Zarpante convida todos os amantes da música erudita, assim como os apreciadores de música popular, a comparecer a este evento que apoiamos!
Convocamos desde já todos os cariocas, portugueses e gregos que morem no Rio de Janeiro, curiosos, estudantes de música, músicos, poetas, fãs de Fernando Pessoa…
Vinda de Portugal, estará presente especialmente para a ocasião, a cantora, instrumentista, compositora e escritora de letras para canções portuguesas ,Amélia Muge (nascida em Moçambique em 1952).
“A sua música junta tradição e inovação. Partindo da música tradicional portuguesa e africana para alcançar uma grande modernidade. Recorrendo tanto a instrumentos tradicionais como a “novas tecnologias” nessa busca de inovação. A música da Amélia Muge destaca-se também pela beleza das letras das suas canções. Ela tem musicado tanto poemas da sua própria autoria como poemas de vários poetas da língua portuguesa, onde se destacam Fernando Pessoa e Grabato Dias, sem esquecer os poemas de origem tradicional.” Fonte:Wiki
Amélia-Muge-Michales-Loukovikas
Mas como se não bastasse, o Festival conta ainda com a presença do grego Michales Loukovikas!
Vocês seriam completamente “Loukos”de não prestigiar esse senhor músico e essa carismática cantora que atravessaram mares e oceanos para estar no Rio de Janeiro cantando e tocando para os brasileiros!
“Em Caxinas, freguesia de pescadores em Vila do Conde, cidade do Norte de Portugal, a relação entre a mulher e o pescador funda-se numa confiança vital, numa dependência recíproca e total para a sobrevivência da família.
Porque a mulher confia e depende do pescador para ganhar a vida, e o pescador confia e depende da mulher para governar a vida.
Neste filme acompanhamos um grupo de mulheres das Caxinas no seu dia-a-dia, no trabalho quotidiano e com a família.
Com a ajuda de uma actriz que se torna mais uma entre as mulheres das Caxinas.”
- Rânia, um filme de Roberta Marques (Brasil)
Rânia (Graziela Felix) é uma adolescente que mora em Fortaleza, no morro Santa Terezinha. Ela ajuda sua mãe com os afazeres domésticos, estuda numa escola municipal, trabalha numa barraca de praia e sonha em ser bailarina
- O Frágil Som do Meu Motor, um filme de Leonardo António (Portugal)
- Tropicália, o filme
- Ângelo Torres – Mionga ki Ôbo (São Tomé)
São Tomé e Príncipe | Ângelo Torres | 2005 | Documentário
Língua: Português
52 min | 429 Mb
Mionga ki Ôbo – Mar e selva
Os “angolares” são os mais antigos habitantes da Ilha de São Tomé, onde, segundo a lenda, chegaram depois de um naufrágio. Outrora senhores da ilha, foram despojados pela força no fim do século XIX estão agora reduzidos a uma pequena comunidade piscatória. Entre os mitos e os mistérios desta ilha de beleza luxuriante, este filme revela-nos a história e os costumes destas gentes para quem a pesca e o mar são um símbolo de afirmação.
- A Última Vez Que Vi Macau, um filme de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata (Portugal)
- Os Verdes Anos, um filme de Paulo Rocha (Portugal)
- Upaon-Açu, Saint Louis, São Luís… – Um filme de Joaquim Haickel (Brasil)
Ano passado captamos fundos para o projeto “Ceci n est pas de L’ eau”. Desde então, a equipe envolvida no projeto já foi ao Brasil, filmou em distintos alambiques e voltou a França para editar o filme!
A equipe
Saiba mais na entrevista abaixo!
1. Por favor, apresentem a equipe de “Ceci n’est pas de l’eau”.
A equipe do Ceci n’est pas de l’eau consiste principalmente de duas pessoas – uma brasileira, Ana Clara, e um franco-americano, Yann-Yves. Nos formamos em cinema e comunicação pela Universidade Americana de Paris e trabalhamos nessa área desde então. No entanto, tivemos a ajuda de muitas pessoas durante as filmagens e o processo de pós-produção, no qual nos encontramos no momento. Somos muito gratos!
2. Como surgiu a ideia de fazer um documentário sobre cachaça?
Houve uma época em que o Yann-Yves trabalhava em um bar mexicano, onde havia tequilas e mezcais maravilhosos, e curiosamente um dos drinques mais populares era a caipirinha (de cachaça, claro). Eu (Ana Clara) sabia que a qualidade da cachaça usada não era das melhores, já que era uma cachaça industrialíssima, mas eu não sabia explicar o porquê. Foi aí que decidimos que seria interessante investigar mais sobre o destilado e, porquê não, fazer um documentario sobre o assunto.
