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Podcast Zarpante 017

Nosso parceiro de Brásilia, Tekokatu Enitan, preparou o Podcast Zarpante 017. O tema abordado foi a música dos PALOPS na época das independências!

palop

Para escutar clique na foto acima ou neste link!

1-Coral das FPLM (Moçambique) – Moçambique, terra bendita.
2-Os Kiezos (Angola) – Milhoró
3-David Zé (Angola) – O Guerrilheiro
4-Conjunto Merengue (Angola) – 5 de Julho
5-José Carlos Schwarz (Guiné-Bissau) – Estin
6-Grupo Bantu (Moçambique) – Moçambicano
7-Super Mama Djombo (Guiné-Bissau) – Sol Maior para Comandante
8-Bonga (Angola) – Kilumba Dia Ngola
9-Abel Lima e Les Sofas (Cabo Verde) – Corre Riba, Corre Baixo
10-David Zé (Angola) – As cinco sociedades
11-José Carlos Schwarz (Guiné-Bissau) – Djiu de Galinha
12-Santos Junior (Angola) – N’Gui Banza Mama
13-Super Mama Djombo (Guiné-Bissau) – Guiné-Cabral
14-Miriam Makeba (África do Sul) – A Luta Continua

referências: 

Angola 45: http://angola45.wordpress.com.

Ben Redjeb, Samy; Angola Soundtrack – The Unique Sound Of Luanda (1968-1976), 2010.

L’histgeobox: http://lhistgeobox.blogspot.com.br/20…

Lusafrica; Bonga – Angola 72, 1997.

Muzzical Trips: http://muzzicaltrips.blogspot.jp/2011….

Viegas Filipe, Eléusio dos Prazeres, “Where are the Mozambican Musicians?:” Music, Marrabenta, and National Identity in Lourenço Marques, Mozambique, 1950s-1975. 2012.Uploaded 24 minutes ago - 

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O primeiro projeto de financiamento coletivo da história!

Sendo Zarpante o primeiro e único site de financiamento coletivo dedicado a países lusófonos, tínhamos o dever de contar a vocês qual foi o primeiro projeto de financiamento coletivo de que se tem conhecimento na história dos países de língua portuguesa!

Um projeto cuja data vocês nem imaginam! Foi em meados de 1648 que aconteceu aquele que podemos considerar como um dos primeiros financiamentos coletivos da história lusófona e provavelmente mundial! Hoje em dia, o financiamento coletivo representa uma ferramenta inovadora para captar recursos para projetos e, nos países de língua portuguesa, ainda é pouco conhecido e utilizado, se compararmos ao sucesso que tem em países como os Estados Unidos da América, onde até o Presidente Obama ressaltou a importância desse modo alternativo de captação, que surgiu por lá há alguns anos!

Mas não se enganem, os portugueses, desbravadores dos mares, foram pioneiros na utilização desse método de financiamento!

Portugueses que já podiam ser chamados de brasileiros, porque, afinal, estavam a misturar-se com os Tupis desde 1565!

Foi assim que Salvador Corrêa de Sá e Benevides  deixou a Guanabara rumo à África, no dia 12 de maio de 1648, com 15 navios e 1400 homens conseguidos graças à generosidade carioca e paulista! O objetivo desse projeto, financiado por empréstimos voluntários, era retomar Angola das mãos dos holandeses, e Salvador foi bem sucedido!

Porém nada disso tudo teria sido possível, sem as contribuições que na época foram chamadas de empréstimos voluntários, mas que no fundo nada mais eram que o nascimento do financiamento coletivo! Porque convenhamos: realmente acreditam que, naquela época, os empréstimos foram devolvidos? O mais provável é que as pessoas que contribuíram com maiores quantias tenham recebido “recompensas”, como açúcar, cachaça, escravos, etc…

Partindo da Guanabara

Partindo da Guanabara

Então agora pense bem: você que receia contribuir para projetos criativos ou sociais em nosso site, tem muito mais garantias de que será feita uma boa utilização dos fundos com os quais participar, do que tinham os portugueses e brasileiros que contribuíram para essa aventura em alto mar! Porque, depois de atravessar o mar, os portugueses ainda tinham que ganhar a guerra em Angola, para só depois voltar! Hoje em dia, nós garantimos que, se o projeto não atingir a meta, você receberá sua contribuição de volta, sem precisar atravessar mar algum!

Então?

Vamos contribuir?

Algumas sugestões de projetos que precisam da contribuição de todos:

- Estimulação do desenvolvimento infantil

- Tarrafal – Um Campo em Morte Lenta

- Livro Tevet

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Conhece Tarrafal?

“O Concelho do Tarrafal é um concelho/município na ilha de Santiago, em Cabo Verde. Tem cerca de 20.000 habitantes e ocupa uma superfície de 112,4 km².

A sede do concelho é a vila do Tarrafal.

A própria vila do Tarrafal tem das poucas praias de areia branca da ilha, e certamente das mais paradisíacas do arquipélago, numa baía rodeada de coqueiros.

Mas engana-se quem pensa que esta é a única de todo o concelho, pois bastam alguns minutos e estamos noutras praias, estas já menos concorridas pelos turistas mas igualmente lindas, nas aldeias de Chão Bom e Ribeira da Prata.

Esta zona, da maior ilha de Cabo Verde, é famosa pela chamada Colónia Penal do Tarrafal ou Campo de Concentração do Tarrafal, construída entre as décadas 20 e 30 do século passado, para albergar os opositores ao regime português. É também famosa por ser o concelho de Cabo Verde onde vive a comunidade dos rabelados.

Quem chega a este concelho fica deliciado, não só pela sua beleza natural, como pela simpatia do seu povo, que vive principalmente do comércio, construção e serviços para a colectividade, e que conserva os valores tradicionais das suas gentes, destacando-se a olaria, a tecelagem, a utilização da cimboa e a música, uma vez que, ninguém lá passa sem dançar um funaná ou ver alguém a dar ku tornu, numa roda de batuque.

O Dia do Município é 15 de janeiro, data que coincide com a celebração de Santo Amaro.

