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O amor e suas diversas caras

Se você está em casa com seu companheiro ou sua namorada, (quem sabe ainda mais se estiver só), não deixe de ver estes curtos filmes cujos roteiros tem todos algo relacionado ao amor.

– “Alambamento”, de Mário Bastos

“Alambamento” Teaser Trailer [English] from ALAMBAMENTO on Vimeo.

– I’m Here (Estou Aqui) – de Spike Jonze

– Handmade, de Denis Kamioka

Short film …HANDMADE… from oliviahelena on Vimeo.

Ana, de Rui Costa e Paulo Varela

– Amor em 4 Partes – de Fernando Figueiredo

A Costura de Clemente, de João Bordeira

A Costura de Clemente from Tiago Gil Batista on Vimeo.

– AMOR NO CALHAU, um filme de Celso Prudente

– O Céu no Andar de Baixo – Leonardo Cata

– Eu Também Prometo, de Vitor Moreira

– Surf Surf – de Wellington Sari

Surf Surf (Wellington Sari, 2012) from O Quadro on Vimeo.

Coisa Hindu, de Luís Campos

Coisa Hindu (Hindu Thing) from Luis Campos on Vimeo.

– Charizard, de leonardo Moura Mateus

Charizard from leonardo mouramateus on Vimeo.

– Eu Não Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro.

Vejam também:

– Amor de Perdição (Completo), de Camilo Castelo Branco

Música para o dia dos namorados

– Filmes variados com temáticas das mais diversas.

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Adivinhe o filme

Neste mês de setembro queremos brincar um pouco com nossos leitores: vamos fazer uma série de artigos em que colocaremos desenhos, ilustrações, fotos, etc, livremente inspirados por um filme. Quem vai adivinhar qual é o filme?

Para quem ficou completamente perdido, uma dica: o filme é americano…

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Dicas para sua campanha de Crowdfunding

Se precisa de fundos para tirar sua ideia do papel o crowdfunding é uma alternativa inovadora que está ao alcance de todos!

Porque nem todos temos a sorte de ter um banco que perceba nossas necessidades e esteja pronto a investir em nossos projetos, e pela questão da diminuição dos incentivos culturais (para não dizer o corte), surge o crowdfunding cultural.

De facto, as mídias sociais estão mudando muito mais do que simplesmente a maneira de se distribuir e comunicar: estão também mudando a maneira como captamos recursos!

Como funciona o crowdfunding?

Geralmente é necessário ter uma ideia ou objetivo, definir uma meta financeira e um prazo de captação. A meta total precisa ser atingida no prazo definido ou a totalidade dos fundos terá que ser devolvida aos respectivos mecenas.

Isso acontece por uma questão de credibilidade: se uma pessoa pede 10.000 Euros para fazer um evento, supõe se que poderá realizar o evento unicamente caso tiver todos fundos que pede no seu orçamento. Desta forma também todos os mecenas estão protegidos e tem a certeza que caso o projeto não for acontecer, eles poderão reaver suas respectivas contribuições.

No site Zarpante por exemplo, também é assim para a maioria dos projetos, mas no caso de projetos sociais é possível inscrevê-los sem prazo para o fim da captação, e se mesmo assim o responsável pelo projeto preferir definir um prazo de captação, pode ter a certeza que ficará com a totalidade dos fundos captados mesmo que não atinja a meta! Isso porque consideramos que para projetos sociais toda ajuda é importante, e principalmente, pode ser utilizada no âmbito de ajudar uma causa social.

A questão é a seguinte: no meio de tanta concorrência, como destacar seu projeto e fazer com que as pessoas contribuam?

Para atrair a atenção de potenciais contribuintes é necessário se diferenciar, envolver sua rede social (familiares, amigos, fãs, seguidores no twitter, facebook, etc) e concretizar convidando o público a apoiar seu projeto.

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Seguem abaixo algumas dicas:

– 1: Defina seu(s) público(s) alvo(s)

Definir e comunicar directamente com seu público alvo é uma das chaves para um projeto bem sucedido.

O primeiro público alvo é constituído por seus fãs, seus amigos familiares etc… Estas são as pessoas que vão contribuir para seu projeto porque tem algum laço directo com você ou porque acompanham e apreciam seu trabalho de modo geral.

