Arquivo da categoria: Sabores de nossas terras!

Notícias do alambique

Ano passado captamos fundos para o projeto “Ceci n est pas de L’ eau”. Desde então, a equipe envolvida no projeto já foi ao Brasil, filmou em distintos alambiques e voltou a França para editar o filme!

A equipe

A equipe

Saiba mais na entrevista abaixo!

1. Por favor, apresentem a equipe de “Ceci n’est pas de l’eau”.

A equipe do Ceci n’est pas de l’eau consiste principalmente de duas pessoas – uma brasileira, Ana Clara, e um franco-americano, Yann-Yves. Nos formamos em cinema e comunicação pela Universidade Americana de Paris e trabalhamos nessa área desde então. No entanto, tivemos a ajuda de muitas pessoas durante as filmagens e o processo de pós-produção, no qual nos encontramos no momento. Somos muito gratos!

2. Como surgiu a ideia de fazer um documentário sobre cachaça?

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Houve uma época em que o Yann-Yves trabalhava em um bar mexicano, onde havia tequilas e mezcais maravilhosos, e curiosamente um dos drinques mais populares era a caipirinha (de cachaça, claro). Eu (Ana Clara) sabia que a qualidade da cachaça usada não era das melhores, já que era uma cachaça industrialíssima, mas eu não sabia explicar o porquê. Foi aí que decidimos que seria interessante investigar mais sobre o destilado e, porquê não, fazer um documentario sobre o assunto.
3. Após captação bem sucedida no site Zarpante, partiram para as gravações no Brasil. Como foi essa etapa? 
Nós tivemos a sorte e a oportunidade de sermos apoiados por múltiplas plataformas. Não só atingimos a nossa meta através da Zarpante, mas também fomos, de certa forma, patrocinados pela cachaça Leblon – uma marca que, como nós, é internacional e tem tudo a ver com o nosso projeto. Com isso conseguimos um orçamento confortável pra uma produção independente. Tudo, tudo mesmo, deu certo durante as filmagens, e em momento algum ultrapassamos esse orçamento.

4. Foi a primeira vez de Yann-Yves no Brasil, quais são suas primeiras impressões? E agora como definiria o Brasil em uma frase?

Em um mês, visitamos mais de 10 cidades em 4 estados diferentes, o que pode parecer muito, mas na verdade foi muito pouco. Eu (Yann-Yves) adorei Minas Gerais em particular, porque vimos a área rural, uma parte do Brasil que não é muito exportada. Eu acho isso uma pena, já que é uma região maravilhosa, pela comida, pelas pessoas e pela vista. Em uma frase, eu diria que o Brasil não só correspondeu às minhas expectativas, como também me surpreendeu em vários aspectos.
5. Quando pensam apresentar ao publico o resultado final de ” Ceci n’est pas de l’eau”? Alguma estratégia especifica de distribuição?
Como qualquer outra produção audiovisual, documentários levam um tempo para serem montados – principalmente se a equipe permanente consiste somente de duas pessoas. Temos como meta o meio do ano para finalizar a edição, mas não estamos com pressa. Priorizamos a qualidade. Quanto à distribuição, continuamos estudando a melhor alternativa.
6. Quantos litros de cachaça beberam durante as visitas que foram levados a fazer.
Nós trouxemos de volta para França mais do que bebemos durante as filmagens, naturalmente. Ao todo conseguimos trazer discretamente umas 13 garrafas nas nossas malas…
Como levar isso tudo em uma mala para a França?

Como levar isso tudo em uma mala para a França?

7. Como distinguir uma boa cachaça de uma cachaça qualquer?

O processo de fabricação e o preço do produto final são boas indicações da qualidade do produto. Um litro de cachaça que custe menos do que um litro de leite (o que acontece, e é um grande problema) não pode ser coisa boa.
8. Como foi a feira da cachaça em Paraty, poderia descrever o evento para quem nunca foi?
Paraty por si só já vale a visita, mas um evento como esse dá um ar todo especial à cidade. Há até um roteiro gastronômico de cachaça, e a gente adorou provar todos os pratos típicos com um toque especial do destilado. O Festival da Pinga é o que pode-se esperar do nome – muita cachaça, muita festa, muita musica e muita, muita gente, de todos os horizontes. Recomendamos a visita durante uma hora ou dia mais calmo, em que se possa conversar com os produtores. Eles tem muitas histórias pra contar! Menção especial para Corisco e Engenho d’Ouro.

9. “Ceci n’est pas de l’eau” é vosso primeiro projeto de filme documentário. Quais são vossos projetos para o futuro?

Temos algumas ideias, aqui e ali. À voir!

10. Uma brasileira e um americano em Paris, poderiam por favor citar-nos seu diretores preferidos (um americano, um brasileiro, um francês).

 
Pergunta difícil. Ana Clara – Fernando Meirelles, John Waters, Jean-Pierre Jeunet.Yann-Yves – Walter Salles, irmãos Cohen, Mathieu Kassovitz.

A Sunday of Transcriptions from Ceci n’est pas de l’eau on Vimeo.

