Zarpante convida todos os amantes da música erudita, assim como os apreciadores de música popular, a comparecer a este evento que apoiamos!
Convocamos desde já todos os cariocas, portugueses e gregos que morem no Rio de Janeiro, curiosos, estudantes de música, músicos, poetas, fãs de Fernando Pessoa…
Vinda de Portugal, estará presente especialmente para a ocasião, a cantora, instrumentista, compositora e escritora de letras para canções portuguesas ,Amélia Muge (nascida em Moçambique em 1952).
“A sua música junta tradição e inovação. Partindo da música tradicional portuguesa e africana para alcançar uma grande modernidade. Recorrendo tanto a instrumentos tradicionais como a “novas tecnologias” nessa busca de inovação. A música da Amélia Muge destaca-se também pela beleza das letras das suas canções. Ela tem musicado tanto poemas da sua própria autoria como poemas de vários poetas da língua portuguesa, onde se destacam Fernando Pessoa e Grabato Dias, sem esquecer os poemas de origem tradicional.” Fonte:Wiki
Amélia-Muge-Michales-Loukovikas
Mas como se não bastasse, o Festival conta ainda com a presença do grego Michales Loukovikas!
Vocês seriam completamente “Loukos”de não prestigiar esse senhor músico e essa carismática cantora que atravessaram mares e oceanos para estar no Rio de Janeiro cantando e tocando para os brasileiros!
Ano passado captamos fundos para o projeto “Ceci n est pas de L’ eau”. Desde então, a equipe envolvida no projeto já foi ao Brasil, filmou em distintos alambiques e voltou a França para editar o filme!
A equipe
Saiba mais na entrevista abaixo!
1. Por favor, apresentem a equipe de “Ceci n’est pas de l’eau”.
A equipe do Ceci n’est pas de l’eau consiste principalmente de duas pessoas – uma brasileira, Ana Clara, e um franco-americano, Yann-Yves. Nos formamos em cinema e comunicação pela Universidade Americana de Paris e trabalhamos nessa área desde então. No entanto, tivemos a ajuda de muitas pessoas durante as filmagens e o processo de pós-produção, no qual nos encontramos no momento. Somos muito gratos!
2. Como surgiu a ideia de fazer um documentário sobre cachaça?
Houve uma época em que o Yann-Yves trabalhava em um bar mexicano, onde havia tequilas e mezcais maravilhosos, e curiosamente um dos drinques mais populares era a caipirinha (de cachaça, claro). Eu (Ana Clara) sabia que a qualidade da cachaça usada não era das melhores, já que era uma cachaça industrialíssima, mas eu não sabia explicar o porquê. Foi aí que decidimos que seria interessante investigar mais sobre o destilado e, porquê não, fazer um documentario sobre o assunto.
3. Após captação bem sucedida no site Zarpante, partiram para as gravações no Brasil. Como foi essa etapa?
Nós tivemos a sorte e a oportunidade de sermos apoiados por múltiplas plataformas. Não só atingimos a nossa meta através da Zarpante, mas também fomos, de certa forma, patrocinados pela cachaça Leblon – uma marca que, como nós, é internacional e tem tudo a ver com o nosso projeto. Com isso conseguimos um orçamento confortável pra uma produção independente. Tudo, tudo mesmo, deu certo durante as filmagens, e em momento algum ultrapassamos esse orçamento.
4. Foi a primeira vez de Yann-Yves no Brasil, quais são suas primeiras impressões? E agora como definiria o Brasil em uma frase?
Em um mês, visitamos mais de 10 cidades em 4 estados diferentes, o que pode parecer muito, mas na verdade foi muito pouco. Eu (Yann-Yves) adorei Minas Gerais em particular, porque vimos a área rural, uma parte do Brasil que não é muito exportada. Eu acho isso uma pena, já que é uma região maravilhosa, pela comida, pelas pessoas e pela vista. Em uma frase, eu diria que o Brasil não só correspondeu às minhas expectativas, como também me surpreendeu em vários aspectos.
5. Quando pensam apresentar ao publico o resultado final de ” Ceci n’est pas de l’eau”? Alguma estratégia especifica de distribuição?
Como qualquer outra produção audiovisual, documentários levam um tempo para serem montados – principalmente se a equipe permanente consiste somente de duas pessoas. Temos como meta o meio do ano para finalizar a edição, mas não estamos com pressa. Priorizamos a qualidade. Quanto à distribuição, continuamos estudando a melhor alternativa.
6. Quantos litros de cachaça beberam durante as visitas que foram levados a fazer.
Nós trouxemos de volta para França mais do que bebemos durante as filmagens, naturalmente. Ao todo conseguimos trazer discretamente umas 13 garrafas nas nossas malas…
Como levar isso tudo em uma mala para a França?
7. Como distinguir uma boa cachaça de uma cachaça qualquer?
O processo de fabricação e o preço do produto final são boas indicações da qualidade do produto. Um litro de cachaça que custe menos do que um litro de leite (o que acontece, e é um grande problema) não pode ser coisa boa.
8. Como foi a feira da cachaça em Paraty, poderia descrever o evento para quem nunca foi?
Paraty por si só já vale a visita, mas um evento como esse dá um ar todo especial à cidade. Há até um roteiro gastronômico de cachaça, e a gente adorou provar todos os pratos típicos com um toque especial do destilado. O Festival da Pinga é o que pode-se esperar do nome – muita cachaça, muita festa, muita musica e muita, muita gente, de todos os horizontes. Recomendamos a visita durante uma hora ou dia mais calmo, em que se possa conversar com os produtores. Eles tem muitas histórias pra contar! Menção especial para Corisco e Engenho d’Ouro.
9. ”Ceci n’est pas de l’eau” é vosso primeiro projeto de filme documentário. Quais são vossos projetos para o futuro?
Temos algumas ideias, aqui e ali. À voir!
10. Uma brasileira e um americano em Paris, poderiam por favor citar-nos seu diretores preferidos (um americano, um brasileiro, um francês).
Pergunta difícil. Ana Clara – Fernando Meirelles, John Waters, Jean-Pierre Jeunet.Yann-Yves – Walter Salles, irmãos Cohen, Mathieu Kassovitz.
Viegas Filipe, Eléusio dos Prazeres, “Where are the Mozambican Musicians?:” Music, Marrabenta, and National Identity in Lourenço Marques, Mozambique, 1950s-1975. 2012.Uploaded 24 minutes ago -
O Curta metragem “O Bebe”, realizado pelo iraniano Reza Hajipour, venceu o prémio de melhor curta escolhida pelo público do FESTin 2013!
O Bebe
Tivemos a oportunidade de conhecer pessoalmente o simpático realizador, na cidade onde reside, Lisboa, e aproveitamos para entrevistá-lo! Leia o resultado desse encontro logo abaixo!
Quem é Reza Hajipour?
- “Me Chamo Mohammad Reza Hajipour, um nome difícil de ser pronunciado pelas pessoas: por isso, me apresento aos luso-falantes como Reza Hajipour.
Nasci em Fouman, Irão, em 1977. Trabalhei como produtor de rádio e TV em meu país. Mais tarde me interessei pelo cinema e comecei a realizar curtas.
Em 2008 me mudei para Portugal onde continuo a fazer curtas.”
Reza Hajipour
O que o levou a escolher Portugal como pais de residência?
- “Em 2007 meu primeiro curta “O primeiro Dia de trabalho” foi seleccionado no festival de curtas Fike em Évora. Durante minha curta estadia em Portugal, achei as pessoas muito calorosas.
Tinha amigos de vários países mas nunca tinha tido a chance de conhecer portugueses. Então decidi morar aqui porque para mim Portugal era como minha casa e durante os 5 anos que passei aqui, nunca senti falta do meu país.”
O que mais gosta em Lisboa?
- “Eu adoro os lugares históricos de Lisboa: Alfama, Belem, Largo do carmo, e claro, o chiado. Mas meu lugar preferido, é a Marginal. É uma parte impresionante de LisboaI. Me acontece de simplesmente pegar meu carro, ir de Lisboa a Cascais e voltar só porque adoro essa estrada.”
Pode nos falar um pouco de sua trajetória na rádio? Em que rádio trabalhou? Como foi a experiência para você? Isso lhe ajudou no setor audiovisual?
Eu estudava uma linguagem africana (Hausa) na faculdade e comecei a trabalhar como tradutor na rádio. Meu superior na rádio me incentivou a fazer um curso de produção radialística. Um ano depois, depois de ter completado o curso com sucesso comecei a trabalhar na Rádio Hausa como produtor.
Era um trabalho muito difícil no começo, porque eu precisava dirigir os apresentadores do programa e ter a certeza de que falassem sempre na língua “Hausa” de maneira correta. Aprendi tudo sobre rádio produção na época em que o sistema de rádio estava passando de analógico a digital. Nesse sentido, como produtor de rádio, tive que actualizar meus conhecimentos à essa nova tecnologia. Trabalhar na rádio me fez prestar mais atenção nos sons que me rodeiam. Meu programa de rádio ganhou dois prémios em um festival de Rádio e TV no Irã.
Qual foi o seu primeiro contato com o cinema? Quando você decidiu que queria trabalhar com o cinema?
- “Quando eu era garoto, não existia aparelho algum para ler vídeos no Irão, apenas um antigo projetor de filmes, cuja venda ou aluguer eram proibidos. Meus tios e eu éramos fãs de Bruce lee mas não podíamos assistir a seus filmes no cinema, então a única solução era alugar filmes com um projector muito caro e ilegal, e precisávamos ver 4 filmes virando a noite em nossa casa. Esse foi o meu primeiro contacto com o cinema aos 7 anos de vida.
Mais tarde, ao trabalhar na rádio e na TV, eu fazia diferentes programas por semana, mas não gostava tanto porque eram programas básicos. Eu tinha muitas ideias e histórias surgindo em minha cabeça mas não sabia o que fazer com elas. Por isso fui estudar cinema e aprender como escrever minhas histórias em uma linguagem cinemática. Um ano depois, terminei a escola de cinema e realizei meu primeiro curta.”
Quais são suas influencias artísticas?
Existem diferentes tipos de arte que me influenciam como director.
A literatura persa e russa me influenciaram bastante: as histórias de Sadegh Hedayat, os poemas de Ahmad Shamlou no que diz respeito aos persas, e, do lado russo, as histórias curtas de Anton Chekhov ou as de Nikolai Gogol, como por exemplo “The Overcoat” que me marcou fortemente.
No cinema é mais complicado porque é impossível dizer que eu goste de todos os filmes de um director. Geralmente eu prefiro filmes que mostrem a natureza humana e nossos comportamentos. Um bom exemplo é o do personagem “Travis”no filme “Taxi Driver”de Martin Scorsese. Ao assistir esse filme, podemos ver como cidadão comuns podem revelar assassinos. No filme “The Mist”de Frank Darabont, as criaturas extravagantes e assustadoras que se encontram ao longo de todo o filme, não me impressionam, o que me parece interessante, é como as pessoas reagem nesse tipo de situação e como mudam. Existem muitos exemplos mas isso fica para outra hora. De maneira geral, eu fui influenciado por alguns diretores como Giuseppe Tornatore, Stanley Kubrick, Frank Darabont, Steven Spielberg, Francis Ford Coppola, Roman Polanski e Quentin Tarantino.
Onde vai buscar a fonte de inspiração para escrever seus roteiros?
- “A ideia original de cada história que escrevi até agora, foi sempre produto da observação das pessoas e do que está ao redor de mim. Quando eu tenho uma ideia, eu a trabalho e desenvolvo. Tenho respeito por todo tipo de história ou de filmes, mas para mim, as melhores histórias são aquelas em que os personagens são credíveis e em que o público cria uma simpatia pelo personagem.”