3. Após captação bem sucedida no site Zarpante, partiram para as gravações no Brasil. Como foi essa etapa?
Nós tivemos a sorte e a oportunidade de sermos apoiados por múltiplas plataformas. Não só atingimos a nossa meta através da Zarpante, mas também fomos, de certa forma, patrocinados pela cachaça Leblon – uma marca que, como nós, é internacional e tem tudo a ver com o nosso projeto. Com isso conseguimos um orçamento confortável pra uma produção independente. Tudo, tudo mesmo, deu certo durante as filmagens, e em momento algum ultrapassamos esse orçamento.
4. Foi a primeira vez de Yann-Yves no Brasil, quais são suas primeiras impressões? E agora como definiria o Brasil em uma frase?
Em um mês, visitamos mais de 10 cidades em 4 estados diferentes, o que pode parecer muito, mas na verdade foi muito pouco. Eu (Yann-Yves) adorei Minas Gerais em particular, porque vimos a área rural, uma parte do Brasil que não é muito exportada. Eu acho isso uma pena, já que é uma região maravilhosa, pela comida, pelas pessoas e pela vista. Em uma frase, eu diria que o Brasil não só correspondeu às minhas expectativas, como também me surpreendeu em vários aspectos.
5. Quando pensam apresentar ao publico o resultado final de ” Ceci n’est pas de l’eau”? Alguma estratégia especifica de distribuição?
Como qualquer outra produção audiovisual, documentários levam um tempo para serem montados – principalmente se a equipe permanente consiste somente de duas pessoas. Temos como meta o meio do ano para finalizar a edição, mas não estamos com pressa. Priorizamos a qualidade. Quanto à distribuição, continuamos estudando a melhor alternativa.
6. Quantos litros de cachaça beberam durante as visitas que foram levados a fazer.
Nós trouxemos de volta para França mais do que bebemos durante as filmagens, naturalmente. Ao todo conseguimos trazer discretamente umas 13 garrafas nas nossas malas…
Como levar isso tudo em uma mala para a França?
7. Como distinguir uma boa cachaça de uma cachaça qualquer?
O processo de fabricação e o preço do produto final são boas indicações da qualidade do produto. Um litro de cachaça que custe menos do que um litro de leite (o que acontece, e é um grande problema) não pode ser coisa boa.
8. Como foi a feira da cachaça em Paraty, poderia descrever o evento para quem nunca foi?
Paraty por si só já vale a visita, mas um evento como esse dá um ar todo especial à cidade. Há até um roteiro gastronômico de cachaça, e a gente adorou provar todos os pratos típicos com um toque especial do destilado. O Festival da Pinga é o que pode-se esperar do nome – muita cachaça, muita festa, muita musica e muita, muita gente, de todos os horizontes. Recomendamos a visita durante uma hora ou dia mais calmo, em que se possa conversar com os produtores. Eles tem muitas histórias pra contar! Menção especial para Corisco e Engenho d’Ouro.
9. ”Ceci n’est pas de l’eau” é vosso primeiro projeto de filme documentário. Quais são vossos projetos para o futuro?
Temos algumas ideias, aqui e ali. À voir!
10. Uma brasileira e um americano em Paris, poderiam por favor citar-nos seu diretores preferidos (um americano, um brasileiro, um francês).
Pergunta difícil. Ana Clara – Fernando Meirelles, John Waters, Jean-Pierre Jeunet.Yann-Yves – Walter Salles, irmãos Cohen, Mathieu Kassovitz.
Descubra músicos e artistas que já perceberam que Zarpante vai muito além do Crowdfunding!
Fado, Samba, Hip-Hop, Dj’s, Soul, Jazz, Rock, , MBP…
Veja abaixo uma colectânea de vídeos e canções de alguns dos músicos que representamos, e conheça também a peça de teatro com a qual trabalhamos actualmente!
Estes artistas todos contam com Zarpante para encontrar datas de eventos em que possam se apresentar!
Deseja contratar um destes artistas para seu evento empresarial, seu Festival, show, etc? Contacte Zarpante no zarpante@gmail.com ou fale com Henrique Andrade no: 00 351 934 247 504. Aonde que que esteja no mundo, quem sabe possa contar com a presença de um destes artistas em sua cidade!
Quanto aos músicos e profissionais do teatro interessados por nossos serviços, basta contactar-nos pelo email zarpante@gmail.com ou falar com Henrique Andrade no: 00 351 934 247 504, para que possamos trabalhar por vocês!