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Podcast Zarpante 16

Um episódio dedicado ao canto feminino de nossas terras…

Di Cavalcanti

Di Cavalcanti

Clique aqui para ouvir! Com  Sem Pecado e Sem Juizo (Tudo Azul) by Baby do Brasil e muito mais no Mixcloud

As muito feias que me perdoem
Mas beleza é fundamental.
É preciso que haja qualquer coisa de flor em tudo isso
Qualquer coisa de dança, qualquer coisa de haute couture
Em tudo isso (ou então Que a mulher se socialize elegantemente em azul,
como na República Popular Chinesa).
Não há meio-termo possível. É preciso
Que tudo isso seja belo. É preciso que súbito
Tenha-se a impressão de ver uma garça apenas pousada e que um rosto
Adquira de vez em quando essa cor só encontrável no terceiro minuto da aurora.
É preciso que tudo isso seja sem ser, mas que se reflita e desabroche
No olhar dos homens. É preciso, é absolutamente preciso
Que seja tudo belo e inesperado. É preciso que umas pálpebras cerradas
Lembrem um verso de Éluard e que se acaricie nuns braços
Alguma coisa além da carne: que se os toque
Como no âmbar de uma tarde. Ah, deixai-me dizer-vos
Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante o pássaro
Seja bela ou tenha pelo menos um rosto que lembre um templo e
Seja leve como um resto de nuvem: mas que seja uma nuvem
Com olhos e nádegas. Nádegas é importantíssimo. Olhos então
Nem se fala, que olhe com certa maldade inocente. Uma boca
Fresca (nunca úmida!) é também de extrema pertinência.
É preciso que as extremidades sejam magras; que uns ossos
Despontem, sobretudo a rótula no cruzar das pernas, e as pontas pélvicas
No enlaçar de uma cintura semovente.
Gravíssimo é porém o problema das saboneteiras: uma mulher sem saboneteiras
É como um rio sem pontes. Indispensável.
Que haja uma hipótese de barriguinha, e em seguida
A mulher se alteie em cálice, e que seus seios
Sejam uma expressão greco-romana, mas que gótica ou barroca
E possam iluminar o escuro com uma capacidade mínima de cinco velas.
Sobremodo pertinaz é estarem a caveira e a coluna vertebral
Levemente à mostra; e que exista um grande latifúndio dorsal!
Os menbros que terminem como hastes, mas que haja um certo volume de coxas
E que elas sejam lisas, lisas como a pétala e cobertas de suavíssima penugem
No entanto, sensível à carícia em sentido contrário.
É aconselhavel na axila uma doce relva com aroma próprio
Apenas sensível (um mínimo de produtos farmacêuticos!).
Preferíveis sem dúvida os pescoços longos
De forma que a cabeça dê por vezes a impressão
De nada ter a ver com o corpo, e a mulher não lembre
Flores sem mistério. Pés e mãos devem conter elementos góticos
Discretos. A pele deve ser frescas nas mãos, nos braços, no dorso, e na face
Mas que as concavidades e reentrâncias tenham uma temperatura nunca inferior
A 37 graus centígrados, podendo eventualmente provocar queimaduras
Do primeiro grau. Os olhos, que sejam de preferencia grandes
E de rotação pelo menos tão lenta quanto a da Terra; e
Que se coloquem sempre para lá de um invisível muro de paixão
Que é preciso ultrapassar. Que a mulher seja em princípio alta
Ou, caso baixa, que tenha a atitude mental dos altos píncaros.
Ah, que a mulher de sempre a impressão de que se fechar os olhos
Ao abri-los ela não estará mais presente
Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
O fel da dúvida. Oh, sobretudo
Que ela não perca nunca, não importa em que mundo
Não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
De pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave; e que exale sempre
O impossível perfume; e destile sempre
O embriagante mel; e cante sempre o inaudível canto
Da sua combustão; e não deixe de ser nunca a eterna dançarina
Do efêmero; e em sua incalculável imperfeição
Constitua a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criação imunerável.

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Para os paulistas

Viaje com Anthony Bourdain pelos sabores da terra da garoa!

 

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Um passeio pelos sabores da Amazônia

Um programa americano para quem gosta de viajar e de comer! Neste primeiro episódio iremos a maior floresta do mundo com o apresentador Anthony Bourdain! Pirarucu, frutas exóticas, tucupi e muito mais nesse passeio pela Amazônia!

Está servido?

Oliver the Egg Discusses Food with Anthony Bou...

Oliver the Egg Discusses Food with Anthony Bourdain (Photo credit: Offbeat Photography)

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O que deseja escutar?

Ponto de interrogação

Zarpante  se preocupa com nosso público e estamos sempre procurando a melhor forma de satisfazer as suas expectativas!

Por isso mesmo, o Podcast Zarpante de número 013  terá o tema escolhido por vocês!

Lançamos uma votação e o tema escolhido (entre os três sugeridos) foi: “a influencia africana na música dos países lusófonos.”

