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Um peixe brasileiro nas águas musicais portuguesas

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Nilson Dourado é um músico brasileiro que reside em Portugal e que trabalha com Zarpante. Conheçam um pouco sobre o artista na entrevista logo abaixo:

•    Quem é Nilson Dourado?

Eu sou paulistano, filho de pai baiano e mãe mineira, mistura que desde sempre conviveu muito harmoniosamente na minha formação cultural e humana. Sou músico por paixão e profissional da música por redenção, ofício que me sustenta, desafia e encanta diariamente. Amante da natureza, da beleza, do humor e do amor e suas decorrências. Um brasileiro ‘mundano’, metropolitano caipira sertanejo e por aí vou…

 •    Como conheceu Zarpante?

Conheci a Zarpante por intermédio do meu amigo Biru em Portugal.

 •    Como definiria seu som?

Hora, aí está uma coisa que sempre tive a maior dificuldade e continuo a ter cada vez mais, pelo menos dentro dos critérios de classificação do ‘mercado’ musical. Talvez definisse como música universal, música do mundo, algo assim… O meu disco ‘Sabiá’ acabei por classificar como world music. Penso que a música contemporânea, pós internet e globalização, será sempre de alguma maneira música do mundo.

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A música que faço em primeira instância é brasileira e já aí é universal dada a nossa miscigenação cultural. A minha música inevitavelmente acaba por refletir o que eu vivo e um pouco de tudo o que é essencial para mim e também que me alimenta de forma geral, como homem e como artista. Sempre tive influências musicais diversas e penso que o fato de tocar instrumentos bastante distintos também colabore para esta pluralidade estética na minha música. Tenho tentado estar sempre muito ligado em música boa, criativa e também na música tradicional que se faz ao redor do mundo todo, sem preconceitos e de ouvidos e coração bem abertos. Mas também me influencio artisticamente por muitas outras coisas como literatura, filosofia, comida, pessoas interessantes, bichos, cheiros… tudo isso para mim também é ou vira música de alguma forma.
Mas em resumo esta não é uma dificuldade que me incomode uma vez que continuo mais ocupado em fazer a música que faço do que em classificá-la. Será que respondi a sua questão? (risos)

  •    Qual foi o seu primeiro contato com a música? Quando percebeu que era isso que queria fazer de sua vida?

O meu primeiro contato com música… não sei dizer ao certo… provavelmente ainda habitando a barriga da minha mãe, ouvindo os violões do meu pai e do meu irmão mais velho, a minha mãe cantando, cancioneiro do brasil… e por aí foi. Tenho memórias de infância disso tudo também. Penso que tudo isso já seja válido sabe… Vejo esta relação hoje com as minhas filhas.

Mas aí só mais tarde, já com uns 15, 16 anos comecei a tocar mesmo, violão, com intenções de estudos mais sérios e tal. Recentemente ativei esta memória numa conversa com o músico Benjamim Taubkin, sobre o tal momento do ‘estalo’… “É isso que vou fazer na minha vida!” Já estudava música, violão; queria tocar de verdade, ser concertista e tal… aí estava assistindo o programa Ensaio da TV Cultura com o Raphael Rabelo, aquele monstro de músico, o Benjamim fazia parte da banda também, me lembro bem do momento… eles tocavam um arranjo maravilhoso do Samba do Avião do Jobim quando eu me emocionei mesmo com aquilo tudo ali, aquela música feita com paixão, com o coração, e senti o tal ‘estalo’.

•    Como é a vida de um músico brasileiro em Portugal?

Penso que a atividade de música seja mais ou menos semelhante em qualquer lugar, exceto as questões mais relacionadas ao mercado e a cena local que sempre difere um pouco. Venho de São Paulo que tem uma dinâmica de produção musical super intensa e é claro que sinto sim muita diferença na forma como as coisas funcionam lá e cá; mas em termos culturais Portugal também é um país com muita mistura, Lisboa por exemplo é cosmopolita assim como Sampa e tem uma cena musical muito diversa e interessante.

Aqui estou muito mais em contato com culturas musicais como as da áfrica, do oriente, mediterrânica e obviamente a própria música portuguesa e europeia que funde tudo isso e certamente já influenciaram consideravelmente a minha música. Mas por outro lado tem um pormenor muito interessante que já ouvi muitos brasileiros que viveram fora comentarem e só agora consigo entender, que é uma espécie de potencialização da brasilidade que ocorre quando se esta fora do Brasil, principalmente por longo tempo; talvez seja decorrência do inevitável saudosismo que nos arrebata vez por outra e no meu caso como músico muitas vezes da em samba, baião de dois (risos) e por que não em choro vez por outra…

Bom, tudo isso para contextualizar um pouco a questão… mas basicamente a minha rotina profissional é baseada em períodos de estudos onde tento manter minimamente a relação com os instrumentos que toco ‘em dia’, composição, arranjo, produção musical e executiva com todas as dores e delícias da carreira independente e finalmente os concertos.