- Teatro:
Morreste-me
Texto de José Luís Peixoto que Sandra Barata Belo e Cátia Ribeiro adaptam ao teatro em Morreste-me. Música de António Zambujo
Morreste-me é uma declaração de amor para um pai, para uma família. Para todos os que são vítimas desta doença. O cancro.
É uma declaração de amor para os que nos deixam e para os que ainda estão connosco. Para aqueles que sabemos, que quando nos faltarem, o nosso coração ficará só a metade.
- Música:
- Fado
AnaLains:
É apelidada por muitos como uma das maiores intérpretes da música portuguesa nos últimos anos. Com o recente disco “Quatro caminhos” concluímos que veio pra ficar…
Sertanília é um grupo de Salvador (BA) que resgata a tradição sertaneja na produção de uma música universal, inspirada nas diversas manifestações culturais do sertão. Surgido em 2010 é composto por Aiace (vocais), Anderson Cunha (violão e viola) e Diogo Flórez (percussão), que hoje são acompanhados pelos músicos Mariana Marin e Raul Pitanga na percussão, João Almy no violão e Massumi no violoncelo.
Projeto formado nos corredores da Escola de Música e Artes do espectáculo (ESMAE) em 2011. Trompete, piano, baixo e bateria são os instrumentos utilizados para desenvolver uma música, o Jazz, a partir de uma perspectiva pessoal.
A BETA MOVEMENT, nasce em 2008, no Porto, com Pedro Cordeiro e Secundino Oliveira os dois músicos do núcleo criativo, abertos à experimentação, expõem as composições indie de um às manipulações digitais de outro.
Um poeta-cantor e três músicos, amigos que se encontram na vida e no palco sob o signo do visceral para saudar o existir, questionar os valores vigentes, bradar por justiça, liberdade, consciência e atitude.
A “Blake Rimbaud”, essa banda de poesia elétrica selvagem, é seguidora da tradição dos grandes poetas visionários, e toca pelo puro prazer de derramar sobre a sensibilidade das pessoas tonéis de poesia, usando para isso a voz e a engenharia sonora dos irmãos músicos.
A história de Edgard Scandurra se confunde com a história da música brasileira dos últimos 30 anos, através do rock , da música eletrônica e do underground .
Através de 3 décadas, deixou um legado de solos de guitarras, grooves, sucessos e um respeito praticamente unânime entre público, critica e artistas das mais diversas cenas musicais do Brasil.
Letras profundas e contundentes e uma sonoridade capaz de derreter até o mais gelado dos corações: são essas características que jamais poderiam definir o Los Bife. A banda, que começou a tocar ainda em tempos de escola, tem como marca principal a auto-depreciação, misturando hardcore com música country, salsa e o que mais der na telha. Estamos falando de uma das chamadas “bandas para tocar ao vivo”: quando for a um show do Los Bife, não estranhe estar numa rodinha punk e, de repente, se encontrar dançando quadrilha.
Depois de estrear em 1996 com a Banda de reggae Bantus, abrindo a tournée nacional da banda The Wailers, reeditou a Banda Black Rio, ao lado de seu parceiro Wiliam Magalhães.
Em 2002 a música “Sou do bem” foi lançada em mais de 50 países, pela compilação Brazilian Grooves do selo Putumayo.
Aleh Ferreira em Paris – Foto: Gabriel Pedramarrom
MarcioLocal:
Iniciando seus primeiros passos fora do Brasil, carioca ganha elogios do The New York Times, tem CD lançado pelo selo de David Byrne, Luaka Bop, e execução em mais de 600 emissoras de rádio da América do Norte. E encerra o ano tendo seu ”Adventures In Samba Soul” eleito pelo jornal The Washington Times como um dos 10 melhores discos lançados nos EUA em 2009
“Eu posso não ter nada, mas aqui há tudo que preciso”,
É o slogan da sua campanha como governador da sua vida. Frase alusiva ao planeta Terra, considerando-o, o seu jardim Ídilio.
Em 2003 decidiu ser Rapper.
Passados quase 8 anos, hoje, constata-se que ele é mais do que isso.
Rapper, MC, poeta, edutainer (educador e entertainer) e beatmaker, entre outras coisas, BiruLexIcon, também conhecido por Biru, é o que eu chamo de artista renascentista do século XXI.
BiruLexIcon = Alexandre Francisco Diaphra
- DJ’s:
DJEdgar:
DJ Edgar, hoje eleito e considerado maior representante do gênero “Funk Carioca” no Planeta. Mais de 30 países.
Criador de um estilo próprio, o “Baile Funk With High Quality”. Como o próprio nome diz, o Funk Carioca (para o Mundo) com alta qualidade sonora.
