Arquivo da categoria: Música

Snoop na tuga

O famoso rapper americano Snoop Dog, esteve em Lisboa para filmar um clipe em que canta com o português David Carreira!

A música vocês conferem abaixo:

 

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Um peixe brasileiro nas águas musicais portuguesas

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Nilson Dourado é um músico brasileiro que reside em Portugal e que trabalha com Zarpante. Conheçam um pouco sobre o artista na entrevista logo abaixo:

•    Quem é Nilson Dourado?

Eu sou paulistano, filho de pai baiano e mãe mineira, mistura que desde sempre conviveu muito harmoniosamente na minha formação cultural e humana. Sou músico por paixão e profissional da música por redenção, ofício que me sustenta, desafia e encanta diariamente. Amante da natureza, da beleza, do humor e do amor e suas decorrências. Um brasileiro ‘mundano’, metropolitano caipira sertanejo e por aí vou…

 •    Como conheceu Zarpante?

Conheci a Zarpante por intermédio do meu amigo Biru em Portugal.

 •    Como definiria seu som?

Hora, aí está uma coisa que sempre tive a maior dificuldade e continuo a ter cada vez mais, pelo menos dentro dos critérios de classificação do ‘mercado’ musical. Talvez definisse como música universal, música do mundo, algo assim… O meu disco ‘Sabiá’ acabei por classificar como world music. Penso que a música contemporânea, pós internet e globalização, será sempre de alguma maneira música do mundo.

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A música que faço em primeira instância é brasileira e já aí é universal dada a nossa miscigenação cultural. A minha música inevitavelmente acaba por refletir o que eu vivo e um pouco de tudo o que é essencial para mim e também que me alimenta de forma geral, como homem e como artista. Sempre tive influências musicais diversas e penso que o fato de tocar instrumentos bastante distintos também colabore para esta pluralidade estética na minha música. Tenho tentado estar sempre muito ligado em música boa, criativa e também na música tradicional que se faz ao redor do mundo todo, sem preconceitos e de ouvidos e coração bem abertos. Mas também me influencio artisticamente por muitas outras coisas como literatura, filosofia, comida, pessoas interessantes, bichos, cheiros… tudo isso para mim também é ou vira música de alguma forma.
Mas em resumo esta não é uma dificuldade que me incomode uma vez que continuo mais ocupado em fazer a música que faço do que em classificá-la. Será que respondi a sua questão? (risos)

  •    Qual foi o seu primeiro contato com a música? Quando percebeu que era isso que queria fazer de sua vida?

O meu primeiro contato com música… não sei dizer ao certo… provavelmente ainda habitando a barriga da minha mãe, ouvindo os violões do meu pai e do meu irmão mais velho, a minha mãe cantando, cancioneiro do brasil… e por aí foi. Tenho memórias de infância disso tudo também. Penso que tudo isso já seja válido sabe… Vejo esta relação hoje com as minhas filhas.

Mas aí só mais tarde, já com uns 15, 16 anos comecei a tocar mesmo, violão, com intenções de estudos mais sérios e tal. Recentemente ativei esta memória numa conversa com o músico Benjamim Taubkin, sobre o tal momento do ‘estalo’… “É isso que vou fazer na minha vida!” Já estudava música, violão; queria tocar de verdade, ser concertista e tal… aí estava assistindo o programa Ensaio da TV Cultura com o Raphael Rabelo, aquele monstro de músico, o Benjamim fazia parte da banda também, me lembro bem do momento… eles tocavam um arranjo maravilhoso do Samba do Avião do Jobim quando eu me emocionei mesmo com aquilo tudo ali, aquela música feita com paixão, com o coração, e senti o tal ‘estalo’.

•    Como é a vida de um músico brasileiro em Portugal?

Penso que a atividade de música seja mais ou menos semelhante em qualquer lugar, exceto as questões mais relacionadas ao mercado e a cena local que sempre difere um pouco. Venho de São Paulo que tem uma dinâmica de produção musical super intensa e é claro que sinto sim muita diferença na forma como as coisas funcionam lá e cá; mas em termos culturais Portugal também é um país com muita mistura, Lisboa por exemplo é cosmopolita assim como Sampa e tem uma cena musical muito diversa e interessante.