•    O que o levou a escolher o Portugal para viver?

A Marjorie, minha companheira, já havia estado por duas vezes em Portugal a trabalho e ficou apaixonada… Estávamos saindo de uma fase super desgastante na nossa rotina paulistana entre 2008 e 2009 quando ela sugeriu experimentarmos viver em Portugal por um tempo e ver no que dava… Aceitei o desafio da aventura e no nosso caso deu em paixão das boas e neste momento tentamos conciliar a vida cotidiana, profissional e da família em Portugal com a vida profissional e familiar pelo Brasil.

Cabo da Roca, Portugal

 •    Mantém firmes os laços com o Brasil?

Sim, super firmes! Tenho lá toda a minha família, muitos grandes amigos, fora os fortes laços das relações musicais e afins. Gravei em São Paulo o meu primeiro disco, o Sabiá e vou gravar por lá também o segundo que esta em fase de pré-produção mas vem bem logo se tudo correr bem.
Tenho por lá parceiros e parcerias super importantes para fazer o som que faço hoje, sinto que aqui em Portugal ainda estou construindo esta base. Mas vai caminhando bem! Já tenho pelo menos três outros projetos que penso em produzir totalmente ‘Made in Portugal’, (risos)…

 •    Planos para 2014-2015? Lançamentos?

Sim! Muitos! Ainda em 2014, Oxalá gravo pelo menos dois ou três discos novos, dos quais pelo menos dois lanço ainda este ano, incluindo este que comentei na questão anterior. Nestes últimos anos acumulei muito material, composições, canções, música instrumental, tenho material para uns 4 ou 5 discos bem distintos entre eles… agora é ir colocando a produção em dia, com calma…
Ainda não consigo mirar com clareza o que vem para 2015… Preciso respirar 2014 e sentir para onde os ventos irão soprar.

 •    Hoje em dia escutamos muita música por ai que tem balanço mas não tem conteúdo. Qual a importância da letra para você? Como as trabalha?

É interessante como coloca a questão, realmente se tem feito música muito pobre hoje, principalmente dentro do ‘mainstream’, o que é muito mal… mas em fim. O grande mercado musical é um tanto achatado mesmo, tende sempre a fazer tudo meio igual, é impressionante a quantidade de música parecida ou as vezes mesmo igual, com as mesmas cadências de harmonia, mesmo timbre de tudo, mesmo groove, mesma linha de guitarra, mesmo tudo, que se produz em grande escala, mas em fim. Não fico muito ligado nessa onda, não perco tempo nisso.
Estou mesmo ligado é no também crescente e grande número de artistas e compositores comprometidos com a música criativa e que apresenta novos rumos, reais inspirações. Aproveito aqui para citar alguns novos compositores que aí estão e que muito tem me inspirado… Por exemplo o mineiro Antônio Loureiro que é um gênio, o Kiko Dinucci, o Rodrigo Campos, o Rafa Barreto, o João Taubkin e o Fábio Barros de Sampa, o Chico Saraiva que adoro e o Siba que não são propriamente novatos mas em constante reinvenção, o meu parceiro Tiganá Santana de quem sou fã também, além de muitos outros. Aqui em Portugal tem um compositor muito interessante também que é o Norberto Lobo, também gosto da Sara Tavares e descobri recentemente o Pierre Aderne que é brasileiro mas vive em Lisboa.
Para mim a letra é importante na medida que se faz necessária para a canção, quero dizer com isso que uma melodia pede ou não uma letra e esta letra quando é necessária vem ou deve vir em plena sintonia com a melodia que a solicita. Eu antes de compor música já escrevia poemas, contos, pequenos ensaios sobre assuntos do meu interesse, depois a música passou a dominar o meu espaço criativo, fiz, faço e ouço muita música instrumental também, então só escrevo uma letra para uma melodia quando faz muito sentido que isso aconteça.
A forma como trabalho as letras é muito distinta, as vezes nem trabalho muito, surge tudo junto, praticamente pronto, melodia e letra, outras vezes tenho uma melodia e sinto que pede uma letra, aí normalmente canto a melodia até perceber que palavras e ideias surgem e assim vou compondo o enredo, as imagens… praticamente nunca compus letra e depois música, sempre o inverso.

 •    Quais os dois artistas ou grupos representados por Zarpante com quem mais gostaria de ter uma parceria musical?

Para citar dois… adoraria uma possível colaboração com a cantora portuguesa Ana Lains por quem me encantei pesquisando o casting da Zarpante recentemente e o brasileiro Aleh Ferreira que tem uma onda de groove da pesada, desenrola muito bem toda a linguagem da música afro-brasileira que também influencia muito a minha música, além de possuir um timbre vocal que curto muito também.

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Caetano na Europa

Caetano Veloso estará no velho continente apresentando seu álbum mais recente  em 2014!

O artista passará por diversos países europeus como Itália, França, Portugal e Inglaterra. Confiram abaixo um pouco do disco que será apresentado ao vivo e conheçam as datas previstas!