Fizemos carinhosamente a nossa pesquisa e temos o prazer de anunciar que o Podcast Zarpante do mês de dezembro está quase pronto! Porém se tiverem alguma sugestão a nos fazer, e conhecerem qualquer música que se encaixe na temática escolhida, por favor enviem a música em mp3 ou o nome do artista e da música para que possamos procurar…

Podemos adiantar que o Podcast Zarpante de  dezembro vai fazer a neve cair pretinha e que teremos algumas raridades, algumas curiosidades e claro, novidades! Clementina de Jesus, Terrakota, Baden Powell e Vininha…

Agora, enquanto vamos finalizando o podcast para vocês, gostaríamos de lançar a votação para a temática do Podcast Zarpante 014 (do mês de janeiro).

Responda por aqui, pelo Facebook, ou envie sua escolha para o nosso email: zarpante@gmail.com

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Farofeiros lusófonos

Que tal uma de nossas tradicionais farofas para animar seu fim de semana?

Como sempre uma preparação cheia de cores e sabores para vocês!

 

– Começamos por colocar uma dose generosa da manteiga musical do português Gonçalo Bilé na frigideira:

 

– Em seguida colocamos um belo pedaço de cinismo brasileiro cortado em pedaços:

 

– Picamos uma cebola em pedacinhos bem pequenos e assistimos o vídeo abaixo enquanto chorávamos:

 

 

– Em seguida deixamos dourar tudo na frigideira e acrescentamos a farinha sem medo pois “A crise está na cabeça”!

 

 

– De forma ligeira acrescentamos uma ligeirinha:

 

 

– Uma dose de dub para homogeneizar:

 

 

– E como esquecer este novo e saboroso tempero angolano?

 

– Finalizamos com duas doses de D2:

 

Bom apetite para todos!

 

 

 

 

 

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Vai uma farofa?

Que tal começar a semana com uma farofa lusófona? De tudo um pouco, para quem que vive a procura de novos sabores! A receita é a seguinte:

– Esquente a frigideira e enquanto isso, separe um belo Rui Veloso recém saído da geladeira!

MR DOW JONES

ANDAM NO AR UNS RUMORES
O MEU FAX ANDA ALARMADO
DIZ-SE QUE O CHORO DA LADY DI
AGITA MUITO O MERCADO
A CADILLAC TEM O MONOPÓLIO
DAS BICICLETAS EM PEQUIM
BERLUSCONI DISTRIBUI PIZZAS
PELAS RUAS DE BOMBAIM

DESCE O MARCO NA SIBÉRIA
SOBE O DÓLAR NA LAPÓNIA
E OS ÍNDIOS DA AMAZÓNIA
COMPRAM GRUPOS FINANCEIROS
POR UM PUNHADO DE CONCHAS
A IMPORTANTES BANQUEIROS

MR. DOW-JONES, MR. DOW-JONES

VOCÊ ESPIRRA EM NOVA YORK
E LANÇA EM CRISE O PLANETA
NA MINHA CAMA SINTO A ONDA DE CHOQUE
É O EFEITO BORBOLETA
O TARÔT DIZ QUE O SOL VAI CAIR
NAS MALHAS DA RECESSÃO
É A TREVA DO MILÉNIO
É A GRANDE DEPRESSÃO

OS PIGMEUS DO GABÃO
COMPRAM ACÇÕES DA DUREX
OS TUAREGUES DO SAHARA
ASPERGEM-SE COM LACA-FLEX
E OS LAMAS DO TIBETE
TÊM NO PULSO UM ROLLEX

MR. DOW-JONES, MR. DOW-JONES

QUANDO NASCEM OS BÉBÉS
EM VEZ DE DADDY DIZEM MONEY
O SEU MEDO É A CASA BRANCA
QUE VAI CAIR NAS MÃOS DA SONY
A NOVA ORDEM MUNDIAL ASSENTA
EM TV AMOR E SILICONE
E SE HOUVER GUERRA O BILL CLINTON
VARRE TUDO A SAXOFONE

O RIO GANGES E O NILO
SÃO VIGIADOS PELA CIA
MADRE TERESA EM MALIBU
VAI PREGANDO O SEU ESTILO
PARA QUE VOCÊ SEJA SEMPRE
UM AMERICANO TRANQUILO

MR. DOW-JONES, MR. DOW-JONES

Este é um dos temas do novo álbum, “Rui Veloso e Amigos” que será editado na segunda quinzena de Novembro.
Acompanhe o Rui Veloso no Facebook: www.facebook.com/rui.veloso.oficial

– Em seguida adicione um pouco da melancolia de Tiago Bettencourt e sua música “O lugar”

– Depois disso já pode descascar carinhosamente o texto “Toda arte é atual” do brasileiro Ferreira Gullar:

“O realismo não é chato só nas artes plásticas; não se faz arte para imitar a vida, mas sim para inventá-la.