Desde 2008, o município do Tarrafal é governado pelo Movimento para a Democracia.”

Fonte: Wykipédia

Português: Campo de Concentração do Tarrafal, ...

Português: Campo de Concentração do Tarrafal, muro de vedação, ilha de Santiago, Cabo Verde (Photo credit: Wikipedia)

 Campo do Tarrafal

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Colónia Penal do Tarrafal, situada no lugar de Chão Bom do concelho do Tarrafal, na ilha de Santiago (Cabo Verde), foi criada pelo Governo português do Estado Novo ao abrigo do Decreto-Lei n.º 26 539, de 23 de Abril de 1936[1].

Em 18 de Outubro de 1936 partiram de Lisboa os primeiros 152 detidos, entre os quais se contavam participantes do 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande (37) e alguns dos marinheiros que tinham participado na Revolta dos Marinheiros ocorrida a bordo de navios de guerra no Tejo em 8 de Setembro daquele ano de 1936.

O Campo do Tarrafal, ou Campo de Concentração do Tarrafal, como ficou conhecido, começou a funcionar em 29 de Outubro de 1936, com a chegada dos primeiros prisioneiros.

Objectivos

O Estado Novo, sob a capa da reorganização dos estabelecimentos prisionais, ao criar este campo pretende atingir dois objectivos ligados entre si: afastar da metrópole presos problemáticos, e, através das deliberadas más condições de encarceramento, enviar um sinal de que a repressão dos contestatários será levada ao extremo.

Esta visão está claramente definida nos primeiros parágrafos do Decreto-Lei n.º 26 539, ao afirmar que serve para receber os presos políticos e sociais, sobre quem recai o dever de cumprir o desterro, aqueles que internados em outros estabelecimentos prisionais se mostram refractários à disciplina e ainda os elementos perniciosos para outros reclusos. Este diploma abrange também os condenados a pena maior por crimes praticados com fins políticos, os presos preventivos, e, por fim, os presos por crime de rebelião.

Mortos no Tarrafal

Foram 37 os prisioneiros políticos que morreram no Tarrafal; os seus corpos só depois do 25 de Abril puderam voltar à pátria:

  • Francisco José Pereira: Marinheiro, 28 anos (Lisboa, 1909 – Tarrafal 20 de Setembro de 1937)
  • Pedro de Matos Filipe: Descarregador, 32 anos (Almada, 19 de Junho de 1905 – Tarrafal, 20 de Setembro de 1937)
  • Francisco Domingues Quintas: Industrial, 48 anos (Grijó, Porto, Abril de 1889 – Tarrafal, 22 de Setembro de 1937)
  • Rafael Tobias Pinto da Silva: Relojoeiro, 26 anos (Lisboa, 1911 – Tarrafal 22 de Setembro de 1937)
  • Augusto Costa: Operário vidreiro (Leiria, ? – Tarrafal, 22 de Setembro de 1937)
  • Cândido Alves Barja: Marinheiro, 27 anos (Castro Verde, Abril de 1910 – Tarrafal, 29 (24?) de Setembro de 1937)
  • Abílio Augusto Belchior: Marmorista, 40 anos (?, 1897 – Tarrafal, 29 de Outubro de 1937)
  • Francisco do Nascimento Esteves: Torneiro mecânico, 24 anos (Lisboa, 1914 – Tarrafal, 21 (29?) de Janeiro de 1938)
  • Arnaldo Simões Januário: Barbeiro, 41 anos (Coimbra, 1897 – Tarrafal, 27 de Março de 1938)
  • Alfredo Caldeira: Pintor decorador, 30 anos (Lisboa, 1908 – Tarrafal, 1 de Dezembro de 1938)
  • Fernando Alcobia: Vendedor de jornais, 24 anos (Lisboa, 1915 – Tarrafal, 19 de Dezembro de 1939)
  • Jaime da Fonseca e Sousa: Impressor, 38 anos (Tondela, 1902 – Tarrafal, 7 de Julho de 1940)
  • Albino António de Oliveira Coelho: Motorista, 43 anos (?, 1897 – Tarrafal, 11 de Agosto de 1940)
  • Mário dos Santos Castelhano: Empregado de escritório, 44 anos (Lisboa, Maio de 1896 – Tarrafal, 12 de Outubro de 1936)
  • Jacinto de Melo Faria Vilaça: Marinheiro, 26 anos (?, Maio de 1914 – Tarrafal, 3 de Janeiro de 1941)
  • Casimiro Júlio Ferreira: Funileiro, 32 anos (Lisboa, 4 de Fevereiro de 1909 – Tarrafal, 24 de Setembro de 1941)
  • Albino António de Oliveira de Carvalho: Comerciante, 57 anos (Póvoa do Lanhoso, 1884 – Tarrafal, 22 (23?) de Outubro de 1941)
  • António Guedes de Oliveira e Silva: Motorista, 40 anos (Vila Nova de Gaia, 1 de Maio de 1901 – Tarrafal, 3 de Novembro de 1941)
  • Ernesto José Ribeiro: Padeiro ou servente de pedreiro, 30 anos (Lisboa, Março de 1911 – Tarrafal, 8 de Dezembro de 1941)
  • João Lopes Dinis: Canteiro, 37 anos (Sintra, 1904 – Tarrafal, 12 de Dezembro de 1941)
  • Henrique Vale Domingues Fernandes: Marinheiro, 28 anos (?, Agosto de 1913 – Tarrafal, 7 de Janeiro (Julho?) de 1942)
  • Bento António Gonçalves: Torneiro mecânico, 40 anos (Fiães do Rio (Montalegre), 2 de Março de 1902 – Tarrafal, 11 de Setembro de 1942)
  • Damásio Martins Pereira: Operário (? – Tarrafal, 11 de Novembro de 1942)
  • António de Jesus Branco: Descarregador, 36 anos (Carregosa, 25 de Dezembro de 1906 – Tarrafal, 28 de Dezembro de 1942)
  • Paulo José Dias: Fogueiro marítimo, 39 anos (Lisboa, 24 de Janeiro de 1904 – Tarrafal, 13 de Janeiro de 1943)
  • Joaquim Montes: Operário corticeiro, 30 anos (Almada, 11 de Setembro de 1912 – Tarrafal, 14 de Fevereiro de 1943)
  • Manuel Alves dos Reis (? – Tarrafal, 11 de Junho de 1943)
  • Francisco Nascimento Gomes: Condutor, 34 anos (Vila Nova de Foz Côa, 28 de Agosto de 1909 – Tarrafal, 15 de Novembro de 1943)
  • Edmundo Gonçalves: 44 anos (Lisboa, Fevereiro de 1900 – Tarrafal, 13 de Junho de 1944)
  • Manuel Augusto da Costa: Pedreiro (? – Tarrafal, 3 de Junho de 1945)
  • Joaquim Marreiros: Marinheiro, 38 anos (Lagos, 1910 – Tarrafal, 3 de Novembro de 1948)
  • António Guerra: Empregado de comércio, 35 anos (Marinha Grande, 23 de Junho de 1913 – Tarrafal, 28 de Dezembro de 1948)

