Livros em busca de ajuda

O que tem em comum um ilustrador de Novo Hamburgo, e um escritor graduando em filosofia pelo Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro?

Ambos acreditaram no Crowdfunding e inscreveram um projeto na plataforma Zarpante!

 

Gilberto Borba Ilustrador

Gilberto Borba
Ilustrador

 

 – Gilberto Borba é um ilustrador de Novo Hamburgo  com mais de 17 anos de experiência.

Ele está produzindo a arte final do livro infantil “A Turma da Floresta no Castelo da Bruxa”, e  precisa da ajuda de todos nós para captar os fundos que o permitirão remunerar os gastos e a mão de obra profissional!
Em agradecimento aos mecenas que apoiarem esta criação artística, no livro sairá publicidade com nomes e logotipos dos patrocinadores. Também será divulgada publicidade sobre o Instituto do Câncer Infantil, pois um dos personagens do livro, o leãozinho, é amigo do Leão Coragem, mascote do Instituto.
A quantia necessária é de apenas 21, 72 €, por isso, se cada um de nós, sensíveis ao trabalho do Gilberto, contribuir com um pouco que seja, podemos facilmente atingir a modesta meta financeira do projeto do ilustrador!
Veja abaixo algumas ilustrações de Gilberto Borba:
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Uma das ilustrações do projeto!

 

Uma das ilustrações do projeto!

Outra ilustração do projeto.

Um dos trabalhos anteriores de Gilberto Borba

Um dos trabalhos anteriores de Gilberto Borba

 

 

 

Milton Roza Júnior.

Milton Roza Júnior.
Escritor

– Milton Roza Júnior é um escritor graduando em filosofia pelo Mosteiro de São Bento (Rio de Janeiro).

Fez também três cursos de literatura na Casa Mário de Andrade, em Barra Funda, cidade de São Paulo.

Recebeu recentemente uma proposta da Editora Novo Século, relativa ao seu livro “A Semente”: publicar o livro em uma tiragem mínima de 1.500 exemplares distribuídos nas maiores livrarias de todo o Brasil e utilizados também na feira internacional do livro, deste ano, no Rio de Janeiro.

Leia abaixo um trecho do livro “A Semente”:

‘PLANTANDO O BELO’ – CAPÍTULO I

                 – Belo dia de hoje, não acha, Isa?
                 – É verdade. Suspirou a adolescente com outros interesses na névoa da mente.
                 – Papai, por que todos se acham felizes num dia de sol?
                 – Porque o Sol ilumina nossos corações e nos faz despertar para verdadeira felicidade.
                 – Eu não me acho feliz, faz muito tempo.
                 – Pode deixar que você a encontrará, é só ter paciência.
              – Isso deve demorar muito, pois não vejo nada na minha frente para que isso que sinto mude.
                Pedhro se sentiu incapaz de conseguir tirar-lhe o véu de seus olhos para que ela sentisse mais prazer com a vida, porque seu sentido de viver era de jogar sempre positivamente com o objetivo de ganhar algo altruístico, algo que beneficiasse sua família, sua prole e quem viesse com bons sentimentos em seu caminho. O jogo da vida, essa era sua pedra fundamental. Enquanto Isa era uma menina muito rebelde, no sentido de que a procura pelo prazer, o vazio que nunca se acha, era muito mais importante do que a simples veneração pelo amor, pela carícia, pelas palavras de idônea sinceridade. Era a espera eterna pelo bem amado, por oportunidades boas, por uma compreensão melhor da família. Ela precisava de um pequeno ajuste, pois seu pai entendia que não se deve esperar demais por uma gestação de problemas. Nove horas para isto, nove dias para isso, nove meses para aquilo; devia ser resolvido pelo risco de sua gênese, o risco profundo, aquele que só a intuição masculina pode revelar, porque a vida era se arriscar e não esperar. O auge desta conversa poderia acabar em discussão, porém era preciso alcançar as leis da natureza que se favorecem para benefício de todos os que a compõe. Eles sentiram o balançar das plantas suportando o vento, lutando contra própria natureza pela simples ação desta estar sendo representada pelo vento. Sentiram os animais também lutando pelo seu dia a dia, alguns imergindo na terra pela alimentação, corrida diária pela vida. Parece inóspita fazendo seus filhos percutir dia-a-dia, alguns não encontram alimento, outros precisando de sol ou chuva não os encontram. Porém isso faz parte de um plano de dicotomia, pois a noite só aparece com a ausência da Luz, a sede com a ausência da água, a seca pela ausência da chuva, o mal pela ausência do bem e a infelicidade pela ausência da felicidade.
Continua…

Saiba mais sobre o livro e conheça as recompensas exclusivas preparadas para quem contribuir para este projeto no site Zarpante!

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4 pensamentos sobre “Livros em busca de ajuda

  1. Obrigadissimo à Henrique Carioca, ami au Facebook, por me ter feito descobrir este sensacional blog : Zarpante. Parabens à Toda à équipe de Zarpante pelo seu formidavel trabalho, que considèro de intéresse publico. Miriam Ferro Petit – La Bodega des Poètes : http://www.facebook.com/BMP/24

  2. carlos charcape disse:

    Parabens a los artistas!!!

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