Peço que o leitor me desculpe se ando escrevendo demais sobre artes plásticas. É que, ligado a elas como sou, de vez em quando me pego refletindo sobre o assunto. Foi o que ocorreu há pouco, quando visitei a exposição de Eliseu Visconti, no Museu Nacional de Belas Artes.
Estava apenas esperando uma oportunidade para ir vê-la, desde que recebi o convite para o vernissage: ele trazia a reprodução de um retrato pintado pelo artista, que sempre me fascina quando o vejo. Assim que, logo que pude, fui ao
MNBA e não me arrependi. Pelo contrário, vi confirmada minha convicção de que Visconti, embora nascido na Itália, é um dos maiores pintores brasileiros.
A exposição reuniu obras do acervo do museu, da Pinacoteca do Estado de São Paulo e de coleções particulares. Embora esteja longe de ser completa, nos deu uma visão bastante ampla da obra do artista em suas diferentes fases. Nas pinturas mais antigas, do final do século 19, ele se mostra um pintor realista, que é a fase menos interessante de sua obra.
Não por culpa sua, pois já ali se mostra um excelente pintor, pela composição, a qualidade do desenho e domínio da linguagem pictórica propriamente dita. O defeito está no caráter realista das obras. Pode ser apenas, no que me diz respeito, uma questão de gosto, mas o que ocorre é que a preocupação com a cópia fiel das figuras torna a pintura menos fascinante, ao trocar a imaginação criativa e poética pela fidelidade ao real.
A verdade é que há muitos tipos de realismo pictórico e que, também aí, pesam certas qualidades do artista. Velásquez, por exemplo, era um barroco realista e, em algumas obras, não alcançou a transcendência poética. Não é o caso, obviamente, da obra-prima “As Meninas”, porque, nesse quadro, apesar do realismo das figuras, a relação espaço-tempo que ele estabeleceu ali supera a imitação realista: é que ele nos mostra, a um só tempo, as figuras que pintara, como se fossem os modelos do que ainda estaria pintando na tela, cujo avesso nos é mostrado ali.
Mas o realismo não é chato apenas nas artes plásticas; ele o é também na literatura. Pelo menos para mim, pois acho que não se faz arte para imitar a vida, e sim para inventá-la. A realidade é pouca.
Por isso mesmo, a pintura de Eliseu Visconti ganha qualidade à medida em que abandona o procedimento acadêmico -iminentemente imitativo- para abrir-se ao impressionismo, que em seus quadros adquire uma poética própria. Inicialmente, há uma fase de passagem do estilo realista, que busca a imitação da realidade, a uma linguagem pré-impressionista, em que, aos poucos, um uso novo da cor e da luz se manifesta.
Como se sabe, o impressionismo nasce quando o pintor deixa de pintar dentro de casa -ou no ateliê- para pintar “à pleine aire”, ou seja, à luz do dia. A relação de sombra e luz é substituída pela cor irradiante, nascida da vibração da luz solar sobre a superfície das coisas. Isso durante etapa desse movimento pictórico, porque, no final, algumas das obras de Monet (como “Nenúfares”) já estão impregnadas da subjetividade simbolista.
Pois bem, a esse simbolismo se vinculará a pintura de Visconti na etapa áurea de sua obra, que se estenderá até 1944, ano de sua morte. Nesta última fase, o pontilhismo impressionista se muda em pinceladas mais amplas. Visconti é quem faz a transição, na pintura brasileira, do academicismo do final do século 19 ao modernismo, que nasce, historicamente, com Anita Malfatti na exposição que fez em 1919, em São Paulo.
Não quero terminar este registro sem mencionar uma observação que fiz, alguns anos atrás, quando reuniram obras de pintores brasileiros do modernismo e da etapa imediatamente anterior. Ali estava uma obra de Eliseu Visconti e o conhecido autorretrato de Tarsila do Amaral. Embora seja eu fã de nossa pintora modernista, não pude deixar de reconhecer a diferença de qualidade artística entre as duas obras. O quadro de Visconti ali exposto, comparado ao de Tarsila, era indiscutivelmente melhor.
Não se trata aqui de diminuir a importância de Tarsila que, naquele momento, abria um caminho novo para nossa pintura. Mas não se deve confundir o papel histórico com valor estético. Como disse Picasso, toda arte é atual.”

– Uma pitada de esquizofrenia com Pródigo:

– Misture tudo e adicione poesia angolana a gosto:

25
pretos e brancos vão na mesma pista.
alguns até conversam e discutem,
porque o trabalho e o pão não são racistas.
 
26
há um sabor gostoso de manhã
nesta marcha da gente que procura
animar a cidade que a não vê.
a cidade que pensa que a cidade
é só daqueles que nunca acordam cedo
e alugando um polícia para cada medo
conseguem saturar esta cidade imensa
sa sua vadiagem tola e vã.
 
Cochat Osório

– Abaixe o fogo e deixe cozinhar por alguns minutos enquanto escuta os portugueses Max Suba & the Flying Pets:

– Verifique o sal, a pimenta, e adicione Otto sem moderação:

The Moon 1111 from Camila Valença on Vimeo.

– Adicione um pedaço de música do Vitorino, sem deixar cair o ritmo, e pode servir:

Ficou com fome?

Alcântara 50 – Sabores Genuínos

É já no dia 26 de Outubro que será inaugurado um novo espaço Lisboeta, em Alcântara.
As empreendedoras e amigas, Conceição Sereno e Carla Santos prometem uma casa com história e muitas histórias para contar.
Para isso contam com o Chef Filomeno Nogueira a reinventar pratos tipicamente portugueses, o que por si só já promete e deixa agua na boca…
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Uma semana na internet.

Mais uma semana de trabalho vai chegando ao fim e nos parece a ocasião ideal para compartilhar com nossos leitores um pouco do que temos visto pela net nesse meio tempo! São links interessantes, dicas sobre cursos ou eventos, artigos relacionados a projetos em nosso site, e muito mais! Mandem vocês também suas dicas artísticas e culturais para que possamos divulgar cada vez mais conteúdo que seja do agrado dos nossos leitores e amigos artistas!

Apresentamos abaixo nossa seleção da semana pela net:

1- Artigos relacionados a projetos em nosso site:

A-Lisboa Mestiça:

APRESENTAÇÃO DO PERSONAGEM ORQUESTRA TODOS

“Este personagem é uma personagem de múltiplas almas que um dia há-de ser uma só alma.

A Orquestra Todos, que nasceu no Sport Clube do Intendente em Lisboa, atravessa e funde vários mundos musicais e sonoros de múltiplas origens culturais que se podem ouvir na cidade. Este é um projeto do Festival Todos, Caminhada de Culturas, festival enraizado nos bairros do Martim Moniz e Mouraria que se caracteriza pela busca de uma programação de natureza intercultural para a cidade de Lisboa.
No filme interage e comenta com a ação dos outros personagens, mostrando o que poderá ser falar a uma só voz mas guardando no seu âmago a diversidade que carateriza Lisboa.

Uma parte considerável das cenas, deste personagem no Lisboa Mestiça, já estão rodadas.”

Constituição da Orquestra Todos
ALÌ REGEP VOZ TURQUIA|ROMÉNIA

DAN HEWSON TROMBONE REINO UNIDO
DANILO LOPES DA SILVA VOZ – GUITARRA CABO VERDE
FRANCESCO VALENTE CONTRABAIXO E BAIXO ELÉCTRICO ITÁLIA
GUELADJO SANE DUNDUNS – DJEMBE GUINÈ-BISSAU
JOHANNES KRIEGER TROMPETE ALEMANHA
JOÃO GOMES TECLADOS PORTUGAL | MOÇAMBIQUE
JOAQUIM TELES (QUINÉ) PERCUSSÃO – KALIMBA – VOZ PORTUGAL
MARC PLANELLS VOZ – SITAR- UD – SAZ BARCELONA|ESPANHA
MARCELO ARAUJO BATERIA BRASIL
MUCIO SÁ GUITARRA BRASIL
MAX LISBOA VOZ- GUITARRA BRASIL
RUBI MACHADO VOZ ÍNDIA | MOÇAMBIQUE
SUSANA TRAVASSOS VOZ PORTUGAL
MAESTRO MARIO TRONCO ITÁLIA
PINO PECORELLI DIRETOR MUSICAL ITÁLIA

As fotos são do João Francisco Vilhena, do Zé Maria e do André.
Todos os direitos de Lisboa Mestiça

Para ajudar este projeto clique aqui!

B-Markko Bike Messengers:

Alguns links ecológicos ligados a temática do projeto em nosso site!

– Um carro que funciona apenas com ar!

– Ciclovias elevadas em Londres?

– Ação irreverente instalou bicicletários gigantes na cidade

Rio ganha Mapa Cicloviário

Mapa cicloviário do Rio de Janeiro

Mapa cicloviário do Rio de Janeiro

Clique aqui e baixe o mapa no site oficial da SMAC.

– A dificuldade de pedalar pela cidade:

It’s Your Ride from Cinecycle on Vimeo.

– Uma luz especial para bicicletas!

– Capacete mágico!

– Ciclistas organizam coleta de lixo em Salesópolis

Clique aqui para conhecer o projeto em nosso site e contribuir!

C-Que tal um pouco de poesia?

Poema — olhos da minha mulher

mulher dos olhos de mel
há abelhas dentro de tua cabeça
e flores na minha mão

de urso

mulher dos olhos de mar
há fonte da vida no teu pensar
mergulho profundo

alentar

mulher dos olhos de mata
que ar puro teu falar
quero sorver, respirar

aventura.

Ajude o poeta no nosso site: Clique aqui!


2- Quer baixar musica e livros de graça e legalmente?

– Rashid e suas 49 músicas!

– Seis audiolivros do sebrae para empreendedores individuais

Planeta educação oferece e-book sobre a diversidade e o direito à inclusão

“Os interessados nos temas inclusão e diversidade já podem fazer download do livro Celebrando a Diversidade – Pessoas com Deficiência e Direito à Inclusão, publicado pelo site Planeta Educação, portal educacional da empresa Vitae Futurekids.

