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Samplear faz bem

Estudo baseado em álbum do Girl Talk mostra que utilizar trechos de outras músicas ajuda na venda dos trabalhos originais!

Covers e samples já fazem parte do cenário de produção  musical há anos, mas continuamos discutindo sobre os limites de sua legalidade, e todos os possíveis efeitos negativos que tem para o setor musical. Há quem veja o recurso como roubo ou oportunismo, como se samplear fosse aproveitar-se indevidamente de obras alheias, e que isso fosse negativo para quem é sampleado.

Um estudo recentemente publicado nos Estados Unidos prova exatamente o contrário: o uso de samples beneficia os artistas sampleados. Para chegar a essa conclusão, W. Michael Schuster, assistente de juiz do Texas, analisou as obras sampleadas no álbum de 2010 do artista Girl Talk, “All Day”.

O álbum do Girl Talk foi escolhido por sua “popularidade instantânea”, o que permitiria comparar as vendas das músicas antes e depois de seu lançamento. Como era de se esperar, as músicas sampleadas que foram hits ou cujos trechos utilizados são maiores tiveram mais vendas.

Trechos de 350 músicas são usados no álbum, incluindo faixas que vão desde Black Sabbath,  a Jay-Z ou Britney Spears. Ele descobriu que as músicas tiveram um aumento de vendas no ano seguinte ao lançamento do álbum do Girl Talk, que é oferecido gratuitamente no site do artista.

O autor do trabalho diz que “a lei de copyright instrui os tribunais a analisarem o efeito que um suposto uso justo teria no potencial mercado do trabalho original”. Com isso, ele conclui que samplear é um “fair use”(“uso justo”), conceito da lei norte-americana que permite a utilização de conteúdo protegido por direitos autoriais em determinadas circunstâncias.

girltalk

“Bons artistas pegam emprestado. Grandes artistas roubam”

“Greg Gillis,mais conhecido como  Girl Talk, levou o mashup a um novo nível. O artista que estará em novembro em São Paulo, fala de copyright e música digital

Berros do rapper Notorious B.I.G, samples furtados do Public Enemy, milésimos de segundo do órgão setentista dos Black Crowes, tudo pontuado pelos gemidos alternados das vocalistas do Salt’n’Pepa e por batidas, baixos, guitarras, trechos e até interjeições de outros dezessete artistas. O resultado, que não é um caos sonoro e nem de perto lembra nenhuma das músicas originais, é “Friday Night”, uma das canções que o norte-americano Greg Gillis, o Girl Talk, criou com retalhos de outras.

Como sempre, ele não pagou para usar nenhuma delas e nem planeja fazê-lo – afinal, é apenas o seu jeito de compor. Se mesmo assim teimassem em lhe empurrar a conta, por essa faixa ele deveria cerca de US$ 210 mil que seriam divididos entre centenas de donos de direitos autorais e gravadoras. Ele não tinha esse dinheiro, mas não só por isso escolheu ficar na ilegalidade: a principal razão é que ele não crê que deva algo a alguém. Se a legislação diz que sim, ela que mude.

Com mashups de 218 canções de outros artistas, o álbum que o tornou conhecido, Night Ripper (2006), custaria mais ou menos US$ 4 milhões só de copyright, sem descontos. Ignorar esse fato e entender que toda arte tem dívida com o passado fez com que Gillis se descobrisse como músico: seu instrumento é um laptop equipado com o programa de edição de áudio Adobe Audition e qualquer fonograma, protegido ou não, ao seu alcance. Já para a lei, isso faz dele um ladrão.

Ele nunca achou isso realmente um problema, até porque nunca foi processado (se qualquer uma das gravadoras lesadas não gostasse do resultado, elas poderiam). O nome do seu selo, especializado em samples e remixes, mostra bem a condição da sua música hoje: Illegal Art.

“Não penso muito em processos quando estou produzindo o material, mas com certeza é algo que tenho que analisar depois, em profundidade, quando vou lançar o álbum”, explica, em entrevista ao Link, feita por e-mail. “Olho para o meu trabalho e penso se ele é realmente uma transformação. Se eu tiver feito algo que vá competir com o material original, não lanço. Não quero causar impactos negativos nas vendas de ninguém com os samples que uso. Eu quero que meu trabalho se torne uma nova entidade. É um critério subjetivo, é claro, mas é ele que faz os meus limites em um remix.”

