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Conseguimos!

Graças aos esforços de todos nossos leitores, que ajudaram a compartilhar e divulgar a notícia, graças à garra de Rafael Kalil, de Erick Maximiano e de toda a equipe envolvida, graças ao público e aos grupos presentes no show de Santa Teresa, aos familiares e amigos que participaram, temos finalmente  a satisfação de anunciar que, 10 dias antes do fim do prazo, o projeto Barreras atingiu a meta financeira e podemos, sim, dizer que foi financiado coletivamente por  meio de Zarpante!

Barreras nas Ruas!

Foi uma longa caminhada, mas valeu a pena! E, agora, a equipe já está trabalhando para que o Brasil e o mundo possam ver esse documentário em 2013! Vai ser, como diz o próprio Kalil, “uma bomba” de realidade, denúncias e principalmente esperança! Vamos mostrar ao mundo que presos não são animais e que, tendo acesso a educação, arte e cultura, podem ser pessoas totalmente adaptadas à sociedade! Agora está nas mãos do Kalil e nós sinceramente acreditamos que sua história vai sensibilizar o mundo, até porque poderá ser vista de qualquer lugar do planeta, graças a uma disponibilização gratuita na internet!

Por enquanto, vamos deixar a ficha cair na cabeça de Rafael Kalil e, assim que ele tiver terminado de festejar a conquista, estaremos todos de olho no avanço das filmagens e da edição, para que possamos manter informadas as pessoas que contribuíram. Fiquem de olho nas atualizações sobre este projeto! Ainda temos algumas surpresas inéditas para quem nos ajudou…

Sei que já foi dito, mas não custa repetir que estamos muito, mas muito felizes mesmo, e que tudo isso só aconteceu  graças a todos vocês!  Lembramos que, se você não contribuiu e quer deixar sua participação neste documentário que vai dar o que falar, ainda pode acessar o projeto no site Zarpante, clicando aqui! Esses eventuais fundos extras seriam utilizados para pagar profissionais que se dispuseram a fazer partes do trabalho gratuitamente, mas que, ainda assim, precisam comer e pagar contas!

Saudações lusófonas e um ótimo sábado para todos!

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Viva Favela divulgando Zarpante e o projeto Barreras!

“Viva Favela é um projeto do Viva Rio, cuja experiência com atividades e propostas relacionadas ao jornalismo cidadão tem mais de 10 anos de história. Sua proposta central visa à integração social e à inclusão digital. Na internet, é um site colaborativo cujo conteúdo é produzido por correspondentes comunitários, que são comunicadores moradores de favelas e periferias urbanas do país. Fora da web, o projeto oferece também oficinas para a formação de correspondentes multimídia.

O site do Viva Favela é referência nacional. Criado em 2001, foi pioneiro na produção e oferta de conteúdo temático sobre favelas e periferias urbanas na internet. Ainda antes do surgimento das atuais mídias sociais, o projeto desenvolveu uma metodologia própria de formação de comunicadores locais e já recebeu diversos prêmios. Hoje, articula uma rede de mais de 1,7 mil usuários cadastrados no site, com mais de 200 correspondentes ativos produzindo e compartilhando conteúdos, e uma revista multimídia colaborativa enviada a cada dois meses para mais de 15 mil assinantes. Saiba mais sobre o histórico do VivaFavela.”

Fonte: Site do Viva Favela!

Landa Araújo, diretamente da Rocinha (Rj), escreveu para o Viva Favela esta bela matéria sobre o projeto Barreras que está neste momento em período de captação no site Zarpante!

English: Rocinha slum in Rio de Janeiro, Brazi...

English: Rocinha slum in Rio de Janeiro, Brazil Español: Favela Rocinha en Rio de Janeiro, Brasil (Photo credit: Wikipedia)

Ela entrevistou Rafael Kalil, o responsável pelo projeto Barreras, e Henrique Moretzsohn de Andrade aliás eu mesmo, criador e membro da plataforma Zarpante!