Encerramento e reactivação

O Campo do Tarrafal encerrou em 1954, tendo sido reactivado em 1961, sob a denominação de Campo de Trabalho do Chão Bom, para receber prisioneiros oriundos das colónias portuguesas[2].

Museu da Resistência

O Museu da Resistência integra-se no projecto de preservação e musealização do ex-Campo de Concentração do Tarrafal, com o objectivo, a longo prazo, da sua declaração como Património da Humanidade.

Campo de Concentração do Tarrafal

Campo de Concentração do Tarrafal (Photo credit: Wikipedia

-Contribua para o projeto em nosso site!

 

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Gosta de ler?

Presentinhos para quem gosta de ler:

Cunha - São Paulo

Cunha – São Paulo (Photo credit: Tadeu Pereira (Ted))

7 livros de Euclides da Cunha para download grátis:

“Euclides Rodrigues da Cunha (1866 – 1909), conhecido comummente como Euclides da Cunha, foi um escritor, sociólogo, repórter jornalístico, historiador, geógrafo, poeta e engenheiro brasileiro que ficou conhecido na literatura pelo seu livro “Os Sertões”, relato jornalístico da Guerra de Canudos.

Depois de perder a mãe, aos três anos de idade, Euclides passa a viver com a família e mais tarde ingressa no Exército, de onde é expulso posteriormente por expressar os seus ideais republicanos. Anos depois Euclides é reintegrado, com a proclamação da República.

Durante a fase inicial da Guerra de Canudos o autor escreve dois artigos intitulados “A nossa Vendeia” que lhe rendem um convide do jornal O Estado de S. Paulo para presenciar o final do conflito como correspondente de guerra.

Euclides, no entanto, deixa Canudos quatro dias antes do fim da guerra, não chegando a presenciar o desenlace do conflito. O material coletado durante sua estadia na comunidade, entretanto, foi suficiente para, durante cinco anos, elaborar “Os Serões: campanha de Canudos”, publicado no ano de 1902.

A obra se divide em três partes: A terra, O homem e A luta e nelas o autor analisa as características geológicas, botânicas, zoológicas e hidrográficas da região, bem como a vida, os costumes e a religiosidade sertaneja. O livro narra, ainda, os fatos ocorridos nas quatro expedições enviadas ao arraial liderado por Antônio Conselheiro, líder da revolta.

A publicação rendeu a Euclides da Cunha, inclusive, uma vaga para a ABL (Academia Brasileira de Letras). O escritor foi eleito em 21 de setembro de 1903 para a cadeira 7 da ABL, na sucessão de Valentim Magalhães e recebido em 1906 pelo acadêmico Sílvio Romero. Graças à obra, Euclides conseguiu também uma vaga para o IHGB (Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro).”

Fonte: Universia

Baixe grátis 7 obras de Euclides da Cunha, famoso escritor de Os Sertões:

1. » À Margem da História

2. » Canudos e Outros Temas

3. » Os Sertões

4. » Contrastes e Confrontos

5. » Ondas e Outros Poemas Esparsos

6. » Peru versus Bolívia

7. » Um Paraíso Perdido

Mais de um milhão de livros grátis para baixar:

O Open Library disponibiliza mais de um milhão de obras em cerca de 50 idiomas para download ou leitura on-line nos formatos PDF, ePub, Plain text, DAISY, ePub, MOBI e DjVu.

No acervo, é possível encontrar desde clássicos como “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carrol, “Macbeth” de William Shakespeare e “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes a publicações históricas de museus, universidades, instituições religiosas, além de textos jurídicos.

Desenvolvido sem fins lucrativos pela Internet Archive, a ideia é que o software funcione como uma rede aberta em que os usuários adicionem livros, programem e colaborem com a revisão. Mais de 20 milhões de títulos já foram catalogados e o objetivo é que todas as obras publicadas ao redor do mundo estejam no catálogo digitalizadas. Para baixar ou ler online não é necessário cadastro.

Acesse o Open Library

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Para ouvidos curiosos

Este artigo é para quem tem ouvidos, como os nossos, sempre a procura de novidades!

Para começar, Adnet visita a floresta de sons de Jobim e Villa-Lobos no CD ‘Amazônia’

Em um registro completamente diferente, continuamos com Baiana System:

“Inspirados pelo bandolim elétrico, Dodô e Osmar deram vida, na década de 40, a guitarra baiana. Mais de 70 anos depois, damos de cara e de ouvidos com o “Baiana System”, uma banda de dub-experimental-latino que mistura o que tem de mais tradicional na Bahia com o que existe de mais contemporâneo na música.

As influências passeiam pelas culturas brasileira, africana e jamaicana. Mas, acima de qualquer coisa, é música urbana: “Eu não gosto da ideia de resgate, porque referencia o passado. A guitarrinha precisa dialogar com o que está se produzindo hoje”, justifica Robertinho Barreto – o idealizador do projeto.

