Arquivo da tag: adoniran barbosa

Uma homenagem aos músicos infelizmente falecidos

O Podcast Zarpante 22 é dedicado aos finados músicos lusófonos! Apesar do tema, o episódio foi preparado com alegria e esperamos que vocês curtam! Serão necessários outros episódios para poder homenagear todos os artistas falecidos que admiramos.

mandiaNeste primeiro episódio, para homenagear aos artistas falecidos, passaremos por Moçambique, Angola, Brasil, Cabo Verde, em companhia de artistas como Bana, Marku Ribas, Emilio Santiago, Beto de Almeida, que nos deixaram recentemente, mas também lembraremos de artistas como os sambistas Adoniran Barbosa e Ataulfo Alves, além de outros e outras que já se foram a mais tempo.

Visitaremos diversos ritmos como o Samba, Bossa Nova, rap, etc. Descubram também algumas curiosidades e raridades como a última gravação (feita no dia anterior ao de sua morte) do Rapper paulista Sabotage, ou um zouk de Moçambique que fechará a nossa viagem de hoje.

Escutem o Podcast logo abaixo:

Podcast Zarpante 022 (homenagem aos falecidos)

Boa escuta para vocês e até o Podcast Zarpante 23, cujo tema será escolhido por vocês entre 3 opções que vamos sugerir em breve.

Etiquetado , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Cachaça na cabeça!

Se assim como nós, você acredita que cachaça também é cultura e que representa muito mais que estereótipos sobre pinguços, fique de olho pois em breve um projeto muito bacana, sobre o destilado brasileiro, estará em nosso site! Para saber mais clique aqui!
A cachaça pode ser saboreada mas também pode ser cantada, ilustrada, filmada, divulgada, exportada…Introduzimos hoje esta nova categoria de posts em nosso blog para mostrar um pouco mais dessa cultura em torno de uma água que passarinho não bebe!
Que tal começarmos a degustação com dois mestres da música brasileira?

Mulher, patrão e cachaça – Adoniran Barbosa e Osvaldo Molles
“Num barracão da favela do VERGUEIRO
Onde se guarda instrumento
Ali, nóis morava em três.
Eu, Violão da Silveira, seu criado,
Ela, Cuíca de Souza,
E o Cavaquinho de Oliveira Penteado
Quando o cavaco centrava e a cuíca soluçava
Eu entrava de baixaria
E a ximangada sambava, bebia, sacolejava
Dia e noite, noite e dia.
No barracão quando a gente batucava
Essa Cuíca marvada Chorava como ela só
Pois ela gostava demais do meu hit
E bem baixinho gemia
Gemia assim, como quem tem algum dodói
Tudo aquilo era pra mim, gemia e me olhava assim Como quem diz: Alô, my boy
E eu como bom Violão carregava no bordão
Caprichava o sol maior
Mas um dia, patrão, que horror
Foi o rádio que anunciou com o fundo musical
Dona Cuíca de Souza Com Cavaco de Oliveira Penteado se casou
Me deu uma coisa na claquete
Eu ia pegá o Cavaco e o Pandeiro me falou:
Não seja bobo não se escracha
Mulher, patrão e cachaça
Em qualquer canto se acha.
Não seja bobo não se escracha Mulher, patrão e cachaça
Em qualquer canto se acha.”

Erasmo Carlos : Cachaça mecânica!

Etiquetado , , ,
%d blogueiros gostam disto: