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Um peixe brasileiro nas águas musicais portuguesas

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Nilson Dourado é um músico brasileiro que reside em Portugal e que trabalha com Zarpante. Conheçam um pouco sobre o artista na entrevista logo abaixo:

•    Quem é Nilson Dourado?

Eu sou paulistano, filho de pai baiano e mãe mineira, mistura que desde sempre conviveu muito harmoniosamente na minha formação cultural e humana. Sou músico por paixão e profissional da música por redenção, ofício que me sustenta, desafia e encanta diariamente. Amante da natureza, da beleza, do humor e do amor e suas decorrências. Um brasileiro ‘mundano’, metropolitano caipira sertanejo e por aí vou…

 •    Como conheceu Zarpante?

Conheci a Zarpante por intermédio do meu amigo Biru em Portugal.

 •    Como definiria seu som?

Hora, aí está uma coisa que sempre tive a maior dificuldade e continuo a ter cada vez mais, pelo menos dentro dos critérios de classificação do ‘mercado’ musical. Talvez definisse como música universal, música do mundo, algo assim… O meu disco ‘Sabiá’ acabei por classificar como world music. Penso que a música contemporânea, pós internet e globalização, será sempre de alguma maneira música do mundo.

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A música que faço em primeira instância é brasileira e já aí é universal dada a nossa miscigenação cultural. A minha música inevitavelmente acaba por refletir o que eu vivo e um pouco de tudo o que é essencial para mim e também que me alimenta de forma geral, como homem e como artista. Sempre tive influências musicais diversas e penso que o fato de tocar instrumentos bastante distintos também colabore para esta pluralidade estética na minha música. Tenho tentado estar sempre muito ligado em música boa, criativa e também na música tradicional que se faz ao redor do mundo todo, sem preconceitos e de ouvidos e coração bem abertos. Mas também me influencio artisticamente por muitas outras coisas como literatura, filosofia, comida, pessoas interessantes, bichos, cheiros… tudo isso para mim também é ou vira música de alguma forma.
Mas em resumo esta não é uma dificuldade que me incomode uma vez que continuo mais ocupado em fazer a música que faço do que em classificá-la. Será que respondi a sua questão? (risos)

  •    Qual foi o seu primeiro contato com a música? Quando percebeu que era isso que queria fazer de sua vida?

O meu primeiro contato com música… não sei dizer ao certo… provavelmente ainda habitando a barriga da minha mãe, ouvindo os violões do meu pai e do meu irmão mais velho, a minha mãe cantando, cancioneiro do brasil… e por aí foi. Tenho memórias de infância disso tudo também. Penso que tudo isso já seja válido sabe… Vejo esta relação hoje com as minhas filhas.

Mas aí só mais tarde, já com uns 15, 16 anos comecei a tocar mesmo, violão, com intenções de estudos mais sérios e tal. Recentemente ativei esta memória numa conversa com o músico Benjamim Taubkin, sobre o tal momento do ‘estalo’… “É isso que vou fazer na minha vida!” Já estudava música, violão; queria tocar de verdade, ser concertista e tal… aí estava assistindo o programa Ensaio da TV Cultura com o Raphael Rabelo, aquele monstro de músico, o Benjamim fazia parte da banda também, me lembro bem do momento… eles tocavam um arranjo maravilhoso do Samba do Avião do Jobim quando eu me emocionei mesmo com aquilo tudo ali, aquela música feita com paixão, com o coração, e senti o tal ‘estalo’.

•    Como é a vida de um músico brasileiro em Portugal?

Penso que a atividade de música seja mais ou menos semelhante em qualquer lugar, exceto as questões mais relacionadas ao mercado e a cena local que sempre difere um pouco. Venho de São Paulo que tem uma dinâmica de produção musical super intensa e é claro que sinto sim muita diferença na forma como as coisas funcionam lá e cá; mas em termos culturais Portugal também é um país com muita mistura, Lisboa por exemplo é cosmopolita assim como Sampa e tem uma cena musical muito diversa e interessante.

Aqui estou muito mais em contato com culturas musicais como as da áfrica, do oriente, mediterrânica e obviamente a própria música portuguesa e europeia que funde tudo isso e certamente já influenciaram consideravelmente a minha música. Mas por outro lado tem um pormenor muito interessante que já ouvi muitos brasileiros que viveram fora comentarem e só agora consigo entender, que é uma espécie de potencialização da brasilidade que ocorre quando se esta fora do Brasil, principalmente por longo tempo; talvez seja decorrência do inevitável saudosismo que nos arrebata vez por outra e no meu caso como músico muitas vezes da em samba, baião de dois (risos) e por que não em choro vez por outra…

Bom, tudo isso para contextualizar um pouco a questão… mas basicamente a minha rotina profissional é baseada em períodos de estudos onde tento manter minimamente a relação com os instrumentos que toco ‘em dia’, composição, arranjo, produção musical e executiva com todas as dores e delícias da carreira independente e finalmente os concertos.