É ele quem comanda as cordas e, ao lado das bases trabalhadas e mixadas do DJ João Meirelles, faz nascer uma infinidade de possibilidades de improviso para os ritmos do sound system’s e para o vocal de Russo Passapusso. No baixo, o produtor do disco Marcelo Seco e, para trazer todas as lembranças da Bahia, o percussionista Wilton Batata.

Para reforçar as referências às manifestações populares da terra de Caymmi e Jorge Amado, como o Carnaval e as demais festas tradicionais baianas, Filipe Cartaxo ficou encarregado pelos grafismos que “cantam” a cidade e suas nuances cotidianas. E para florear ainda mais, o disco conta com a participação de Chico Corrêa, Lucas Santtana, Gerônimo, Roberto Mendes, Buguinha Dub e o mais constante parceiro do grupo, BNegão.

Fonte: Catraca Livre

Para terminar vamos de Yuri da Cunha:

Yuri da Cunha. O choro do semba que virou alegria

“A ligação à música era quase inevitável. É como se o destino fosse assim uma coisa escrita e certa, infalível e cheia de personalidade. Não é, mas como a excepção confirma a regra, então o Yuri da Cunha estava destinado a ser uma figura do universo musical.

O seu trajecto iniciou-se ainda na infância enquanto assistia aos ensaios do conjunto “Os Kwanzas”, onde o seu pai, Henrique da Cunha “Riquito”, era guitarrista. Mais tarde em Luanda, no bairro Rocha Pinto, em companhia dos seus primos e irmãos foi aperfeiçoando técnicas de voz e interpretação com o professor Manuel Costa “Makanha”.

Yuri da Cunha confirma a influência do contexto familiar. “Eu era pequeno e o meu pai levava-me aos concertos que eles faziam. Então desde essa altura comecei a perceber que gostava daquilo e foi por causa da ilusão, ou amor, que ganhei naquela altura com o meu pai, os amigos e o apoio da minha mãe e das minhas avós, que me tornei um pouco do que sou hoje”, recorda.

E deixa também uma revelação. A força do semba entrou na vida do artista… à força. Na força da obrigação familiar. “Nós (eu e os meus irmãos) éramos obrigados a ouvir o semba em casa. De outra forma ninguém ouvia música! Ou o semba ou o silêncio. Então hoje eu agradeço pelo que me fazia chorar naquela altura”.

Parece ter sido uma coisa meio paternalista, aquele conselho do mais-velho que termina sempre com um encolher de ombros juvenil, e com um adágio simples mas mais real do que o sol. “Um dia vais-te lembrar daquilo que estou a dizer”. É clássico. Mas o amor ficou. O semba é um caso de amor.

“Como disse atrás nós éramos obrigados a ouvir o semba. Então ficou o hábito”, reafirma o cantor. Hoje tem orgulho em dizer que foi “educado a gostar de semba”, frisa Yuri da Cunha, enquanto lembra o momento em que percebeu que a sua vida na música seria feita em comunhão de bens com um estilo que diz muito no coração dos angolanos. “Daí em diante comecei a trabalhar em volta disso e fui pegando as minhas maiores influências musicais que são ainda hoje Bonga, Artur Nunes, David Zé, Teta Lando, Carlos Burity e André Mingas e um pouco depois Bangão, Lulas da Paixão e hoje Paulo Flores. Muitos artistas né? (risos)”.

Yuri decidiu então juntar todas as referências, que acabaram por formar aquilo que chama “uma aquarela musical”. É nesta aquarela, neste conjunto de cores que identificam diferentes gerações de um país, que ousou se juntar aos estilistas angolanos Tekassala e Shunozz para criar um estilo de roupa para usar nas apresentações públicas.

“É desta conexão criativa que vem a ideia da roupa colorida. Como o semba era considerado a música dos kotas, e que não ficava bem aos jovens, eu quis contrariar a ideia – então juntei a dança moderna de Angola, que é o kuduro, e danças oriundas do Congo Democrático. Como sempre fui fã do Michael Jackson resolvi acrescentar algumas coisas do rei do Pop na área da dança”, explica.

A mistura, diga-se em abono da verdade, chega a ser explosiva. É quase impossível ignorar a força do ritmo batido de um semba-kuduro-com-congo-democrático-e-Michael-Jackson. Será também uma singularidade e um factor de distinção no cenário da “world music” – se quisermos fugir um pouco ao consumo interno.

Em 1994, Yuri da Cunha inscreve-se nos concursos de música infantil da Rádio Nacional de Angola (RNA) onde se destacou com a canção “Amigo”, da autoria do professor “Makanha”, tendo vencido o prémio de melhor canção infantil.

Divertido e bem-humorado, o cantor angolano destaca que “o princípio foi muito difícil”. “Era insultado, chamado de palhaço – que hoje acho que sou um pouco; comecei a reparar nisso com a ajuda do Paulo flores. Era chamado de provinciano (risos). Mas a intenção e a minha perspectiva era maior do que qualquer insulto. Acreditava que o semba não era música de velhos e que eu tinha uma missão a cumprir. Foram várias as vezes que chorei mas sabia que sorriria mais adiante”, assume sem titubear.

Esse sorriso aumentou na medida do reconhecimento nacional e internacional. A força do talento ajudou o crescimento daquele que é, hoje em dia, considerado o estilo musical angolano mais respeitado em todo o mundo. “Pode, eventualmente, não ser o mais ouvido”, continua, mas “é o mais respeitado – e ver jovens a falar e até a cantar o semba com emoção é uma grande alegria”.

Em 1996, seguiu para Lisboa (Portugal), onde gravou o seu primeiro trabalho discográfico intitulado “É tudo Amor”, nos estúdios da produtora Valentim de Carvalho. Nesse ano arrebatou o prémio da Rádio Televisão Portuguesa (RTP) para o melhor vídeoclip e de melhor música do ano dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) na Holanda. O lançamento do seu segundo disco intitulado “Eu”, em Janeiro de 2005, permitiu-lhe confirmar o sucesso de temas que o colocaram na ribalta.