A turnê na Itália começa pela cidade de Turim, passa por Pádua em 2 de maio, no dia 5 em Milão, Roma no dia 7 e Bari em 9 de maio.

Em seguida Paris!

Em Portugal: O músico brasileiro Caetano Veloso regressará a Portugal dia 28 de abril no Coliseu de Lisboa.

 

 

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Portugal precisa de uma farmácia Democrática?

Continuando com o polêmico tema do ditador Salazar, encontramos um texto que não poderíamos deixar de compartilhar com todos esses Salazaristas enrustidos e mascarados que vem nos enviando comentários com “contas spam não identificadas”.

Fomos até designados como “marxistas culturais” por um inculto anônimo (vejam abaixo alguns dos exemplos menos agressivos dos ataques recebidos sob forma de comentários aos nossos artigos)!

Por isso, este belo texto de Andrade da Silva publicado pelo blog avenidadaliberdade vai para todos aqueles que pensam que Salazar, de algum modo, possa ter sido positivo para Portugal!

“Salazar nunca foi moda…”

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“SALAZAR NUNCA FOI MODA….

FOI SIM MODO DE SOFRER, REGREDIR E MORRER


O jornalista Manuel dos Santos, do Expresso, conclui que Salazar, apesar de algum ruído, não está na moda, para desencanto dos saudosistas, e tem toda a razão, porque Salazar foi sempre passado.

Salazar nunca foi moda, nunca esteve à frente do seu tempo, esteve sempre atrás.

Salazar foi o modo de sofrermos, regredirmos e morrermos, isto é, de nos subdesenvolvermos, e ser escravos esmagados por um poder totalitário, fascista.

Salazar, a tortura, o desprezo pela vida e pela inteligência foram o nosso triste e desgraçado fado, que se descreve com a música do corridinho e a seguinte letra: quando a Europa se libertou do fascismo, ele, perpetuou-o, em Portugal; quando no pós guerra a Europa se industrializava, Salazar, fazia de Portugal um país de camponeses com um quintal com 1/2 ha de terreno, e, no meio do qual, ainda, havia pedras e rochas dispersas; quando se devia investir em infra-estruturas ele aferrolhava as tais barras de oiro; quando no mundo se fazia tudo para que as mentes desabrochassem Salazar mandava os intelectuais e os artistas para Caxias, para levarem cacetada da Pide, a ver se à força de pancada metiam juizinho naquelas brilhantes monas; enquanto a Europa e o Mundo descolonizavam, o Portugal de Salazar, orgulhosamente só, fazia uma guerra de 13 anos em África, e, finalmente, deixava como herança uma guerra, um país quase analfabeto, mas cheio de água benta, bons costumes e muito futebol, isto é, legou-nos o maior atraso da Europa e muitos tiques de autoritarismo que, ainda, por aí, andam.

Salazar nunca foi uma moda, foi um modo de sofrer e de “ não ser” que castrou este país, muito para além dos anos em que governou. O nosso modo de ser e viver, ainda, continuam impregnados daquela matriz, mas nunca serão moda. Ninguém se atreverá a dizer, por mais gente que o cancro mate que é uma doença da moda. Será tão só uma doença cruel e mortal, e foi isto o que Salazar foi.

A moléstia fascista produzida pelo vírus/bactéria Salazar/Caetano/ Tenreiro/ Santos Costa/ Rapazote/ Albino dos Reis/Silva Pais/Américo Tomás/…. só não foi mortal, porque a cirurgia do 25 de Abril 74 salvou Portugal, como outras cirurgias têm salvo doentes cancerosos.

Todavia o mal, de tão impregnado, traz muito doente a nossa democracia que precisa de profundo e prolongado tratamento. Só que agora o médico, o cirurgião, o remédio está no POVO e nos seus Lideres que ou usam bem a farmácia de que dispõem, ou o doente continuará a adoecer cada vez mais, e podem em desespero de causa aplicar-lhe daqui 10, 15 anos, quando a efectiva crise chegar (ELA, ACRISE, AINDA NÃO ESTÁ AQUI), se este rumo de regressão não for superado, uma mezinha mais sofisticada, é certo, mas com as essências em Santa Comba descobertas há quase um século, e os resultados não serão muito diferentes.

Será sempre bom reflectir que a União Europeia tem uma grande plasticidade, basta recordar que até há bem pouco tempo a Polónia era governada por um governo excepcionalmente autoritário. Neste caso o povo usou bem a farmácia Democrática, como também o fizeram, os Australianos.

Que outros conheçam bem a farmácia Democrática, e a usem!?…”

Andrade da Silva
Fonte: avenidadaliberdade.org
Agora voltando a Zarpante, a única razão que nos leva a falar de Salazar é a de termos um projeto de teatro relacionado ao tema! Achamos evidente que um ditador sempre mereça ser criticado mas temos recebido inúmeros ataques verbais, provenientes de pessoas virtuais, que sequer se identificam, por terem vergonha de suas próprias formas de pensar.
Por isso agora, apesar de sermos uma empresa cultural que não precisa e não deve ficar a falar de política, sentimos que a omissão neste caso seria uma certa forma de aceitar que Portugal ainda é um país fascista e retrógrado.