•    O que o levou a escolher o Portugal para viver?

A Marjorie, minha companheira, já havia estado por duas vezes em Portugal a trabalho e ficou apaixonada… Estávamos saindo de uma fase super desgastante na nossa rotina paulistana entre 2008 e 2009 quando ela sugeriu experimentarmos viver em Portugal por um tempo e ver no que dava… Aceitei o desafio da aventura e no nosso caso deu em paixão das boas e neste momento tentamos conciliar a vida cotidiana, profissional e da família em Portugal com a vida profissional e familiar pelo Brasil.

Cabo da Roca, Portugal

 •    Mantém firmes os laços com o Brasil?

Sim, super firmes! Tenho lá toda a minha família, muitos grandes amigos, fora os fortes laços das relações musicais e afins. Gravei em São Paulo o meu primeiro disco, o Sabiá e vou gravar por lá também o segundo que esta em fase de pré-produção mas vem bem logo se tudo correr bem.
Tenho por lá parceiros e parcerias super importantes para fazer o som que faço hoje, sinto que aqui em Portugal ainda estou construindo esta base. Mas vai caminhando bem! Já tenho pelo menos três outros projetos que penso em produzir totalmente ‘Made in Portugal’, (risos)…

 •    Planos para 2014-2015? Lançamentos?

Sim! Muitos! Ainda em 2014, Oxalá gravo pelo menos dois ou três discos novos, dos quais pelo menos dois lanço ainda este ano, incluindo este que comentei na questão anterior. Nestes últimos anos acumulei muito material, composições, canções, música instrumental, tenho material para uns 4 ou 5 discos bem distintos entre eles… agora é ir colocando a produção em dia, com calma…
Ainda não consigo mirar com clareza o que vem para 2015… Preciso respirar 2014 e sentir para onde os ventos irão soprar.

 •    Hoje em dia escutamos muita música por ai que tem balanço mas não tem conteúdo. Qual a importância da letra para você? Como as trabalha?

É interessante como coloca a questão, realmente se tem feito música muito pobre hoje, principalmente dentro do ‘mainstream’, o que é muito mal… mas em fim. O grande mercado musical é um tanto achatado mesmo, tende sempre a fazer tudo meio igual, é impressionante a quantidade de música parecida ou as vezes mesmo igual, com as mesmas cadências de harmonia, mesmo timbre de tudo, mesmo groove, mesma linha de guitarra, mesmo tudo, que se produz em grande escala, mas em fim. Não fico muito ligado nessa onda, não perco tempo nisso.
Estou mesmo ligado é no também crescente e grande número de artistas e compositores comprometidos com a música criativa e que apresenta novos rumos, reais inspirações. Aproveito aqui para citar alguns novos compositores que aí estão e que muito tem me inspirado… Por exemplo o mineiro Antônio Loureiro que é um gênio, o Kiko Dinucci, o Rodrigo Campos, o Rafa Barreto, o João Taubkin e o Fábio Barros de Sampa, o Chico Saraiva que adoro e o Siba que não são propriamente novatos mas em constante reinvenção, o meu parceiro Tiganá Santana de quem sou fã também, além de muitos outros. Aqui em Portugal tem um compositor muito interessante também que é o Norberto Lobo, também gosto da Sara Tavares e descobri recentemente o Pierre Aderne que é brasileiro mas vive em Lisboa.
Para mim a letra é importante na medida que se faz necessária para a canção, quero dizer com isso que uma melodia pede ou não uma letra e esta letra quando é necessária vem ou deve vir em plena sintonia com a melodia que a solicita. Eu antes de compor música já escrevia poemas, contos, pequenos ensaios sobre assuntos do meu interesse, depois a música passou a dominar o meu espaço criativo, fiz, faço e ouço muita música instrumental também, então só escrevo uma letra para uma melodia quando faz muito sentido que isso aconteça.
A forma como trabalho as letras é muito distinta, as vezes nem trabalho muito, surge tudo junto, praticamente pronto, melodia e letra, outras vezes tenho uma melodia e sinto que pede uma letra, aí normalmente canto a melodia até perceber que palavras e ideias surgem e assim vou compondo o enredo, as imagens… praticamente nunca compus letra e depois música, sempre o inverso.

 •    Quais os dois artistas ou grupos representados por Zarpante com quem mais gostaria de ter uma parceria musical?

Para citar dois… adoraria uma possível colaboração com a cantora portuguesa Ana Lains por quem me encantei pesquisando o casting da Zarpante recentemente e o brasileiro Aleh Ferreira que tem uma onda de groove da pesada, desenrola muito bem toda a linguagem da música afro-brasileira que também influencia muito a minha música, além de possuir um timbre vocal que curto muito também.