No disco “Eu”, Yuri da Cunha apresenta treze temas em estilos como o semba, rumba e kizomba, cantados em português e kimbundo, dos quais as músicas “Homem é bom”,” Njila”,” Simão”, “Kalundu” e “Está doer” foram grandes sucessos na rádio e discotecas, atingindo vendas muito significativas. “Eu” venceu o “Top Rádio Luanda 2006” nas categorias de disco do ano, melhor produção discográfica , melhor semba e melhor kizomba 2006 e ficou em segundo lugar no Top dos Mais Queridos realizado pela Rádio Nacional de Angola.

Nos últimos anos começou o assalto, no bom sentido, aos ouvidos internacionais. Eros Ramazzoti, o famoso romântico italiano não ficou indiferente. E convidou-o para participar na sua digressão mundial, em 2009. Também nessa altura assinou um acordo com a Sony Music para a comercialização e divulgação da sua música. Em Portugal, encheu salas históricas como o Coliseu dos Recreios e o Campo Pequeno, em Lisboa.

O que recorda com mais saudades destas apresentações? – perguntámos. “O carinho de cada momento que aquela gente me dá com a sua presença, a vibração de todo o público e o facto de eu perceber, quando estou em palco, que aquela gente gosta de mim”.

Também ganhou reconhecimento no Brasil, um país irmão que tem grande consideração pelos ritmos agitados, pela dança e pela alegria da vida. Uma descrição que, mesmo contra alguns cépticos (e ressalvando as naturais distâncias), assenta bem no povo angolano. O cantor já participou por diversas vezes no Carnaval da Bahia onde actuou com artistas locais. Yuri da Cunha recorda esses momentos com afecto.

“Para mim, tocar na Bahia é estar perto de gente que eu gosto. E que há muitos anos tem uma ligação cultural com Angola muito forte. Eles vibram com aquilo que sai de Angola. Não saberei dizer porque os outros artistas angolanos se sentem à vontade lá mas eu sinto-me super bem. Cada vez mais. Também porque fiz amigos maravilhosos como a Daniela Mercury, o pessoal do Olodum, entre outros”.

“Kuma Kwa Kie”, o terceiro e último disco de Yuri da Cunha (o próximo será lançado ainda durante 2012, em princípio), comporta 13 músicas, gravadas em Angola, Portugal e França. O álbum contou com a participação inédita do falecido músico Man-Ré e de Gabriel Tchiema. Na produção, contou com a colaboração de Carlitos Chiemba, Lito Graça, Quintino, Heavy C, Hélio Cruz e Pitchou, e conta com temas na linha melódica do semba, kizomba e kintuene numa grande fusão musical. “Kuma Kwa Kié “ tornou-se rapidamente num dos álbuns mais comercializados em Angola, tendo vendido mais de vinte mil cópias num só dia. Foi, de facto, um enorme sucesso que ainda hoje agita facilmente as pistas de dança.

Por outro lado, o artista nunca escondeu o seu gosto pelo kuduro. É verdade que as características deste estilo musical angolano assentam bem na imagem de Yuri da Cunha. Fazem um bom casamento. Mas ele foi mais adiante – tem sido um grande divulgador da juventude.

“Sou angolano”, começa por dizer, “por isso” se sentir que pode contribuir em algo que venha a beneficiar o pais então vai fazê-lo. “A atracção pelo kuduro está na forma como a malta recria o estilo e como contagia quem o ouve. Só acho que pela dinâmica que tem, o espaço que ganhou deve ser mais musical: para que músicos e pessoas com outra instrução musical possam também gostar do kuduro como eu gosto. Acho que é chegado o momento de parar e usar a ciência musical junto deste estilo para que não sejamos vistos simplesmente como animadores de um conteúdo percussivo”, reconhece.

Ganhando cada vez mais maturidade e experiência internacional, Yuri da Cunha participou no Festival África Day, em Joanesburgo (África do Sul), onde foi considerado um dos melhores momentos do evento, tendo até merecido honras de capa no jornal sul-africano City Press.”

Artigo publicado na Revista Austral.

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Unilab promove cursos sobre cultura africana!

Dica para os professores e estudantes brasileiros…

Unilab

Unilab

“Estão abertas as inscrições para os cursos de extensão “Aspectos da Cultura e História Africana” e “Cinema na África: tradição, modernidade e política” e “Cinema na África: tradição, modernidade e política”.

Realizados pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab), os cursos são destinados para estudantes e professores da rede pública de ensino. O documento das inscrições deve conter: nome completo do candidato, nome do curso, número de RG ou CPF e número de telefone para contato.

Os inscritos do curso “Aspectos da Cultura e História Africana” terão uma formação inicial sobre a diversidade das sociedades africanas, apresentando uma visão sobre o continente a partir de aspectos como a cultura, política, economia, geografia, desde o período pré-colonial até a atualidade. Já o curso “Cinema na África” apresenta um panorama da produção africana contemporânea de filmes realizados por cineastas africanos ou de outras nacionalidades que abordem questões relacionadas ao continente.”

Fonte:  Palmares. Texto de Denise Porfírio

 

Serviço:

O que: Curso “Aspectos da Cultura e História Africana”

Quando: 06, 20, 27 de outubro e 10, 17 de novembro (sábados) das 9h às 13h

Onde: Anfiteatro do Campus da Liberdade da Unilab, em Redenção – Ceará

Contato: arteecultura@unilab.edu.br com

40 vagas

 

O que: Curso “Cinema na África: tradição, modernidade e política”

Quando: 10 de outubro a 12 de novembro das 16h às 18h30

Onde: Anfiteatro do Campus da Liberdade da Unilab, em Redenção – Ceará

Contato: arteecultura@unilab.edu.br com

100 vagas

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Angola Mãe Querida e Gira Disk Conexão no programa Rumos!

RTP África

RTP África (Photo credit: Wikipedia)

O programa Rumos (RTP África) está sempre prestigiando as novas iniciativas em torno da lusofonia! No programa do 5 de setembro de 2012, Zarpante está mais uma vez presente, por meio de Gregório Semedo, que foi ao programa contar um pouco mais sobre seu romance que você pode descobrir e apoiar no link seguinte: Angola Mãe Querida!