Aqui estou muito mais em contato com culturas musicais como as da áfrica, do oriente, mediterrânica e obviamente a própria música portuguesa e europeia que funde tudo isso e certamente já influenciaram consideravelmente a minha música. Mas por outro lado tem um pormenor muito interessante que já ouvi muitos brasileiros que viveram fora comentarem e só agora consigo entender, que é uma espécie de potencialização da brasilidade que ocorre quando se esta fora do Brasil, principalmente por longo tempo; talvez seja decorrência do inevitável saudosismo que nos arrebata vez por outra e no meu caso como músico muitas vezes da em samba, baião de dois (risos) e por que não em choro vez por outra…

Bom, tudo isso para contextualizar um pouco a questão… mas basicamente a minha rotina profissional é baseada em períodos de estudos onde tento manter minimamente a relação com os instrumentos que toco ‘em dia’, composição, arranjo, produção musical e executiva com todas as dores e delícias da carreira independente e finalmente os concertos.

•    O que o levou a escolher o Portugal para viver?

A Marjorie, minha companheira, já havia estado por duas vezes em Portugal a trabalho e ficou apaixonada… Estávamos saindo de uma fase super desgastante na nossa rotina paulistana entre 2008 e 2009 quando ela sugeriu experimentarmos viver em Portugal por um tempo e ver no que dava… Aceitei o desafio da aventura e no nosso caso deu em paixão das boas e neste momento tentamos conciliar a vida cotidiana, profissional e da família em Portugal com a vida profissional e familiar pelo Brasil.

Cabo da Roca, Portugal

 •    Mantém firmes os laços com o Brasil?

Sim, super firmes! Tenho lá toda a minha família, muitos grandes amigos, fora os fortes laços das relações musicais e afins. Gravei em São Paulo o meu primeiro disco, o Sabiá e vou gravar por lá também o segundo que esta em fase de pré-produção mas vem bem logo se tudo correr bem.
Tenho por lá parceiros e parcerias super importantes para fazer o som que faço hoje, sinto que aqui em Portugal ainda estou construindo esta base. Mas vai caminhando bem! Já tenho pelo menos três outros projetos que penso em produzir totalmente ‘Made in Portugal’, (risos)…

 •    Planos para 2014-2015? Lançamentos?

Sim! Muitos! Ainda em 2014, Oxalá gravo pelo menos dois ou três discos novos, dos quais pelo menos dois lanço ainda este ano, incluindo este que comentei na questão anterior. Nestes últimos anos acumulei muito material, composições, canções, música instrumental, tenho material para uns 4 ou 5 discos bem distintos entre eles… agora é ir colocando a produção em dia, com calma…
Ainda não consigo mirar com clareza o que vem para 2015… Preciso respirar 2014 e sentir para onde os ventos irão soprar.

 •    Hoje em dia escutamos muita música por ai que tem balanço mas não tem conteúdo. Qual a importância da letra para você? Como as trabalha?

É interessante como coloca a questão, realmente se tem feito música muito pobre hoje, principalmente dentro do ‘mainstream’, o que é muito mal… mas em fim. O grande mercado musical é um tanto achatado mesmo, tende sempre a fazer tudo meio igual, é impressionante a quantidade de música parecida ou as vezes mesmo igual, com as mesmas cadências de harmonia, mesmo timbre de tudo, mesmo groove, mesma linha de guitarra, mesmo tudo, que se produz em grande escala, mas em fim. Não fico muito ligado nessa onda, não perco tempo nisso.
Estou mesmo ligado é no também crescente e grande número de artistas e compositores comprometidos com a música criativa e que apresenta novos rumos, reais inspirações. Aproveito aqui para citar alguns novos compositores que aí estão e que muito tem me inspirado… Por exemplo o mineiro Antônio Loureiro que é um gênio, o Kiko Dinucci, o Rodrigo Campos, o Rafa Barreto, o João Taubkin e o Fábio Barros de Sampa, o Chico Saraiva que adoro e o Siba que não são propriamente novatos mas em constante reinvenção, o meu parceiro Tiganá Santana de quem sou fã também, além de muitos outros. Aqui em Portugal tem um compositor muito interessante também que é o Norberto Lobo, também gosto da Sara Tavares e descobri recentemente o Pierre Aderne que é brasileiro mas vive em Lisboa.
Para mim a letra é importante na medida que se faz necessária para a canção, quero dizer com isso que uma melodia pede ou não uma letra e esta letra quando é necessária vem ou deve vir em plena sintonia com a melodia que a solicita. Eu antes de compor música já escrevia poemas, contos, pequenos ensaios sobre assuntos do meu interesse, depois a música passou a dominar o meu espaço criativo, fiz, faço e ouço muita música instrumental também, então só escrevo uma letra para uma melodia quando faz muito sentido que isso aconteça.
A forma como trabalho as letras é muito distinta, as vezes nem trabalho muito, surge tudo junto, praticamente pronto, melodia e letra, outras vezes tenho uma melodia e sinto que pede uma letra, aí normalmente canto a melodia até perceber que palavras e ideias surgem e assim vou compondo o enredo, as imagens… praticamente nunca compus letra e depois música, sempre o inverso.