Por não aceitarmos essa ideia, compartilhamos o texto acima e levantamos bem alto nossa bandeira anti-Salazar!

Convocamos desde já todas as pessoas conscientes desse lindo país a se unirem a nós nesta marcha que, pode não parecer, mas nunca foi tão atual: acessem já o projeto Morte Súbita, contribuam, e descubram porque estamos avançado rumo a uma nova era de regime ditatorial em Portugal e no mundo…  

A Participação de cada um de vocês (onde quer que estejam no mundo), seja divulgando, seja contribuindo, faz uma real diferença para o teatro independente luso-brasileiro e para ajudar a explicar, elucidar e, por consequência, diminuir o número de pessoas incultas que, nos dia de hoje, ainda conseguem encontrar motivos e razões para defender o antigo ditador português.


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Futebol

Preparamos este para quem gosta de futebol.

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– Imagine se essa moda pegar no Brasil e em Portugal!

Surge na França, um novo modelo de patrocínio dos clubes de futebol. Podemos argumentar, que de certa forma, trata-se de um modo de crowdfunding, já que o patrocínio passa pelo coletivo de torcedores.

Por 25 Euros o torcedor pode ter sua foto na camisa de seu jogador preferido, durante toda a temporada. São até 500 fotos por camiseta…

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O Que Os Olhos Não Vêem

Um projeto de longa português que conta com a contribuição de todos os portugueses, amantes do cinema ou loucos por filmes de terror!

 

O Que Os Olhos Não Vêem

O Que Os Olhos Não Vêem

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Sinopse: Cinco amigos que andam na Faculdade de Cinema de Lisboa, fazem praxes e partidas uns aos outros, e sem querer (ou não), despoletam uma entidade Demoníaca através de um livro de feitiços.

Nesse fim de semana, vão fazer filmagens a uma casa numa localidade isolada em Portugal, um deles começa a revelar sinais de possessão, e todos eles começam a desconfiar uns dos outros.

Um a um são condenados por aquela entidade desconhecida, mas um deles resiste ao Demónio e pode ser a chave da solução.”

Saiba mais sobre o filme e descubra como ajudar clicando aqui!

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Na crista do Rock!

Descubra um belo documentário sobre a contracultura do rock’n’roll em Portugal com legendas em espanhol e em inglês!

E já que estamos no clima rock, escute nosso podcast especial rock lusófono!

Rock 'n' roll!

Rock ‘n’ roll! (Photo credit: Wikipedia)

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Agenda cultural!

Um pouco da cultura lusófona no mundo! Preparem suas agendas, escolham o dia, o evento e aproveitem nossas dicas!

Em Portugal:

SOS Mulher:

Ritmos de cor e composição:

 

“Manuel Gorjão Henriques, nasceu em Leiria a 28 de Abril de 1939, filho de Isabel Ayres Gorjão Henriques e Duarte Gorjão Henriques, tendo a sua infância sido passada na Quinta de S.Bartolomeu, em Leiria.

A sua vida profissional iniciou-se na Companhia de Seguros Império, tendo ido para Paris como diretor comercial dirigir uma sucursal da companhia. Mais tarde licenciou-se em Psicologia, na Faculdade de Vincennes. Regressa a Portugal e funda a empresa Move Consulting. A partir de 2002 dedica-se à atividade agropecuária numa quinta na zona de Mafra.

Desde 2008 que se dedica enquanto autodidata à pintura, tendo realizado até ao momento quatro exposições. Este ano a sua criatividade levou-o a transpor a sua arte para em lenços e encharpes.”

Fonte: Cultura Online

 

  • QUANDO

    05 Out 2012 a 11 Nov 2012

  • ONDE

    Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

    • Morada
      • Teatro José Lúcio da Silva
      • Av. Heróis de Angola
      • 2400-093 Leiria
      • Portugal
    • Telefone

      244834117

  • HORAS ESPECTÁCULO

    Diariamente das 18H às 22H | Dias de espetáculos das 18H às 24H

Sakura:

O Museu do Oriente recebe, pela primeira vez em Portugal, de 19 de Outubro a 16 de Dezembro, a exposição Sakura, uma coletânea de 220 trabalhos dos 73 melhores ilustradores japoneses, que tem vindo a correr mundo.

A mostra é o resultado da edição de 2012 de um concurso de arte ilustrativa realizado no Japão e cuja inauguração coincide com o florir das cerejeiras (sakura).

À exposição, em conjunto com a Ncreatures e no âmbito da trienal Movimento Desenha 2012, juntam-se os ilustradores portugueses Manuela Cardoso, Cristina Dias, Rita Marques, Joana Rosa Fernandes, Inês Pott, Shuang Wú, Mariana Durana e Sara Duarte Ferreira, com banda desenhada e ilustração ao estilo manga e anime.