Para Gillis, todo bom artista é antes de tudo um ladrão, bem no espírito da frase de T. S. Elliot que dá título a essa matéria. “Todos roubamos um pouco. É a mesma coisa do mundo offline: toda arte tem algum nível de influência. Existem poucas – ou praticamente nenhuma – ideias originais. Algo que parece novo quase sempre é uma boa recontextualização de um conceito antigo. A diferença é que hoje essas reinterpretações foram facilitadas pela tecnologia. São diretas e acontecem o tempo todo. Mas a mistura é e sempre foi um elemento fundamental para qualquer artista”, argumenta.

Assumir isso, por alguma razão, fez que ativistas do mundo todo o adotassem como uma espécie de ícone da geração criada com a internet, acostumada com obras criadas em cima de outras e com o compartilhamento de arquivos. Legal ou não.

Ele é personagem principal de dois documentários sobre os desequilíbrios dos direitos autorais no mundo: Good Copy, Bad Copy (2007) e RIP: a Remix Manifesto (2008). O criador do Creative Commons e guru da cultura livre Lawrence Lessig disse que um mundo que o vê como criminoso (e não artista) está claramente com prioridades erradas.

Greg, porém, não vê as coisas de modo tão ideológico assim. É só a sua maneira de fazer música pop, dançante e inovadora: juntando apenas as melhores partes de um monte delas.

“A banda que teve o maior impacto em mim, que me fez querer tocar, foi o Nirvana. Eu era novo, com uns 10 anos, quando o Nevermind saiu. Eu nunca tinha ouvido algo parecido. Quando vi aqueles caras na TV, dando entrevistas e não parecendo dar a mínima, pirei. Mas nunca me fixei em um só estilo, meus gostos vivem mudando e misturá-los é uma maneira de lidar com isso. Em 2000, vivendo em Pittsburgh e prestes me mudar para Cleveland para ir para a escola, comecei a compor, sempre fazendo mashups”, lembra.

Antes de viver de música, o que faz há três anos, Gillis trabalhava como engenheiro biológico. A experiência, diz ele, de alguma forma influenciou a sua forma de pensar em sons: as grandes descobertas científicas também são frutos da união de diversos elementos aparentemente desconexos e do trabalho de diversas pessoas, em diferentes épocas e contextos.

Pague apenas se quiser

Em seu álbum mais recente, Feed the Animals (2008), Gillis resolveu adotar o mesmo modelo que bancou o In Rainbows (2007), do Radiohead: colocar todas as músicas para download e pedir que os fãs decidissem o quanto pagar por elas. Para ele, esse é um dos tantos modelos de negócio que, aos poucos, fazem que a música digital se beneficie da troca de arquivos. “Só faço tantos shows quanto hoje porque essa gente não cansa de espalhar meu material pela internet. Quando lanço algo, quero que aconteça justamente isso”, acredita.

Os modos de remuneração já mudaram e a cabeça da maioria das pessoas também, mas ainda falta uma parte perceber isso. “Uma geração foi criada vendo o YouTube o dia inteiro, zoando celebridades com o Photoshop e ouvindo centenas de músicas remixadas. Elas não precisam ser convencidas de que novo conteúdo pode ser gerado em cima de outro já existente, só a lei ainda precisa”.”

Fonte: Folha de São Paulo.

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Conhecem o Virtuose Marketing?

O Virtuose Marketing é um blogue francês cujo conteúdo está quase que totalmente sob copyleft. Isso significa que esse conteúdo pode ser livremente copiado, modificado e redistribuído. 

Copyleft - Orange


As pessoas sempre foram possessivas em relação aos seus direitos autorais mas hoje em dia surge uma nova perceção do assunto e muitas pessoas percebem os benefícios evidentes de recorrer ao copyleft.

Os artigos podem ser utilizados para fins lucrativos ou não, em todo local, site, etc…

Não é sequer necessário avisar ao autor do blogue, ou pedir qualquer tipo de autorização (o autor informa que todas as autorizações já estão automaticamente garantidas)

Por que estamos 100% de acordo com o texto do blogueiro francês, traduziremos abaixo um artigo do blogue Virtuose Marketing em que o autor explica as razões que o levaram a escolher esse tipo de licença para seu blogue.