Leiam abaixo essa matéria/entrevista escrita por Landa  Araújo!

Agradecemos a todos os responsáveis por essa matéria e especialmente a Landa e ao pessoal do Viva Favela!

por Landa Araújo – 04/07/2012
Rocinha | RJ

Quem nunca ouviu a frase: “uma ideia na cabeça e uma câmera na mão”, citada pelo conhecidíssimo cineasta Glauber Rocha (✰1939 ✞ 1981) e de autoria do também diretor cinematográfico Paulo César Saraceni (✰1933 ✞ 2012)?

Foi pensando assim que o músico e o empreendedor cultural, Rafael Kalil começou a imaginar como ficaria o seu filme, um longa documentário intitulado Barreras, fruto de materiais registrados em vídeo nas penitenciárias, presídios e carceragens de delegacias do Rio de Janeiro durante cinco anos (2006 a 2011) – oriundos de vários projetos nos quais Kalil coordenou, entre eles: shows musicais, projeções de filmes, oficinas de artesanato, teatro, produção de textos, alfabetização, saraus de poesia e a criação de bibliotecas, todos direcionados para pessoas presas. O resultado filmado ficou tão enriquecido que logo veio o desejo de fazer um longa-metragem sobre suas ações. Mas, e a verba para isso?

Para angariar apoio entre amigos e conhecidos, Kalil apelou para uma velha técnica com nova roupagem. É que a conhecida “vaquinha” mudou de figura. Ou melhor, de método… E ela se tornou virtual, com direito a endereço eletrônico e tudo. Em troca, os contribuintes (internautas, ONGs, empresas) que ajudam recebem brindes ou outras premiações. O sistema é denominado de “crowdfunding” (fala-se no português brasileirado: craunfaundim), termo inglês que significa “financiamento coletivo”. Foi assim que o projeto Barreras foi parar no website Zarpante.com, plataforma do gênero.

“Muita gente tem depositado (apoiado a causa) e muitas permutas estão sendo negociadas. Até o fim da captação, teremos concluído com êxito as metas orçamentárias que estipulamos. Muita gente, porém, ainda desconfia desse tipo de transação, isso ainda é muito novo no Brasil. Lá fora, é um caminho real e viável, é uma alternativa moderna principalmente para a classe artística, isso abre possibilidades de execução e viabilidade de projetos culturais e artísticos, é mais uma ferramenta interessante que surgiu para quem trabalha no meio da arte e do patrimônio histórico”, diz Kalil.

O financiamento coletivo na internet auxilia ações, projetos, filmes e artistas (autônomos ou não) para que possam deixar suas ideias ou projetos por um tempo determinado em um site, daí, é só divulgar e aguardar para que o valor financiado seja atingido.

“Uma coisa positiva no financiamento coletivo é que tende a ser menos burocrático que os habituais processos de captação e por isso mesmo mais imediato. Trata-se de aprovar um projeto em um prazo definido e fazer de tudo para que atinja sua meta neste prazo. Isso é bom porque o projeto não fica engavetado, mas não é sempre fácil, pois as pessoas têm seus próprios ritmos e não sentem a urgência de tal ou tal projeto”, explica Henrique Moretzsohn de Andrade, um dos responsáveis pelo site Zarpante.

Cada um que se dispõe a ajudar pode ser, inclusive, recompensado. No caso do longa documentário Barreras, os brindes vão de um adesivo da iniciativa proposta, a ingressos gratuitos, ou até à menção com destaque ao nome do financiador nos créditos do projeto. “Quero só terminar o filme sem fins comerciais, tenho a necessidade de colocar essa história para o mundo como um serviço mesmo, então não procurei Rouanet, editais, nada disso. Pelo contrário, isso dá até mais liberdade para falar a verdade que vivemos e compreendemos nessas experiências no cárcere sem comprometimento algum com quem quer que seja. O financiamento coletivo serviu também para dar um prazo para terminarmos esta história e estamos no caminho certo, tudo começou a surgir a partir do momento que colocamos um prazo que coincide com o fim da captação no site”, diz Kalil.