Poderia nos resumir em uma frase o que é o cinema para você?
- “O cinema é imaginação e criação 24 vezes por segundo.”
Historia curiosa ou melhor lembrança de filmagem ou produção?
- “Estávamos fazendo um longa metragem no Irão, eu era o primeiro assistente do director do filme. Estávamos no meio do deserto filmando uma cena de tiros entre policiais e traficantes. A esposa do produtor executivo se sentiu mal e precisava voltar para Tehran. No entanto, não podíamos parar as filmagens por causa disso, mas tampouco conseguíamos encontrar quem quer que seja para substituí-lo. O produtor me pediu que ocupasse esse cargo. Por consequência, eu trabalhava como produtor executivo durante o dia e, na parte da noite, fazia meu trabalho como assistente de direcção na cena. Pela primeira vez na minha vida, eu fiquei acordado durante 72 horas!”
Queremos descobrir bons filmes iranianos. Que realizadores recomendaria?
- “Meus realizadores iranianos favoritos são: Bahram beyzaie, Dariush Mehrjui, Naser taghvai, Ali Hatami and Asghar Farhadi.”
O seu curta “O Bebe” foi escolhido pelo público como o melhor curta do FESTin 2013. O que esse prémio representa para você e quais são as portas que poderiam ser abertas graças a essa menção honrosa?
-”É uma honra para mim fazer filmes em português! Hoje me sinto como parte integrante da comunidade portuguesa.
Ano passado, o Sapporo Film Festival seleccionou 4 directores de curtas de diferentes partes do mundo, e fui um dos escolhidos,
quando me perguntaram que país eu representava, Irã ou Portugal, respondi sem pestanejar: Portugal.
O Euro Channel selecciona um curta por país europeu por ano para representar o cinema do velho continente. Foi um grande momento para mim, quando escolheram meu filme, entre vários outros curtas portugueses, para ser transmitido no canal deles.
Agora, com a preferência do público pelo meu curta “O Bébé”, e o reconhecimento deste, como o curta preferido do público no FESTin 2013, pensei: “Agora minha responsabilidade é maior que anteriormente, porque eu represento realmente o cinema português”. Essa menção honrosa me dá mais energia para continuar meu trabalho.”
Quais são os seus projetos (curtas, filmes, programa TV…) para o futuro?
- “No momento, estou trabalhando em um script para um curta metragem chamado “Os Olhos”. Escrevi essa história faz uns 7 anos e reescrevi várias vezes corrigindo até chegar ao ponto desejado. Acredito que seja a melhor história que escrevi até hoje.
Produzi todos os meus filmes até agora mas este curta tem muitas despesas previstas e por isso procuro investidores e produtores para meu próximo filme.”
O que tem em comum um ilustrador de Novo Hamburgo, e um escritor graduando em filosofia pelo Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro?
Ambos acreditaram no Crowdfunding e inscreveram um projeto na plataforma Zarpante!
Gilberto Borba Ilustrador
- Gilberto Borba é um ilustrador de Novo Hamburgo com mais de 17 anos de experiência.
Ele está produzindo a arte final do livro infantil “A Turma da Floresta no Castelo da Bruxa”, e precisa da ajuda de todos nós para captar os fundos que o permitirão remunerar os gastos e a mão de obra profissional!
Em agradecimento aos mecenas que apoiarem esta criação artística, no livro sairá publicidade com nomes e logotipos dos patrocinadores. Também será divulgada publicidade sobre o Instituto do Câncer Infantil, pois um dos personagens do livro, o leãozinho, é amigo do Leão Coragem, mascote do Instituto.
A quantia necessária é de apenas 21, 72 €, por isso, se cada um de nós, sensíveis ao trabalho do Gilberto, contribuir com um pouco que seja, podemos facilmente atingir a modesta meta financeira do projeto do ilustrador!
Veja abaixo algumas ilustrações de Gilberto Borba:
Uma das ilustrações do projeto!
Outra ilustração do projeto.
Um dos trabalhos anteriores de Gilberto Borba
Milton Roza Júnior. Escritor
- Milton Roza Júnior é um escritor graduando em filosofia pelo Mosteiro de São Bento (Rio de Janeiro).
Fez também três cursos de literatura na Casa Mário de Andrade, em Barra Funda, cidade de São Paulo.
Recebeu recentemente uma proposta da Editora Novo Século, relativa ao seu livro “A Semente”: publicar o livro em uma tiragem mínima de 1.500 exemplares distribuídos nas maiores livrarias de todo o Brasil e utilizados também na feira internacional do livro, deste ano, no Rio de Janeiro.
Leia abaixo um trecho do livro “A Semente”:
‘PLANTANDO O BELO’ – CAPÍTULO I
- Belo dia de hoje, não acha, Isa?
- É verdade. Suspirou a adolescente com outros interesses na névoa da mente.
- Papai, por que todos se acham felizes num dia de sol?
- Porque o Sol ilumina nossos corações e nos faz despertar para verdadeira felicidade.
- Eu não me acho feliz, faz muito tempo.
- Pode deixar que você a encontrará, é só ter paciência.
– Isso deve demorar muito, pois não vejo nada na minha frente para que isso que sinto mude.
Pedhro se sentiu incapaz de conseguir tirar-lhe o véu de seus olhos para que ela sentisse mais prazer com a vida, porque seu sentido de viver era de jogar sempre positivamente com o objetivo de ganhar algo altruístico, algo que beneficiasse sua família, sua prole e quem viesse com bons sentimentos em seu caminho. O jogo da vida, essa era sua pedra fundamental. Enquanto Isa era uma menina muito rebelde, no sentido de que a procura pelo prazer, o vazio que nunca se acha, era muito mais importante do que a simples veneração pelo amor, pela carícia, pelas palavras de idônea sinceridade. Era a espera eterna pelo bem amado, por oportunidades boas, por uma compreensão melhor da família. Ela precisava de um pequeno ajuste, pois seu pai entendia que não se deve esperar demais por uma gestação de problemas. Nove horas para isto, nove dias para isso, nove meses para aquilo; devia ser resolvido pelo risco de sua gênese, o risco profundo, aquele que só a intuição masculina pode revelar, porque a vida era se arriscar e não esperar. O auge desta conversa poderia acabar em discussão, porém era preciso alcançar as leis da natureza que se favorecem para benefício de todos os que a compõe. Eles sentiram o balançar das plantas suportando o vento, lutando contra própria natureza pela simples ação desta estar sendo representada pelo vento. Sentiram os animais também lutando pelo seu dia a dia, alguns imergindo na terra pela alimentação, corrida diária pela vida. Parece inóspita fazendo seus filhos percutir dia-a-dia, alguns não encontram alimento, outros precisando de sol ou chuva não os encontram. Porém isso faz parte de um plano de dicotomia, pois a noite só aparece com a ausência da Luz, a sede com a ausência da água, a seca pela ausência da chuva, o mal pela ausência do bem e a infelicidade pela ausência da felicidade.
Fazer um filme de terror pode ser assustador, mais ainda quando trata-se da primeira longa-metragem de fantasia portuguesa!
O filme escrito e realizado por Pedro Horta conta com a participação dos actores seguintes: Sofia Reis, Vitor Ennes, Sara Quintela, Olivia Ortiz, Lourenço Seruya, Lino Gomes, Luis Eusebio, João Machado.
A Equipe está já em filmagens e convoca a participação, no site Zarpante, de todos os amigos, familiares, fãs do cinema, amantes do terror, portugueses, luso-falantes…
Contamos com a ajuda de cada um de vocês para que o filme seja visto em todo o mundo incluindo Festivais Internacionais, Salas de Cinema Comerciais e DVD.
Quem teve a chance de escutar a bela voz de Ana Lains já conhece o talento da moça!
Quem ainda não conhece essa voz, que subtilmente invade a alma de quem ouve, precisa o quanto antes cair no canto harmónico de Ana Lains!
Ana Lains
“Ana Laíns canta pela primeira vez em público aos 6 anos, desde cedo a artista nascida em Tomar descobre o seu talento inato para a música e aos 15 anos canta o seu primeiro fado. Após ter vencido a Grande Noite do Fado de Lisboa em 1999 decide levar a sério a sua carreira musical e apresenta-se nos Estados Unidos, Alemanha, França, Bélgica e Luxemburgo.
No ano 2000 surgem os seus primeiros registos em estúdio participando em algumas compilações. Apesar de ter assinado o seu primeiro contrato discográfico em 2003 com a editora Difference a convite de Samuel Lopes, só sentiu maturidade para gravar o seu disco de estreia no final de 2005, contando com a ajuda de Diogo Clemente na direcção musical e produção. Em Abril de 2006 chega por fim ao mercado o seu primeiro álbum “Sentidos” onde Ana Laíns interpreta alguns dos seus poemas de eleição de Florbela Espanca, Lídia Oliveira, António Ramos Rosa entre outros e conta com um naipe de músicos de excepção.
É apelidada por muitos como uma das maiores intérpretes da música portuguesa nos últimos anos. Com o recente disco “Quatro caminhos” concluímos que veio pra ficar. Após o lançamento em Março de 2010, e a tour de apresentação 2010/11/12 que já passou por países como Portugal, Espanha, Luxemburgo, Bélgica, Republica Checa, Itália, Suíça, Sérvia, Holanda, Alemanha ou Estados Unidos, Ana Laíns prepara-se para o ano de 2013 e para continuar a apresentar este concerto que apelida de “Viagem” pela cultura musical portuguesa.
O seu último disco foi considerado um dos 10 melhores álbuns do mundo pela imprensa holandesa, abrindo portas para a tour de 1012. A crítica adorou-a em palco, e fala da sua virtuosa forma de cantar, forte performance, interpretação e capacidade natural para chegar ao público. Em Portugal foi considerada uma grande revelação por dar uma nova cor ao fado e à música portuguesa.
A sua música tem marcado pontos no mercado discográfico, e escolha de algumas das compilações mais importantes dos últimos anos, com destaque para “Fado sempre” de 2008, “Divas do fado” de 2009, “Fado Portugal” de 2011, e mais recentemente “ Mensageiros” antologia poética e musical que conta com nomes como Dulce Pontes, Ruy de Carvalho ou Joaquim de Almeida. Em 2012 “Pode ser saudade” com selo Farol, reúne os maiores nomes do fado, contando também com o nome de Ana laíns.
A cantora tem, também, visto o seu talento reconhecido por colegas como Beto Betuk, Rogério Charraz ou Miguel Brito Rebelo, colaborando nos seus discos como convidada, a por Rui Veloso, Ivan Lins, Dulce Pontes e Maria Ana Jopek.
Um projeto de longa português que conta com a contribuição de todos os portugueses, amantes do cinema ou loucos por filmes de terror!
O Que Os Olhos Não Vêem
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Sinopse: Cinco amigos que andam na Faculdade de Cinema de Lisboa, fazem praxes e partidas uns aos outros, e sem querer (ou não), despoletam uma entidade Demoníaca através de um livro de feitiços.
Nesse fim de semana, vão fazer filmagens a uma casa numa localidade isolada em Portugal, um deles começa a revelar sinais de possessão, e todos eles começam a desconfiar uns dos outros.
Um a um são condenados por aquela entidade desconhecida, mas um deles resiste ao Demónio e pode ser a chave da solução.”
Dia 10 de Abril acontece em Lisboa o enceramento do FESTin 2013! O Cinema São Jorge acolhe o público a partir de 21h30 para a cerimonia de enceramento do festival.
O filme brasileiro Bróder (premiado no Festival de Gramado em 2012) será o ultimo longa apresentado no FESTin 2013!