“Foi como uma evidência”:

“Era a coisa mais lógica a ser feita para dar seguimento a essa mentalidade de compartilhar que venho tentando desenvolver no Virtuose Marketing.”

“Penso que a licença livre seja a melhor maneira para incentivar o ato de partilhar, e por consequência, ajudar a criatividade. A explosão do Open source está ai para provar (o Wordpressteria se transformado no que é hoje se não tivesse sido em Open Source?).”

“Acredito também que toda a criação intelectual deveria se liberar das barreiras do copyright. Porque o copyright protege somente a indústria e não a cultura ou os artistas. Tenho a convicção que somente na partilha a cultura poderá florescer e que de tanto impor barreiras ao compartilhamento, impedimos justamente o desabrochar da cultura.”

“Por isso precisamos criar uma cultura livre que possa ser apropriada por todos.

Um material que poderia ser utilizado por todos para criar algo novo. Aliás, isso é o que os artistas têm feito desde o começo da humanidade: copiam, modificam e aperfeiçoam o que já existe, para executar novas criações.” Tudo o que conhecemos foi de uma forma ou de outra inspirado por algo que já existe.

“Se alguém se apropriar de meu trabalho, e aperfeiçoá-lo, então eu terei orgulho e todo mundo sairá ganhando.”

«Você não tem medo de incentivar a cópia, o plágio, a pirataria, e que isso possa trazer problemas?»

“É impossível impedir totalmente a cópia na internet. Nesse sentido mais vale autorizá-la.”

Cory Doctorow, autor de SF e do blogue Boing Boing, dizia:

«Se amanhã acabássemos com a cópia na internet, terminaríamos também com a cultura na net. Sem sua mina de vídeos considerados em infração de direitos autorais, YouTube desapareceria…”

Todo o trabalho de Cory Doctorow está em copyleft. Até mesmo seus livros.

“Penso também que o principal dos escritores e dos blogueiros” (Zarpante diria também dos músicos, dos pintores, cineastas, e outros criativos) “não seja o plágio, mas sim o fato de permanecerem desconhecidos e anónimos”. “Tenho a convicção que o copyleft é a solução ideal para sair da escuridão e ver seu trabalho sendo divulgado.”

“Leo Babauta é um outro bom exemplo.”

“Seu blogue Zen Habits está em copyleft. Isso permitiu que Olivier Roland criasse seu blogueHabitudes Zen, no qual ele pública as traduções dos artigos de Leo Babauta que passa a poder ser lido e conhecido por pessoas francesas que não falam inglês.”

“Por essas e por outras acredito que a cópia não esteja aqui para frear a produção cultural, mas para alavancá-la.”

“Aliás, não foi permitindo a todos a cópia ilegal de windows que o Bill Gates fez seu software ficar mundialmente conhecido?”

« Você não tem medo que o Google te penalize

“Google não é meu deus!”

“Nunca me preocupei muito com o referenciamento e isso nunca impediu ao Marketing Virtuose de ter visibilidade

Prefiro agir no sentido de agradar a todos meus leitores, não um robot. Prefiro privilegiar o humano e até hoje isso se revelou ser uma boa estratégia para mim.

Prefiro privilegiar o humano porque dessa forma incentivamos a troca, o “boca a orelha”, e favorecemos a criatividade.

Isso para mim é muito mais importante que um posicionamento Google.”

Saibam que se pensam assim, já deveríamos estar trabalhando juntos, porque na nossa perceção, um dos grandes problemas dos artistas de hoje em dia é a obsessão que eles tem por seus direitos autorais e consequentemente o fato de que poucas pessoas acabam conhecendo os trabalhos de tanta gente mais preocupada com os direitos autorais do que com seus talentos. Se você tem um talento, não é porque te “roubaram” uma música ou um texto, que você não pode compor uma música ainda melhor ou escrever algo ainda mais completo. O que vocês acham pessoal? Suas opiniões nos interessam!

Não sabemos quantos artistas irão realmente ler este artigo mas gostaríamos que compartilhassem seus pontos de vista sobre o assunto com Zarpante. Deixem comentários, criticas, artigos relacionados, etc…

 

 

 

 

 

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Copyleft: a arte de compartilhar

Não tenha medo do copyleft! Descubra abaixo um artigo sobre o copyleft publicado em um dos sites pioneiros no assunto.