Basta clicar no link http://www.planetaeducacao.com.br/portal/Celebrando-Diversidade.pdf para ler os 26 textos produzidos por uma equipe multidisciplinar, integrada por nomes reconhecidos nacional e internacionalmente. Na apresentação é ressaltado que os autores são “especialistas em inúmeras áreas do conhecimento, com distintas profissões e diferentes cidadanias”. Muitos articulistas são pessoas com deficiência ou têm familiares com deficiência. Todos estão unidos na luta por um mundo mais justo e solidário.” Fonte

Baixar 2 mil livros grátis: livros online para download

3- Acervo, memoria e informação:

  1. ABRACOR – Associação Brasileira de Conservadores;
  2. ARQ-SP – Associação de Arquivistas de São Paulo;
  3. Arquivo Nacional;
  4. CEDOC – Funarte;
  5. Conarq – Conselho Nacional de Arquivos;
  6. Ica-Atom – software de organização de informações grátis;
  7. Portal de conservação e restauro;
  8. Projeto de implantação de um abiente Wiki;
  9. Biblioteca Central da UnB;
  10. BNB – Biblioteca Nacional de Brasília;
  11. Cofem – Conselho Federal de Museologia;
  12. IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus;
  13. Sistema Brasileiro de Museus;
  14. UNIRIO – Universidade Federal do Rio de Janeiro;
  15. Conservação de Acervos – Arquivo Público de São Paulo – muitos artigos, manuais e informações disponíveis para download;
  16. Portal da Casa de Oswaldo Cruz;
  17. Itaú Cultural;
  18. Banco Central do Brasil;
  19. Mapa das Artes;
  20. Museu Histórico Nacional – todos os anos tem ótimos cursos lá;
  21. Museu Imperial;
  22. Repositório aberto da Universidade do Porto;
  23. Catálogo online da Biblioteca do Congresso;
  24. Divisão de Bibliotecas e Informação – PUC Rio;
  25. Catálogo da Biblioteca da Fundação Dorina Nowill para cegos;
  26. Universal Decimal Codification;
  27. Tabela de notação de autor.

4- Programa promove intercâmbio entre Brasil e Reino Unido em artes, gestão e economia criativa

Por Blog Acesso

Lançado esta semana durante o Festival Internacional de Cinema do Rio, o Transform é um programa de artes promovido pelo British Council, que pretende estreitar o diálogo entre Brasil e Reino Unido em diferentes áreas artísticas, gestão cultural e economia criativa. Além de projetos de música, dança, artes visuais, teatro e literatura, o intercâmbio também se dará por meio de atividades de capacitação e troca de conhecimentos em gestão cultural.

O intercâmbio promovido pelo Transform conecta, além de artistas e produtores, as principais instituições culturais brasileiras e britânicas. São cerca de 40 organizações brasileiras, entre elas o SESC, o CCBB, o SESI e a Bienal de São Paulo, e 25 instituições britânicas, como Tate, Victoria and Albert Museum, Southbank Centre e The Sage Gateshead.

Graham Sheffield, diretor de artes do British Council, e Jude Kelly, diretora do Southbank Centre, fazem a curadoria do programa com o aconselhamento curatorial de Marcelo Araújo, secretário de Cultura do Estado de São Paulo, Emílio Kalil, secretário Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, Danilo Miranda, diretor regional do SESC São Paulo, Claudia Toni, consultora de música e dança da Fundação Padre Anchieta, e representantes de instituições culturais britânicas.

Bate-papo sobre gestão cultural

Na noite desta quarta-feira (03), Graham Sheffield esteve no SESC Pinheiros, em São Paulo, para um dos momentos de troca de conhecimento, um bate-papo sobre gestão cultural. Sheffield, que também já foi produtor da rádio BBC, falou sobre sua experiência à frente do Barbican Centre, que, dirigido por ele, tornou-se um dos centros culturais mais inovadores e dinâmicos do mundo, com programação vencedora de prêmios internacionais.

O diretor de artes do British Council contou que a solução encontrada para o Barbican, que, até então, não era uma instituição das mais populares, foi criar um programa educativo e trazer mais artistas residentes. “A criação de um departamento de educação começou a transformar toda a cultura do prédio e das pessoas que trabalhavam nele. Começamos a criar um ambiente em que os artistas iam trabalhar no prédio, começamos a ter dias para as famílias nos foyers e isso foi mudando o espaço. As pessoas passaram a sentir-se parte dele ao invés de tratá-lo como um serviço de uma instituição municipal”, contou Sheffield. “Acredito que é um lugar único com sua combinação de educação, artes e residências artísticas em uma região hoje bastante vibrante de Londres”, acrescentou.

De acordo com Sheffield, atualmente, quase não há instituições de artes no Reino Unido sem um programa educativo. “E são programas muito inovadores. Se você for um cético, pode dizer que é porque assim eles recebem mais fundos do governo, mas eu acredito que não. Para mim há uma genuína paixão dos artistas por compartilhar seu trabalho com as próximas gerações”, disse.

As audiências, na opinião do curador, estão se tornando mais exigentes e curiosas desde o advento da internet. Para ele, existe, atualmente, uma nova demanda que precisa ser atendida pelos gestores: as audiências querem participar. “Muito do trabalho que fizemos no Barbican, e do trabalho que buscamos incentivar no British Council parte da ideia de participação, de encorajar a criatividade do público – quer ele pretenda tornar-se um artista profissional ou não. O problema é que isso não está suficientemente conectado ao sistema de educação básica para permitir que o setor das artes e o da educação trabalhem juntos”, disse Sheffield ao criticar a falta de compreensão da classe política sobre a importância de uma educação liberal em humanidades como parte do currículo básico. “Não vamos chegar a lugar nenhum sem conectar o investimento em cultura ao investimento no ensino de artes e humanidades na educação. O mesmo aplica-se ao entendimento dos políticos quanto ao desenvolvimento das indústrias criativas”, afirmou Sheffield.