Após tocar para 2 milhões de pessoas no Réveillon de Copacabana, DJ MAM investe na carreira internacional do CD.
O multifacetado produtor, compositor e empresário DJ MAM não pára. Um dos maiores nomes da cena carioca, que dividiu com o Marcelinho da Lua o Prêmio Noite Rio 2012 de Melhor DJde MPB / Regional, ele ainda realizou no final do ano passado o Festival Sotaque Carregado, no qual reuniu alternadamente em cinco dias de shows, 36 artistas de 14 estados brasileiros e de cinco diferentes nacionalidades. Logo em seguida, tocou e cantou para cerca de dois milhões e trezentas mil pessoas no Palco Principal do Réveillon de Copacabana no Rio de Janeiro – o público recorde da festa.
Todo mundo vai querer descobrir a nossas dicas exclusivas de concursos criativos, editais, bolsas de estudo…!
Logo abaixo poderão encontrar as primeiras dicas.
Para receber o resto da lista, por favor, envie seu email para zarpante@gmail.com sob o assunto: concursos criativos pdf. Ou deixe seu email clicando aqui.
Dessa forma poderemos enviar a lista completa em formato pdf para seu email.
- Prêmio Literário João José Cochofel:
Este prêmio, promovido bianualmente pela Câmara Municipal de Coimbra, Portugal,recebe inscrições de obras nos gêneros poesia, ficção narrativa e ensaio até 30 de abril. O vencedor ganha 2 mil euros!
- Fundação selecciona artistas para residências em três países
Espaço de exposição do MAMbo, um dos museus participantes
Foi lançado o edital da Bolsa Iberê Camargo de 2013, de residência artística. Serão selecionados projetos a serem realizados no MAMbo, em Bolonha (Itália), no CRAC, em Valparaíso (Chile) ou no Kiosko, em Santa Cruz de La Sierra (Bolívia).
Além da bolsa, a Fundação Iberê Camargo escolherá um artista para participar do Programa Artista Convidado do Ateliê de Gravura e produzir obras em metal na prensa que pertenceu a Iberê Camargo. Outros 10 selecionados ganharão destaque no site da instituição.
- Inscrições abertas para o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios:
O Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios tem como objetivo identificar, selecionar e premiar os relatos de vida de mulheres empreendedoras de todo o país, as quais transformaram seus sonhos em realidade e cuja história de vida hoje é exemplo para outras que possuem o mesmo sonho.
Para concorrer ao prêmio, é necessário ter mais de 18 anos.
O prêmio é dividido em três categorias:
Pequenos Negócios: microempresas e empresas de pequeno porte, e que estejam estabelecidas formalmente há pelo menos um ano (data de abertura anterior a 01/03/2012, conforme consta no CNPJ);
Produtor Rural: mulheres que explorem atividades agrícolas, pecuárias e/ou pesqueiras nas quais não sejam alteradas a composição e as características do produto in natura, e que estejam estabelecidas formalmente á, no mínimo, um ano. (data de abertura anterior a 01/03/2012, conforme documento de registro legal pertinente: Inscrição Estadual de Produtor, ou Declaração de Aptidão ao PRONAF, (DAP) ou CNPJ, ou Registro no Ministério da Pesca);
Micro Empreendedor Individual: mulheres que trabalhem por conta própria que tenha seu empreendimento legalizado, com faturamento máximo anual de até R$ 60.000,00 por ano, e não tenham participação em outra empresa como sócias ou titulares, e tenham até um (a) empregado(a) contratado(a) que receba o salário mínimo, ou o piso da categoria. (data de abertura anterior a 01/03/ 2012, conforme consta no CNPJ).
As inscrições para 10ª edição do Prêmio seguem abertas até o dia 31 de julho pelo site oficial ou nos escritórios regionais do Sebrae-SP espalhados pelo Estado.
As vencedoras estaduais em cada categoria recebem troféu, certificado, selo de premiação e curso de empreendedorismo, além de irem a Brasília para disputarem a final nacional. Na segunda fase, as empreendedoras concorrem a uma viagem internacional.
No próximo dia 4 de Maio a Conexão Lusófona organiza a segunda edição do seu festival de música assinalando a abertura oficial da Semana Cultural da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa.
Desta vez, o nobre espaço do Pátio da Galé recebe o evento que pretende levar a uma nova dimensão o número de pessoas que despertam para o tema Lusofonia.
No espetáculo, novos talentos partilham o palco com nomes já consagrados que apadrinham a iniciativa.