Por outro lado, se por exemplo seu projeto é um livro, um vídeo, uma peça de teatro… sobre alguma personalidade ou sobre alguma temática específica, você terá também que preparar uma divulgação direccionada a esta parte do público que poderia potencialmente contribuir para seu projeto.

Focalize em temáticas bem específicas e procure os grupos de pessoas que se interessam por esta temática… Uma boa parte das captações  bem sucedidas por meio de crowdfunding foram direccionadas a nichos bem específicos. Esses nichos podem ser definidos por situação geográfica, por religião, por interesses ou causas comuns, e diversas outras variantes.

A música e o audiovisual são duas temáticas que atraem bastante atenção também…

Por outro lado, mesmo que seu projeto seja puramente cultural, adicionar um lado social pode atrair ainda mais simpatizantes. Suponhamos que seu projeto consista em captar fundos para ir estudar o samba no Brasil ou para estudar mais sobre as percussões angolanas, etc… Não apresente seu projeto dessa forma porque as pessoas vão achar que você quer os fundos para sair de férias. Mesmo as pessoas que acreditarem que você vai utilizar os fundos captados para realmente estudar, se sentirão mais atraídas por seu projeto e sentirão-se mais seguras para contribuir, se souberem que quando você voltar ao seu país, irá compartilhar o que aprendeu sobre forma de workshops, podendo assim inclusive ajudar comunidades carentes a receberem uma aula musical qualitativa.

– 2: Planejamento é essencial!

Planejar com antecedência é muito importante. Uma campanha de crowdfunding passa muito rápido.

A maioria das contribuições para projetos de financiamento colectivo acontece no começo e no fim da campanha! Faz sentido: as pessoas sentem-se mais atraídas por novidades ou por projetos próximos da meta financeira a ser atingida. O ideal é ter uma série de emails e actualizações preparados para o começo, a metade e o final de seu prazo, mantendo-o assim sempre activo. Quando receber contribuições para o seu projeto agradeça o quanto antes os mecenas (mesmo que seja com emails pré-escritos onde você muda apenas o destinatário). Zarpante agradece por email cada uma das contribuições recebidas mas ainda assim as pessoas apreciam receber um agradecimento vindo directamente do responsável pelo projeto.

Lembre-se:

– Receber a “primeira onda”de contribuições (vinda de seus amigos, familiares, redes sociais…) é essencial! Quanto mais rápido conseguir apoios no começo de seu projeto, mais pessoas serão atraídas e por consequência poderão contribuir.

– Quando chegar a metade de seu prazo, a tendência é que o movimento diminua, por isso mantenha-o activo actualizando com vídeos, textos, fotos, etc…

Captura de Tela 2013-06-07 às 01.37.20

– 3: Demonstre e transmita amor pelo seu projeto.

 “A primeira impressão é a que fica.”

Esse ditado popular se aplica ainda mais no caso do crowdfunding: fazer uma primeira boa impressão é muito importante ao inscrever seu projeto, afinal ele estará disputando essa atenção entre distintos projetos no próprio site de crowdfunding.

Escolha um bom nome de projeto, gráficos  atraentes, e uma descrição clara: é muito importante preparar isso cuidadosamente.

Criar um nome atrativo, adicionar belas imagens, e uma boa descrição irá ajudar seu projeto a se diferenciar. O vídeo também é imprescindível. Clique aqui e veja dicas sobre o vídeo.

– 4: Mostre claramente como serão utilizados os fundos que receber.

As pessoas querem apostar em um plano estruturado e sustentável!

Não basta ter uma boa ideia, as pessoas precisam ter a certeza que sabe o que fazer com os fundos e que tem um projeto estruturado de A a Z. Zarpante sugere que para cada projeto seja dada uma explicação detalhada de como irá utilizar as contribuições recebidas. Quanto mais transparente e detalhado for seu orçamento, melhor. Dessa forma poderá dar credibilidade ao seu projeto e as pessoas se sentirão mais tranquilas para contribuir.

– 5: Alavanque suas redes sociais .

Tenha em mente que boa parte de seu público pode não estar familiarizado com o crowdfunding. Será provavelmente necessário que utilize redes sociais, email marketing e outras ferramentas de comunicação para direccionar seu público ao seu projeto no site de crowdfunding.