O símbolo de copyleft é um “c revertido”. (um © invertido) Como existem várias licenças de copyleft, as implicações do símbolo decopyleft não são tão precisas como as do símbolo de copyright, a não ser que se indique também qual a licença aplicável

Copyleft é uma forma de usar a legislação de proteção dos direitos autorais com o objetivo de retirar barreiras à utilização, difusão e modificação de uma obra criativa devido à aplicação clássica das normas de propriedade intelectual, exigindo que as mesmas liberdades sejam preservadas em versões modificadas. Ele difere assim do domínio público, que não apresenta tais exigências; enquanto o domínio público permite qualquer utilização de uma obra, o copyleft, tem, via de regra, a única exigência de se poder copiar e distribuir uma obra.1 O copylefttambém não proíbe a venda da obra pelo autor, mas implica a liberdade de qualquer pessoa fazer a distribuição não comercial da obra.2

O copyleft denomina genericamente uma ampla variedade de licenças que permitem diferentes modos de liberdades em relação a uma obra intelectual. Seu nome se origina do trocadilho com o termo “copyright“; literalmente, copyleft pode ser traduzido como “esquerdo de cópia” ou “permitida a cópia”.3

Richard Stallman foi um dos responsáveis pela popularização inicial do o termo copyleft, ao associá-lo, em 1988, à licença GPL. De acordo com Stallman 4 , o termo foi-lhe sugerido pelo artista e programador Don Hopkins, que incluiu a expressão “Copyleft – all rights reversed.” numa carta que lhe enviou. A frase é um trocadilho com expressão “Copyright – all rights reserved.” usada para afirmar os direitos de autor.

Uma obra, seja de software ou outros trabalhos livres, sob uma licença copyleft requer que suas modificações, ou extensões da mesma, sejam livres, passando adiante a liberdade de copiá-la e modificá-la novamente.

Uma das razões mais fortes para os autores e criadores aplicarem copyleft aos seus trabalhos é porque desse modo esperam criar as condições mais favoráveis para que mais pessoas se sintam livres para contribuir com melhoramentos e alterações a essa obra, num processo continuado.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre. (clique aqui para ler o artigo completo)

Zarpante, acredita que esse seja um dos melhores meios para que novos artistas conquistem um público e possam ir criando uma mailing list sólida de fãs e colaboradores. Claro que todo artista tem que viver e merece poder fazê-lo graças ao seu trabalho artístico, mas o mais importante pode ser simplesmente ter muitas pessoas que escutam e acompanham seu trabalho, e para isso, nada melhor que deixar às pessoas a liberdade de compartilhar seu trabalho.

Vale ressaltar que todo o conteudo em nosso blog pode ser livremente re-utilizado em outros blogs sob uma liçença Creative Commons:

Creative Commons – Atribuição – NãoComercial – CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.

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Líder do Radiohead defende os direitos dos artistas

Os tempos mudam, os problemas persistem…

A industria musical sempre teve um grande problema: quem mais ganha com a venda de um disco, são as gravadoras e não os músicos. A internet, e seus novos meios de distribuição representam uma alternativa interessante, que poderia realmente mudar a maneira como se produz e como consumimos música. Poderia ser o caso do site Spotify, que surge como um dos novos líderes no mercado da música digital, mas que precisaria ter uma melhor repartição dos ganhos entre gravadoras e artistas, para não vir a ser apenas mais uma simples reprodução online, das lojas offline.

Thom Yorke, Radiohead, e também Nigel Godrich, produtor do grupo, declararam guerra à plataforma sueca de streaming, Spotify. Eles estimam que a plataforma remunera mal os novos artistas e por consequência, eles retiraram todos seus trabalhos do site.

Eis o que disse  Thom Yorke no Twitter: « Não se enganem: os novos artistas, que vocês descobrem no Spotify, não serão pagos. Enquanto isso, os acionários estão enchendo os bolsos».

Ele estima que «pequenos labels e jovens artistas» não podem chegar lá vendendo suas músicas pelo Spotify.