Vejam abaixo o trailer do filme:
Bróder Brasil, 2010, 93 minutos, Ficção Realização: Jeferson De Com: Caio Blat, Jonathan Haagensen, Silvio Guindane, Cássia Kiss, Zezé Mota
Horário: 10 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira (Encerramento)
Sinopse: Macu, Jaiminho e Pibe são três amigos de infância que nasceram e cresceram na comunidade do Capão Redondo, na periferia de São Paulo. Muitos anos depois, Macu ainda mora no Capão e está envolvido com o crime. Craque de futebol que joga na Europa, Jaiminho visita os amigos e aguarda a convocação para a Copa. Pibe, que se mudou para outro bairro, é um pai de família sem muitas perspetivas na vida. No aniversário de Macu, reencontram-se por apenas um dia, para reafirmar a sua amizade e brigar pelas suas diferenças. Apesar do amor e da amizade que os une, a vida fará cada um seguir seu destino.
Nesta 4ª edição do FESTin foram selecionados onze longas-metragens para a competição (em ordem alfabética):
A Coleção Invisível Brasil, 2012, 89 minutos, Ficção Realização: Bernard David Attal Com: Vladimir Brichta, Walmor Chagas, Ludmila Rosa, Clarisse Abujamra e Conceição Senna.
Horário: 7 de abril | 20h | Sala 3
Sinopse: Para resolver a crise financeira da loja de antiguidades de sua família, Beto se aventura ao interior da Bahia em busca de uma coleção de gravuras raras. Ali ele encontra Samir, o colecionador, e a sua família arruinada pela decadência das plantações de cacau. O encontro o fará mergulhar na sua própria história familiar e mudar sua visão de mundo
A Crença
Angola, 2011, 95 minutos, Ficção Realização: Dorivaldo Fernandes
Com: Bruna Lopes, José Diogo, Isabel Carvalho e Constância Lopes
Horário: 4 de abril | 18h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse: O filme narra a história de Talita, uma menina que nasceu albina e muda, cuja mãe seropositiva acabou por falecer. Odiada por muitos, ela vai passar por muitas dificuldades na vida. A diferença gera a descriminação. A ignorância gera o preconceito. Haverá um dom divino que despertará a ambição de todos.
Premiações: 5ª edição do FIC Luanda 2012 – Melhor Longa-metragem Nacional
Bonitinha, mas ordinária
Brasil, 2012, 91 minutos, Ficção
Realização: Moacyr Góes
Com: João Miguel, Leandra Leal e Letícia Colin
Horário: 5 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse: “Bonitinha, mas Ordinária”, peça de Nelson Rodrigues, propõe uma reflexão sobre a ideia de tentação que persegue o homem desde o paraíso até aos dias de hoje. Uma espécie de marca da humanidade. O filme conta a história de Edgar, um homem simples, dividido pela proposta de casar-se por dinheiro com Maria Cecília, filha do seu chefe e vítima de estupro, ou permanecer na pobreza ao lado de Ritinha, o seu grande amor. Bonitinha, mas Ordinária revela ao espectador a vida de Edgar, Maria Cecília e Ritinha, que se desdobra em faces antagónicas onde as regras sobre ética, amor e civilidade compõem a tríade obscura que coabita os seus personagens.
Cartas para Angola
Brasil, 2012, 75 minutos, Documentário Realização: Coraci Ruiz e Júlio Matos
Horário: 8 de abril | 18h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse: Brasil e Angola são duas margens do Atlântico que possuem a mesma língua, um passado colonial em comum e muitas histórias compartilhadas. Neste filme, pessoas separadas por um oceano trocam correspondências – alguns são amigos de longa data, outros nunca se viram. As suas histórias entrecruzam-se e contam sobre fluxos de migração, saudade, pertencimento, guerra, preconceitos, exílio, distâncias. A busca da identidade e o fio da memória são conduzidos pela linha da afetividade que une as sete duplas de interlocutores que o documentário nos apresenta: pessoas que traçaram as suas histórias de vida entre Brasil, Angola e Portugal.
4.º Festival do Filme Etnográfico do Recife – Melhor Documentário
5.º Festival Internacional de Cinema de Luanda – Melhor Documentário Internacional
Cine Holliúdy
Brasil, 2012, 91 minutos, Ficção Realização: Halder Gomes Com: Edmilson Filho, Miriam Freeland, Roberto Bomtempo, Joel Gomes, Fiorella Mattheis, Angeles Woo, Falcão, João Netto, Karla Karenina, Marcio Greyck, Jesuíta Barbosa, Rainer Cadete, Fernanda Callou, Haroldo Guimarães, Ary Sherlock, João Pedro Delgado
Horário: 7 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse: O filme retrata de forma hilária, romântica, lúdica e nostálgica as exibições mambembes de cinema no interior do Ceará, na década de 70, no período em que a popularização da TV iniciava a sentença final aos cinemas nas pequenas cidades.
- 3º Festival Nacional de Cinema de Petrópolis – Melhor Filme e Melhor Fotografia (Carina Sanginitto)
- 3º FestCine Maracanaú – Melhor longa, melhor Diretor, Melhor Trilha, Prémio do Júri Popular
Colegas
(este filme também faz parte da Homenagem ao Festival de Gramado)
Brasil, 2012, 100 minutos, Ficção Realização: Marcelo Galvão
Com: Ariel Goldenberg, Rita Pokk, Breno Viola, Lima Duarte, Leonardo Miggiorin, Juliana Didone, Marco Luque, Germano Pereira.
Horário: 6 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse:Colegas é uma divertida comédia que aborda de forma inocente e poética coisas simples da vida através do olhar de três jovens com síndrome de Down, apaixonados por cinema. Um dia, inspirados pelo filme Thelma & Louise, resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro (Lima Duarte) em busca de seus sonhos: Stalone quer ver o mar, Márcio quer voar e Aninha busca um marido para se casar. Partem do interior de São Paulo rumo a Buenos Aires. Nessa viagem, enquanto experimentam o sabor da liberdade, envolvem-se em inúmeras aventuras e confusões como se a vida não passasse de uma eterna brincadeira.