Tenha uma lista de emails de pessoas seleccionadas para quem enviará artigos ou mensagens sobre seu projeto. Utilize também o Facebook, o Twitter e toda e qualquer rede social que já costume utilizar. Não esqueça de divulgar seu projeto off-line também! Quanto mais espalhar a notícia melhor!

Lembre-se: criar uma lista extensa de contactos e de público nas redes sociais pode representar meio caminho andado.

– 6: “Mais vale um pássaro na mão do que dois voando”.

Seu projeto tem uma chance maior de atingir a meta financeira caso você o dividir em vários projetos menores.

Suponhamos que queira gravar um clipe por exemplo: pode por exemplo dividir seu projeto em três etapas: filmagem, edição, e distribuição. Paço a paço chega-se lá!

Captura de Tela 2013-06-07 às 16.05.43
Transforme seu projeto completo em vários projetos menores com metas acessíveis.
As pessoas gostam de sentir que ao contribuir estarão fazendo uma diferença: 50 Euros representam uma contribuição tangível quando a meta financeira é de 1000 Euros. No entanto, 50 Euros podem parecer não fazer uma grande diferença se a meta financeira a ser atingida for de 10.000 Euros.
Metas financeiras menores parecem mais facilmente atingíveis e desta forma as pessoas  contribuirão pois gostam de sentir que fazem parte de um time vencedor!

– 7: Ofereça recompensas atractivas.

Criatividade é essencial ao pensar nas recompensas que vai oferecer para quem contribuir para seu projeto.

Um exemplo interessante é o de um projeto de quadrinhos que ocorreu nos Estados Unidos. O responsável pelo projeto oferecia o primeiro capítulo do quadrinho em PDF para todas as pessoas que contribuíssem com um dólar. Além disso, pensou em algo que sempre sugerimos às pessoas que contactam Zarpante: incluir o público no processo criativo!

Cada pessoa que apoiasse com o valor de 1000 Dólares teria um personagem inspirado em si que faria parte da revista de quadrinhos. O público aderiu e 4 pessoas pagaram cada uma o valor de 1000 dólares para que seus nomes fossem imortalizados em forma de personagens de quadrinho.

Seja criativo, pense em recompensas exclusivas, diferenciadas, e principalmente, ponha-se no lugar do possível mecenas. O que você gostaria de ganhar caso contribuísse com o valor x? Você acha mesmo que alguém vai se interessar em contribuir com 100 euros para receber 20 chaveiros com o nome do projeto?!

Tenha também a certeza que poderá cumprir com suas promessas! Trata-se de crowdfunding e não de política…

De forma geral:

Uma campanha de crowdfunding requer entusiasmo, estratégia e  planos executáveis para ser bem sucedida. Os projetos recebem mais visitas no começo e no fim da campanha mas nem por isso você deve estremecer na fase intermediaria ou deixar de publicar e divulgar seu projeto para que possa atingir seus objectivos!
Por hoje é só mas curta a página Dicas sobre Crowdfunding  para ter acesso a mais dicas!

Também sobre o tema do Crowdfunding:

– Evolução da procura pelo crowdfunding

– Crowdfunding = trabalho (+) atitude (+) perseverança (-) braços cruzados.

– Como melhorar seus vídeos!

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O Punk e suas botinas…

Um estilo musical pouco conhecido no Brasil em relação a outros ritmos brasileiros, e em comparação a Inglaterra por exemplo: Punk

“Denominam-se subcultura punk os estilos dentro da produção cultural que possuem certas características comuns àquelas ditas punk, como por exemplo o princípio de autonomia do faça-você-mesmo, o interesse pela aparência agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura. Entre os elementos culturais punk estão: o estilo musical, a moda, o design, as artes plásticas, o cinema, a poesia, e também o comportamento (podendo incluir ou não princípios éticos e políticos definidos), expressões linguísticas, símbolos e outros códigos de comunicação. Surge dentro do contexto de contracultura, como reação à não-violência dos hippies e a um certo otimismo daqueles.