  • QUANDO

    19 Out 2012 a 16 Dez 2012

  • ONDE

    Museu do Oriente, Lisboa

  • QUANTO

    PVP: 5€

  • HORAS ESPECTÁCULO

    Terça-feira a domingo: 10H-18H | À sexta-feira o horário prolonga-se até às 22H, com entrada gratuita a partir das 18H

Graveola em Portugal:

“Os brasileiros Graveola e o Lixo Polifônico lançaram recentemente o novo disco Eu Preciso de um Liquidificador e vão trazê-lo a Lisboa para um concerto na Fábrica do Braço de Prata no próximo dia 12 de Outubro. A banda de Belo Horizonte assinou recentemente contrato com a editora Mais Um Discos, sediada em Inglaterra, um selo conhecido por apostar nos novos talentos brasileiros e que já deu a conhecer na Europa artistas como Lucas Santtana.”

Fonte: Blog Bodyspace

Centro Lisboa:

Os «Concertos ao Domingo» estão de volta ao centro da cidade de Lisboa! Os concertos acontecem sempre às 18h e com o preço único de 5 Euros.

Patricia Saldana:

A artista norte-americana Patricia Saldana explora o mundo alternativo da fotografia infravermelha através de ensaios com personagens em trajes vitorianos.

Para muitos o trabalho da artista pode ser considerado bizarro e fora do habitual, pessoas vestidas com roupas de época fotografadas em infravermelho, no entanto resulta. Ao modificar o equipamento tradicional fotográfico com a instalação de um filtro infravermelho, inúmeras tentativas e erros acontecem até o resultado final recheado de beleza surrealista.

Patricia Saldana vive e trabalha em Lincoln, Nebraska, USA.

  • QUANDO

    22 Set 2012 a 12 Out 2012

  • ONDE

    Colorida Galeria de Arte, Lisboa

  • HORAS ESPECTÁCULO

    Terça à Sábado, 14H30 às 19H

     

No Porto:

Exposição The Sonic Booms

A Galeria Nuno Centeno tem o prazer de apresentar pela primeira vez na galeria a exposição individual do artista Carlos Lobo.

“O artista foi premiado no “Jovens Criadores Nacionais” e “Anteciparte” em 2004 e um dos seleccionados para o BES Revelação 2005 / 2006 com uma exposição no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, e novamente em 2011 para o BES Photo 2011 com uma exposição no Museu Coleção Berardo.

Salas de concertos, jovens, música e revolução. A exposição The Sonic Booms encerra um ciclo de imagens (iniciado em 2008) em que o autor procura explorar visualmente a relação entre a juventude, a música e a sua influência nos movimentos de revolução e contestação.
O que resta desta energia e desta relação são algumas das questões abordadas nesta série de imagens.

Desde 2004 Carlos Lobo tem participado em várias exposições individuais e colectivas onde se destacam: Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Centro Português de Fotografia, Porto; Solar Galeria Cinemática, Vila do Conde; Fold07, Tate Britain, London; Museu Colecção Berardo, Lisboa; Centro Cultural Vila Flor, Guimarães; Museu Nacional de Historia Natural, Lisboa; Fundació Foto Colectania, Barcelona; Lx Factory, Lisboa; Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC); Pinoteca do Estado de São Paulo, Brasil; Centro de Artes de Sines (CAS); Fundação EDP, Porto; South Bank, London; Centro de Arte de S. João da Madeira, S. João da Madeira; Centro Cultural Emmerico Nunes, Sines; Centro Cultural Vila Flor, Guimarães; CAAA, Guimarães; Museu Nogueira da Silva, Braga; Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto.”

  • QUANDO

    22 Set 2012 a 16 Out 2012

  • ONDE

    Galeria Nuno Centeno, Porto

  • QUANTO

    Evento Gratuito (Outros)

  • HORAS ESPECTÁCULO

    Terça a Sábado | 15H00 – 20H00

Fonte: Cultura Online

Anne Frank, um Diário

É através dos olhos de uma adolescente que contamos de uma forma especial, os acontecimentos que marcaram o Século XX e a humanidade desde então.

Neste diário as descobertas da sexualidade, da capacidade de superação, da supressão dos conflitos familiares são habitadas por um ambiente de tensão bélica. A menina que queria ser escritora, acabou por sê-lo.

O seu diário foi publicado pela primeira vez em 1947 e é actualmente um dos livros mais traduzidos em todo o mundo.

  • QUANDO

    12 Out 2012 a 13 Out 2012

  • ONDE

    Teatro Estúdio Fontenova, Setúbal

    • Morada
      • Teatro Estúdio Fontenova
      • Rua Doutor Sousa Gomes, 11
      • 2900-188 Setúbal
    • Telefone

      265233299

 

No Brasil:

RJ:

Festival leva shows de jazz ao bairro do Leblon no Rio de Janeiro, e a Niterói!