- 40º Festival de Gramado 2012 – Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Prémio Especial do Júri
- International Disability Film Festival “Breaking Down Barriers”, Moscovo – Prémio Caneskov
- 27o Festival del Cinema Latino-americano di Trieste – Prémio do Público
- 36ª Mostra internacional de Cinema de São Paulo – Melhor Filme Júri Popular
Essa maldita vontade de ser pássaro
Brasil, 2012, 85 minutos, Ficção Realização: Paula Fabiana Com: Cynthia Falabella, Martha Nowill, Rodrigo Nogueira, Lorenzo Martín, Elias Andreatto, Adrian Steinway, Leopoldo Pacheco.
Horário: 4 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse: Uma bailarina em busca dos seus sonhos perdidos, um músico em busca do seu passado, personagens enclausurados nos seus mundos, numa metáfora sobre a liberdade, num filme em busca da liberdade, projeto de filme guerrilha filmado em super 8.
O Grande Kilapy
Angola/ Portugal/Brasil, 2012, 100 minutos, Ficção Realização: Zézé Gamboa Com: Lázaro Ramos, Pedro Hossi, João Lagarto, Patrícia Bull, Adriana Rabelo, Sílvia Rizzo, Hermila Guedes, São José Correia
Horário: 3 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse: Joãozinho é um vigarista com uma profunda ética de amizade, bon vivant a todo o custo, é uma pessoa simples e que vive indiferente às contingências de vida numa colónia portuguesa. Por forças das circunstâncias Joãozinho acaba por se tornar uma personagem incómoda e subversiva para o regime colonial português.
Onde está a felicidade? Brasil, 2011, 110 minutos, Ficção Realização: Carlos Alberto Riccelli Com: Bruna Lombardi, Bruno Garcia, Marcello Airoldi, Marta Larralde e María Pujalte
Horário: 8 de abril | 21h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse: Teodora (Bruna Lombadi) descobre que seu marido (Bruno Garcia) estava mantendo uma relação virtual e entra em crise, o que resulta na perda de seu trabalho como apresentadora de um programa culinário. Desiludida, resolve cair na estrada e parte para uma viagem de autoconhecimento, percorrendo o Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. Junto com seu antigo diretor e uma nova amiga, Teodora vive uma divertida aventura, enquanto Nando bola um plano para reconquistar seu grande amor. Será que eles conseguem ficar juntos novamente?
Premiação: Melhor Filme Júri Popular do Festival de Cinema de Paulínia 2011
Outro Olhar
Brasil, 2012, 90 minutos, Ficção Realização: Cristiano Requião Com: Nathália Klein, Leonardo Genesis, Diego de Abreu
Horário: 6 de abril | 18h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse: Suellen, uma adolescente que mora numa comunidade pobre, envolve-se num sequestro por influência do seu irmão de criação. Durante o cativeiro apaixona-se pela vítima: um jovem médico que tem a vida que ela sempre sonhou.
Vidas Vazias e as Horas Mortas
Brasil, 2012, 87 minutos, Ficção Realização: Pedro Lacerda Com: Pedro Domingues, Dina Brandão, Andrade Jr., Abaetê Queiroz, Mauricio Witczak, Adriana Nunes
Horário: 7 de abril | 18h30 | Sala Manoel de Oliveira
Sinopse: No leito de morte, um pai pede ao filho mais novo que vá atrás dos irmãos que partiram do Ceará há muitos anos para trabalhar na construção de Brasília, e reúna a família de novo. Mas ele nem imagina que para atender ao pedido do pai, vai ter que sobreviver num mundo muito diferente do seu, habitado por policiais corruptos, traficantes de armas e assassinos de vários estilos e matizes.
- Conheçam também alguns dos longas em competição:
Nesta 4ª edição do FESTin foram selecionadas 20 curtas-metragens para a competição (em ordem alfabética)
A cidade e o sol Portugal, 2012, 16 minutos, Ficção Realização: Leonor Noivo Com: Sara Gonçalves e António Fonseca
Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Uma mulher e dois cães numa casa de uma cidade. Ela reencontra nos gestos de um quotidiano a lembrança de quem partiu. O sol ofusca, torna-se agressivo e, como a morte, ela não consegue olhá-lo de frente, apenas o seu efeito nas sombras à sua volta.
Premiações: – Festival de Curtas-metragens de Vila do Conde – Menção Honrosa
A Dama do Estácio Brasil, 2012, 22 minutos, Ficção Realização: Eduardo Ades Com: Fernanda Montenegro, Joel Barcellos, Nelson Xavier, Rafael Souza-Ribeiro.
Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Zulmira é uma velha prostituta. Um dia ela acorda obcecada com a ideia de que vai morrer. Ela precisa de um caixão.
Premiações:
- Primeiro Plano | Festival de Cinema de Juiz Fora de Fora – Melhor Filme
- 9º Amazonas Film Festival – Melhor Ator (Rafael Souza-Ribeiro)
- Brafftv – Brazilian Film & Tv Festival of Toronto – Melhor Atriz (Fernanda Montenegro) e Melhor Direção.
A Linha Portugal, 2012, 13 minutos, Ficção Realização: Adriana Martins da Silva, Pedro Martins, Sofia Nunes Com: Graça Noites, Sofia Fragoso Pires, Maria do Rosário Gomes
Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Uma casa, três gerações, um sonho de criança. No silêncio da sala, Alice pergunta-se se será possível desfazer o que foi feito.
A melhor idade Brasil, 2011, 15 minutos, Ficção Realização: Angelo Defanti Com: José Wilker, Liliana Castro, Átila Calache e Miguel Arraes.
Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Meu nome é Antenor, tenho 70 anos e uma ferida na perna. Tive que escolher entre o remédio para diabetes e a mensalidade da TV de cabo. Escolhi a TV. Aos setenta anos, quem precisa de pernas?