O punk como movimento social

A partir do fim da década de 1970 o conceito de cultura punk adquiriu novo sentido com a expressão movimento punk, que passou a ser usada para definir sua transformação em tribo urbana, substituindo uma concepção abrangente e pouco definida da atitude individual e fundamentalmente cultural pelo conceito de movimento social propriamente dito: a aceitação pelo indivíduo de uma ideologia, comportamento e postura supostos comum a todos membros do movimento punk ou da ramificação/submovimento a que ele pertence. O movimento punk é uma forma mais ou menos organizada e unificada, com o intuito de alcançar objetivos — seja a revolução política, almejada de forma diferente pelos vários subgrupos do movimento, seja a preservação e resistência da tradição punk, como forma cultural deliberadamente marginal e alternativa à cultura tradicional vigente na sociedade ou como manifestação de segregação e auto-afirmação por gangues de rua. A cultura punk, segundo esta definição, pode então ser entendida como costumes, tradições e ideologias de uma organização ou grupo social.

Apesar de atualmente o conceito movimento punk ser a interpretação mais popular de cultura punk, nem todos indivíduos ligados a esta cultura são membros de um grupo ou movimento. Um grande número de punks definem o termo “punk” como uma manifestação fundamentalmente cultural e ideologicamente independente, cujo aspecto revolucionário se baseia na subversão não-coerciva dos costumes do dia-a-dia sem, no entanto, se apegar a um objetivo preciso ou a um desejo de aceitação por um grupo de pessoas, representando uma postura distinta do caráter politicamente organizado e definido do movimento punk e de seu respectivo interesse na preservação da tradição punk em sua forma original ou considerada adequada.

Esta diferença de postura entre o movimento punk e outros adeptos da cultura é responsável por constantes conflitos e discussões, violentos ou não, que ocorrem em encontros destes indivíduos em ruas e festivais, ou através de meios de comunicação alternativos como revistas, fanzines e fóruns.” Fonte: Wikipédia (leia o resto do artigo clicando no link)

Descubra um pouco desse movimento no Brasil:

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Um projeto sobre Lisboa e os seus habitantes!

Zarpante tem a honra de anunciar mais um belo projeto em nosso site! Venha Zarpar pelos mares da diversidade cultural de Lisboa com a nau Zarpante!

Projeto no site Zarpante

Projeto no site Zarpante
Venha contribuir!

Lisboa Mestiça é a narrativa da vivência diária das várias comunidades, estrangeiras e imigrantes, em Lisboa, que atualmente ascendem as 200.000 pessoas.

NOTA DOS AUTORES
“Quantos de nós já não fomos emigrantes em terras mais ou menos distantes, por mais ou menos tempo, sempre à procura de condições que não temos acesso no nosso lugar, ou à procura de melhoria para essas mesmas condições, encarando essas terras e essas cidades, tão diferentes das nossas e com hábitos sempre tão desavindos dos nossos, por vezes com temor, por vezes com estranheza, em que o desconforto é a matriz diária e constante? Lisboa, seguramente, não foge a ser vista também com estes sentimentos por quem a escolheu para tentar uma melhor vida. A dificuldade de integração será diária e só os mais resistentes e perseverantes conseguirão construir um futuro nesta cidade.