 •    Quais os dois artistas ou grupos representados por Zarpante com quem mais gostaria de ter uma parceria musical?

Para citar dois… adoraria uma possível colaboração com a cantora portuguesa Ana Lains por quem me encantei pesquisando o casting da Zarpante recentemente e o brasileiro Aleh Ferreira que tem uma onda de groove da pesada, desenrola muito bem toda a linguagem da música afro-brasileira que também influencia muito a minha música, além de possuir um timbre vocal que curto muito também.

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Fadoando

Os fadistas se reuniram por uma causa e decidiram fazer um evento para arrecadar fundos! A união dos fadistas é exemplar e todos deveriam seguir o mesmo exemplo pelas causas nas quais acreditamos!

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Mais infos sobre o evento no link seguinte: Gala Solidária

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Cabo Verde, Portugal, Brasil

Um passeio musical entre 3 países:

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O som de Portugal

Alguns artistas portugueses, para quem andava com saudades de nossas descobertas e nossas sugestões musicais da terrinha !

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Novos músicos agenciados por Zarpante

Anteriormente, já havíamos apresentado alguns dos artistas agenciados por Zarpante. Como o tempo não para e que estamos sempre navegando pelos mares da cultura de língua portuguesa, temos hoje o prazer de apresentar alguns novos artistas presentes no portfólio Zarpante.

– Comecemos com um português bem tribal e seu Espetáculo de World Music, Winga Kan:

Como podem ver o set de instrumentos contem diversos instrumentos percussivos!

Como podem ver o set de instrumentos contem diversos instrumentos percussivos!

Um espetáculo de percussão Tribal, criado pelo carismático Nuno Patrício, percussionista da reconhecida banda Blasted Mechanism.

Para saber mais sobre o espetáculo e para contratar os serviços de Winga Kan, clique aqui e acesse a página de agenciamento do artista no site Zarpante.

– Conheçam também o brasileiro Jim Porto:

O cantor, autor e músico brasileiro Jim Porto teve seu primeiro contacto com a música aos 10 anos de idade – fascinado pelas mãos de um amigo que deslizava sobre os teclados. Iniciou a estudar piano em sua cidade natal do Rio Grande do Sul, misturando a música clássica com o Samba e a Bossa-Nova, ganhando notoriedade quase que imediatamente.

Jim desenvolveu seus talentos com artistas internacionais de nome, como o músico de jazz Chet Baker, de cujo primeiro álbum participou em 1983, mas também de músicos brasileiros como Gilberto Gil, além de participar em programas televisivos e saborosas “Jam Sessions” com Djavan.

Para saber mais sobre Jim Porto e para contratar os serviços do artista, clique aqui e acesse a página de agenciamento de Jim Porto no site Zarpante.

– Em seguida façamos uma viagem musical com o grupo Symbiose:

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Symbiose nasceu de um feliz encontro entre 3 músicos do cenário “World Music”. Inspirado pela sonoridade moderna do inglês Fink e alimentado por universos musicais brasileiros como os de João Bosco, Gilberto Gil e Nana Vasconcelos, o grupo cria uma symbiose de estilos ecléticos.

As influências africanas e brasileiras se associam à poesia urbana para criar um som único que reúne dois mundos aparentemente  contraditórios: a tradição acústica da música brasileira e a energia do rock.

Para saber mais sobre Symbiose e para contratar os serviços do grupo, clique aqui e acesse a página de agenciamento do Symbiose no site Zarpante.

– Continuemos com o saboroso som do Quarteto Maracuja:

Maracuja cover art

Maracuja, é o fruto da paixão de 4 músicos pelo ritmos endiabrados da música brasileira. O quarteto surgiu em outubro de 2011 sob o impulso da flautista Amina Mezaache.

O quarteto nos mergulha em um universo repleto de fusões culturais e de influencias diversas, em que cada ritmo nos conta uma história que nos remete ao continente africano, ao Blues, ou ao Caribe.

O repertório do grupo é composto por diversas reprises de Sivuca, ou de Hermeto Pascoal, além de ser fortemente inspirado por músicas de baile e de carnaval (forro, frevo, baiao, maracatu).

Para saber mais sobre o Quarteto Maracuja e para contratar os serviços do grupo, clique aqui e acesse a página de agenciamento do Maracuja no site Zarpante.