Para ele, as indústrias criativas vem sendo tratadas como “a parte boa da cultura, aquela que dá dinheiro”. O equívoco, no caso, é falhar em ver todas as conexões entre os diferentes fatores envolvidos, como a criatividade, o desenvolvimento de negócios por meio das artes ou a reciprocidade entre o setor comercial e o subsidiado. “É um quebra-cabeças interconectado e você tem que dar apoio ou ao menos facilitar para cada uma das partes. Você não pode investir na indústria criativa e deixar de investir nas artes. E eles falham também em compreender – aliás, me parece que os chineses já entendem isso melhor – a oportunidade fundamental que o setor criativo pode oferecer à economia global, ou, ao menos, à economia europeia, para que ela volte a se desenvolver. Mas isso precisa ser trabalhado desde o sistema de educação, precisa ser apoiado de uma forma coerente e linear por toda a economia. Está tudo conectado”, explicou.

Bernardo Vianna / blog Acesso

5- Gala Moçambique

A cantora actuará na Gala do dia 12 de Outubro, confira portal aqui.

6- António Zambujo na Galiza:

António Zambujoé um homem com uma vasta formação musical. Cresceu a ouvir o cante alentejano. A harmonia das vozes, a cadência das frases e o tempo de cada andamento, foram para sempre uma influência. Nascido em Beja, em 1975, António Zambujo começou a estudar clarinete com 8 anos, estreando-se no Conservatório Regional do Baixo Alentejo…

Não há muito tempo, cantava na casa de fado Sr Vinho de Lisboa. Hoje é um artista muito conceituado, mesmo foi eleito melhor intérprete masculino de fado.

Nestes dias teremos a oportunidade e privilégio de ouvir a sua música. Em Lugo, no San Froilán, a dia 12 e também em Compostela nos dias 14 e 15, na Casa das Crechas. Poderemos cantar as suas letras, canções que intensificam o fado mais clássico e trazem aliás ritmos da África e do Brasil.” Fonte: Lusopatia

7- Angola antigamente:

Coleção de postais de Angola nos anos 1896-1905

Veja mais no link seguinte: Angola, do outro lado do tempo

8- Música brasileira?

“Editada anualmente, a Agenda Música Brasileira, com verbetes em todos os dias do ano, traz datas, fatos, registros de nascimento, morte, gravações e comemorações importantes. A capa desta edição é dedicada ao centenário de nascimento de Nelson Cavaquinho (as anteriores foram alusivas aos centenários de Nelson Cavaquinho, de Luiz Gonzaga, de Cartola, de Noel Rosa e aos 65 anos de Chico Buarque).

A edição 2013 da Agenda Música Brasileira começa a ser vendida, oficialmente neste final de semana (27 a 30 de setembro), durante a Primavera dos Livros que acontece nos Jardins do Museu da República, no Rio. A partir da primeira semana de outubro estará à venda pela página da Revista Música Brasileira (www.revistamusicabrasileira.com.br) e terá lançamento (em data a ser confirmada) no Bar Bip Bip, em Copacabana. Mas já pode ser encomendada por e-mail à editora responsável pela publicação, a Myrrha Comunicação (myrrhacomunicacao@gmail.com), ou pelos telefones 21- 2220.4609 / 2215.7090. Em resposta ao e-mail, você terá as informações de como proceder para a compra.” Fonte

9- Ficou com fome?

Sem ideias para cozinhar? Então visite os sites abaixo, escolha a receita e mãos a obra:

Angola:

Angola ou Moçambique?

Culinária de Angola

Mwangolé Notícias.

– O Funge

– Receitas de Angola.

Brasil:

Abobora menina

Cucchiaio Pieno

Panelinha

Pitadinha

Prato de papel

Silvia Ribeiro

Macau:

– Gastronomia macaense

– Macau antigo

Moçambique:

Xirico

– Panela Boa

Portugal:

– Gastronomias

Roteiro gastronômico de Portugal

– Lusitana

Timor-Leste:

– Timor receitas

– Gastronomia de Timor

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Festival multicultural em Lisboa!

TODOS de regresso a Lisboa

O Festival TODOS – Caminhada de Culturas voltou a juntar várias culturas num só evento, trazendo à cidade música, dança, teatro, circo, gastronomia e muito mais. A festa que começou dia 14 vai até o 23 de Setembro,acontece desta vez, prolongando-se do Intendente ao Poço dos Negros, e revelando Lisboa como uma capital intercultural.