Premiações (entre outras) 39º Festival de Cinema de Gramado 2011 – Melhor Ator (José Wilker);
3º Curta Carajás/PA 2011 – Melhor Filme pelo Júri Oficial e Júri Popular
7º Curta Canoa/CE 2011 – Melhor Direção de Arte;
9º FestCineAmazônia/RO 2011Melhor Ator (José Wilker);
Abelardo Brasil, 2012, 16 minutos, Documentário Realização: Ane Siderman Com: José Antônio da Silva Ballestero
Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Abelardo é um documentário sobre José Antônio da Silva Ballestero, projecionista há 53 anos nos cinemas da fronteira oeste do Rio Grande do Sul. José Antônio aprendeu o ofício com o pai, Abelardo, que o incentivou a trabalhar na cabine de projeção desde cedo. A história conta a trajetória de um homem simples, mostrando a sua visão pura e apaixonada pelo cinema. Os filmes, as lembranças e opiniões revelam-se numa linguagem espontânea e divertida.
Premiações: 39ª Jornada Internacional de Cinema da Bahia – Melhor Documentário
Festival Mecal Chile 2012 – Mejor Cortometraje Documental
Água Boa, Vida Saudável São Tomé e Príncipe, 2011, 14 minutos, Documentário Realização: Kalú Mendes.
Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: São Tomé e Príncipe é um arquipélago com água em abundância, mas confronta-se com um problema de distribuição e de qualidade. Apenas 30% da população tem acesso a água canalizada e de boa qualidade. Por isso, o desafio tem sido a melhoria da qualidade da água para o consumo, de modo a garantir o bem-estar económico e social das populações.
As Mortes de Lucana Brasil, 2012, 20 minutos, Ficção Realização: Alceu Bett Com: Paula Pinto, Robson Benta, Dany Adams
Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Histórias permeadas de poesia e literatura contam a relação entre amor, morte e filosofia presente na mente e alma de Lucana, vivida pela portuguesa Paula Pinto. Numa obra de curta duração, as angústias dos personagens entrelaçam-se entre a realidade e loucura. As Mortes de Lucana constrói um ambiente subjetivo, repleto de significâncias metafóricas compartilhadas por Graco, protagonizado pelo ator catarinense Robson Benta. O filme conta ainda com a participação especial do francês Dany Adams.
O Bebé Portugal, 2011, 11,22 minutos, Ficção
Realização: Reza Hajipour
Com: Francisco Brás, João Craveiro, Paulo Duarte Ribeiro, Joana Brandão, Gustavo Vargas, A.Z. Silva, Sandra Ferreira, Andreia Ferreira, João Araújo, Teresa Negrão e Luís Lobão.
Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Uma equipa de filmagem está a rodar um filme sobre um bebé. Precisam que o bebé chore numa determinada cena, mas não estão a conseguir! Toda a equipa, especialmente o produtor, está cansada de repetir a mesma cena…
Encontro com o criador Angola/Portugal, 2012, 12 minutos, Ficção Realização: Ciomara Morais Com: Daniel Martinho, Valter Carvalho, Giovanni Lourenço, Eugénia Lebre e Ciomara Morais
Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Estreada no Festival Internacional de Cinema de Luanda, é a primeira obra da atriz Ciomara Morais como realizadora. Conta a história de Pinguinhas, um homem violento, sem escrúpulos, bêbedo e drogado que um dia aparece morto. Sem se saber se morreu devido à sua má vida ou se foi assassinado, é enterrado com urgência. Durante o funeral todos falam bem dele, com receio de que o seu espírito venha assombrá-los. Todos exceto a sua viúva que durante anos foi vítima de violência doméstica.
Filme para poeta cego Brasil/Cuba, 2012, 25 minutos, Ficção Realização: Gustavo Vinagre Com: Glauco Mattoso, Carlos Akira Nichimura, José Trassi, Fábio Campos Norat, Hugo Rodrigo.
Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Glauco Mattoso, poeta cego sadomasoquista, aceita participar num documentário sobre a sua própria vida, mas as condições que impõe dificultam o trabalho do jovem diretor.
Premiações Berlin International Film Festival – Menção Honrosa – Júri internacional da Mostra Generation;
Festival de Mar del Plata (Argentina) – Melhor Curta-metragem;
Festival de Havana (Cuba) – Menção Honrosa;
Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: Melhor Filme, Direção e Prémio da Crítica;
Festival Internacional de Curtas de São Paulo: um dos 10 preferidos do público, recebeu o Prêmio Porta Curtas, Prêmio Avon, CTAV e ABD-SP.
Manifesto das Imagens em Movimento Moçambique, 2012, 5 minutos, Documentário Realização: Diana Manhiça Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Originalmente editado como um manifesto do KUGOMA para a introdução da seção de Arquivos de Imagens em Movimento do festival, em 2012, as imagens filmadas por Diana Manhiça e Ilda Abdala durante a remoção de caixas e películas irrecuperáveis do acervo do INAC (Instituto Nacional de Audiovisual e Cinema), em Maputo, foram cruzadas com registos do Simpósio do Festival Dockanema de 2010, e excertos de entrevistas do Projecto “Fora de Campo” de Catarina Simão. O contexto é definido por elemento textuais, da Declaração sobre a Conservação e Preservação do património Audiovisual da UNESCO, de 1980.
Menino do Cinco Brasil, 2012, 20 minutos, Ficção Realização: Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira Com: Thomas Oliveira; Emanuel de Sena; Fábio Costa; Jonas Laborda Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Ricardo finalmente encontra um amigo, mas ele não pode ser seu.
Premiações: - Festival de Cinema de Gramado – Melhor Filme Júri Oficial; Melhor Filme da Crítica; Melhor Filme Júri Popular; Melhor Roteiro; Melhor Ator
- Premiação Aquisição Canal Brasil
Sinopse: Segundo filme de Possidónio Cachapa, escritor, que aqui adapta o seu próprio romance de 1997, uma história de amor no Alentejo dos anos setenta portugueses.