Leblon Jazz Festival 2012

Leblon Jazz Festival 2012

 

Em novembro o Rio recebe o Leblon Jazz Festival, evento vai realizar diversos shows de jazz, alguns abertos ao público, em diferentes locais do bairro. Em 2012, a 6ª edição carioca do Festival acontece de 8 a 11 de novembro.

O evento busca fazer com que o Leblon respire arte musical através do jazz. Além de novos talentos e grandes artistas nacionais, o Festival recebe nomes consagrados internacionalmente.

Diariamente de 8 (Seg) a 11/10 (Qui) das 10:00 às 22:00!

Saiba mais sobre a programação no link seguinte: Leblon Jazz Festival.

 

De olho na Prainha!

Em novembro de 2012, praia receberá bandeira azul hasteada 
e passará a integrar um catálogo de praias do mundo 
indicadas para o programa.
“RIO – Está tudo azul no paraíso dos surfistas. Com 600 metros de extensão e uma rica e ainda preservada vegetação de restinga, a Prainha foi uma das escolhidas pelo júri do programa Bandeira Azul para receber o certificado internacional de excelência. No Brasil, apenas a Praia do Tombo, no Guarujá (SP) e a Marina Costabella, em Angra, têm o selo, que é concedido apenas a praias urbanas que atendam a critérios específicos, como balneabilidade e a existência de projetos de educação e gestão ambiental no local.
Segundo Sônia Peixoto, gerente de gestão de unidade de conservação da Secretaria municipal de Meio Ambiente, constar dessa seleta lista de praias belas e preservadas é importante tanto para divulgar o cenário paradisíaco da Prainha como para reforçar no próprio carioca a importância de continuar cuidando do local. Em novembro, após uma equipe fazer uma última vistoria, a Prainha terá a bandeira azul hasteada e passará a integrar um catálogo de praias de todo o mundo indicadas pelo programa. A decisão foi tomada numa reunião realizada em 28 de setembro em Copenhague, na Dinamarca.

— É uma praia especial, que fica dentro de uma reserva ambiental. Um local com uma grande riqueza de biodiversidade, onde já é realizado um trabalho de preservação. Com essa certificação, aumenta a nosso responsabilidade, pois ela passa a ser conhecida não apenas pelos surfistas e pelos banhistas cariocas — destaca Sônia.

Até o fim do ano, a prefeitura promete concluir uma série de ações para melhorar o acesso, a segurança e o controle ambiental na Prainha. O conjunto de obras, no valor de R$ 500 mil, inclui a implantação de um bicicletário e de uma ciclovia. Todas as modificações fazem parte do documento de compromissos enviados no ato da candidatura, e deverão ser concluídas até 15 de dezembro, prazo estabelecido pelo programa.
— Estamos fazendo uma série de ações para adequarmos a praia a esta certificação. Duas guaritas, uma em Grumari e outra na Prainha, serão instaladas até o fim do ano e já estarão funcionado no verão 2013. Além disso, estamos acabando de erguer banheiros com acessibilidade e concluindo um programa amplo de educação ambiental. A secretaria criou ainda o Conselho dos parques naturais municipais da Prainha e de Grumari, com participação de ONGs e representantes da sociedade civil — diz Sônia Peixoto, ressaltando que a partir de janeiro, a exemplo do que ocorreu no verão passado, o acesso de veículos às duas praias ficará restrito a 800 carros nos fins de semana.
Programa já certificou 3.203 praias
Criado em 1987, o Bandeira Azul tem o objetivo de incentivar a preservação de praias marítimas, fluviais e lacustres, além de marinas em todo o mundo. Em 25 anos, 3.203 praias e 646 marinas em 46 países já receberam o certificado, que precisa ser revalidado a cada ano. No Brasil, a primeira praia certificada foi a de Jurerê Internacional, em Florianópolis, em 2009, mas ela só manteve o selo por duas temporadas. A Prainha é a primeira praia do Rio a conquistar o título.
— Trata-se de uma certificação criada pela Foundation for Environmental Education (FEE), instituição que tem projetos de educação ambiental em vários países. A escolha leva em conta 33 critérios. São avaliados principalmente a qualidade da água (balneabilidade), a segurança, os equipamentos que existem na praia, os projetos de educação e informação ambiental desenvolvidos e a gestão ambiental — conta Leana Bernardi, coordenadora do programa no Brasil.
O processo de candidatura, explica Leana, dura pelo menos dois anos. Antes de ser analisada pelo júri internacional, passa pelo crivo de um júri nacional, formado representantes do Ministério do Meio Ambiente e de ONGs.
Segundo ela, é preciso cumprir um conjunto de requisitos de qualidade ambiental, bem-estar, infraestrutura de apoio, informação aos visitantes e educação ambiental. A segurança dos banhistas (tanto no mar, quanto na areia) também é levada em conta. Praias desertas, em lugares de difícil acesso não podem ser indicadas.
— A ideia não é premiar o que a natureza fez, mas contemplar as praias que correm risco de sofrer com o descontrole urbano — esclarece a coordenadora.”