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O grafite brasileiro está literalmente invadindo o mundo!

Diversos grafiteiros brasileiros vem espalhando seus trabalhos pelo mundo. Hoje apresentaremos dois deles (ou três) aos nossos leitores:

– Francisco Rodrigues da Silva, conhecido como “Nunca”, usa a rua como tela há quase 20 anos, e  pintou recentemente, paredes da famosa Tate Modern em Londres. Vejam abaixo algumas de suas obras.

– Quanto aos gêmeos Otávio e Gustavo Pandolfo, formados em desenho de comunicação pela Escola Técnica Estadual Carlos da Campos, começaram a pintar grafites em 1987 e gradualmente tornaram-se uma das influências mais importantes na cena local, ajudando a definir um estilo brasileiro de grafite.

Os trabalhos da dupla estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Portugal, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, entre outros países. Também executaram a pintura da fachada da Tate Modern, de Londres, para a exposição Street Art, juntamente com o grafiteiro brasileiro Nunca, e outros grafiteiros. Algumas obras abaixo.

– Para terminar um projeto em que Os Gêmeos e Nunca participaram juntos:

Fontes: O Globo, Youtube, Kelp,  The Mongrel, Grafite pra ontem, Metro,  http://www.urbanartcore.eu/tag/nunca/, http://theonepointeight.wordpress.com, http://antropologizzzando.blogspot.fr

Vejam também:

– Grafiteiros lusófonos 01

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Este arquiteto é um monumento!

Hoje Zarpante prestigia um grande arquiteto brasileiro: Oscar Niemeyer!

oscar Niemeyer - art museum

oscar Niemeyer – art museum (Photo credit: oddsock)

– Descubra um pouco mais sobre este grande nome da arquitetura mundial com as informações do Wiki:

“Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares (Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 1907) é o arquiteto brasileiro de nome mais influente na Arquitetura Moderna. Foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do concreto armado, e por esse motivo teve grande fama nacional e internacional desde a década de 1940 [1]

Seus trabalhos mais conhecidos são os edifícios públicos que projetou para a cidade de Brasília, embora possua um grande corpo de trabalho desde sua graduação pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1934.”

Fonte: Wikypédia (Niemeyer)

– Em seguida assista o filme “A Vida é Um Sopro”:

– Mas o tempo não para e o Niemeyer tampouco!

Niemeyer fará o projeto do Centro de Eventos do Rio Grande do Sul!

Espaço para congressos, seminários e espetáculos culturais será construído em uma área de 100 mil m²

“O arquiteto Oscar Niemeyer foi escolhido para idealizar o novo Centro de Eventos do Rio Grande do Sul. O Governo do Estado e a Secretaria de Turismo confirmaram a participação do arquiteto na última sexta-feira (20), quando foi realizado o convite no Rio de Janeiro.

O espaço para realização de congressos, seminários e espetáculos culturais será construído em uma área de 100 mil m², com capacidade para 10 mil pessoas em um auditório principal e outro secundário. O edifício também será dividido em dois pavilhões, com praça de alimentação e estacionamento.

O projeto prevê o uso de energias alternativas e o reaproveitamento da água. De acordo com o governo do Rio Grande do Sul, a obra será feita por meio de Parceria Público-Privada (PPP).

Ainda não foi definido o local de construção do Centro de Eventos, mas o governo estuda três possibilidades: o Morro Santa Tereza, a Doca Turística, próxima à Arena do Grêmio, e o Centro Vida, na Zona Norte de Porto Alegre.”

Fonte: PiniWeb.

– Acesse também este post sobre Niemeyer.

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148 Poemas!

Eduardo da Rocha Vieira, nasceu e foi criado na cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Eduardo da Rocha Vieira

Eduardo da Rocha Vieira

O jovem de 21 anos quer lançar um livro digital de poemas, com 148 poemas sobre diversos temas: política, religião, amor…

Depois que tiver sido produzido, o livro será vendido pelo módico valor de dois Reais!

Por isso, estão incluídos no valor do projeto, os fundos necessários para criar uma plataforma que servirá para efetuar a venda do livro digitalmente!

Todos os poemas são da autoria deste jovem que gostaria de mostrar ao mundo suas palavras! . Os profissionais envolvidos no projeto são:

Paula Basei, diagramadora, https://twitter.com/paulabasei

Vibe Mídia, criar o site, http://vibemidia.com

Veja abaixo alguns dos poemas:

Poema 23

Povo brasileiro guerreiro da mata que saiu da floresta e agora se mata
sem mata,
é povo com o poder de mudar e muda para se foder, guiado por governantes cegos indo e indo
se perder.