Até o fim desta matéria, dos € 14 mil (cerca de R$ 36 mil) orçados no projeto, mais da metade, 73% da meta para sermos precisos, já foi angariado. “No caso do projeto Barreiras, existe um prazo no qual deveremos atingir a meta, porém a urgência não é só de atingir a meta financeira e sim de que as pessoas entendam que projetos como estes deveriam estar implantados há muito tempo não só nas prisões do Rio como nas prisões de todo Brasil”, completa  Henrique.

Mas… as pessoas contribuem?

Para financiar basta clicar e ponto.  Às vezes, as contribuições não vêm em dinheiro, elas chegam como empréstimos de equipamentos. Outra questão é a que 7% das contribuições ficam com o website, no qual o projeto está inscrito. E se, até a data limite o valor total não for arrecadado ele volta para os contribuintes, nada vai para o projeto pretendido.

“Está sendo bom para divulgar a proposta e conseguir parceiros, mas na realidade pouca gente contribui de fato. Isso ainda não é uma prática comum aqui no Brasil. Dinheiro mesmo não tem tanto assim, mas como conseguimos garantir câmeras e ilha de edição, então debitamos disso. A galera tem contribuído, agora falta um gás final para não perdermos tudo”, afirma Kalil, fazendo menção ao sistema que só permite a intermediação caso a meta seja alcançada no financiamento coletivo.

No Brasil esse sistema é novo. Aos poucos vem se tornando referência para projetos independentes. Entre as dificuldades está a de fazer com que as pessoas contribuam e acreditem no sistema. O dito popular de ser igual a São Tomé — “só acredito vendo” — faz parte da cultura popular.

“Boa parte da sociedade contribui ativamente para projetos e iniciativas sociais. Porém, infelizmente muitas vezes as pessoas acabam sem contribuir, não por falta de poder aquisitivo (já que toda contribuição por menor que for é valida) e sim por preguiça. Por vezes, o que sentimos é que o que falta é mais solidariedade”, diz Henrique, que afirma ainda que, na era das redes sociais, a divulgação de informações sobre projetos como este alcança com mais rapidez um número maior de pessoas. “Porém, isso pode fazer com que as pessoas apenas sobrevoem as noticias, até compartilhem as noticias, mas não saiam do seu caminho habitual para realmente contribuir para um projeto”, completa.

Barreras para o mundo

No website Zarpante, o texto apresentação do Barreras, diz que ele “pode ser considerado como ‘cinema de guerrilha’ por conta da forma como foi feito. Sem quase nenhum recurso, captando imagens com câmeras de celular, máquina fotográfica e diversos tipos diferentes de câmeras profissionais e amadoras. O mais importante sempre foi registrar momentos únicos, pois tivemos a oportunidade de filmar dentro de diversas carceragens diferentes no íntimo do universo intramuros das prisões”.

Além da possibilidade da produção de um filme mostrando cinco anos de trabalhos culturais com as pessoas presas, a ideia é sensibilizar o público de que há uma vida, uma história enriquecida de boas ações por trás das grades.

Kalil afirma que sempre foi bem recebido pelos presos e que a relação sempre foi acompanhada de respeito mútuo. “Eles sempre foram solícitos, educados e voluntariosos, o meu maior ganho mesmo nisso tudo foi vivenciar essas relações ricas e profundas nesses lugares inóspitos que são as prisões. O ser humano é fascinante mesmo, vi muita gente mudar, muita gente crescer como pessoa dentro do cárcere e muitos hoje têm outra vida e visão de si mesmos e das relações e percepções para com o mundo”.

