Arquivo da tag: 2013

E por falar em manifestações…

4-0 Documentário sobre as manifestações ocorridas em Junho de 2013, em São Paulo, que culminaram com a revogação do aumento de vinte centavos da tarifa de ônibus.

Documentary about the protest movements that took place in June of 2013, in São Paulo, which ultimately culminated in the cancelation of the twenty cents raise in public transportation fare prices.

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2013 e alguns números do blog…

Here’s an excerpt:

The Louvre Museum has 8.5 million visitors per year. This blog was viewed about 79,000 times in 2013. If it were an exhibit at the Louvre Museum, it would take about 3 days for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

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Gosta do Ed Motta?

Para quem gosta do Ed Motta 2013 traz boas notícias!

Ed_Motta_1978_Do CD novo_ que será lançado em 2013

Ed_Motta_1978_
Do CD novo_ que será lançado em 2013

A música inédita 1978 anuncia na internet o álbum de inéditas que Ed Mottavai lançar em 2013. Parceria do Ed com Edna Lopes, autora da letra, 1978 preserva o delicioso estilo funk / soul do cantor e compositor carioca. Destaque para a guitarra de Chico Pinheiro, a gravação foi produzida e arranjada pelo próprio Ed Motta, que assina a orquestração dos metais com Jessé Sadoc. Escutem abaixo a música no Youtube:
E, logo abaixo, leia a letra de 1978, faixa do 11º álbum de estúdio do artista, o 14º CD da discografia oficial de Ed:

1978

(Ed Motta e Edna Lopes)Na madrugada acordou
O fuso o enganou
Sem pensar
Foi pro elevador
Nem se abalou
Não virou
Pra moça do bar
Olhar

A Capital despertou
Pro_hotel então voltou
Eram dez
Quando telefonou
Pediu café
Leu em pé
O velho jornal
Local

Está sempre só
Não sente falta
Está sempre só
Da sombra não se separa
Está sempre só…

No taxi, o frio deixou
O calor do motor
Esquentar
O seu rosto sem cor
Seco demais
De um lugar
Distante pra se
Lembrar

Na areia gasta do mar
No cinza do olhar
Relembrou
Era setenta e oito
Livre afinal
Sentiu ser
Seu próprio prazer
Mudou

Já estava só
Não se importava
Já estava só
Sua estrada fôra traçada
Já estava só

Está sempre só
Não sente falta
Está sempre só
Da sombra não se separa
Está sempre só…

Na areia gasta do mar
No cinza do olhar
Relembrou
Era setenta e oito
Livre afinal
Sentiu ser
Seu próprio prazer

Sem ser formal
E nem sentimental
Livre afinal

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