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Concursos, eventos, editais e muito mais…

O Dicas Zarpante 03 está no ar com sugestões de concursos, eventos, editais e muitas outras dicas culturais, artísticas, empreendedoras…

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Encontre abaixo algumas das dicas que separamos. Para ter acesso a totalidade de nossas dicas,  por favor, envie seu email para zarpante@gmail.com sob o assunto: concursos criativos 03 pdf. Ou deixe seu email clicando aqui.

1- Confira os acervos digitais de músicos como Tom Jobim, Milton Nascimento, Chico Buarque e muitos outros:

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2- Centenas de livros legalmente gratuitos para baixar:

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3- Concurso Internacional de Design com prémio de 15.000 Dólares.

Até 2 de Julho 2013

Qualquer pessoa pode participar

Info: aqui

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Na crista do Rock!

Descubra um belo documentário sobre a contracultura do rock’n’roll em Portugal com legendas em espanhol e em inglês!

E já que estamos no clima rock, escute nosso podcast especial rock lusófono!

Rock 'n' roll!

Rock ‘n’ roll! (Photo credit: Wikipedia)

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O Punk e suas botinas…

Um estilo musical pouco conhecido no Brasil em relação a outros ritmos brasileiros, e em comparação a Inglaterra por exemplo: Punk

“Denominam-se subcultura punk os estilos dentro da produção cultural que possuem certas características comuns àquelas ditas punk, como por exemplo o princípio de autonomia do faça-você-mesmo, o interesse pela aparência agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura. Entre os elementos culturais punk estão: o estilo musical, a moda, o design, as artes plásticas, o cinema, a poesia, e também o comportamento (podendo incluir ou não princípios éticos e políticos definidos), expressões linguísticas, símbolos e outros códigos de comunicação. Surge dentro do contexto de contracultura, como reação à não-violência dos hippies e a um certo otimismo daqueles.

O punk como movimento social

A partir do fim da década de 1970 o conceito de cultura punk adquiriu novo sentido com a expressão movimento punk, que passou a ser usada para definir sua transformação em tribo urbana, substituindo uma concepção abrangente e pouco definida da atitude individual e fundamentalmente cultural pelo conceito de movimento social propriamente dito: a aceitação pelo indivíduo de uma ideologia, comportamento e postura supostos comum a todos membros do movimento punk ou da ramificação/submovimento a que ele pertence. O movimento punk é uma forma mais ou menos organizada e unificada, com o intuito de alcançar objetivos — seja a revolução política, almejada de forma diferente pelos vários subgrupos do movimento, seja a preservação e resistência da tradição punk, como forma cultural deliberadamente marginal e alternativa à cultura tradicional vigente na sociedade ou como manifestação de segregação e auto-afirmação por gangues de rua. A cultura punk, segundo esta definição, pode então ser entendida como costumes, tradições e ideologias de uma organização ou grupo social.

Apesar de atualmente o conceito movimento punk ser a interpretação mais popular de cultura punk, nem todos indivíduos ligados a esta cultura são membros de um grupo ou movimento. Um grande número de punks definem o termo “punk” como uma manifestação fundamentalmente cultural e ideologicamente independente, cujo aspecto revolucionário se baseia na subversão não-coerciva dos costumes do dia-a-dia sem, no entanto, se apegar a um objetivo preciso ou a um desejo de aceitação por um grupo de pessoas, representando uma postura distinta do caráter politicamente organizado e definido do movimento punk e de seu respectivo interesse na preservação da tradição punk em sua forma original ou considerada adequada.

Esta diferença de postura entre o movimento punk e outros adeptos da cultura é responsável por constantes conflitos e discussões, violentos ou não, que ocorrem em encontros destes indivíduos em ruas e festivais, ou através de meios de comunicação alternativos como revistas, fanzines e fóruns.” Fonte: Wikipédia (leia o resto do artigo clicando no link)

Descubra um pouco desse movimento no Brasil:

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Um projeto sobre Lisboa e os seus habitantes!

Zarpante tem a honra de anunciar mais um belo projeto em nosso site! Venha Zarpar pelos mares da diversidade cultural de Lisboa com a nau Zarpante!

Projeto no site Zarpante

Projeto no site Zarpante
Venha contribuir!

Lisboa Mestiça é a narrativa da vivência diária das várias comunidades, estrangeiras e imigrantes, em Lisboa, que atualmente ascendem as 200.000 pessoas.

NOTA DOS AUTORES
“Quantos de nós já não fomos emigrantes em terras mais ou menos distantes, por mais ou menos tempo, sempre à procura de condições que não temos acesso no nosso lugar, ou à procura de melhoria para essas mesmas condições, encarando essas terras e essas cidades, tão diferentes das nossas e com hábitos sempre tão desavindos dos nossos, por vezes com temor, por vezes com estranheza, em que o desconforto é a matriz diária e constante? Lisboa, seguramente, não foge a ser vista também com estes sentimentos por quem a escolheu para tentar uma melhor vida. A dificuldade de integração será diária e só os mais resistentes e perseverantes conseguirão construir um futuro nesta cidade.

Lisboa sempre foi uma encruzilhada de povos. Entre celtas, godos, romanos, judeus, árabes e berberes a história foi-se construindo até ao período das descobertas marítimas, período a partir do qual essa confluência de povos ainda se torna mais evidente. Calcula- se que só no século XV terão vindo para Portugal mais de 150.000 escravos (cf. Vitorino Magalhães Godinho). Apesar de nem sempre reconhecida a mestiçagem em Lisboa é grande: o fado tem origem nessa miscigenação, muita da gastronomia resulta do mesmo fenómeno.
A história da relação entre as várias comunidades em Lisboa não é uma história pautada pela felicidade. Por vezes é mesmo pautada por momentos dramáticos ou desumanos, como o caso do Massacre de Lisboa de 1506, também conhecido como Pogrom de Lisboa ou Matança da Páscoa de 1506, em que uma multidão perseguiu, violou, torturou e matou centenas de pessoas, acusadas de serem judias; ou ainda a situação dos escravos em Lisboa que, segundo Filipe Sassetti, comissário florentino que viveu em LISBOA entre 1573 e 1578, eram imensos: “Estou a crer que em LISBOA os escravos são mais que os portugueses livres de condição. Dificilmente se encontrará uma casa onde não haja pelo menos uma escrava (…). É ela que vai comprar as coisas necessárias, que lava a roupa, varre a casa, acarreta a água, faz os despejos à hora conveniente numa palavra, é uma escrava não se distinguindo de uma besta de carga se não pela figura .”
Por sua vez o fenómeno imigratório, tanto de finais do século XIX como já neste século, é atravessado por processos contínuos de produção de memória. Tais processos explicitam-se e tornam-se (in)visíveis nos contatos entre as comunidades de acolhida e os imigrantes, trazendo consigo dinâmicas de perda – com relação à terra de partida – e de
conflito étnico-cultural entre um “eu” (os grupos de estrangeiros) e um “outro” (os nacionais da terra de chegada).
Apesar de todas estas situações, a cidade em si tem sabido integrar essas diferenças e essas histórias no seu tecido.
Atualmente dos 510.000 habitantes em Lisboa, e falando só de imigrantes legais, mais de um quinto desse universo é constituído por imigrantes. Se acrescentarmos a imigração ilegal ou não regularizada, rapidamente percebemos a dimensão dessas comunidades e a sua importância em todos os aspectos na vida da capital. No entanto a inter-relação entre a comunidade de acolhimento e e as comunidades de imigrantes é na maioria das vezes nula, quando não tensa, mas sempre incompleta e descontínua. Opta-se sempre pela bandeira da diferença como elemento identificador que ao mesmo tempo serve como separador das comunidades. A crise económica começa a provocar um crescente xenofobismo e um aumento da fragilidade a que ficam sujeitas as comunidades imigrantes. De salientar que a taxa de crescimento natural em Portugal atingiu já o valor zero, com que faz que o crescimento efectivo da população em Portugal esteja muito dependente dessas mesmas comunidades imigrantes.
Lisboa Mestiça, construída sobre factos reais e utilizando a técnica do docudrama, onde pessoas das mesmas comunidades recriarão fragmentos de vivências vividas, vai-nos revelar o que é hoje viver nesta cidade de mais de dez séculos de mestiçagem.”
Os Autores Clara Ferrão, José Manuel de S. Lopes, João Francisco Vilhena

Gostou? Então venha contribuir com o que puder e receba recompensas por sua contribuição! São Cds, livros, camisetas, e muito mais! Acesse o link seguinte para saber mais sobre este projeto e sobre como contribuir: Lisboa Mestiça!

Alguns outros links em torno do projeto:

José Manuel de S.Lopes no IMDB

Blog Lisboa Mestiça!

Página facebook do projeto Lisboa Mestiça! (curta a página e estará ajudando a divulgar este projeto)

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A (r)evolução não será televisionada!

Hoje queremos compartilhar com vocês um documentário sobre música lusófona.

Lusofonia – A (r)evolução não será televisionada é um documentário genial produzido pela delegação portuguesa da Red Bull Music Academy.

Com participação de Caetano Veloso, Cesária Evora, Lura, Sara Tavares, Gilles Peterson, Carlos do Carmo, Buraka Som Sistema, ou Sam The Kid, “Lusofonia, A (R)Evolução” é uma visão sobre identidades, ritmos, melodias e danças. Este é um documentário sobre a música que liga cerca de 220 milhões de pessoas em Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Partindo da miscigenação entre populações desde o séc. XV, explora a forma como a cultura lusófona tem inspirado músicos de áreas como Hip Hop, Fado, Reggae, Jazz, Semba, Tropicália, Kuduro ou Morna. Este é um retrato singular sobre a essência e magia da lusofonia.

Vale realmente a pena assistir a este retrato interessante da cultura musical lusófona. Artistas confirmados e artistas menos conhecidos compartilham a tela e nos fazem viajar por mares da língua portuguesa.

Para quem já tem costume com downloads de arquivos torrent, segue o link para baixar este filme: http://thepiratebay.org/torrent/4476591

Para quem prefere assistir por Youtube, basta clicar abaixo:

Parte 1 de 7 :

Parte 2 de 7:

Parte 3 de 7:

Parte 4 de 7:

Parte 5 de 7:

Parte 6 de 7:

Parte 7 de 7:

Esperamos que gostem e fiquem de olho para mais dicas sobre o património artístico e cultural lusófono.

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