Rumos também passeia pela  bela festa Gira Disk Conexão, organizada pelos parceiros da Conexão Lusófona!

Além disso ainda tem Bob da Rage Sense e outras surpresas…

Clique aqui para assistir!

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Zarpando entre links!

Navegando pela internet, descobrimos alguns links interessantes que gostaríamos de compartilhar com nossos curiosos leitores! São links variados em torno de arte e cultura dos países lusófonos! Música, museus, cinema, dicas, e muito mais… São mais de 50 links que separamos com todo carinho para divulgar e compartilhar ainda mais cultura! Aproveitem e comentem este post e/ou compartilhem seus links sobre cultura de língua portuguesa!

Flag-map of Angola

Flag-map of Angola (Photo credit: Wikipedia)

-Links angolanos(8):

1- Angola Links:

“Portal de sites e blogs de Angola.

Uma seleção actualizada dos principais links angolanos, distribuídos por 28 áreas.
Sem ligações quebradas ! Sem páginas paradas no tempo !”

2- AngoNoticias:

Noticias de angola em tempo real!

3- Jornal de Angola:

Um dos maiores jornais do país!

4- Recordar Angola:

“Fotos e gentes de Cabinda ao Cunene”

5- Casa de Angola:
Um site com artigos sobre arte, cultura e muito mais sobre Angola! Uma entidade para promover a cultura angolana!

6- Embaixada de Angola em Lisboa:

O site da Embaixada de Angola em Portugal!

7- Embaixada de Portugal em Angola!

8- Mwangolê Notícias:

Revista online de informação geral.

- Links brasileiros(12):

1- Funarte:

A Fundação Nacional de Artes — Funarte é o órgão responsável, no âmbito do Governo Federal, pelo desenvolvimento de políticas públicas de fomento às artes visuais, à música, ao teatro, à dança e ao circo. Os principais objetivos da instituição, vinculada ao Ministério da Cultura, são o incentivo à produção e à capacitação de artistas, o desenvolvimento da pesquisa, a preservação da memória e a formação de público para as artes no Brasil.

2- Museu da Imagem e do Som:

“O Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS-RJ) foi inaugurado em 3 de setembro de 1965, como parte das comemorações do IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro.

O MIS lançou um gênero pioneiro de museu audiovisual, que seria seguido por outras capitais e cidades brasileiras. Além de ter se qualificado num centro de documentação de música e imagem, foi também um centro cultural de vanguarda nas décadas de 60 e 70 do século XX, lugar de encontros e de lançamento de idéias e novos comportamentos…

..O MIS não se restringe à guarda de objetos remanescentes do passado, mas está em dia com o presente e voltado para o futuro. Registra e preserva a memória, fazendo uso de tecnologias disponíveis em cada época.”

3- Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira:

“Com cerca de nove mil verbetes e em constante atualização, a versão on-line do Dicionário Cravo Albin é uma obra de referência para os estudiosos da música popular brasileira.”

4-  Revista Música Brasileira:

Artigos interessantes sobre música brasileira!

5-  Memória Musical:

O Instituto Memória Musical Brasileira (IMMUB) é uma Organização Não Governamental, sem fins lucrativos, sediada no Rio de Janeiro, voltada para a pesquisa, preservação e divulgação da Música Popular Brasileira. O IMMUB atua em pesquisa, com um banco de dados voltado para a discografia básica brasileira; informação e na organização e produção de eventos, consultorias de projetos e administração de programas de capacitação nas áreas de cultura e educação.

6- Rio Música S.C.:

“A RIO MÚSICA surgiu em julho de 1992, Sob a direção de Sérgio Mello Benevenuto.

Por todos esses anos, com a realização de Cursos Extras, Workshops e Eventos em geral já passaram mais de 4.000 estudantes por nossas salas. Vale lembrar que um grande número de alunos e ex-alunos de nossas turmas já são nomes conhecidos no mercado, como produtores, artistas, compositores, arranjadores ou músicos dos principais artistas da atualidade…”

7- Samba Carioca:

Tudo sobre samba carioca!

8- Clube do Tom:

Tudo sobre um dos maestros da Bossa Nova!

9- História Do Brasil.Net:

Textos e imagens da História do Brasil Colônia, Império e República. Fonte de pesquisas históricas…

10- CinemaBrasileiro.Net:

Um site dedicado ao cinema brasileiro!

11- AdoroCinema:

Site com noticias variadas sobre cinema nacional e internacional!

12- Bacalhau.com.br:

“Em pesquisa realizada sobre o hábito do consumo de bacalhau no Brasil, a grande maioria dos entrevistados identificou a Cidade do Porto, em Portugal, como o local de origem do mesmo. Por isso, dedicamos uma página a esta cidade e ao seu vinho, considerado um dos melhores do mundo.”

- Links de Cabo-Verde(6):

1- Site oficial do governo De Cabo-Verde.

2- Embaixada de Cabo Verde no Brasil.

3- The CV World-Wide News:

“World-Wide Cape Verdean News and Opinion”

Site em inglês sobre Cabo-Verde!

4- ECaboVerde:

Banco de fotos  de Cabo-Verde.

5- Cesaria Evora:

Tudo sobre uma das maiores estrelas da cultura de Cabo-Verde!

6- Fotos de Cabo-Verde:

Site alemão com fotos de Cabo-Verde

-Links de Guiné-Bissau(6):

1- Wikipédia:

Página do Wiki sobre Guiné.

2- Planeta Vida:

“O PLANETA VIDA é um espaço na internet onde podes conhecer, partilhar e participar para um mundo melhor!  Aqui podes descobrir muitas informações sobre os países que partilham uma língua comum – o português!”

3- História da Guiné-Bissau:

Conheça melhor a história desse belo país!

