra aeronaval dos EUA localizou o “Santa Maria” cinco dias após a aventura começar.  O barco zarpara no dia 20 do porto venezuelano de La Guaira, com destino a Miami. Dissimulada entre os 600 passageiros seguia uma parte do comando revolucionário; a outra embarcou clandestinamente e acoitou-se com armas. Três outros homens, Galvão entre eles, entrariam no dia seguinte em Curaçao.”

“A acção foi desencadeada cerca da 1.10 horas do dia 22. Foi rápida – coisa de dez ou 15 minutos. Na tomada da ponte de comando, um oficial de bordo é morto e outro gravemente ferido. O desembarque humanitário de feridos, no dia 23, na ilha de Santa Lucia – decisão controversa na liderança –  foi fatal: denunciou a presença do navio, atrasando a navegação para África.”

“Só no dia 25 foi avistado, mas não abordado. Galvão insistiu com os EUA que se tratava de um acto político e não de pirataria vulgar. John Kennedy, recentemente eleito, cede. Entre 27 e 31 de Janeiro, decorrem conversações entre os líderes do comando e o contra-almirante Allen Smith, em representação dos EUA, atentas à alteração política no Brasil: hostil aos revolucionários, o presidente cessante, Kubitchek de Oliveira, seria substituído no dia 1 de Fevereiro por Jânio Quadros, democrata amigo de Delgado. No dia 2, o navio chega a Recife e os revolucionários recebem asilo político.
Mas já nada será como dantes. “O governo fascista de Salazar está menos seguro no poder do que julga”, sentencia o clandestino “Avante!”, classificando a operação do “Santa Maria” como “uma séria derrota” e anunciando “um novo período de ascenso revolucionário”. E 1961 foi muito agitado.”

social-net

Hoje em dia não é necessário sequestrar um navio para transmitir uma mensagem e reter a atenção! Basta utilizar a Internet para que mensagens conscientes se espalhem pela rede e além da rede.

Nós já fizemos nossa parte e contamos com vocês! Quem ainda não participou do projeto Morte Súbita tem alguns últimos dias para fazê-lo! Cliquem aqui e ajudem o teatro independente de língua portuguesa a combater os resquícios de nossas ditaduras.

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Quem sampleou?

Hoje o Blog Zarpante inaugura uma nova temática de artigos e quem ganha são vocês leitores! “Quem Sampleou” vai mostrar um pouco das músicas de artistas lusófonos sampleadas por outros artistas.

Nossa viagem sonora começa em Marseille, no sul da França, com um cantor de rap bem conhecido por lá.

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Akhenaton escolheu para samplear uma música de ninguém menos que Jorge Ben: O Homem Da Gravata Florida.

jorge-ben

O resultado vocês conferem abaixo:

Akhenaton

Je Suis Peut-être:

Sample aparece no começo da música (minuto 0:00)

Jorge Ben

O Homem Da Gravata Florida:

O sample utilizado no track acima aparece no comecinho da versão original do Jorge Ben (minuto 0:01)

Vejam também:

– Sampleando poetas!

– Alexandre Francisco Diaphra inaugura “A Cigarra” no Centro Cultural Malaposta

– Quem Sampleou 02

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Para os cariocas que gostam de grafite

Festival de arte e cultura urbana acontece entre os dias 5 e 8 de setembro de 2013.

Atenção cariocas! A ArtRio começa e paralelamente, a cultura urbana também estará em festa!

“Muito mais que uma feira ou exposição de arte, o ART RUA é um festival de arte urbana, que ocorrerá nos dias 5 a 8 de setembro de 2013 nos Galpões da Gamboa.

Criado em 2011 pelo Instituto R.U.A, em parceria com a produtora Visionart’z, o objetivo do ART RUA é integrar arte ao movimento de revitalização urbana da região portuária do Rio de Janeiro.

Este ano o festival convidará mais de 40 artistas nacionais e internacionais para participar de uma exposição de arte urbana e intervenções artísticas nas ruas do bairro Gamboa.

Dentro dos galpões estarão 25 painéis de grande escala. Obras de Bragga, Acme e Anarkia Boladona, clássicos do graffiti carioca, e de Antonio Bokel e Joana César, dois nomes que transitam entre as ruas e as galerias.

Os personagens coloridos de Minhau, Chivitz e Flip representam Sampa, e Rafael Highraff contribuirá com sua geometria psicodélica. Entre os convidados extranjeiros está o casal de grafiteiros icônicos Dabs&Myla, da Austrália, e 123 KLAN, da França.

Ao todo, serão 22 painéis criados por mais de 40 artistas, entre eles Gais Ama, ACME, Toz, BR, Piá, Akuma, Binho, Mateu Velasco, Rodrigo Tizil, os artistas plásticos Guga Ferraz e Joana César… Durante o evento, a área externa terá uma exibição de live paint, e um palco com shows de bandas como Dorgas e Shibatronics.

— “A partir do momento em que um expoente de arte urbana que mora no Complexo do Alemão vende uma obra para um leilão consagrado, como o da Phillips & Pure Company em Londres, isso mostra como este estilo foi totalmente absorvido pelo mercado de arte — diz o idealizador do festival, André Bretas, referindo-se ao artista Gais Ama, que em 2011, quando vivia no Alemão, vendeu uma pintura no leilão por 10 mil libras.”

Do lado de fora dos galpões a arte continua: os visitantes poderão acompanhar grandes nomes em ação, pintando murais externos. No gramado entre os dois galpões, o Palco Jardim acrescentará trilha sonora ao mundo da arte, com atrações ao vivo, durante o dia.