– Por hoje, terminaremos com a voz sensual da bela Carolina Ferrer:

“Her tone is warm and welcoming and she has the ability to convey the emotions of every word, in her unique phrasing. Living in Paris, France,Caro Ferrer is the best kept secret in brazilian music.” The NewYork Jazztimes

Receita elaborada entre Rio e Paris, ela traz os aromas de um groove brejeiro (marca de fabricação de Caro), e da delicadeza da MPB, mas revela a veia pop da artista. Composições de grande sensibilidade, arranjos entrelaçados, com toques de reggae, de rap, de inglês e de alguns efeitos eletrônicos. Tudo na medida. Tablas, berimbau, citara, acordeom e uma guitarra havaiana à serviço da originalidade que se renova à cada faixa.

Para saber mais sobre Carolina Ferrer e para contratar os serviços da artista, clique aqui e acesse a página de agenciamento de Carolina Ferrer no site Zarpante.

Quem estiver em Paris, poderá ver Carolina Ferrer ao vivo no primeiro dia de fevereiro de 2014!

Mais infos e bilhetes mais baratos aqui!

Veja também:

– Novo Podcast Zarpante!

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O português é o idioma mais musical

Mose hayward é um escritor norte-americano que viveu em Barcelona, no Brasil, em Nova York, Berlim, Tirana, Edinburgh, Belgrado, São Petersburgo e Istambul, e vive atualmente em Paris. Apesar de falar diversas línguas, prefere a utilização do português na música.

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Fomos gentilmente proibidos por ele de compartilhar uma linha que seja do texto dele. Então, como nosso interesse maior é informar nossos leitores, sempre a procura de artigos sobre arte e cultura dos países lusófonos, compartilharemos ainda assim o link de um artigo interessante que deveria ser mais livremente compartilhado pelo seu autor para que mais pessoas diretamente interessadas pelo assunto tivessem acesso ao artigo.
Fica a dica!
Artigo completo neste link: http://tipsypilgrim.com/portugues

Escutem nossas seleções de músicas dos países de língua portuguesa:

– PODCASTS ZARPANTE

– Leiam este artigo interessante sobre direitos autorais

– Escutem nossas seleções sonoras

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Apresentação única do grupo “A Beta Movement” em Leiria

No dia 7 Dezembro, Zarpante propõe uma viagem pelo indie com A BETA MOVEMENT. Este grupo, aclamado pela imprensa mundial, propõe uma sedutora atmosfera de fantasia composta por uma mescla lânguida de estilos e sons alternativos e instrumentais vibrantes.

Um som etéreo que desabrocha e murcha numa metamorfose dos sentidos.

Capture d’écran 2013-12-03 à 17.18.26Para saber mais, clique aqui e acesse o Facebook oficial do evento! Estão todos convidados!

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Uma playlist em homenagem aos que se foram

O Podcast Zarpante do mês de outubro vai homenagear os cantores oriundos de países de língua portuguesa, que partiram desta para uma melhor!

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Vejam abaixo a playlist Youtube que criamos para reunir músicas de cantores lusófonos falecidos:

Contamos com a ajuda de todos vocês para que lembremos do máximo de nomes de grandes cantores da língua portuguesa, falecidos! Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Timor, e claro, Brasil e Portugal!

Bana, Cesária Evora, Marku Ribas, Vadú, Dicró, Zecax, Elis Regina, Adoniran e tantos outros…

Deixem suas dicas nos comentários deste artigo por favor! Quanto mais dicas legais nos deixarem, mais completo poderá ser nosso próximo Podcast Zarpante!

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Um dia especial

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A evolução da música (Photo credit: Wikipedia)

Hoje é o dia em que o mundo homenageia a música e todos aqueles que tem como profissão, tocar e cantar, para alegrar o povo!

O Dia Mundial da Música comemora-se anualmente 1 de Outubro.

A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música.

Os objetivos são:

  • Promover a arte musical em todos os setores da sociedade;
  • Divulgar a diversidade musical;
  • Aplicação dos ideais da UNESCO como a paz e amizade entre as pessoas, evolução das culturas e troca de experiências.

Neste dia decorrem vários concertos, em todos os países para celebrar o Dia Mundial da Música. Nós não poderíamos deixar passar esta data em branco, e por isso mesmo, iremos compartilhar algumas músicas e alguns links musicais com vocês!

– Para começar, vamos compartilhar algumas músicas feitas em homenagem à música:

– Para continuar, conheçam os Podcasts Zarpante!

Clique aqui e acesse todos os nossos podcasts!

– Em seguida, que tal algumas playlists youtube preparadas por Zarpante?

a- Sambando

b- Música brasileira

c- MPB

d- Discos completos lusófonos

e- Trilhas sonoras

f- Shows brasileiros

d- DJ’s

– Terminamos com a saga Zarpante, “Música e Internet”:

  1. Música e internet (parte 1)
  2. Música e internet (parte 2)
  3. Música e internet (parte 3)
  4. Música e internet (parte 4)
  5. Música e internet (parte 5)

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