Poema 11 Namorados 2

Com a vida eu
vou na tentação
do coração

que manda amar
sem tripudiar
e pede entrega,

a mente manda
entregar
dois terços de paixão
um terço sedução
três terços inteiros
em emoção.

Poema — olhos da minha mulher

mulher dos olhos de mel
há abelhas dentro de tua cabeça
e flores na minha mão

de urso

mulher dos olhos de mar
há fonte da vida no teu pensar
mergulho profundo

alentar

mulher dos olhos de mata
que ar puro teu falar
quero sorver, respirar

aventura.

Gostou?
Então acesse o link seguinte para saber mais sobre o projeto e/ou para participar: 148 Poemas.

Para ajudar a divulgar o trabalho desse jovem a procura de espaço para sua obra no mundo da literatura,você pode contribuir com 10 euros e receberá o livro digital em sua caixa de e-mail, além de poder divulgar seu blogue ou site em uma página de agradecimento. Ou você pode contribuir com 50 euros e colocar a logomarca de sua instituição na página de apoio cultural.
Agradecemos em nome do autor!
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Fluminense no crowdfunding!

Como já  andamos dizendo há algum tempo, o financiamento coletivo (crowdfunding) é, mais do que nunca, uma opção segura, inovadora e eficaz de conseguir financiamento para seus projetos! São tempos difíceis, em que a solidariedade e a criatividade são essenciais para que juntos possamos ir adiante!

Um time carioca de futebol, o Fluminense, percebeu o interesse de passar pelo financiamento coletivo  e inovou, inscrevendo seu projeto em um site de financiamento coletivo brasileiro! O livro “Fluminense, 110 jogos inesquecíveis – Guerreiros desde 1902″ vai lembrar partidas e figuras marcantes da história do clube por meio de fotos e textos! O projeto foi lançado há pouco menos de dois meses pelo departamento de marketing tricolor. O financiamento coletivo  do livro sobre os 110 anos do clube já bateu o recorde brasileiro da modalidade, entre os projetos que tiveram seus objetivos alcançados. A um mês do prazo final da iniciativa, previsto para o dia 21 de julho, data do aniversário do Flu, quase R$ 165 mil reais foram arrecadados através de 1.199 doadores. Ou seja: exatos 149% da meta inicialmente traçada, de R$ 110 mil. O recorde anterior no Brasil pertencia ao projeto do documentário “Belo Monte – Anúncio de uma Guerra”, que arrecadou R$ 140 mil com 3.429 apoiadores.

O financiamento coletivo segue através do site www.comecaki.com.br/fluminense. Lá, os torcedores podem contribuir com quantias que variam de R$ 11 a R$ 11 mil em troca de recompensas como exemplares do livro, nome do colaborador na publicação e ainda convites para a festa de lançamento.

Felicitamos a iniciativa do time tricolor e incentivamos times portugueses, angolanos, etc. a nos contactar, se tiverem projetos semelhantes! Desde que o projeto trate de um assunto artístico, cultural, patrimonial, ou social, será bem-vindo em nosso site!

Claro que, depois de falar tão bem de um projeto de outro site, não vamos deixar de lembrar que nosso barco zarpa pelas águas do financiamento coletivo, e que neste momento temos dois projetos muito interessantes em nosso site, e que precisamos da ajuda de todos vocês para conseguir atingir as metas financeiras!

O primeiro projeto chega ao prazo final dentro de 8 dias e precisamos alcançar a meta financeira antes disso! Venha contribuir para o projeto Ceci n’ est pas de l’ eau ( isso não é água não)! Um projeto audiovisual sobre cachaça, que vai levar a cultura brasileira engarrafada para distintos festivais nacionais e internacionais! Já atingimos 87 por cento da captação ( 4784 Euros)! 25 pessoas (físicas e jurídicas) já fizeram suas contribuições! Venha nos ajudar e fazer parte daqueles que possibilitaram esse belo projeto e ganhe recompensas! Clique no link seguinte para conhecer o projeto e contribuir:  Ceci n’ est pas de l’ eau

O segundo projeto se chama Barreras e tem uma importância social enorme! Trata se de mostrar à sociedade, por meio de um documentário filmado durante 4 anos na prisões do estado do Rio de Janeiro, que a melhor maneira para conseguir reinserir os detentos na sociedade passa por cultura, arte e educação! Conheçam, por exemplo, um ex-detento, que hoje é engenheiro de som, graças a eventos promovidos pelo projeto Barreras nos cárceres! 73 por cento da meta atingida (10159 Euros) graças às contribuições de 23  pessoas ou entidades! Venha contribuir para criar um Brasil menos violento e desigual, e ganhe recompensas! Clique no link seguinte para ajudar o projeto: Barreras

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