Os galpões ficarão abertos com exposições, palestras, performances e shows de bandas ao vivo das 14 às 21. A entrada é gratuita.”

Fontes:

Página oficial do evento no Facebook

http://extra.globo.com

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Para ler e aprender

O ROTEIRO DE MARTIM SOARES MORENO  conta a história de meio século de lutas pela restauração do Brasil, entre 1604 e 1654.

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Os franceses instalaram-se desde a Paraíba até ao Maranhão, depois de expulsos do Rio de Janeiro e os holandeses chegaram a ocupar metade da costa brasileira, onde controlavam a produção e o comércio do açúcar. Martim Soares Moreno chegou ao Brasil muito jovem e participou em todas as lutas contra franceses e holandeses; natural de Santiago do Cacém, faleceu na sua terra natal, depois de ter servido como militar desde a Bahia até ao Maranhão, durante 45 anos.

Ele foi um dos grandes heróis da recuperação do Brasil para o domínio português, combateu intrusos e corsários, em terra como no oceano, desfigurado e com uma mão decepada desde os 30 anos; faz parte da lenda, da tradição e da literatura, sobretudo no Ceará, capitania por ele fundada e onde é venerado. Um dos mais belos romances da literatura portuguesa intitula-se IRACEMA, da autoria de José de Alencar (1829-1877): o romance narra a história de um guerreiro português que se enamora da filha de um chefe índio com quem tem um filho e é uma metáfora da miscigenação própria à nação brasileira. A ficção de Alencar é decalcada sobre a vida real do militar cuja história verdadeira é narrada no livro do professor Abreu Freire.Martin-Soares-Moreno-1

O texto agora publicado resulta de investigações levadas a cabo durante muitos anos, já que a vida do militar se cruza em diversos momentos com a do padre António Vieira, a quem o autor dedicou vários livros e um filme. Martim comandava um batalhão de tropas acantonadas na Bahia pelos anos de 1638 a 1645, antes da investida decisiva contra os holandeses; por esses anos o jesuíta pregava os primeiros sermões patrióticos para animar os soldados.

Mais tarde o pregador foi incumbido de resolver na Holanda, pela via diplomática, a questão da presença holandesa no Brasil, sem sucesso, enquanto os soldados a quem ele pregara em Salvador da Bahia conseguiam derrotar os ocupantes em Pernambuco; em Agosto de 1648, o jesuíta regressava a Lisboa e o militar também: o padre tinha fracassado, o militar chegava como vencedor de uma grande batalha, mas faleceu pouco tempo depois.

Os contornos da luta pela restauração do Brasil são complexos e foram muitos os intervenientes na criação da nação brasileira; Martim Soares Moreno falava a língua Tupi e comandou por várias vezes batalhões de tropas indígenas. Na guerra pela restauração e unidade do Brasil combateram negros, índios e brancos, com interesses diferentes mas uma escolha comum que foi a de continuar a existir sob influência portuguesa. Este livro é a primeira biografia completa escrita em Portugal sobre um dos personagens fundamentais na formação de um dos países mais promissores do mundo, onde hoje vivem 194 milhões de pessoas.

Veja Também:

– Podcasts musicais do Zarpante

Essa o mestre Caymmi só pode ter feito para Zarpante!

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Futebol

Preparamos este para quem gosta de futebol.

futebol

– Imagine se essa moda pegar no Brasil e em Portugal!

Surge na França, um novo modelo de patrocínio dos clubes de futebol. Podemos argumentar, que de certa forma, trata-se de um modo de crowdfunding, já que o patrocínio passa pelo coletivo de torcedores.

Por 25 Euros o torcedor pode ter sua foto na camisa de seu jogador preferido, durante toda a temporada. São até 500 fotos por camiseta…

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A Torre Eiffel enlouqueceu e as mulheres agradecem

Um sex-toy em forma de Torre Eiffel é puro Glamour!

“La Tour est folle” (a torre Eiffel é louca): criado por um artista franco peruano, o objeto sexual tem a forma do monumento mais conhecido de Paris! No Brasil o objeto está em passe de virar sucesso!

Sébastien Lecca é o criador da obra  “La Tour est folle” , que está ficando cada vez mais conhecida, particularmente no Brasil, onde diversos jornais como por exemplo O Globo e a Folha de São Paulo, dedicaram recentemente matérias ao assunto.

O objeto nada mais é que um sex-toy em forma de Torre Eiffel. O artista explica que não entende como ninguém pensou nisso antes, levando em conta que esse emblema francês é um dos monumentos mais fálicos do mundo.

Em um contexto atual em que mais de 70% dos sex-toys são fabricados na China, aparece esse novo brinquedo 100% “Made in France”, com um tal sucesso, que, desde seu lançamento em fevereiro de 2013,uma fundação chamada prazeres da França foi criada pelo artista chileno e um amigo. Um associação dos fabricantes de objetos sexuais franceses. O objetivo é dar mais visibilidade aos talentos franceses tanto na França quanto no exterior, além de sensibilizar os bancos para que estes deixem de ter preconceito em relação ao setor que consideram como pornográfico. Em resumo, democratizar os brinquedos sexuais é a meta, e para isso são distribuídos em lojas de lembranças de Paris (Torre Eiffel), lojas inovadoras, e galerias de arte, além é claro, dos sex shops.

 

Por enquanto, o objeto está a venda unicamente na França e alguns países vizinhos, mas a ideia do artista, é exportar a “torre enloquecida” para o Brasil, assim como em breve estará fazendo para o México.

Afinal meninas, vamos combinar: existe algo mais glamour que ter prazer com a Torre Eiffel?

 

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