Simone Candida – O Globo

Sampa:

Museu Afro Brasil recebe “Coleção Ruy Souza e Silva: Tornar-se escravo no Brasil do século XIX”

Exposição integra encontro internacional de bibliofilia

Como parte da programação do Colóquio 2012 da Association Internationale de Bibliophilie, o Museu Afro Brasil recebe a exposição especial “Coleção Ruy Souza e Silva: Tornar-se escravo no Brasil do século XIX”, que fica em cartaz até o dia 31 de dezembro.

Com entrada Catraca Livre, a mostra reúne fotografias, documentos e gravuras que abordam a situação do negro nesta época. A Associação Internacional de Bibliofilia escolhe anualmente um país para realizar visitas a coleções particulares e públicas. Pela primeira vez, o encontro é sediado na América do Sul.

Colaborador de exposições do Museu Afro Brasil e doador de livros raros para a biblioteca da instituição, Ruy Souza e Silva possui uma vasta coleção particular e chegou a orientar o banqueiro Olavo Setúbal na montagem da “Brasiliana Itaú”.

Confira algumas imagens da exposição:

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Blumenau!

“A partir do dia 10 Blumenau é toda Oktoberfest

A festa alemã mais esperada das Américas, que este ano comemora 29 edições e terá excepcionalmente 19 dias, começa no dia 10, com o desfile oficial de abertura, às 19h30, na Rua XV de Novembro, centro da cidade, apresentando as tradições e a riqueza cultural de Blumenau e Vale do Itajaí. O desfile conta com mais de 2.500 figurantes, distribuídos em mais de 100 atrações. Em seguida, nos pavilhões, será feita a sangria do primeiro barril de chope pelo prefeito João Paulo Kleinübing, na presença de autoridades e visitantes.

Mas o clima da grandiosa Oktoberfest já começa antes. A partir de segunda-feira, dia 08 de outubro, o Bierwagen (carro da cerveja) vai circular pelas principais ruas da cidade, fazendo a distribuição gratuita de chope, levando alegria para o público. Este ano, o Bierwagen será o Braurein Wagen, um veículo que lembra uma cervejaria móvel e que participa dos desfiles internos da festa.
No mesmo dia, inicia a animação das retretas nas praças centrais e na Vila Germânica, palco da Festa de Outubro. As retretas são apresentações de bandas, que levam a música típica para diversos pontos da cidade.
Até o dia 28 de outubro, Blumenau respira alegria e muita animação, com a confraternização entre brasileiros e estrangeiros de diferentes lugares. Ein Prosit!
 
 
Abertura oficial da festa
Será no dia 10 de outubro, às 22h, logo após o desfile na Rua XV de Novembro, às 19h30min. Entrada gratuita.
Desfiles Oficiais na Rua XV de Novembro
Dia 10, quarta-feira, desfile de abertura – às 19h30min
Dia 13 – sábado, às 10h
Dia 17 – quarta-feira, às 19h30
Dia 20 – sábado, às 16h
Dia 24 – quarta-feira, às 19h30
Dia 27 – sábado, às 16h
 
Desfiles internos
Pequenos desfiles típicos na área interna do Parque Vila Germânica nas terças-feiras, dias 16 e 23, às 19h30.
 
Grupos Folclóricos
Apresentações diárias nos setores durante o intervalo das trocas de bandas.
 
Bierwagen
Desfile diário com distribuição gratuita de chope no centro da cidade, no período vespertino. Inicia no dia 08 de outubro, a partir das 15h30, saindo da Rua das Palmeiras em direção ao centro.
 
Retretas e danças típicas
Diariamente haverá animação com bandas típicas e apresentações de danças folclóricas em diferentes pontos da cidade. As bandas iniciam suas apresentações na segunda-feira, dia 08 de outubro, nas praças centrais.
Rei do Tiro
O público poderá participar das competições do Rei do Tiro, uma modalidade esportiva organizada pelos Schützenvereine (Sociedades de Atiradores) da cidade.
Tiro ao alvo – R$ 4,00
Tiro ao pássaro – R$ 3,00
Bocha – R$ 3,00
Bolão de corda – R$ 3,00
Local: Fundos do Setor 1
Concurso nacional de Chope em Metro
Ocorre diariamente no Setor 3, exceto nos dias 15, 16, 21, 22, 23 e 28/10. Participação gratuita.
 
Rainha da Oktoberfest 2013
O concurso para eleger a Realeza da 30ª Oktoberfest ocorre no último domingo da festa, dia 28, às 20h. Entrada gratuita. Participam 10 candidatas finalistas.
Noite do Stammtisch
Encontro dos Grupos de Amigos (Stammtisch) na Oktoberfest, no dia 18, a partir das 19h30.
 
Noite dos Gincaneiros
Encontro das equipes de Gincaneiros, da Gincana Cidade de Blumenau, no dia 25, a partir das 19h30.
 