Para Henrique, o projeto Barreras é uma chance de todos contribuírem para o Brasil mostrar ao mundo que, apesar da violência existente, há um método eficaz de combatê-la com arte, educação e cultura e que projetos como este podem sensibilizar um público nacional e internacional. “No caso de Barreras, conhecemos pessoalmente brasileiros que até hoje se negam a assistir filmes como Cidade de Deus ou Tropa de Elite argumentando que são filmes muito violentos e passam uma imagem muito pejorativa do Brasil no exterior. Barreras é um filme que precisa ser visto e utilizado como um projeto piloto do que pode ser implantado em prisões mas também em bairros carentes do Brasil”, diz.

Serão cinco anos resumidos em uma hora e 45 minutos. A ideia na cabeça agora conta com o financiamento coletivo para chegar às telas e mostrar um outro lado, sobre o outro lado das grades. “É muito mais fácil do que se pensa acharmos as soluções para as coisas mais caóticas e difíceis. Os presos me provaram isso, a capacidade de superação do ser humano é gigantesca e imensurável”, finaliza Kalil.

E ai pessoal? Agora nós da Zarpante contamos com a ajuda de todos vocês! Somente com a participação de um máximo de pessoas, poderemos atingir a meta financeira do projeto e ajudar a todos graças a ajuda de muitos!

A palavra é solidariedade!

Venha conhecer o projeto em nosso site e participe com o que puder: compartilhando, divulgando, contribuindo financeiramente, etc!

Obrigado a todos!

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Lendo nas prisões!

No Brasil, os detentos poderão sair mais cedo da cadeia se lerem livros!
O país acaba de criar uma nova forma de remissão de pena! Os presos das prisões federais poderão reduzir o tempo de suas penas graças a leitura! A decisão do governo prevê quatro dias por livro lido!

Projeto Barreras!
Leitura nas prisões!

Os 473.627 prisioneiros  do país poderão ler até 12 obras de literatura, filosofia ou de ciência por ano, ganhando assim até 48 dias de detenção a menos anualmente!

O governo brasileiro explica que os prisioneiros terão 4 semanas para ler um livro e em seguida redigir uma dissertação sobre o assunto. Logo, um júri decidirá se o preso poderá  obter a remissão de pena ou não.

No site do Guardian, Erwin James, um antigo detento, faz uma lista dos livros que os presos brasileiros deveriam consultar. O editor que passou 20 anos preso, aconselha por exemplo o livro Crime e Castigo de Fiodor Dostoievski.

Erwin James foi também marcado pela  leitura de The Second Prison por Ronan Bennet:

«O livro conta a historia de Kane, um republicano irlandês solto após ter cumprido sua pena por ter participado a um assassinato.(…) Mesmo depois de sair da prisão, o personagem continua sendo um prisioneiro estigmatizado pela sociedade! Isso é a realidade de muitas pessoas  que tentam se reinserir na sociedade após passar pela cadeia.»

Para Erwin James, a iniciativa brasileira é uma ótima ideia. Ele se lembra de sua passagem pela cadeia

 e da importância que tiveram esses livros na sua recuperação:

« Os livros que li na prisão não me deram redução de pena alguma mas me ajudaram a ser aquele que eu deveria ter sido.»

Lembramos a todos os sensibilizados pelo tema, que no site Zarpante, encontra-se neste momento, o projeto Barreras! Um projeto audiovisual sobre a importância de levar arte e cultura para as prisões para que possamos reinserir os detentos a sociedade e sensibilizá-los a essas atividades! O filme conta por exemplo a historia de um ex-detento que virou engenheiro de som e vive totalmente integrado a sociedade! O projeto está captando recursos pelo nosso site de financiamento coletivo! Atingimos 74% da meta e contamos com uma pequena contribuição de todos para atingir os 100% e executar o projeto, levando esse filme ao público em acesso livre! Assistam abaixo um pequeno teaser do que realmente vai ser esse filme com participação de vários músicos como o Penna Firme, B-Negão, Aleh Ferreira, Rafael Kalil, entre outros!