4- Movimento Cultural Ubuntu:

O Movimento Cultural Ubuntu pretende valorizar, preservar e fomentar a produção cultural guineense num contexto multicultural. ubuntugnb@gmail.com mcubuntuguinebissau.blogspot.com

 “eu sou porque nós somos. nós somos porque tu és”

“bem comum acima dos interesses individuais”

5- Rio Geba:

“Geba é o mais importante Rio que banha a Guiné-Bissau. Uma evocação simbólica para um “Blog” que é o oceano dos meus desabafos literários.”

6- Guiné-Bissau.com:

Site bem interessante sobre a cultura e muitos outros assuntos de Guiné!

-Links de Moçambique(6)

1- Iluminando Vidas:

“Iluminando Vidas is an itinerant exhibition on contemporary Mozambican photography. It is the first exhibition to offer such a comprehensive view of Mozambican photography since the end of 16 years of civil war in 1992.”

2- Bandeira de Moçambique:

Um pouco mais sobre a bandeira de Moçambique no Wikipédia.

3- Portal do Governo de Moçambique:

Site oficial do Governo de Moçambique!

4- Variados:

uma lista de links sobre Moçambique

5- Mingas:

Música de Moçambique!

6- ISArC:

“Somos a primeira instituição de ensino superior na área das artes e cultura em Moçambique. A nossa sede está localizada na Machava, na cidade da Matola. O Instituto Superior de Artes e cultura (ISArC) é uma pessoa colectiva de direito público, de âmbito nacional, dotada de personalidade jurídica, e goza de autonomia científica, pedagógica, administrativa e disciplinar.

Através do decreto número 45/2008 de 26 de Novembro, é criado o ISArC e no dia 15 de Setembro de 2009 iniciamos com as nossas actividades de ensino aprendizagem, comportando as seguintes faculdades:

  • Faculdade de Artes onde ministramos os cursos de Artes Visuais e Design;
  • Faculdade de Estudos da Cultura onde ministramos o curso de Animação Cultural;

Com um universo de cerca de 120 estudantes, começamos a funcionar, e, gradualmente, à medida que as condições forem sendo criadas, outros cursos poderão ser agregados.”

 

- Links de Portugal(15):

1- Artistas Unidos:

“Os Artistas Unidos formaram-se a partir do grupo que estreou, em 1995, “António, um Rapaz de Lisboa” de Jorge Silva Melo. Foi com espectáculos de elenco numeroso, peças sobre o aqui e agora ou outras do passado explicitamente políticas, que se fizeram os primeiros tempos da companhia: “O Fim ou Tende Misericórdia de Nós”, “Prometeu” (de JSM), “A Queda do Egoísta Johann Fatzer” de Brecht, “Coriolano” de Shakespeare. O Seminário “Sem Deus nem Chefe”, realizado na Antiga Fábrica Mundet do Seixal, em que foram criadas cinco pequenas produções, cada uma coordenada por um actor que nela participava, serviu de ensaio para os dois anos e meio de trabalho n’A Capital / Teatro Paulo Claro, encerrada pela CML em 29 de Agosto de 2002. Nesse período intenso, a aposta foi na dramaturgia contemporânea: Sarah Kane, Gregory Motton, Jon Fosse, David Harrower, Mark O’Rowe, Xavier Durringer, Spiro Scimone; Jorge Silva Melo, José Maria Vieira Mendes, Rui Guilherme Lopes e Francisco Luís Parreira entre os portugueses…”

2- Portal do Fado:

“O Portal do Fado é um espaço criado com o objectivo de convergir toda a informação acerca do Fado como estilo musical, os fadistas, discos e espectáculos, em constante actualização, e ainda expôr as opiniões e os pontos de vista dos visitantes, colocar questões e orientar discussões.”

Tudo sobre Fado!

3- Escultor.com.pt:

Tudo para quem gosta ou trabalha com escultura!

4- Instituto Camões:

5- Portugal-live.net:

Um site para quem quer descobrir ou viajar por Portugal!

6- Portugal Post:

Noticias para a comunidade portuguesa na Alemanha!

7- Luso planet:

Site dirigido a comunidade portuguesa na França!

8- Lusa Web:

From the Age of the Discoveries to the present, the Portuguese have been an adventurous and pioneering people. Whether tempted by riches of the new world or the opportunities to provide a better life for their families, millions of Portuguese from the Azores islands, Madeira, and of the Portuguese mainland have left their homeland and settled in all four corners of the World.

   LusaWeb is an Internet community dedicated to the people of Portuguese ancestry living in the United States and throughout the world. LusaWeb is a place to celebrate our common heritage, to learn about Portuguese history and traditions and to share the memory of our Portuguese ancestors.

9- Roteiro Gastronómico de Portugal:

Receitas e curiosidades culinárias de Portugal e de outros países lusófonos!

10- Diário de Noticias:

Grande jornal português!

11- Público:

Grande jornal português!

12- Centro nacional de Cultura:

“O Centro é uma Associação Cultural fundada em 1945, durante o Salazarismo, como um espaço de encontro e de diálogo entre os diversos setores políticos e ideológicos, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Desde o 25 de Abril de 1974, o CNC tem-se esforçado por transmitir uma noção de cultura sem fronteiras, quer disciplinares, quer geográficas. Ele tenta ser o elo de ligação entre aqueles cujos caminhos normalmente não se cruzam: velhos e jovens, artistas e empresários, setor público e privado. Grande parte da sua ação é dedicada à defesa do património cultural português, à divulgação do papel desempenhado pela cultura portuguesa no mundo, e à atualização das suas relações com outras culturas. Isto é feito através de exposições, de publicações, de cursos de formação, de viagens de estudo de âmbito cultural e de colóquios. Para além das atividades dirigidas ao grande público o C.N.C. organiza ateliers infantis, ações de formação específica para jovens, professores e guias de turismo cultural, promove cursos livres abrangendo as mais diferentes áreas e presta serviços culturais a associações, empresas, autarquias e organismos públicos. A dimensão europeia tem vindo a adquirir peso crescente no CNC, que desenvolve projetos em parceria com congéneres de outros países europeus e acolhe estagiários e artistas estrangeiros ao longo do ano.”