O rapaz que ouvia pássaros Portugal, 2012, 10 minutos, Ficção Realização: Inês Rueff e João Seguro Com: Daniel Viana, Henrique Bugalho, Diana Costa e Silva
Horário: 4 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Rui, 36 anos, ficou recentemente surdo. Não aceitando esta condição, refugia-se na escrita. Um dia, Daniel, um rapaz de 12 anos, com uma super capacidade auditiva aparece à sua porta e conta-lhe que existe uma fonte nas redondezas capaz de curar a sua surdez. Desconfiado, Rui só começa a acreditar quando Daniel encontra uma cria de pássaro cujo piar não consegue ser ouvido pelo ser humano.
Premiações:
Festival CLAP – Melhor Filme, Melhor Argumento, Melhor Direção de Fotografia e Melhor Ator
Prescrição Portugal, 2011, 14 minutos, Ficção
Realização: Marco Miranda
Com: José Carlos Garcia, João Perry, Nádia Santos e Nuno Viana
Horário: 6 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Na cidade vive um homem que questiona. Na cidade vive um homem… igual aos outros homens que conhecemos como homens, só que este, ao contrário dos outros, questiona a sua existência.
Sexo, Amor e SIDA Guiné-Bissau, 2011, 13 minutos, Ficção Realização: Alexandre Dias e Carlos Vaz Com: Dina Adão e Carlos Vaz Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Um casal faz cinco anos de casados. Para cúmulo do azar, no dia do seu aniversário, um dos cônjuges recebe o resultado clínico de que é seropositivo. Esta triste notícia transforma o aniversário num verdadeiro inferno. Em lugar de festejo como o habitual, instala-se a confusão com discussões, brigas e acusações mútuas. Que ninguém estranhe a agressividade exibida neste filme, pois ele reflete a própria agressividade do HIV – SIDA, que infelizmente, pode vitimar qualquer um de nós e que só pode ser vencida pela solidariedade humana.
Solitária Portugal, 2012, 7 minutos, Ficção Realização: José António Ferreira Borges Mendes Com: Luís El Gris
Horário: 5 de abril | 18h00 | Sala 3
Sinopse: Baseado no excerto do livro Fogo que arde sem se ver de Rui Noronha e Sousa. Francisco enclausurado. O primeiro impacto com a solitária é de asco e estranheza, à medida que o tempo passa, descobre que afinal não está só. Quem serão os seus novos companheiros?
Para quem dança profissionalmente, ou para quem quer descobrir o dançarino que tem dentro de si, ficam aqui algumas dicas que recolhemos Zarpando por aí…
Existem pessoas que movimentam timidamente os pés ao ritmo da bateria, outras que chacoalham o pescoço ao som do baixo, há também quem prefira pular para todos os lados, mas uma coisa é certa: dançar faz bem ao corpo e a alma!
Vamos às dicas:
- Vem ai:
1- Ano Brasil-Portugal
MOSTRA DE DANÇA DO BRASIL 2013 – ANO DO BRASIL EM PORTUGAL 2013
TATYANA – COMPANHIA DEBORAH COLKER
Dia 19, 20 E 21 abril, Teatro São Luiz
SALA PRINCIPAL Duração: 89 minutos
SEXTA E SÁBADO ÀS 21H, DOMINGO ÀS 17H30
Sinopse
Deborah Colker foi buscar inspiração para seu novo espetáculo num grande clássico da literatura universal.
Tatyana é baseado em “Evguêni Oniéguin”, o romance em versos, publicado em 1832 por Aleksandr Púchkin (1799-1837), o pai da literatura russa.
Em dois actos, a Companhia de Dança Deborah Colker leva ao palco o próprio Púchkin, interagindo com as acções, desejos, pensamentos e transformações psicológicas dos quatro protagonistas de sua obra-prima. A música de compositores como Rachmaninov, Tchaikovsky, Stravinsky e Prokofiev embala essa jornada atemporal ao âmago de uma história de duelos, desencontros, paixões e decepções.
Confira toda a programação da Mostra de Dança Ano Brasil Portugal.
2- O Dia Mundial da Dança celebra-se todos os anos dia 29 de Abril.
A data foi criada em 1982 pelo Comité Internacional da Dança (CID) da UNESCO, que escolheu odia como o Dia Internacional da Dança.
A comemoração tem por base o dia de nascimento de Jean-Georges Noverre, que nasceu em 1727 e foi um dos grandes nomes da dança.
- Na rede:
Acervos online de pesquisa em dança
Uma análise da dança europeia, norte-americana e brasileira a partir dos anos 60, em busca de critérios para auxiliar a pesquisa em dança e suas relações com o pensamento, a história e o corpo. Tudo isso e muito mais no site Temas de Dança.
Projeto Deguste Tugudum
A partir do tema A diversidade corporal como investigação contemporânea – deficiência como potência, a Cia. Tugudum, de Campinas, retomou, no último sábado, 6 de abril, as atividades do projeto Deguste Tugudum. Estão programadas oficinas, espetáculos e exibições de filmes até o dia 26 de maio. Clique aqui para mais informações!
- Inscrições abertas até 6 de maio!
Fundação Cultural da Bahia seleciona projetos de dança
A Fundação Cultural do Estado da Bahia – Funceb investirá R$ 194 mil em 21 trabalhos de dança, valor que será dividido entre dez propostas de espetáculos relacionadas a intervenções urbanas, à dança de rua e a processos de criação. Os selecionados irão compor a programação da Quarta que Dança 2013, entre os meses de julho e novembro, em Salvador e em cidades do interior da Bahia. Inscrições ficam abertas até o dia 6 de maio. Clique aqui para mais informações!
- Inscrições abertas até 12 de maio!
Intercâmbio artístico em festival suíço
O Festival Internacional Belluard Bollwerk recebe, até o dia 12 de maio, inscrições para a residência artística watch & talk, em Friburgo, na Suíça. Os selecionados poderão aproveitar a programação do festival, que acontece entre 28 de junho e 6 de julho, e interagir criticamente com outros artistas. Mais informações:http://ow.ly/jTKgy