Festa da Melhor Idade
Dia 25, das 11h às 17h. Entrada gratuita.
INGRESSOS
Nos dias 10 e 28/10: entrada gratuita.
No dia 12/10, aos sábados e aos domingos: ingressos cobrados a partir das 15h. Nos demais dias: a partir das 18h.
No dia 11/10, as sextas e aos sábados: R$20,00.
De domingo a quinta (exceto dia 11/10): R$6,00.
Meia-entrada: estudantes e pessoas com 60 anos ou mais.
Pessoas com traje típico alemão não pagam ingresso.
Preços das bebidas:
Chope (copo 400 ml) – R$ 5,00
Água – R$ 3,00
Refrigerante – R$ 3,00
Cervejas da Eisebahn (seis tipos) – Long Neck – R$ 8,00
Cervejas da Bierland (sete tipos) – 600 ml – R$ 10,00
Cervejas importadas
Franziskaner Weissbier (Alemanha) – R$ 12,00
Leffe (Bélgica) – R$ 10,00
Hoegaarden (Bélgica) – R$ 10,00
(Todas serão vendidas no Biergarten)
 Foto Marcelo Martins

A partir do dia 10 Blumenau é toda Oktoberfest

Fonte: http://www.oktoberfestblumenau.com.br/

Em Cabo Verde:

‘Circuito Cultural Lusófono’ no Brasil e em Cabo Verde!

 

Outros países:

Cuba:

Feira Internacional do Livro em Cuba dedicada à cultura angolana!

1 outubro 2012/Fonte: AngolaPress

“Luanda – A literatura angolana terá um espaço privilegiado na 22ª edição da Feira Internacional do Livro a decorrer em Cuba de 14 a 24 de Fevereiro de 2013, informou a embaixadora desse país caribenho em Angola, Gisela Garcia Rivera.

Em entrevista recente à Angop, a diplomata cubana afirmou que Angola se fará representar neste evento com uma delegação multicultural, com destaque para as artes dramáticas, literatura e mostra de cinema.

“Para o efeito, brevemente se deslocará para Cuba uma delegação de quadros do Ministério de Cultura com o intuito de acompanhar a tradução de livros de escritores angolanos, assim como da elaboração do programa de actividades a desenvolver”, afirmou.

Gisela Rivera realçou que um dos momentos mais altos do evento será o parque do reencontro onde os cidadãos cubanos que prestaram a sua ajuda internacionalista em Angola, assim como ex-bolseiros angolanos em Cuba se poderão reencontrar e voltar a trocar ideias sobre o estado de um dos países.

A diplomata frisou que este evento se realiza todos os anos ao longo da ilha caribenha e a próxima edição, para além da cultura angolana, estará igualmente dedicada a Pedro Pablo Rodriguez, prémio nacional de ciências sociais e humanas em 2009 e Daniel Chavaria, prémio nacional de literatura 2010.

O certame, cuja sede será a fortaleza de San Carlos de la Cabaña, se realiza numa altura em que o continente latino-americano celebra o 160º aniversário natalício de José Marti, intelectual cubano que se distinguiu na luta contra a ocupação espanhola a Cuba.

Gisela Rivera afirmou que Angola tem um significado muito profundo para Angola, facto que levou as autoridades a prestarem um tributo a cultura deste país africano durante a feira.”

Egito:

Espetáculo de dança “Uma Bailarina em Alexandria” no Festival Farah el Bahr

“Uma Bailarina” é um espetáculo de dança para crianças e adultos, concebido, dirigido e coreografado por Aldara Bizarro e interpretado por Isabel Costa que vai ser apresentado, nos dias dia 3 e 4 de outubro de 2012, no Egito, integrado no Festival Internacional de Alexandria (Festival Farah el Bahr), iniciativa da Fundação Anna Lindh com o apoio de diversos institutos culturais europeus, com representação naquele país.

“Uma Bailarina” é um espetáculo apresentado num formato que reúne aspectos inerentes ao espetáculo de dança e aspectos pertencentes à oficina, procura proporcionar novas leituras do corpo, suscitando a reflexão sobre matérias relacionadas com o mesmo, enquanto objecto de saber e de sentir, diferente do corpo habitual que se conhece na escola.

c_100_0_16777215_0___images_photos_noticias_farah_el_bahr2.jpgAs crianças são convidadas a ver uma dança executada por uma bailarina que por 70 minutos toma o lugar do professor.

Através da pergunta “Qual a parte do corpo de que gostas mais?” a bailarina estabelece um diálogo com os alunos, em que lhes fala do corpo, fazendo a ponte entre a natureza e o pensamento, acabando por fazerem todos (alunos e bailarina) uma dança em conjunto.”

O espetáculo “Uma Bailarina” tem o apoio do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.

Fonte: Camões

Outros Links:

– Barcelona!

– Eu sou o meu país

Um concerto da cantora Maria João, apontada como “uma das intérpretes mais notáveis do panorama musical português”, abre, a 6 de outubro, a temporada de música Melodea, promovida em Évora pela Fundação Eugénio de Almeida.

 

 

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