13- Biblioteca Nacional de Portugal:

14- Universidade do Minho:

15- Músicos portugueses:

Conheça alguns músicos portugueses!

-Links de São Tomé e Principe(5)

1- Bandeira nacional:

O que diz o wikipédia?

2- Arquivo Histórico de S. Tomé:

“Estas obras são apenas uma pequena mostra do enorme acervo existente no Arquivo Histórico de S. Tomé e Príncipe. Foram digitalizadas em Fevereiro de 2006  sob autorização e supervisão da sua Directora, Dra. Anabela Barroso. Lista de coleções digitalizadas no arquivo histórico de s. tomé.”

3- Cultura de São Tomé e Príncipe:

Um pouco mais de Wiki!

4- História e Cultura de São Tomé e Príncipe:

5- Diário de Viagem:

Um passeio por São Tomé!

- Links Timorenses(4):

1- Site oficial do governo de Timor-Leste:

2- História e cultura de Timor-Leste:

3- O “sistema da educação” em Timor Leste

Um blog bem interessante sobre educação e cultura em Timor-Leste!

4- Wikipédia!

- Links variados em torno da lusofonia(6)

1- Poesia Africana de Expressão portuguesa:

2- IILP:

“A história do Instituto Internacional da Língua Portuguesa – IILP começa, oficialmente, em 1989, quando os países de expressão portuguesa se reúnem, em São Luís do Maranhão, para pensar as bases de uma comunidade lusófona. Naquela ocasião, a ideia de se criar um instituto partiu do então Presidente da República do Brasil, José Sarney e de outros dignatários presentes.
Contudo, o Instituto só se tornaria realidade dez anos depois, em 1999, na VI Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa – CPLP, que já havia se constituído em 1996. Na reunião, realizada em São Tomé e Príncipe, foram definidas as orientações para a implementação do IILP enquanto organismo promotor da língua portuguesa, aprovados os estatutos que o regem e escolhido o país de acolhida de sua sede nos primeiros anos de existência: a República de Cabo Verde. A primeira Assembleia Geral realizou-se em abril de 2002, na cidade da Praia, capital daquele país.
Os objetivos fundamentais do IILP são “a promoção, a defesa, o enriquecimento e a difusão da língua portuguesa como veículo de cultura, educação, informação e acesso ao conhecimento científico, tecnológico e de utilização oficial em fóruns internacionais…”

3- Ciberdúvidas da Língua portuguesa:

Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspectiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, que completou 10 anos de existência em 15 de Janeiro de 2007. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.

Além de dispor de um consultório — constituído por um diversificado corpo de colaboradores que respondem, de segunda a sexta-feira, a todas as dúvidas do ponto de vista da ortografia, da fonética, da etimologia, da sintaxe, da semântica e da pragmática —, Ciberdúvidas da Língua Portuguesa abrange outras cinco áreas de conteúdos diferenciados. Aqui se procura fazer jus, interpretando-o nesta era de espaços em rede, ao «fiel secretário» a que se referia Luís de Camões…”

4- TFM:

TFM – Centro do Livro e do Disco de Língua Portuguesa – portugiesische Bücher und Musik – Teo Ferrer de Mesquita

Site alemão dedicado a literatura de língua portuguesa!

5TVisão:

Site com conteúdo variado em torno de arte e cultura dos países de língua portuguesa e de outros países…

6- Afromix.org:

O portal das culturas Africanas e do Caribe!

 

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Angola Mãe Querida!

Temos o enorme prazer de anunciar o primeiro projeto angolano em nosso site! O livro “Angola Mãe Querida”, é de autoria do angolano Gregório B.T. Semedo, que neste momento, reside em Portugal!

A obra viaja pelo quotidiano de Angola após a guerra civil. Embora seja uma obra de ficção, os personagens nos permitem conhecer um pouco da realidade angolana.

“O livro Angola mãe Querida, conta a história de um jovem emigrante “Zito” que passa pelo processo de adoção de uma nova pátria contrastando com a busca e resgate de suas verdadeiras origens em Angola. O livro Angola mãe Querida toca ao de leve nos fenómenos de dispersão do povo angolano: o tráfico negreiro e a guerra civil.”

A intenção é de editar e distribuir exemplares do livro em Angola, Portugal e Cabo-Verde!

Veja aqui um trecho, e uma ilustração do livro que queremos lançar!

Praia Morena ( Quadro do próprio escritor Gregório Semedo)

Praia Morena ( Quadro do próprio escritor Gregório Semedo)

1- Praia Morena

“Ao Passarem em frente da antiga ponte cais comentam:

- Daqui partiram muitos africanos com destino a diversas partes do mundo.- Diz Zito.

- É verdade, a maioria foi com destino ao Brasil e Estados Unidos da América. No Brasil a maioria foi para trabalhar nas plantações de café e cana de açúcar.- Completa Ferreirinha.”

Vamos participar pessoal?!

Para saber mais sobre o projeto e sobre as recompensas que podem ganhar se contribuírem, acessem o link seguinte:

Projeto Angola Mãe Querida!

E para ajudar na divulgação e ficar por dentro da progressão do projeto, basta participar do  grupo facebook que criamos para reunir os interessados pelo projeto!

Grupo Facebook Angola Mãe Querida!

Zarpem nessa!

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Angola e Brasil na avenida do samba!

Em 2012, a Vila Isabel fez um tributo a um dos pioneiros da lusofonia (Martinho da Vila), cantando as origens angolanas do samba! Eis o título de um enredo que mostrou a todos que Brasil e Angola tem muito mais em comum que a língua portuguesa: “Você semba la… que eu sambo cá. O canto Livre de Angola!”.

Português: Casal de mestre-sala e porta-bandei...

Português: Casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos de Vila Isabel, escola de samba do carnaval do Rio de Janeiro. (Photo credit: Wikipedia)

A escola encontrou, nos costumes trazidos pelos negros angolanos, as origens do samba!

Vale a pena conferir o desfile completo logo abaixo!
Quando Angola e Brasil se encontram em plena Sapucai, eis o resultado:

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