Calcula-se que  para cada música escutada, o artista fique com um valor entre 0,003 et 0,005 Euros! Um sistema que não é realmente rentável para os “pequenos”. Ninguém há de negar!

As grandes gravadoras como Warner, Universal e Sony, acionistas do Spotify, ficam com a maior parte dos fundos. E é exatamente contra isso que Thom Yorke e seu grupo estão revoltados, mas apesar de terem reaberto o debate, tem muitos artistas por aí que discordam do Radiohead!

radiohead-in-rainbows

Tim Vignon, o ex manager do grupo Streets (que se fosse realmente artista não seria manager), pergunta:

«Se o grupo se sente tão preocupado com os novos artistas e suas remunerações, porque que eles não doam alguns de seus milhões a alguns desses novos artistas?». Esse mesmo rapaz, trabalhou como acessor de imprensa para The Verve, e na época, criticou o Radiohead por ter lançado gratuitamente um álbum deles pela net. Agora Zarpante pergunta: A música é do Radiohead certo? Então quem é o acessor de imprensa dos The Verve para falar sobre o que Radiohead deveria ou não fazer com sua própria música?

Tim Vignon argumenta:

« Um grupo que nada no dinheiro, resolve distribuir um cd gratuitamente unicamente poque eles podem se dar esse privilégio. Além do mais isso promoveu uma tourné mundial muito rentável, sem falar no dinheiro vindo das rádios, etc […]».

Quanta à Spotify, eles argumentam o seguinte:

«Nós já pagamos 500 milhões de dólares aos músicos sob forma de direitos autorais e até o fim do ano esse número irá atingir a marca de 1 bilhão de dólares. Boa parte desse dinheiro é investido para fomentar novos talentos e produzir novos grupos».

Radiohead, e seu líder Thom Yorke, desejam « encontrar um sistema no qual os artistas, os produtores, e todos os criadores de música, possam receber o que eles julgam ser uma remuneração justa e equlibrada»

O debate está apenas começando!

E você músico português, angolano, brasileiro, etc… O que acha desse debate?

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Tudo é Remix!

“Everything is a Remix” foi produzido por Kirby Ferguson, um feitor de filmes residente em Nova York! O filme analisa as praticas modernas relativas a proteção dos direitos autorais e mostra como essa política repressora tem inibido a criatividade em vez de incentivá-la! Uma ilustração que demonstra como todas nossas criações estão interligadas, e prova que as normas e leis atuais não enxergam o ponto essencial da questão!

“A verdade é que a maioria das criações não tem valor algum no principio! A maioria dos livros, filmes, albums, etc são ignorados  e inutilizados pela maior parte das pessoas!

basicamente, esses trabalhos não são lidos, assistidos, utilizados, etc. Dos poucos que encontram uma modesta audiência, a maioria cai no esquecimento após algumas décadas (se tanto)!

Realmente, apenas uma minoria desses trabalhos tem algum valor comercial depois de todas as etapas anteriores, e a legislação atual dos direitos atuais foi nitidamente redigida pensando nesse minúsculo grupo de privilegiados!”

Assista ao filme legendado logo abaixo:

Everything is a Remix Parte 1 [legendado] from baixacultura on Vimeo.

Everything is a Remix Parte 2 [legendado] from baixacultura on Vimeo.

Everything is a Remix Parte 3 [legendado] from baixacultura on Vimeo.

Everything is a Remix Parte 4 [legendado] from Marcelo De Franceschi on Vimeo.

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Trabalha com música?

Se trabalha com música este post é para você!

Iremos listar aqui diversos sites que disponibilizem sons para download, sob licenças abertas, ou gratuitos..
Poderão encontrar diversas músicas, samples, soundfonts e efeitos sonoros para, por exemplo, usar como uma trilha sonora para o seu filme sem precisar pagar direitos autorais.

ATENÇÃO
.Fique atento às licenças referentes à cada conteúdo, pois nem todas permitem uso comercial da obra.

. Note que muitas licenças determinam que a obra derivada esteja disponível sob a mesma licença ou outra compatível.

. Lembre-se de dar o crédito das obras que você utilizar. Isso é uma questão de respeito e também está previsto na grande maioria das licenças.

Os links encontrados na página da Creative Commons:

Creative Commons

Creative Commons (Photo credit: jorgeandresem)

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