Clique aqui para saber mais sobre o projeto e contribua se gostar! Sua ajuda faz toda a diferença!


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O Prisioneiro da Grade de Ferro!

Aproveitando a onda do projeto Barreiras que acabou de entrar em nosso site, disponibilizamos hoje um filme brasileiro sobre o assunto dos cárceres! Vocês poderão assistir abaixo o filme completo! Aprendam sobre um dos maiores presídios de todos os tempos da América latina e sobre o massacre do Carandiru. Viva por meio das lentes, a realidade e o dia dia do Carandiru meses antes de sua implosão!

Português do Brasil: Complexo Penitenciário do...

Carandiru Imagem via Wikipédia

Assistam abaixo o documentário de Paulo Sacramento produzido em 2004! Para quem pensa que o filme não vale a pena e que acham que só deve ter violência e nenhuma cultura, Zarpante gostaria de sugerir que assistissem o filme pois retrata uma situação real em nossas sociedades e que nunca será solucionada se cada um de nós não participar com um mínimo! Para mudarmos a sociedade precisamos primeiro entender seus mecanismos e aceitar suas realidades atuais!

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Barreiras! Navegando por entre as grades!

Entrou hoje em nosso site um projeto muito legal e de importância para toda a sociedade! Um projeto que Zarpante abraçou com orgulho por acreditarmos na necessidade de conscientizar as pessoas sobre o estado atual do sistema carcerário brasileiro e principalmente sobre o que tem sido feito culturalmente falando para ajudar os presos a se reinserir na sociedade! Hoje temos cerca de 500 000 pessoas no sistema carcerário do estado do Rio De Janeiro! Mulheres e Homens, jovens e adultos, dos quais 80% são negros ou mestiços e vem  de comunidades carentes, 70% nunca terminaram o primeiro grau de estudos , mais de 30% são analfabetos! É urgente que passemos a olhar para estas prisões de outra maneira e que vejamos os presos como seres humanos que não tiveram acesso a educação, arte, cultura e tantos outros elementos que forjam uma bagagem para a vida!

O projeto Barreiras começou da iniciativa de músicos liderados por Rafael Kalil quando em turné se apresentaram com suas bandas para os detentos do Estado. Esse projeto seguiu itinerante de presídio em presídio levando a música para estes presos. A resposta foi tão boa que daí surgiram diversos outros tipos de projetos e relações que resultaram em mais de 200 exibições de filmes para presos, 20 shows, 14 bibliotecas entre muitas outras ações.

O filme conta essa história toda com imagens inéditas e uma série de depoimentos importantes.

O responsável pelo projeto é o músico, compositor e empreendedor sociocultural, Rafael Kalil que já trabalhou em rádios comunitárias e na produção de diversos eventos na cidade do Rio de Janeiro. Entre os anos de 2006 e 2010 atuou com projetos junto ao Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro onde coordenou projetos de cinema, música, literatura, entre outros. Exibiu mais de 200 filmes no cine clube, produziu mais de 20 shows em Penitenciárias e carceragens de delegacia, montou 14 bibliotecas entre outras ações!

Chamamos toda a rede Zarpante e os apreciadores de nosso trabalho a darem uma olhada no projeto,nas fotos, nos vídeos, etc. Para mudar a sociedade as vezes é necessário mais que política: um simples sentimento de responsabilidade e a certeza de que juntos podemos pouco a pouco edificar uma base solida para que cada vez menos pessoas precisem ser presas e que nossa sociedade ganhe muita paz e muita cultura! As desigualdades e injustiças existem mas temos aqui uma chance de contribuir para a construção da sociedade que queremos! A chance de provar que apesar de nossas diferenças, juntos sempre poderemos mais e que horizontalizando o saber e o conhecimento, só temos a ganhar como sociedade!

Venham espiar por traz das grades com Rafael Kalil e ajudem Zarpante a divulgar o projeto e captar os fundos necessários para que possa acontecer! Para compartilhar e/ou contribuir clique aqui!

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