Lisboa sempre foi uma encruzilhada de povos. Entre celtas, godos, romanos, judeus, árabes e berberes a história foi-se construindo até ao período das descobertas marítimas, período a partir do qual essa confluência de povos ainda se torna mais evidente. Calcula- se que só no século XV terão vindo para Portugal mais de 150.000 escravos (cf. Vitorino Magalhães Godinho). Apesar de nem sempre reconhecida a mestiçagem em Lisboa é grande: o fado tem origem nessa miscigenação, muita da gastronomia resulta do mesmo fenómeno.
A história da relação entre as várias comunidades em Lisboa não é uma história pautada pela felicidade. Por vezes é mesmo pautada por momentos dramáticos ou desumanos, como o caso do Massacre de Lisboa de 1506, também conhecido como Pogrom de Lisboa ou Matança da Páscoa de 1506, em que uma multidão perseguiu, violou, torturou e matou centenas de pessoas, acusadas de serem judias; ou ainda a situação dos escravos em Lisboa que, segundo Filipe Sassetti, comissário florentino que viveu em LISBOA entre 1573 e 1578, eram imensos: “Estou a crer que em LISBOA os escravos são mais que os portugueses livres de condição. Dificilmente se encontrará uma casa onde não haja pelo menos uma escrava (…). É ela que vai comprar as coisas necessárias, que lava a roupa, varre a casa, acarreta a água, faz os despejos à hora conveniente numa palavra, é uma escrava não se distinguindo de uma besta de carga se não pela figura .”
Por sua vez o fenómeno imigratório, tanto de finais do século XIX como já neste século, é atravessado por processos contínuos de produção de memória. Tais processos explicitam-se e tornam-se (in)visíveis nos contatos entre as comunidades de acolhida e os imigrantes, trazendo consigo dinâmicas de perda – com relação à terra de partida – e de
conflito étnico-cultural entre um “eu” (os grupos de estrangeiros) e um “outro” (os nacionais da terra de chegada).
Apesar de todas estas situações, a cidade em si tem sabido integrar essas diferenças e essas histórias no seu tecido.
Atualmente dos 510.000 habitantes em Lisboa, e falando só de imigrantes legais, mais de um quinto desse universo é constituído por imigrantes. Se acrescentarmos a imigração ilegal ou não regularizada, rapidamente percebemos a dimensão dessas comunidades e a sua importância em todos os aspectos na vida da capital. No entanto a inter-relação entre a comunidade de acolhimento e e as comunidades de imigrantes é na maioria das vezes nula, quando não tensa, mas sempre incompleta e descontínua. Opta-se sempre pela bandeira da diferença como elemento identificador que ao mesmo tempo serve como separador das comunidades. A crise económica começa a provocar um crescente xenofobismo e um aumento da fragilidade a que ficam sujeitas as comunidades imigrantes. De salientar que a taxa de crescimento natural em Portugal atingiu já o valor zero, com que faz que o crescimento efectivo da população em Portugal esteja muito dependente dessas mesmas comunidades imigrantes.
Lisboa Mestiça, construída sobre factos reais e utilizando a técnica do docudrama, onde pessoas das mesmas comunidades recriarão fragmentos de vivências vividas, vai-nos revelar o que é hoje viver nesta cidade de mais de dez séculos de mestiçagem.”
Os Autores Clara Ferrão, José Manuel de S. Lopes, João Francisco Vilhena

Gostou? Então venha contribuir com o que puder e receba recompensas por sua contribuição! São Cds, livros, camisetas, e muito mais! Acesse o link seguinte para saber mais sobre este projeto e sobre como contribuir: Lisboa Mestiça!

Alguns outros links em torno do projeto:

José Manuel de S.Lopes no IMDB

Blog Lisboa Mestiça!

Página facebook do projeto Lisboa Mestiça! (curta a página e estará ajudando a divulgar este projeto)

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Paris em 8 minutos e 24 segundos!

C'etait un rendez vous

C’etait un rendez vous (Photo credit: amysphere)

Está certo que Paris não é uma cidade lusófona e que Claude Lelouch não representa a cultura de língua portuguesa, mas como deixar de compartilhar esse curta-metragem com nossos leitores?! Quem já esteve na cidade vai reconhecer o percurso pelo qual nos guia a câmera do grande cineasta francês! A curiosidade desse curta, é que o próprio diretor Claude Lelouch está no volante da maquina!!

8 minutos e 24 segundos para atravessar Paris de cabo a rabo! Não acredita? Confira abaixo este curta-metragem feito sem nenhum efeito especial! Tudo simples e real! Cinema puro!

O nome dessa obra audiovisual filmada em 1976, é “C’etait un rendez-vous (Era um encontro)!

Apertem os cintos e curtam a viagem!

http://videos.sapo.pt/wlfq9Z30dMS7TVfMWrnd

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Podcast Zarpante 09

O Podcast Zarpante do mês  de Agosto de 2012 já está no ar pessoal!Um episódio especialmente preparado para quem gosta de cinema! Músicas de artistas lusófonos em filmes nacionais e internacionais, e alguns trechos desses filmes!

A ocasião de conhecer curiosidades como por exemplo, Cesaria Evora cantando uma música escrita para ela por Goran Bregovic, Seu Jorge cantando David Bowie e muito mais!

Tropa de Elite, Cidade de Deus, Habla con ella e muitos outros filmes com músicas em nossa língua!

Clique abaixo para escutar!

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