Viajar pelo mundo sem sair de Lisboa. Essa é a proposta do Festival TODOS que oferece um conjunto de espetáculos provenientes dos países dos imigrantes que habitam a zona do Intendente (Índia, China, Paquistão, Bangladesh, Ucrânia, Angola, Brasil, Cabo-Verde, Guiné Bissau, entre outros), mas também espetáculos e workshops em lojas, praças e ruas do bairro da Mouraria, desenvolvidos em colaboração com os seus habitantes, incluindo jovens e idosos.

Entre 22 e 23 de Setembro, o Festival TODOS desloca-se até ao Eixo do Poço dos Negros, no cruzamento da Rua de São Bento e da Rua dos Poiais de São Bento. Para os últimos dois dias estão previstas exposições de fotografia, múltiplos espetáculos ao ar livre conduzidos, conjuntamente, por portugueses, indianos, paquistaneses, brasileiros e africanos.

Nestes dias, as estrelas do cartaz são os workshops de gastronomia de vários países de todo o mundo. Esta atividade será pautada, também, por conversas sobre comida de várias regiões, nomeadamente Bélgica, Timor, Alentejo, Goa, Guiné-Bissau, Cabo Verde, França, São Tomé e Príncipe e Nepal.

Os eventos do festival têm entrada livre, à exceção dos workshops de gastronomia cuja participação tem um custo de seis euros, mediante inscrição prévia através do e-mail festival.todos@gmail.com.

O festival, organizado pelo projeto TODOS – Caminhada de Culturas, com o apoio da Câmara Municipal, assume como principal objetivo proporcionar aos lisboetas um enriquecimento cultural.

Clique AQUI para consultar toda a programação.

Quem for ao festival, ou simplesmente quem tiver interesse por uma cultura mestiça, pode ganhar CDS, Livros, DVDs e muito mais acessando o link seguinte: Lisboa Mestiça

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Navegando entre parceiros!

Navegando pelos blogs e sites de nossos parceiros, ficamos com vontade de compartilhar com todos nossos leitores, um pouco mais sobre as atividades de dois de nossos diversos parceiros!

Navegando entre parceiros e compartilhando com todos!

Venha ser nosso parceiro!

Para os parceiros um abraço!

1- Começamos com o Blog Caipirinha Lounge, do amigo Cláudio Silva! Um Blog com músicas de alta qualidade! Lusofonia musical a flor da pele! O responsável pelo site vem de Angola mas mora nos Estados Unidos!

Vejam abaixo um artigo do Caipirinha Lounge que selecionamos para vocês!

Caipirinha Lounge Cinema: Pas de Deux, by Thiago Pethit

Pra onde vai a música brasileira?”

“Quando as pessoas que nunca ouviram como deve ser a música brasileira perguntam-me sobre ela, dou por mim sempre a divagar sobre as delícias da bossa nova, talvez com destaque especial ao António Carlos Jobim ou ao Vinicius de Moraes; outras vezes falo da versatilidade do MPB e realço quão brilhante é o Seu Jorge, apontando-o como exemplo de tudo que é bom na criatividade brasileira. Mas ultimamente o discurso mudou – é difícil não reparar na lufada de ar fresco que trazem músicos como a Tulipa Ruiz e o Thiago Pethit, a personagem principal deste post. A música que eles e a sua geração está a fazer, a criar, é algo realmente único, realmente inovador. No dia 20 de Agosto o Thiago Pethit lançará o seu novo álbum, de nome Estrela Decadente, produzido por nada mais nada menos que o Kassin; Pas de Deux é o primeiro single do disco. É por aí que vai a música brasileira!”

2- Sotaques.com é uma ponte permanentemente aberta à comunicação entre os vários sotaques brasileiros e portugueses!

Os parceiros do Sotaques Brasil Portugal, tem no mínimo bom gosto alimentar:
Vejam abaixo alguns posts que selecionamos no blog deles:
“A Gastronomia do Rio de Janeiro sofre influências das outras regiões brasileiras e da culinária portuguesa. Exemplo disso é um dos pratos mais típicos e apreciados pelos cariocas – a Feijoada.

Um prato que aproveita as partes do porco – chouriço, pá de porco, lombo de porco, toucinho, orelha de porco-  e carnes secas,acompanhada por paio, linguiça, feijão preto, arroz ,  alho moído e condimentadas com rodelas de laranja e molho feito à parte. Depois há variantes que se podem utilizar, mas o resultado é sempre excelente.
Boa feijoada para si, caro leitor !!!
Paulo César, Brasil

www.sotaques.pt – Alimente a sua inteligência e cultura “

“O Bacalhau  é um dos pratos que têm suscitado a criatividade culinária dos portugueses. Por exemplo, no Porto nasceram  o Bacalhau à Gomes de Sá e o Bacalhau à Zé do Pipo, criados por dois cozinheiros da cidade Invicta  que baptizaram esses pratos com o seu nome, enquanto em Lisboa foi criado o Bacalhau à Braz por um  um Taberneiro do Bairro Alto chamado Braz.

Consiste na junção de Bacalhau desfiado, batata frita e ovo mexido sendo muito popular em Portugal e em Macau. A sua fama já atravessou fronteiras e é consumido em muitos restaurantes espanhóis.
R. Marques

www.sotaques.pt – Saboreie uma bela  refeição no melhor menu da Internet”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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