Após o concerto, a festa continua noite dentro com Dj Set de ritmos lusófonos!
Prometem-se por isso muitas e boas conexões numa noite que celebra o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP.
Ligue já para o 00 351 934 247 504 e fale com Henrique Andrade para obter seu ticket de entrada com uma promoção exclusiva!
O que tem em comum um ilustrador de Novo Hamburgo, e um escritor graduando em filosofia pelo Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro?
Ambos acreditaram no Crowdfunding e inscreveram um projeto na plataforma Zarpante!
Gilberto Borba Ilustrador
- Gilberto Borba é um ilustrador de Novo Hamburgo com mais de 17 anos de experiência.
Ele está produzindo a arte final do livro infantil “A Turma da Floresta no Castelo da Bruxa”, e precisa da ajuda de todos nós para captar os fundos que o permitirão remunerar os gastos e a mão de obra profissional!
Em agradecimento aos mecenas que apoiarem esta criação artística, no livro sairá publicidade com nomes e logotipos dos patrocinadores. Também será divulgada publicidade sobre o Instituto do Câncer Infantil, pois um dos personagens do livro, o leãozinho, é amigo do Leão Coragem, mascote do Instituto.
A quantia necessária é de apenas 21, 72 €, por isso, se cada um de nós, sensíveis ao trabalho do Gilberto, contribuir com um pouco que seja, podemos facilmente atingir a modesta meta financeira do projeto do ilustrador!
Veja abaixo algumas ilustrações de Gilberto Borba:
Uma das ilustrações do projeto!
Outra ilustração do projeto.
Um dos trabalhos anteriores de Gilberto Borba
Milton Roza Júnior. Escritor
- Milton Roza Júnior é um escritor graduando em filosofia pelo Mosteiro de São Bento (Rio de Janeiro).
Fez também três cursos de literatura na Casa Mário de Andrade, em Barra Funda, cidade de São Paulo.
Recebeu recentemente uma proposta da Editora Novo Século, relativa ao seu livro “A Semente”: publicar o livro em uma tiragem mínima de 1.500 exemplares distribuídos nas maiores livrarias de todo o Brasil e utilizados também na feira internacional do livro, deste ano, no Rio de Janeiro.
Leia abaixo um trecho do livro “A Semente”:
‘PLANTANDO O BELO’ – CAPÍTULO I
- Belo dia de hoje, não acha, Isa?
- É verdade. Suspirou a adolescente com outros interesses na névoa da mente.
- Papai, por que todos se acham felizes num dia de sol?
- Porque o Sol ilumina nossos corações e nos faz despertar para verdadeira felicidade.
- Eu não me acho feliz, faz muito tempo.
- Pode deixar que você a encontrará, é só ter paciência.
– Isso deve demorar muito, pois não vejo nada na minha frente para que isso que sinto mude.
Pedhro se sentiu incapaz de conseguir tirar-lhe o véu de seus olhos para que ela sentisse mais prazer com a vida, porque seu sentido de viver era de jogar sempre positivamente com o objetivo de ganhar algo altruístico, algo que beneficiasse sua família, sua prole e quem viesse com bons sentimentos em seu caminho. O jogo da vida, essa era sua pedra fundamental. Enquanto Isa era uma menina muito rebelde, no sentido de que a procura pelo prazer, o vazio que nunca se acha, era muito mais importante do que a simples veneração pelo amor, pela carícia, pelas palavras de idônea sinceridade. Era a espera eterna pelo bem amado, por oportunidades boas, por uma compreensão melhor da família. Ela precisava de um pequeno ajuste, pois seu pai entendia que não se deve esperar demais por uma gestação de problemas. Nove horas para isto, nove dias para isso, nove meses para aquilo; devia ser resolvido pelo risco de sua gênese, o risco profundo, aquele que só a intuição masculina pode revelar, porque a vida era se arriscar e não esperar. O auge desta conversa poderia acabar em discussão, porém era preciso alcançar as leis da natureza que se favorecem para benefício de todos os que a compõe. Eles sentiram o balançar das plantas suportando o vento, lutando contra própria natureza pela simples ação desta estar sendo representada pelo vento. Sentiram os animais também lutando pelo seu dia a dia, alguns imergindo na terra pela alimentação, corrida diária pela vida. Parece inóspita fazendo seus filhos percutir dia-a-dia, alguns não encontram alimento, outros precisando de sol ou chuva não os encontram. Porém isso faz parte de um plano de dicotomia, pois a noite só aparece com a ausência da Luz, a sede com a ausência da água, a seca pela ausência da chuva, o mal pela ausência do bem e a infelicidade pela ausência da felicidade.